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RESÍDUOS INDUSTRIAIS

ArcelorMittal Brasil reaproveita 3,1 milhões t em 2014

A ArcelorMittal Brasil reaproveitou cerca de 3,1 milhões de t de resíduos industriais no ano passado. Com isso, a Companhia deu novos destinos às escórias, gases e outros coprodutos derivados do processo de produção do aço. A venda desses mais de 30 tipos de coprodutos gerou uma receita extra de R$180 milhões à empresa. Os principais destinos dos materiais foram às indústrias de cimento e química. Em 2015, a ArcelorMittal Brasil vai investir R$ 2,8 milhões em P&D de novas aplicações para os resíduos, evitando o descarte no meio ambiente, economizando no uso dos recursos naturais e ainda gerando riqueza. Ao todo, serão 17 novas linhas de pesquisa, conduzidas em parceria com universidades federais, com o Núcleo de Pesquisas do grupo ArcelorMittal na Europa, com clientes, além de sinergia interna entre as usinas.

A ArcelorMittal Brasil reaproveitou cerca de 3,1 milhões de t de resíduos industriais no ano passado. Com isso, a Companhia deu novos destinos às escórias, gases e outros coprodutos derivados do processo de produção do aço. A venda desses mais de 30 tipos de coprodutos gerou uma receita extra de R$180 milhões à empresa. Os principais destinos dos materiais foram às indústrias de cimento e química.
Em 2015, a ArcelorMittal Brasil vai investir R$ 2,8 milhões em P&D de novas aplicações para os resíduos, evitando o descarte no meio ambiente, economizando no uso dos recursos naturais e ainda gerando riqueza. Ao todo, serão 17 novas linhas de pesquisa, conduzidas em parceria com universidades federais, com o Núcleo de Pesquisas do grupo ArcelorMittal na Europa, com clientes, além de sinergia interna entre as usinas.

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RESÍDUOS
Ternium vende agregados siderúrgicos

A Ternium fechou contrato de venda de agregado siderúrgico para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) de Seropédica, administrado pela empresa Ciclus. O material será utilizado na pavimentação de vias, em bases e sub-bases e como revestimento primário em estradas vicinais em substituição à brita. O volume negociado de agregado siderúrgico será de 15 mil toneladas mensais para o CTR de Seropédica. O agregado siderúrgico é originado da escória de aciaria, gerada pela transformação do ferro gusa líquido em aço, que passa por um processo de retirada do conteúdo metálico, peneiramento e armazenamento, além de tratamento para a redução da expansão. O produto final deste processo é mundialmente aplicado em nivelamento de áreas/aterros, artefatos de concreto, gabião, concreto asfáltico, lastro ferroviário, entre muitos outros. Também pode ser aplicado na agricultura, como corretivo da acidez do solo em substituição ao calcário. A Ternium produz 75 mil toneladas de escória por mês, beneficiada e tratada dentro da própria companhia. Entre 2016 e 2018, a Ternium começou a substituir a brita por agregado siderúrgico e obteve uma economia de R$ 16 milhões. Entre os benefícios ambientais e econômicos estão a preservação de recursos naturais, a redução de impactos causados pela extração do agregado natural, a eliminação do desperdício, a redução do consumo de energia e do custo na obtenção da brita. "A utilização do agregado siderúrgico na pavimentação dos acessos do Centro de Tratamento de Resíduos é uma ótima alternativa para substituir o uso da brita e argila, evitando assim, a extração em jazidas. Trata-se de um material de alta qualidade que substitui recursos cuja extração gera diversos impactos prejudiciais às reservas naturais. Outras aplicações já estão sendo avaliadas para utilização do agregado siderúrgico também em drenos, diques, preparação das células, ruas internas e na estação de tratamento deste CTR" disse Leila Kauffmann, Gerente de Coprodutos da Ternium.

10 de fevereiro, 2020
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RESÍDUOS REFRATÁRIOS
RHI Magnesita recicla mais de 17 mil t

A RHI Magnesita reciclou mais de 17 mil toneladas de resíduos refratários no ano passado, o que representa 4,3% do total produzido em sua operação na América do Sul. Com isto, a companhia evitou a emissão de 25,5 mil toneladas de CO2. Neste ano, a RHI Magnesita já reciclou volume superior a 9,7 mil toneladas de produtos. A meta para este ano é utilizar 6,2% de materiais reaproveitados. A empresa coleta resíduos refratários dos clientes (indústrias de aço, vidro e cimento) e encaminha para a unidade de Coronel Fabriciano (MG), onde os materiais passam por vários processos de tratamento, como seleção, limpeza, britagem e, por fim, destinação para unidades fabris que reutilizam os resíduos tratados como matéria-prima na produção de novos refratários. “A economia circular é parte fundamental para alcançarmos nosso compromisso de reduzir em 10% a emissão de CO2 de nossa produção no mundo todo até 2025”, explica Francisco Carrara, Vice Presidente de Operações das Américas. O executivo explica ainda que a reciclagem é estratégica para a RHI Magnesita até 2021, pois pretendem incluir 10% desse tipo de material na produção sul-americana. “Para atingir esse objetivo, estamos trabalhando para desenvolver produtos com mais volume de materiais reutilizados”. A reutilização dos materiais evita novas extrações e queimas de minérios e dessa forma diminui a emissão de CO2. A reciclagem de resíduos já é feita pela RHI Magnesita há mais de dez anos e esse processo acontece em mais duas outras plantas no mundo: Índia e Veitsch, na Áustria.

10 de setembro, 2019
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PRÊMIO
ArcelorMittal tem 3Rs como tema

O tema da 27ª edição do Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente é “Meio ambiente e ciência: reduzir, reutilizar e reciclar – os 3 Rs no meu dia a dia”. A escolha reflete a preocupação com o destino correto do lixo, a importância da economia circular e a implementação de soluções ambientalmente corretas. Cerca de 228 mil kits educativos foram produzidos para distribuição às escolas participantes e os educadores vão ser qualificados nos meses de março e abril. A competição é voltada para alunos e educadores e tem como objetivo incentivar a experimentação científica. A expectativa é que mais de 300 escolas públicas e particulares se envolvam no projeto. As instituições de ensino estão localizadas em 32 municípios de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Bahia e Santa Catarina. “Além da consolidação do seu modelo por projeto de ciências, o concurso tem o desafio de alcançar a cada ano uma maior participação da comunidade escolar. Acredito que a meta será atingida em função do tema estar relacionado ao cotidiano das pessoas. A reutilização do lixo e a reciclagem são questões que ganham cada vez mais destaque no Brasil”, aponta Leonardo Gloor, diretor-presidente da Fundação ArcelorMittal. O Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente 2018 pretende envolver estudantes e professores sobre a importância do tema no cotidiano do aluno, estimular a curiosidade, o trabalho em equipe e a experimentação. Em linhas gerais, a proposta é que os resíduos gerados pela produção de uma indústria sirvam de matéria-prima reciclada para ela própria ou para outras. No caso da ArcelorMittal, 9% de sucata gerada pela empresa é reutilizada na fabricação de um novo aço. O projeto é realizado em parceria com as Secretarias Municipais e Estaduais de Educação e Meio Ambiente e com as unidades locais da ArcelorMittal e Belgo Bekaert. A edição 2017 do Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente registrou aumento de 14% no número de alunos participantes e de 5% no total de escolas, em relação a 2016. No total, foram inscritos 425 projetos. Em 2017, 32 cidades participaram e foram beneficiadas cerca de 88 mil pessoas.

5 de abril, 2018