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RESÍDUOS REFRATÁRIOS

RHI Magnesita recicla mais de 17 mil t

A RHI Magnesita reciclou mais de 17 mil toneladas de resíduos refratários no ano passado, o que representa 4,3% do total produzido em sua operação na América do Sul. Com isto, a companhia evitou a emissão de 25,5 mil toneladas de CO2. Neste ano, a RHI Magnesita já reciclou volume superior a 9,7 mil toneladas de produtos. A meta para este ano é utilizar 6,2% de materiais reaproveitados. A empresa coleta resíduos refratários dos clientes (indústrias de aço, vidro e cimento) e encaminha para a unidade de Coronel Fabriciano (MG), onde os materiais passam por vários processos de tratamento, como seleção, limpeza, britagem e, por fim, destinação para unidades fabris que reutilizam os resíduos tratados como matéria-prima na produção de novos refratários. “A economia circular é parte fundamental para alcançarmos nosso compromisso de reduzir em 10% a emissão de CO2 de nossa produção no mundo todo até 2025”, explica Francisco Carrara, Vice Presidente de Operações das Américas. O executivo explica ainda que a reciclagem é estratégica para a RHI Magnesita até 2021, pois pretendem incluir 10% desse tipo de material na produção sul-americana. “Para atingir esse objetivo, estamos trabalhando para desenvolver produtos com mais volume de materiais reutilizados”. A reutilização dos materiais evita novas extrações e queimas de minérios e dessa forma diminui a emissão de CO2. A reciclagem de resíduos já é feita pela RHI Magnesita há mais de dez anos e esse processo acontece em mais duas outras plantas no mundo: Índia e Veitsch, na Áustria.

A RHI Magnesita reciclou mais de 17 mil toneladas de resíduos refratários no ano passado, o que representa 4,3% do total produzido em sua operação na América do Sul. Com isto, a companhia evitou a emissão de 25,5 mil toneladas de CO2. Neste ano, a RHI Magnesita já reciclou volume superior a 9,7 mil toneladas de produtos. A meta para este ano é utilizar 6,2% de materiais reaproveitados.
 
A empresa coleta resíduos refratários dos clientes (indústrias de aço, vidro e cimento) e encaminha para a unidade de Coronel Fabriciano (MG), onde os materiais passam por vários processos de tratamento, como seleção, limpeza, britagem e, por fim, destinação para unidades fabris que reutilizam os resíduos tratados como matéria-prima na produção de novos refratários. “A economia circular é parte fundamental para alcançarmos nosso compromisso de reduzir em 10% a emissão de CO2 de nossa produção no mundo todo até 2025”, explica Francisco Carrara, Vice Presidente de Operações das Américas.
 
O executivo explica ainda que a reciclagem é estratégica para a RHI Magnesita até 2021, pois pretendem incluir 10% desse tipo de material na produção sul-americana. “Para atingir esse objetivo, estamos trabalhando para desenvolver produtos com mais volume de materiais reutilizados”.
 
A reutilização dos materiais evita novas extrações e queimas de minérios e dessa forma diminui a emissão de CO2. A reciclagem de resíduos já é feita pela RHI Magnesita há mais de dez anos e esse processo acontece em mais duas outras plantas no mundo: Índia e Veitsch, na Áustria.

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A startup Green Mining comemora um ano de ação de logística reversa com a coleta de 500 toneladas de resíduos, principalmente vidro, e evita também a emissão de mais de 83 mil kg de CO2. "Tudo que temos conquistado é graças aos nossos funcionários, parceiros, clientes e amigos que acreditam no nosso projeto e se dedicam, de corpo e alma, para a preservação do meio ambiente. É difícil encontrar palavras para descrever o orgulho que sentimos com os resultados que alcançamos. Este é só o começo, o primeiro ano de muitas realizações que estão por vir”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da startup. Com a coleta de materiais recicláveis, a Green Mining também colabora com a capacitação e contratação de mão-de-obra de 30 catadores, que já trabalharam com reciclagem de maneira informal. A ação consiste no processo de coleta de embalagens em bares e restaurantes e é feita por meio de triciclos e sem emissão de gás carbônico. O material coletado é destinado à reciclagem ou reutilização, evitando que os resíduos sejam descartados em aterros. Por meio de um aplicativo, criado pela própria Green Mining, é possível obter informações como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis. "Com sistema que utiliza tecnologia Blockchain fazemos o mapeamento dos pontos de maior geração de resíduos e escolhemos o próximo endereço para a instalação de uma central de recebimento denominada HUB, local de armazenamento de todo o material coletado nas imediações. Posteriormente, os resíduos são enviados às usinas e empresas de reciclagem, devolvendo as embalagens ao ciclo de produção”, explica Rodrigo Oliveira. A Green Mining possui 17 HUBs em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Em 2020, a expectativa é que a ação chegue em mais estados do País, alcançando a meta de 100 HUBs.

4 de dezembro, 2019