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RESÍDUOS

Ternium vende agregados siderúrgicos

A Ternium fechou contrato de venda de agregado siderúrgico para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) de Seropédica, administrado pela empresa Ciclus. O material será utilizado na pavimentação de vias, em bases e sub-bases e como revestimento primário em estradas vicinais em substituição à brita. O volume negociado de agregado siderúrgico será de 15 mil toneladas mensais para o CTR de Seropédica. O agregado siderúrgico é originado da escória de aciaria, gerada pela transformação do ferro gusa líquido em aço, que passa por um processo de retirada do conteúdo metálico, peneiramento e armazenamento, além de tratamento para a redução da expansão. O produto final deste processo é mundialmente aplicado em nivelamento de áreas/aterros, artefatos de concreto, gabião, concreto asfáltico, lastro ferroviário, entre muitos outros. Também pode ser aplicado na agricultura, como corretivo da acidez do solo em substituição ao calcário. A Ternium produz 75 mil toneladas de escória por mês, beneficiada e tratada dentro da própria companhia. Entre 2016 e 2018, a Ternium começou a substituir a brita por agregado siderúrgico e obteve uma economia de R$ 16 milhões. Entre os benefícios ambientais e econômicos estão a preservação de recursos naturais, a redução de impactos causados pela extração do agregado natural, a eliminação do desperdício, a redução do consumo de energia e do custo na obtenção da brita. "A utilização do agregado siderúrgico na pavimentação dos acessos do Centro de Tratamento de Resíduos é uma ótima alternativa para substituir o uso da brita e argila, evitando assim, a extração em jazidas. Trata-se de um material de alta qualidade que substitui recursos cuja extração gera diversos impactos prejudiciais às reservas naturais. Outras aplicações já estão sendo avaliadas para utilização do agregado siderúrgico também em drenos, diques, preparação das células, ruas internas e na estação de tratamento deste CTR" disse Leila Kauffmann, Gerente de Coprodutos da Ternium.

A Ternium fechou contrato de venda de agregado siderúrgico para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) de Seropédica, administrado pela empresa Ciclus. O material será utilizado na pavimentação de vias, em bases e sub-bases e como revestimento primário em estradas vicinais em substituição à brita. O volume negociado de agregado siderúrgico será de 15 mil toneladas mensais para o CTR de Seropédica.

O agregado siderúrgico é originado da escória de aciaria, gerada pela transformação do ferro gusa líquido em aço, que passa por um processo de retirada do conteúdo metálico, peneiramento e armazenamento, além de tratamento para a redução da expansão. O produto final deste processo é mundialmente aplicado em nivelamento de áreas/aterros, artefatos de concreto, gabião, concreto asfáltico, lastro ferroviário, entre muitos outros. Também pode ser aplicado na agricultura, como corretivo da acidez do solo em substituição ao calcário.

A Ternium produz 75 mil toneladas de escória por mês, beneficiada e tratada dentro da própria companhia. Entre 2016 e 2018, a Ternium começou a substituir a brita por agregado siderúrgico e obteve uma economia de R$ 16 milhões. Entre os benefícios ambientais e econômicos estão a preservação de recursos naturais, a redução de impactos causados pela extração do agregado natural, a eliminação do desperdício, a redução do consumo de energia e do custo na obtenção da brita. "A utilização do agregado siderúrgico na pavimentação dos acessos do Centro de Tratamento de Resíduos é uma ótima alternativa para substituir o uso da brita e argila, evitando assim, a extração em jazidas. Trata-se de um material de alta qualidade que substitui recursos cuja extração gera diversos impactos prejudiciais às reservas naturais. Outras aplicações já estão sendo avaliadas para utilização do agregado siderúrgico também em drenos, diques, preparação das células, ruas internas e na estação de tratamento deste CTR" disse Leila Kauffmann, Gerente de Coprodutos da Ternium.

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MEIO AMBIENTE
Ternium vai investir US$ 500 milhões

A Ternium anunciou investimentos de US$ 500 milhões em projetos e tecnologias ambientalmente corretas para suas plantas, principalmente nas localizadas no México, Argentina e Brasil. "Cuidar do meio ambiente é um aspecto fundamental das operações da Ternium. A indústria do aço, como muitas outras, tem direcionado cada vez mais recursos para melhorar sua pegada ambiental", disse o CEO da Ternium, Máximo Vedoya. Em 2019, a companhia destinou US$ 260 milhões em projetos relacionados ao meio ambiente e à eficiência energética em todas as suas instalações. O plano dos US$ 500 milhões deve ser implementado nos próximos sete anos. Os projetos terão como foco a redução de emissões, gestão de efluentes e gestão de materiais, principalmente nas plantas de Nuevo León, no México; San Nicolás de los Arroyos, na Argentina; e Santa Cruz, no Brasil. Entre os projetos que serão executados estão a construção de cúpulas e silos de matéria-prima na Usina Guerrero em San Nicolás de los Garza, Nuevo León; a modificação do Sistema Secundário de Aspiração da Aciaria de San Nicolás de los Arroyos, Argentina; e a baghouse - dispositivo para filtrar e remover partículas - na planta da Sinter no Brasil. A Ternium anunciou o plano de investimento ambiental em paralelo com o anúncio da sua Rota da Descarbonização, iniciativa com a qual pretende reduzir as suas emissões específicas de CO2 em 20% até 2030.

