Publicidade
RESÍDUOS INDUSTRIAIS

MRN reutiliza quase 99% em Trombetas

A Mineração Rio do Norte (MRN) desenvolve, desde 2010, o Programa Gerenciamento de Resíduos Sólidos, voltado para campanhas educativas de sensibilização ambiental, redução e reaproveitamento de resíduos. Neste período de pandemia, a companhia realiza campanha no distrito de Porto Trombetas, no município de Oriximiná (PA) com o objetivo de promover diálogos de segurança especiais nas áreas operacionais para tratar o tema junto aos empregados e reforçar seu compromisso com a preservação ambiental. Em 2019, a MRN gerou 1.919,53 toneladas de resíduos sólidos industriais em seu processo de produção, dos quais 87,87% foram reaproveitados por meio de técnicas de reciclagem/reutilização; 11,26% foram reaproveitados como combustível energético, com o uso de técnicas de coprocessamento; e apenas 0,87% receberam tratamento de técnicas de incineração. "Com o programa, reforçamos adoção da prática dos 5Rs: reduzir, reutilizar, reciclar, recusar e repensar. Ao reutilizar os resíduos industriais, as áreas repensam suas práticas em relação ao meio ambiente, recusam a aquisição de itens novos, reduzem a geração de novos resíduos, reutilizam e reaproveitam objetos já descartados e utilizam como matéria prima produtos que já haviam sido descartados, para a fabricação de novos objetos", comenta Dayane Moreira, analista ambiental da MRN. No Horto Florestal, a MRN reutilizou tubos de fibra, madeira e correias transportadoras para criação de sementeira para germinação de sementes, um bicicletário e depósito de insumos. Na oficina de manutenção da mina Monte Branco, os resíduos como sucata metálica, plástico PEAD e borrachas foram reaproveitados para criação de caminho seguro, área de vivência e área coberta para lavar botas. Na seção de manutenção da Mina Bela Cruz, há um espaço que, ao mesmo tempo em que reaproveita resíduos industriais, proporciona leveza ao ambiente de trabalho, com a criação de itens decorativos a partir de sucata metálica e borrachas, que se transformam em porta-canetas, lixeiras e esculturas graciosas. "A principal base do reaproveitamento é a consciência ambiental. Outro ponto importante é a própria autoestima da equipe quando tem reconhecido o trabalho feito a partir da ideia dos colaboradores", declara Marcos Paulo Laurido, gerente técnico da seção de manutenção da MRN da mina Bela Cruz.

A Mineração Rio do Norte (MRN) desenvolve, desde 2010, o Programa Gerenciamento de Resíduos Sólidos, voltado para campanhas educativas de sensibilização ambiental, redução e reaproveitamento de resíduos. Neste período de pandemia, a companhia realiza campanha no distrito de Porto Trombetas, no município de Oriximiná (PA) com o objetivo de promover diálogos de segurança especiais nas áreas operacionais para tratar o tema junto aos empregados e reforçar seu compromisso com a preservação ambiental. 

Em 2019, a MRN gerou 1.919,53 toneladas de resíduos sólidos industriais em seu processo de produção, dos quais 87,87% foram reaproveitados por meio de técnicas de reciclagem/reutilização; 11,26% foram reaproveitados como combustível energético, com o uso de técnicas de coprocessamento; e apenas 0,87% receberam tratamento de técnicas de incineração. "Com o programa, reforçamos adoção da prática dos 5Rs: reduzir, reutilizar, reciclar, recusar e repensar. Ao reutilizar os resíduos industriais, as áreas repensam suas práticas em relação ao meio ambiente, recusam a aquisição de itens novos, reduzem a geração de novos resíduos, reutilizam e reaproveitam objetos já descartados e utilizam como matéria prima produtos que já haviam sido descartados, para a fabricação de novos objetos", comenta Dayane Moreira, analista ambiental da MRN. 

