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VALE VERDE

Programa reconhecido pela Unesco

O Centro de Educação Ambiental (CEA) da Mineração Vale Verde (MVV) recebeu, em dezembro de 2019, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) o certificado de Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Caatinga (RBCAAT). A companhia recebeu o certificado na sede do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL), em Maceió. A MVV é uma empresa do grupo Appian Capital Brazil. Localizado na Fazenda Uruçu, no município de Craíbas (AL), o CEA já contribuiu para o plantio de mais de 40 mil exemplares de espécies nativas em seis anos de existência. O plantio ocorreu junto a comunidades e áreas urbanas, além de milhares de mudas produzidas e plantadas na área do Projeto Serrote, devido à sua implantação. O CEA abriga mais de 40 espécies da caatinga e recebe cerca de 750 visitantes por ano, tais como estudantes e professores de universidades e escolas de Arapiraca, Craíbas e região, empresários e representantes do poder público. Além da coleta de sementes para a produção de mudas nativas, a manutenção do CEA fomenta a observação do bioma, a produção de mel e de ovos (não-comerciais), paralelo à realização de estudos e pesquisas locais. “Não se pode pensar na implantação de um projeto privado sem considerar o meio no qual ele se insere: comunidades próximas, fauna e flora local, solo e rios da região e a interação entre todo esse sistema. Esse certificado é o reconhecimento global pelo trabalho sério que vem sendo realizado”, diz Renato Saraiva, gerente de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Relações com as Comunidades da MVV. O reconhecimento da Unesco é fruto de um trabalho desenvolvido em prol da preservação do patrimônio biológico local e, por consequência, da qualidade de vida das populações da região. As próximas fases do Projeto Serrote, em implantação pela MVV no Agreste Alagoano, são as obras civis industriais, a barragem e o pre-stripping – retirada da camada superficial do solo para abertura da lavra –, previstas para o início de 2020. No período de pico de obras – em meados de 2020 – devem ser gerados 1.200 empregos diretos. No final de novembro de 2019, mais de 600 trabalhadores já atuavam na mineradora, dos quais 70% provenientes do estado de Alagoas.

O Centro de Educação Ambiental (CEA) da Mineração Vale Verde (MVV) recebeu, em dezembro de 2019, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) o certificado de Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Caatinga (RBCAAT). A companhia recebeu o certificado na sede do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL), em Maceió. A MVV é uma empresa do grupo Appian Capital Brazil. 
 
Localizado na Fazenda Uruçu, no município de Craíbas (AL), o CEA já contribuiu para o plantio de mais de 40 mil exemplares de espécies nativas em seis anos de existência. O plantio ocorreu junto a comunidades e áreas urbanas, além de milhares de mudas produzidas e plantadas na área do Projeto Serrote, devido à sua implantação. O CEA abriga mais de 40 espécies da caatinga e recebe cerca de 750 visitantes por ano, tais como estudantes e professores de universidades e escolas de Arapiraca, Craíbas e região, empresários e representantes do poder público. Além da coleta de sementes para a produção de mudas nativas, a manutenção do CEA fomenta a observação do bioma, a produção de mel e de ovos (não-comerciais), paralelo à realização de estudos e pesquisas locais.
 
“Não se pode pensar na implantação de um projeto privado sem considerar o meio no qual ele se insere: comunidades próximas, fauna e flora local, solo e rios da região e a interação entre todo esse sistema. Esse certificado é o reconhecimento global pelo trabalho sério que vem sendo realizado”, diz Renato Saraiva, gerente de Meio Ambiente, Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Relações com as Comunidades da MVV. O reconhecimento da Unesco é fruto de um trabalho desenvolvido em prol da preservação do patrimônio biológico local e, por consequência, da qualidade de vida das populações da região. 
 
As próximas fases do Projeto Serrote, em implantação pela MVV no Agreste Alagoano, são as obras civis industriais, a barragem e o pre-stripping – retirada da camada superficial do solo para abertura da lavra –, previstas para o início de 2020. No período de pico de obras – em meados de 2020 – devem ser gerados 1.200 empregos diretos. No final de novembro de 2019, mais de 600 trabalhadores já atuavam na mineradora, dos quais 70% provenientes do estado de Alagoas.

