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SELO VERDE

Mina Tucano recebe certificado

O Governo do Amapá concedeu à Mina Tucano o Selo Sustentabilidade, do Programa Tesouro Verde, pelas boas práticas socioambientais e de gestão em seu projeto de ouro, que fica a 200 km da capital Macapá (AP). O selo é entregue a empresas, indústrias e comércios. O programa tem visibilidade internacional, por estar alinhado com a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Acordo de Paris, implantado como uma forma de transformar o Amapá em um símbolo de economia sustentável da Amazônia. “Somos uma empresa ambientalmente responsável, seguindo as melhores práticas em preservação de florestas naturais, emissão de carbono, manutenção da fauna e da flora, gestão de recursos hídricos, entre outras ações. Integrar o Tesouro Verde é uma honra e uma confirmação de que nosso trabalho tem gerado importantes resultados para o meio ambiente e a sociedade como um todo”, diz Fabio Marques, Diretor de Operações da Mina Tucano. Pâmela Pádua, Diretora Institucional da BMV, instituição que faz a gestão do programa Tesouro Verde, afirma que “a Mina Tucano investiu na proteção de florestas nativas públicas e privadas e apoia o desenvolvimento de comunidades no Estado do Amapá, estando em conformidade com as diretrizes internacionais de sustentabilidade e governança socioambiental”. As empresas ainda recebem receita pelos serviços de conservação dos parques, por meio dos Créditos de Floresta de sua titularidade. Cada uma delas adquire estes créditos de áreas privadas para cumprir sua “pegada ambiental”, que leva em consideração critérios como: geração de resíduos, consumo de combustível e de energias. O processo está disponível em plataforma eletrônica online, acessível a todos pelo link www.plataformatesouroverde.com.br , com sistema seguro e transparente de certificação com registro em blockchain. “Esse é um reconhecimento do trabalho que já vínhamos realizando na implantação do projeto, e será o primeiro passo para adquirir outras certificações”, conclui Raimundo Rocha, Coordenador de Meio Ambiente.

O Governo do Amapá concedeu à Mina Tucano o Selo Sustentabilidade, do Programa Tesouro Verde, pelas boas práticas socioambientais e de gestão em seu projeto de ouro, que fica a 200 km da capital Macapá (AP). O selo é entregue a empresas, indústrias e comércios. O programa tem visibilidade internacional, por estar alinhado com a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Acordo de Paris, implantado como uma forma de transformar o Amapá em um símbolo de economia sustentável da Amazônia.

“Somos uma empresa ambientalmente responsável, seguindo as melhores práticas em preservação de florestas naturais, emissão de carbono, manutenção da fauna e da flora, gestão de recursos hídricos, entre outras ações. Integrar o Tesouro Verde é uma honra e uma confirmação de que nosso trabalho tem gerado importantes resultados para o meio ambiente e a sociedade como um todo”, diz Fabio Marques, Diretor de Operações da Mina Tucano. Pâmela Pádua, Diretora Institucional da BMV, instituição que faz a gestão do programa Tesouro Verde, afirma que “a Mina Tucano investiu na proteção de florestas nativas públicas e privadas e apoia o desenvolvimento de comunidades no Estado do Amapá, estando em conformidade com as diretrizes internacionais de sustentabilidade e governança socioambiental”.

As empresas ainda recebem receita pelos serviços de conservação dos parques, por meio dos Créditos de Floresta de sua titularidade. Cada uma delas adquire estes créditos de áreas privadas para cumprir sua “pegada ambiental”, que leva em consideração critérios como: geração de resíduos, consumo de combustível e de energias. O processo está disponível em plataforma eletrônica online, acessível a todos pelo link www.plataformatesouroverde.com.br, com sistema seguro e transparente de certificação com registro em blockchain. “Esse é um reconhecimento do trabalho que já vínhamos realizando na implantação do projeto, e será o primeiro passo para adquirir outras certificações”, conclui Raimundo Rocha, Coordenador de Meio Ambiente.