No Horto Florestal, a MRN reutilizou tubos de fibra, madeira e correias transportadoras para criação de sementeira para germinação de sementes, um bicicletário e depósito de insumos. Na oficina de manutenção da mina Monte Branco, os resíduos como sucata metálica, plástico PEAD e borrachas foram reaproveitados para criação de caminho seguro, área de vivência e área coberta para lavar botas. Na seção de manutenção da Mina Bela Cruz, há um espaço que, ao mesmo tempo em que reaproveita resíduos industriais, proporciona leveza ao ambiente de trabalho, com a criação de itens decorativos a partir de sucata metálica e borrachas, que se transformam em porta-canetas, lixeiras e esculturas graciosas. "A principal base do reaproveitamento é a consciência ambiental. Outro ponto importante é a própria autoestima da equipe quando tem reconhecido o trabalho feito a partir da ideia dos colaboradores", declara Marcos Paulo Laurido, gerente técnico da seção de manutenção da MRN da mina Bela Cruz.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
COMPOSTAGEM
Mineradoras processam resíduos de operações

Com duas minas de caulim no município de Ipixuna do Pará (PA), a mineradora Imerys utiliza o processo da PPSA, replicado para outra mina da empresa, a RCC, onde aproximadamente 60% de todo o resíduo orgânico gerado é aproveitado. “São muitas possibilidades, porque também podemos compostar cascas, grãos e sementes em geral, a borra e o filtro do café, o saquinho do chá, o hashi da comida japonesa”, conta o técnico Ambiental da Imerys, Mauro Cunha. Segundo a Abrelpe, cerca de 51% de todos os resíduos produzidos no Brasil são orgânicos, o que significa 36,5 milhões de toneladas por ano, sendo que apenas 1% é tratado de forma adequada. Na mina PPSA, a Imerys constata média mensal de aproximadamente duas toneladas de resíduos orgânicos geradas no restaurante, que são 100% reaproveitados na compostagem. “No ano passado, colocamos a máquina de compostagem em operação. Os custos com toda a destinação final para empresas que recolhiam os resíduos orgânicos para incineração praticamente foram zerados. Além do ganho econômico, temos o ganho ambiental, utilizando o material processado na compostagem como adubo nas áreas de recuperação”, afirma Rafael Ferreira, biólogo da Imerys. O processo de compostagem reaproveita a matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal, que por meio de um processo biológico de decomposição formam um composto orgânico que pode ser aplicado no Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) para ajudar no enriquecimento da matéria orgânica. “Entre os principais benefícios da compostagem estão a destinação mais adequada dos resíduos orgânicos para natureza; a substituição do uso de adubos químicos por compostos orgânicos no meio ambiente e a redução da quantidade de resíduos a serem enviados para aterros sanitários”, conclui Mauro Cunha. Já a Mineração Rio do Norte (MRN), que opera a mineração de bauxita no distrito de Porto Trombetas, em Oriximiná (PA) reaproveita em média cinco toneladas mensais de resíduos orgânicos através da compostagem, realizada desde 2002 pela Gerência de Administração de Infraestrutura da empresa, atendendo às legislações ambientais vigentes. “Ao realizar o reaproveitamento desse tipo de resíduos, o produto da compostagem, que é o adubo orgânico, é utilizado em jardinagem das residências da vila de Porto Trombetas”, comenta Carlisson Alves Romano, Engenheiro Sanitarista e Ambiental da MRN. A compostagem é realizada na Central de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos (CTR) e visa reduzir a quantidade de resíduos descartados no aterro sanitário do distrito. Esta etapa faz parte do programa de coleta seletiva de resíduos sólidos, feita pelos moradores. “Para que o processo de compostagem dê certo, é necessário que a coleta seletiva de resíduos sólidos seja atendida. Os resíduos orgânicos coletados são direcionados para a CTR. Lá, acontece a mistura com resíduo vegetal (capim/grama) oriundos do serviço de roçagem das áreas verdes da vila residencial. O processo de mistura de orgânicos com vegetal ocorre numa área específica da CTR. O tempo de processo é de 90 a 110 dias”, relata Carlisson. Entre os benefícios da compostagem para a MRN está à redução de resíduos destinados para o aterro sanitário e, consequentemente, o aumento da vida útil do aterro, a doação do adubo orgânico para moradores da vila residencial, que o utilizam em jardinagem, e o valor ambiental desta boa prática.