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COMPENSAÇÃO AMBIENTAL
Jaguar Mining adquire floresta

A Jaguar Mining adquiriu recentemente uma área de floresta nativa, localizada no Parque Estadual Serra das Araras, no município de Chapada Gaúcha (MG). A empresa mantém também a Estação Ecológica da Mata do Cedro, em Carmópolis de Minas, na Região Oeste do estado. As duas áreas são preservadas como contrapartida às atividades minerárias desenvolvidas em Minas Gerais. Adquirida em 2017, a Estação Ecológica da Mata do Cedro tem área de 135 hectares como compensação da mina Turmalina. A Jaguar implementa um programa de revitalização da cobertura vegetal com espécies nativas em parte desta área, visto que o restante já possui cobertura nativa. “Trabalhamos na recuperação de 23,85 hectares, como compensação ambiental. O que antes era um grande pasto, hoje é um espaço em fase adiantada de reflorestamento, preservando a flora da Mata Atlântica. Um bom exemplo das nossas iniciativas que visam ao bem-estar da sociedade, à recuperação e à proteção dos recursos naturais”, ressalta a gerente de Meio Ambiente, Rayssa Garcia. A ação gera diversos benefícios ao ecossistema local, principalmente porque existe uma conexão da floresta com o rio Pará, que banha boa parte do estado de Minas Gerais e é uma das principais fontes de abastecimento do reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias. As árvores plantadas têm recebido os tratos culturais, como capina, tutoramento, combate a formigas, adubação, replantio, entre outros. As espécies crescem rápido, alcançam até 10 metros de altura e muitas começaram a florescer e frutificar, o que é importante para a transformação da paisagem e um atrativo para insetos e animais que farão a polinização e a dispersão de sementes. A área de floresta nativa de 100 hectares incorporada ao Parque Estadual Serra das Araras encontra-se em processo de doação ao Estado, como compensação das atividades minerárias das minas Roça Grande e Paciência. “Essas iniciativas reforçam nosso compromisso com minimização de danos ao meio ambiente e às nossas comunidades, sempre em busca de soluções que garantam o equilíbrio. Dessa forma, a empresa preza pelo crescimento sustentável, atrelado a um negócio seguro e socialmente responsável, que leva o valor da sustentabilidade para as práticas do dia a dia e para toda a gestão”, conclui Rayssa.

26 de abril, 2021
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SISTEMAS AGROFLORESTAIS
Modelo da CBA para preservar o Cerrado

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) criou em Niquelândia, no norte de Goiás, o Legado Verdes do Cerrado (LVC), Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável, com uma área de 6,9 hectares que une a produção agrícola com o cultivo de espécies nativas, principalmente, o baru e o cajuzinho do cerrado. Este é um exemplo de Sistema Agroflorestal (SAF), que reúne culturas de importância agronômica em consórcio com a floresta e têm sido utilizados como aliados na recuperação de áreas degradadas e proteção do Cerrado. Por meio da agrofloresta, o Legado Verdes do Cerrado contribui para a conservação da biodiversidade do bioma e melhoria da qualidade e estrutura do solo, para a fixação de carbono, além de servir como atrativo para a avifauna local. A iniciativa reflete a preocupação manifestada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), que buscam unir ações globais para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente, o clima e garantir que as pessoas tenham paz e prosperidade. O 13° ODS afirma que é preciso tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos, enquanto o 2° ODS fala em combater a fome, buscar a segurança alimentar e promover a agricultura sustentável. Além da conservação da biodiversidade do Cerrado, o modelo de agrofloresta é também uma alternativa de geração de renda para as populações em situações de vulnerabilidade econômica e ambiental. Os resultados da agrofloresta promovem a conservação e a restauração do Cerrado, com o resgate de paisagens, proteção de cursos da água e interação entre fauna e flora. Outro benefício é a atração de polinizadores como abelhas, que são indispensáveis para a perpetuação das espécies, e a conservação da biodiversidade local. A agrofloresta também atrai pássaros, como os tucanos, que se alimentam de bananas, e caititus, que consomem mandioca, além de antas, cachorros do mato e tatus. Aproximadamente 80% da área de 32 mil hectares do Legado Verdes do Cerrado é composta por Cerrado nativo. A Reserva tem como principal preocupação a conservação e restauração do bioma local. Conhecido como berço das águas, o Cerrado é um ecossistema que necessita de cuidados e, por isso, iniciativas como a do LVC de trabalhar com a agrofloresta são fundamentais para contribuir com a proteção da vida, da água e da biodiversidade no planeta. O avançado estado de conservação do Legado Verdes do Cerrado possibilita coletar sementes no próprio território, ofertar diversidade genética de espécies e propiciar a alta qualidade das mudas produzidas no Centro de Produção de Biodiversidade, seja para a agrofloresta, seja para os projetos de restauração. O LVC tem ainda como prioridades as pesquisas científicas voltadas para a conservação do bioma. Com o objetivo de fomentar ainda mais os Sistemas Agroflorestais (SAFs) para a regeneração de áreas degradadas, o Legado Verdes do Cerrado desenvolveu projeto em parceria com o Instituto Tiradentes, escola local que ministra um curso técnico de agropecuária com ênfase em agroecologia. O propósito maior é a difusão da tecnologia social entre os produtores rurais, estimulando o debate da produção agrícola sustentável no Brasil. Durante a parceria, foram capacitados 25 jovens.