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COMPENSAÇÃO AMBIENTAL
Jaguar Mining adquire floresta

A Jaguar Mining adquiriu recentemente uma área de floresta nativa, localizada no Parque Estadual Serra das Araras, no município de Chapada Gaúcha (MG). A empresa mantém também a Estação Ecológica da Mata do Cedro, em Carmópolis de Minas, na Região Oeste do estado. As duas áreas são preservadas como contrapartida às atividades minerárias desenvolvidas em Minas Gerais. Adquirida em 2017, a Estação Ecológica da Mata do Cedro tem área de 135 hectares como compensação da mina Turmalina. A Jaguar implementa um programa de revitalização da cobertura vegetal com espécies nativas em parte desta área, visto que o restante já possui cobertura nativa. “Trabalhamos na recuperação de 23,85 hectares, como compensação ambiental. O que antes era um grande pasto, hoje é um espaço em fase adiantada de reflorestamento, preservando a flora da Mata Atlântica. Um bom exemplo das nossas iniciativas que visam ao bem-estar da sociedade, à recuperação e à proteção dos recursos naturais”, ressalta a gerente de Meio Ambiente, Rayssa Garcia. A ação gera diversos benefícios ao ecossistema local, principalmente porque existe uma conexão da floresta com o rio Pará, que banha boa parte do estado de Minas Gerais e é uma das principais fontes de abastecimento do reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias. As árvores plantadas têm recebido os tratos culturais, como capina, tutoramento, combate a formigas, adubação, replantio, entre outros. As espécies crescem rápido, alcançam até 10 metros de altura e muitas começaram a florescer e frutificar, o que é importante para a transformação da paisagem e um atrativo para insetos e animais que farão a polinização e a dispersão de sementes. A área de floresta nativa de 100 hectares incorporada ao Parque Estadual Serra das Araras encontra-se em processo de doação ao Estado, como compensação das atividades minerárias das minas Roça Grande e Paciência. “Essas iniciativas reforçam nosso compromisso com minimização de danos ao meio ambiente e às nossas comunidades, sempre em busca de soluções que garantam o equilíbrio. Dessa forma, a empresa preza pelo crescimento sustentável, atrelado a um negócio seguro e socialmente responsável, que leva o valor da sustentabilidade para as práticas do dia a dia e para toda a gestão”, conclui Rayssa.

26 de abril, 2021
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EMISSÕES
AES Tietê recebe Selo Ouro

A AES Tietê acaba de receber o Selo Ouro no Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa pela quarta vez consecutiva. O Selo é concebido para empresas que publicam seus inventários no Registro Público de Emissões, utilizando a ferramenta de cálculo da FGV. A companhia é reconhecida pelo Programa Brasileiro do Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) pela realização, publicação e verificação externa de seus inventários de redução nas emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE). “Este reconhecimento vem ao encontro da nossa estratégia de crescer, com um portfólio 100% renovável, fortalecendo cada vez mais nossa governança, oferecendo as melhores soluções em energia limpa e contribuindo ativamente para a sustentabilidade do planeta. Por isso, buscamos cada vez mais reduzir as emissões de gases, que são nocivos à atmosfera”, afirma Ítalo Freitas, CEO da AES Tietê. O GHG Protocol é uma ferramenta utilizada para entender, quantificar e gerenciar emissões de GEE. Desenvolvida, em 1998, pelo World Resources Institute (WRI) é, ainda hoje, a metodologia mais usada mundialmente pelas empresas e governos para a realização de inventários de GEE. Em 2008, o método foi adaptado ao contexto nacional pelo GVces e pelo WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e o World Business Council for Sustainable Development (WBSCD).

12 de outubro, 2020
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RESÍDUOS INDUSTRIAIS
MRN reutiliza quase 99% em Trombetas