16 de março, 2020
Saneamento Ambiental Logo
IMERYS
Compostagem gera benefícios na mina

A Imerys iniciou projeto de compostagem na mina PPSA, em Ipixuna do Pará, em parceria com uma recicladora de resíduos orgânicos. A compostagem é cada vez mais aproveitada como alternativa para o gerenciamento de resíduos orgânicos, já que impacta menos o meio ambiente, pois a quantidade de lixo diminui com o reaproveitamento e transformação dos materiais, e reduz custos com a destinação final, já que em vez de seguir para aterros sanitários, por exemplo, o material composto passa a ser usado como adubo orgânico. O processo de compostagem reaproveita a matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal, que por meio de um processo biológico de decomposição formam um composto. “Todo esse processo dura 24 horas. Após esse período, retiramos 30% do material e deixamos 70% para função dos microorganismos, necessários para acelerar a decomposição da matéria orgânica”, explica Rafael Ferreira, biólogo da Imerys. A empresa já verifica média mensal de aproximadamente duas toneladas de resíduos orgânicos geradas no restaurante da mina PPSA, que agora são 100% reaproveitados na compostagem. “Há quatro meses, colocamos a máquina de compostagem em operação. Os custos com toda a destinação final para empresas que recolhiam os resíduos orgânicos para incineração, praticamente, foram zerados. Além do ganho econômico, temos o ganho ambiental, utilizando o material processado na compostagem como adubo nas áreas de recuperação”, afirma Ferreira.

2 de setembro, 2019
Saneamento Ambiental Logo
MRN
Territórios Sustentáveis é premiado

O programa Territórios Sustentáveis, que é patrocinado pela Mineração Rio do Norte (MRN), foi o vencedor do 1º Prêmio Estadual de Inovação da Indústria Mineral, iniciativa do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) e da Secretaria de Ciência Tecnologia e Educação Tecnológica do Estado do Pará (Sectet). O projeto foi apresentado durante a XIII FIPA (Feira da Indústria do Estado do Pará), que aconteceu entre os dias 3 e 6 de maio, em Belém (PA). O projeto recebeu o prêmio inovação. Iniciado em 2015 , o programa tem duração prevista de 15 anos e estimula a formação de cadeias produtivas, fortalece a administração pública e contribui para o exercício da cidadania, incentivando a participação da população nos conselhos municipais, apoiando comunidades e fornecendo suporte a associações. A MRN já investiu R$ 4,1 milhões no programa Territórios Sustentáveis. A primeira ação do programa foi a elaboração de diagnóstico que estabeleceu um horizonte de oportunidades e desafios para os três municípios. A equipe de Territórios Sustentáveis coletou dados em secretarias municipais, avaliou 64 associações e 18 conselhos nas três cidades atendidas. O programa também realizou diagnósticos das cadeias produtivas da madeira, castanha, copaíba, agricultura, turismo, pesca e pecuária. Outro avanço registrado no primeiro ano do programa foi um estudo do potencial de arrecadação das secretarias de Meio Ambiente por meio de convênios e adesão a programas governamentais. No ano passado houve treinamento em captação de recursos e elaboração de projetos para 350 lideranças da sociedade civil em Oriximiná, Terra Santa e Faro, além de suporte jurídico e contábil para 45 organizações locais e associações quilombolas para que essas entidades reconquistassem seu poder de representatividade. As revisões do Plano Diretor de Oriximiná e dos Códigos Tributários de Oriximiná e de Terra Santa contam com apoio do Territórios Sustentáveis. Com o auxílio do programa, Terra Santa foi inserido no Programa Municípios Verdes, que garante participação no ICMS Verde, iniciativa que compensa municípios que atingem bom desenvolvimento sustentável e investimento ambiental. Os novos prefeitos assinaram neste ano os termos de repactuação que simboliza o reconhecimento da importância do programa e o compromisso destes gestores com os objetivos do Territórios Sustentáveis. No início de abril, pontos de acesso gratuito a internet foram instalados em oito comunidades quilombolas do Alto Trombetas, em Oriximiná. Dentre as atividades previstas para este ano estão a assessoria para elaboração de planos de saneamento básico e do planejamento estratégico da gestão municipal em Oriximiná, Terra Santa e Faro. O programa Territórios Sustentáveis lançará em 2017 dois programas de estágio, um voltado exclusivamente para jovens de comunidades quilombolas, além de pontos de apoio que serão instalados nos três municípios atendidos. Também serão realizados cursos de celebração de convênios para os servidores das administrações municipais. O programa realizará uma agenda específica de ações de estímulo ao associativismo que inclui oficinas de empreendedorismo social e planejamento estratégico. As ações do Territórios Sustentáveis são realizadas por três Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) com atuação reconhecida em questões relacionadas à região amazônica: Agenda Pública, Equipe de Conservação da Amazônica (ECAM) e Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON). Maiores informações sobre o projeto no site www.territoriossustentaveis.org.br.&nbsp ;

15 de maio, 2017