19 de abril, 2021
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RPPN
Estação Veracel comemora 22 anos

A Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) de Mata Atlântica ‘Estação Veracel’, localizada nos municípios de Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, Costa Sul da Bahia, é mantida pela Veracel Celulose e completa 22 anos de projeto de conservação da biodiversidade local. Reconhecida pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) como Sítio do Patrimônio Mundial Natural, os trabalhos de conservação da biodiversidade propiciaram à Veracel Celulose o selo Procedimento de Serviços Ecossistêmicos Forest Stewardship Council® - FSC® C017612 emitido no Brasil pelo Imaflora. A certificação pela FSC®, oficializada em maio deste ano, é um reconhecimento inédito no setor de florestas plantadas. "Os 22 anos da RPPN ‘Estação Veracel’ são motivo de imenso orgulho para nós. Além de ser referência no processo de educação ambiental e de se constituir em uma plataforma de diálogo com a sociedade, a Estação é a concretização da visão da Veracel sobre o papel da empresa para a conservação ambiental, dentro do propósito da companhia de ser responsável, inspirar pessoas e valorizar a vida", afirma Virginia Londe de Camargos, coordenadora de Estratégia Ambiental e Gestão Integrada da Veracel. A RPPN tem mais de seis mil hectares, onde podemos encontrar várias espécies da fauna e flora da Mata Atlântica, alguma delas ameaçadas de extinção. A RPPN ‘Estação Veracel’ está entre as dez áreas com maior diversidade de espécies de árvores por hectare do Brasil. A reserva é considerada uma importante área de conservação de aves pela BirdLife International, organização ambiental com sede no Reino Unido, abrigando espécies como a Harpia (Harpia harpyja), uma das maiores aves de rapina do mundo, o Crejoá (Cotinga maculata) e o Pica-pau-de-coleira (Celeus torquatus), entre outras.

9 de novembro, 2020
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LEGADO VERDES
CBA comemora Dia do Cerrado com ações