A Mineração Rio do Norte (MRN) desenvolve, desde 2010, o Programa Gerenciamento de Resíduos Sólidos, voltado para campanhas educativas de sensibilização ambiental, redução e reaproveitamento de resíduos. Neste período de pandemia, a companhia realiza campanha no distrito de Porto Trombetas, no município de Oriximiná (PA) com o objetivo de promover diálogos de segurança especiais nas áreas operacionais para tratar o tema junto aos empregados e reforçar seu compromisso com a preservação ambiental. Em 2019, a MRN gerou 1.919,53 toneladas de resíduos sólidos industriais em seu processo de produção, dos quais 87,87% foram reaproveitados por meio de técnicas de reciclagem/reutilização; 11,26% foram reaproveitados como combustível energético, com o uso de técnicas de coprocessamento; e apenas 0,87% receberam tratamento de técnicas de incineração. "Com o programa, reforçamos adoção da prática dos 5Rs: reduzir, reutilizar, reciclar, recusar e repensar. Ao reutilizar os resíduos industriais, as áreas repensam suas práticas em relação ao meio ambiente, recusam a aquisição de itens novos, reduzem a geração de novos resíduos, reutilizam e reaproveitam objetos já descartados e utilizam como matéria prima produtos que já haviam sido descartados, para a fabricação de novos objetos", comenta Dayane Moreira, analista ambiental da MRN. No Horto Florestal, a MRN reutilizou tubos de fibra, madeira e correias transportadoras para criação de sementeira para germinação de sementes, um bicicletário e depósito de insumos. Na oficina de manutenção da mina Monte Branco, os resíduos como sucata metálica, plástico PEAD e borrachas foram reaproveitados para criação de caminho seguro, área de vivência e área coberta para lavar botas. Na seção de manutenção da Mina Bela Cruz, há um espaço que, ao mesmo tempo em que reaproveita resíduos industriais, proporciona leveza ao ambiente de trabalho, com a criação de itens decorativos a partir de sucata metálica e borrachas, que se transformam em porta-canetas, lixeiras e esculturas graciosas. "A principal base do reaproveitamento é a consciência ambiental. Outro ponto importante é a própria autoestima da equipe quando tem reconhecido o trabalho feito a partir da ideia dos colaboradores", declara Marcos Paulo Laurido, gerente técnico da seção de manutenção da MRN da mina Bela Cruz.

22 de junho, 2020
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VALE VERDE
Programa reconhecido pela Unesco

O Centro de Educação Ambiental (CEA) da Mineração Vale Verde (MVV) recebeu, em dezembro de 2019, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) o certificado de Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Caatinga (RBCAAT). A companhia recebeu o certificado na sede do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL), em Maceió. A MVV é uma empresa do grupo Appian Capital Brazil. Localizado na Fazenda Uruçu, no município de Craíbas (AL), o CEA já contribuiu para o plantio de mais de 40 mil exemplares de espécies nativas em seis anos de existência. O plantio ocorreu junto a comunidades e áreas urbanas, além de milhares de mudas produzidas e plantadas na área do Projeto Serrote, devido à sua implantação. O CEA abriga mais de 40 espécies da caatinga e recebe cerca de 750 visitantes por ano, tais como estudantes e professores de universidades e escolas de Arapiraca, Craíbas e região, empresários e representantes do poder público. Além da coleta de sementes para a produção de mudas nativas, a manutenção do CEA fomenta a observação do bioma, a produção de mel e de ovos (não-comerciais), paralelo à realização de estudos e pesquisas locais. “Não se pode pensar na implantação de um projeto privado sem considerar o meio no qual ele se insere: comunidades próximas, fauna e flora local, solo e rios da região e a interação entre todo esse sistema. Esse certificado é o reconhecimento global pelo trabalho sério que vem sendo realizado”, diz Renato Saraiva, gerente de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Relações com as Comunidades da MVV. O reconhecimento da Unesco é fruto de um trabalho desenvolvido em prol da preservação do patrimônio biológico local e, por consequência, da qualidade de vida das populações da região. As próximas fases do Projeto Serrote, em implantação pela MVV no Agreste Alagoano, são as obras civis industriais, a barragem e o pre-stripping – retirada da camada superficial do solo para abertura da lavra –, previstas para o início de 2020. No período de pico de obras – em meados de 2020 – devem ser gerados 1.200 empregos diretos. No final de novembro de 2019, mais de 600 trabalhadores já atuavam na mineradora, dos quais 70% provenientes do estado de Alagoas.

15 de janeiro, 2020
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MRN
Territórios Sustentáveis é premiado