15 de março, 2021
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BIOMETANO
Ternium vai usar gás de aterro

A siderúrgica Ternium Brasil irá utilizar gás de origem renovável do aterro sanitário de Seropédica (RJ) que substituirá em mais de 30% de gás natural fóssil. O aterro de Seropédica irá fornecer até 72 mil Nm³ diários de biometano. O biometano será para uso térmico no processo de produção de aço, injetado na tubulação de gás de baixa pressão do complexo industrial, atendendo às áreas do alto forno, aciaria, coqueria e de sinterização. A medida irá reduzir as emissões de gases do efeito estufa no Rio de Janeiro, já que o aterro deixará de queimar os gases para gerar combustível renovável. "Com essa operação nós vamos passar a usar gás de energia renovável para produzir aço, com um projeto inovador que utiliza o gás gerado pelo lixo do aterro sanitário. É o tipo de serviço em que todos ganham: as empresas, a sociedade e o meio ambiente", destaca Pedro Teixeira, VP Jurídico e RI da siderúrgica. O aterro de Seropédica atende a cerca de 10 milhões de pessoas e recebe por dia 10 mil toneladas de lixo do Rio de Janeiro, Seropédica e Itaguaí. O biogás, proveniente da degradação da matéria orgânica dos resíduos sólidos urbanos, é purificado na usina construída no local por meio da remoção completa de CO2, retirada de enxofre e outros contaminantes, e redução de nitrogênio. O biometano é o biocombustível gasoso obtido a partir desse processo e pode ser aproveitado como combustível veicular ou para geração de calor – que é o caso da Ternium.

19 de julho, 2019
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SUSTENTABILIDADE
Blocos fabricados com escória de aço

A Usiminas começou a utilizar blocos de calçamento – ou blocos intertravados – produzidos a partir do agregado siderúrgico. Os blocos são um coproduto gerado no processo produtivo do aço e suas propriedades permitem que ele substitua a areia, pó de brita e a brita empregados na fabricação dos blocos. A fabricação dos blocos de calçamento é uma parceria entre a Usiminas, Fiemg e a empresa Precomol, com sede no vale do Aço. Até chegar ao bloco de calçamento foram gastos dez meses de pesquisas e testes para alcançar a mistura ideal entre o agregado e as demais matérias primas. “O bloco tem que atender a especificações mercadológicas, ambientais e apresentar uma resistência mecânica alta”, conta Henrique Hélcio Eleto, coordenador do Grupo de Trabalho Coprodutos da Usiminas. Os primeiros blocos apresentam resistência de 35 Mpa, o que possibilita o uso em áreas de trânsito de pedestres e tráfego de carros de passeio. “Continuamos o trabalho de pesquisa conjunta para chegarmos ao bloco com resistência da ordem de 50 Mpa, que suportam o tráfego de veículos pesados como ônibus e caminhões e também para o desenvolvimento comercial de outros produtos como manilhas, muros, mourões, boca de lobo, entre outros”, destaca Eleto. Inicialmente, os blocos de calçamento desenvolvidos serão utilizados em dois projetos-pilotos na cidade mineira de Ipatinga. O primeiro projeto é o calçamento do estacionamento do Hospital Marcio Cunha, totalizando 4 mil m². Outros 300 m² serão instalados no canteiro central da Avenida 5, entre o Gasômetro e a portaria Centro da Usiminas. Para o canteiro, também está previsto projeto de paisagismo. A partir desses resultados, serão avaliadas as condições para produção em larga escala e comercialização dos blocos ao público. Para diversificar o produto, a Usiminas desenvolveu também blocos coloridos, de onde o pigmento tem origem de outro coproduto gerado na laminação do aço, o óxido de ferro. O produto é adicionado à massa do bloco, garantindo que toda a peça seja colorida. “Os blocos são produzidos em cinza, vermelho e roxo e atendem todos os requisitos técnicos e de aplicabilidade”, afirma o pesquisador do Centro de Pesquisa da Usiminas e integrante da equipe desenvolvedora, Wilton Pacheco de Araujo. A utilização do bloco de calçamento agrega outros benefícios ambientais, por substituir recursos naturais finitos, reduzir a necessidade de extração da natureza, além de diminuir o volume de agregado siderúrgico enviado para aterros ou depósito e a permeabilidade do material, o que possibilita a infiltração da chuva no solo. “A partir da parceria, a Precomol incrementou a sua linha de produção com a inclusão de um novo produto”. “Há uma perspectiva real de geração de novos empregos a partir da produção em escala comercial. Temos aí um exemplo claro de economia circular, um dos conceitos mais modernos de integração entre empresas, sociedade e meio ambiente”, explica o coordenador.

15 de maio, 2017