O programa Territórios Sustentáveis, que é patrocinado pela Mineração Rio do Norte (MRN), foi o vencedor do 1º Prêmio Estadual de Inovação da Indústria Mineral, iniciativa do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) e da Secretaria de Ciência Tecnologia e Educação Tecnológica do Estado do Pará (Sectet). O projeto foi apresentado durante a XIII FIPA (Feira da Indústria do Estado do Pará), que aconteceu entre os dias 3 e 6 de maio, em Belém (PA). O projeto recebeu o prêmio inovação. Iniciado em 2015 , o programa tem duração prevista de 15 anos e estimula a formação de cadeias produtivas, fortalece a administração pública e contribui para o exercício da cidadania, incentivando a participação da população nos conselhos municipais, apoiando comunidades e fornecendo suporte a associações. A MRN já investiu R$ 4,1 milhões no programa Territórios Sustentáveis. A primeira ação do programa foi a elaboração de diagnóstico que estabeleceu um horizonte de oportunidades e desafios para os três municípios. A equipe de Territórios Sustentáveis coletou dados em secretarias municipais, avaliou 64 associações e 18 conselhos nas três cidades atendidas. O programa também realizou diagnósticos das cadeias produtivas da madeira, castanha, copaíba, agricultura, turismo, pesca e pecuária. Outro avanço registrado no primeiro ano do programa foi um estudo do potencial de arrecadação das secretarias de Meio Ambiente por meio de convênios e adesão a programas governamentais. No ano passado houve treinamento em captação de recursos e elaboração de projetos para 350 lideranças da sociedade civil em Oriximiná, Terra Santa e Faro, além de suporte jurídico e contábil para 45 organizações locais e associações quilombolas para que essas entidades reconquistassem seu poder de representatividade. As revisões do Plano Diretor de Oriximiná e dos Códigos Tributários de Oriximiná e de Terra Santa contam com apoio do Territórios Sustentáveis. Com o auxílio do programa, Terra Santa foi inserido no Programa Municípios Verdes, que garante participação no ICMS Verde, iniciativa que compensa municípios que atingem bom desenvolvimento sustentável e investimento ambiental. Os novos prefeitos assinaram neste ano os termos de repactuação que simboliza o reconhecimento da importância do programa e o compromisso destes gestores com os objetivos do Territórios Sustentáveis. No início de abril, pontos de acesso gratuito a internet foram instalados em oito comunidades quilombolas do Alto Trombetas, em Oriximiná. Dentre as atividades previstas para este ano estão a assessoria para elaboração de planos de saneamento básico e do planejamento estratégico da gestão municipal em Oriximiná, Terra Santa e Faro. O programa Territórios Sustentáveis lançará em 2017 dois programas de estágio, um voltado exclusivamente para jovens de comunidades quilombolas, além de pontos de apoio que serão instalados nos três municípios atendidos. Também serão realizados cursos de celebração de convênios para os servidores das administrações municipais. O programa realizará uma agenda específica de ações de estímulo ao associativismo que inclui oficinas de empreendedorismo social e planejamento estratégico. As ações do Territórios Sustentáveis são realizadas por três Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) com atuação reconhecida em questões relacionadas à região amazônica: Agenda Pública, Equipe de Conservação da Amazônica (ECAM) e Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON). Maiores informações sobre o projeto no site www.territoriossustentaveis.org.br.&nbsp ;

15 de maio, 2017
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PRÊMIO
SOMAR é bicampeã do troféu Chico Mendes

A SOMAR – Sociedade Mineradora recebeu pelo segundo ano consecutivo o Prêmio e o Selo Verde Chico Mendes de Responsabilidade Socioambiental em cerimônia na cidade de São Paulo. Entre os destaques da SOMAR está a conquista das certificações nacionais e internacionais ISO 14001, selo de comprometimento com o meio ambiente ainda raro na mineração, e a ISO 9001, ambas conferidas pelo INMETRO e pela UKAS (United Kingdom Accreditation Service). “Pelo simbolismo e seriedade, o prêmio é uma homenagem muito importante para nós e para a mineração. O Brasil avançou e precisa avançar muito mais na geração de riquezas com responsabilidade socioambiental. A SOMAR está colhendo os frutos de uma cultura forte focada em pesquisas e programas que geram qualidade em todas as áreas da atividade”, diz Veronica Della Mea, Diretora Executiva, acompanhada no evento pela Engenheira Ambiental da empresa, Fernanda de Souza Silva. A entrega dos troféus foi precedida pelo 3º Fórum Empresarial Chico Mendes de Sustentabilidade, que reuniu empresários, especialistas e representantes de instituições públicas e privadas em torno da discussão sobre o uso racional dos recursos hídricos e de boas práticas socioambientais relacionadas com o tema. O evento teve apoio da Itaipu Binacional, São Cristovão Saúde e Dy Power. A SOMAR recebeu o troféu e Selo Verde ao lado de empresas como o Grupo Visafértil, Instituto Jogue Limpo, Energisa, Lojas Americanas, Minas Arena Gestão de Arenas Esportivas, Minerva Foods, Alumar/Alcooa e Ortox S/A. As empresas são premiadas pelo PROCERT – Programa de Certificação pela Responsabilidade Socioambiental.

8 de dezembro, 2015