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) comemorou o Dia do Cerrado, 11 de setembro, com a realização de um projeto de conservação e desenvolvimento sustentável em Niquelândia (GO). Em uma área de 32 mil hectares, das quais 80% de Cerrado nativo, a companhia implementa há três anos uma nova forma de uso e ocupação do solo, onde 20% do seu espaço é destinado às economias tradicionais (pecuária, agricultura e silvicultura), usado de maneira inteligente e rentável para custear os outros 80%, que representam a área de Cerrado nativo conservado. A reserva é também um grande laboratório de pesquisas a céu aberto para estudantes e profissionais que, em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), desenvolvem projetos relacionados ao Cerrado. “Acreditamos que podemos ter uma sociedade melhor a partir do momento em que mudamos nossa relação com o Cerrado. O Legado Verdes do Cerrado tem um papel importante não só em promover ações de conservação, mas também em levar o Cerrado para perto das pessoas, seja por meio de pesquisas científicas, seja por ações de reflorestamento ou paisagismo urbano com mudas nativas e ações educativas para a população. A filosofia do Legado é sempre integrar pesquisa, produção e relacionamento social para que essas três vertentes possam melhorar a sustentabilidade dos locais em que nós habitamos e trabalhamos”, explica o diretor da Reservas Votorantim, David Canassa. No sistema agroflorestal implantado no Legado, os ecossistemas naturais são replicados, o que otimiza o uso da terra e concilia a conservação ambiental com a produção de alimentos. A agrofloresta do Legado Verdes do Cerrado tem hoje seis hectares de área cultivada com previsão de expansão a uma área total de 17 hectares ainda neste ano. Mais de cinco mil mudas já foram plantadas, de espécies como limão, banana, goiaba, mandioca, além de espécies do Cerrado, como cajuzinho-do-cerrado e baru. Além de ser uma alternativa de produção sustentável de alimentos, a agrofloresta é um atrativo para a fauna, na medida em que possibilita uma nova dinâmica que reequilibra o ecossistema. No Legado, a área cultivada recebe visita constante de antas, raposas, caititus, tatus e diversas espécies de pássaros nativos. As mudas utilizadas foram produzidas no Centro de Produção de Biodiversidade (CPB) do Legado, que trabalha com espécies nativas. A produção do CPB teve início em 2018 e cresceu em 2019, consolidando a iniciativa como um novo e promissor negócio. O CPB foi ampliado chegando a uma capacidade de produção de 300 mil mudas/ano, atendendo à demanda de projetos de reflorestamentos principalmente nos estados de Goiás e Minas Gerais. No local são cultivadas 50 espécies diferentes, entre elas aroeira, angico, baru, canela-de-ema, pitomba, guariroba, pequi e ipê. As plantas produzidas atendem à demanda de parceiros da Reserva, instituições e proprietários rurais, além de prefeituras em projetos de recuperação da flora e paisagismo urbano. As sementes para produção das mudas são coletadas na própria reserva. O projeto já conta com 1,9 milhão de amostras de espécies nativas. A iniciativa tem papel fundamental na conservação da biodiversidade, pois quando conservadas corretamente, algumas sementes podem ficar guardadas por décadas. O banco de sementes contribui, ainda, para o melhoramento genético, já que por meio da seleção de sementes é possível reduzir a suscetibilidade das plantas a pragas ou a mudanças climáticas.

14 de setembro, 2020
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SELO VERDE
Mina Tucano recebe certificado

O Governo do Amapá concedeu à Mina Tucano o Selo Sustentabilidade, do Programa Tesouro Verde, pelas boas práticas socioambientais e de gestão em seu projeto de ouro, que fica a 200 km da capital Macapá (AP). O selo é entregue a empresas, indústrias e comércios. O programa tem visibilidade internacional, por estar alinhado com a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Acordo de Paris, implantado como uma forma de transformar o Amapá em um símbolo de economia sustentável da Amazônia. “Somos uma empresa ambientalmente responsável, seguindo as melhores práticas em preservação de florestas naturais, emissão de carbono, manutenção da fauna e da flora, gestão de recursos hídricos, entre outras ações. Integrar o Tesouro Verde é uma honra e uma confirmação de que nosso trabalho tem gerado importantes resultados para o meio ambiente e a sociedade como um todo”, diz Fabio Marques, Diretor de Operações da Mina Tucano. Pâmela Pádua, Diretora Institucional da BMV, instituição que faz a gestão do programa Tesouro Verde, afirma que “a Mina Tucano investiu na proteção de florestas nativas públicas e privadas e apoia o desenvolvimento de comunidades no Estado do Amapá, estando em conformidade com as diretrizes internacionais de sustentabilidade e governança socioambiental”. As empresas ainda recebem receita pelos serviços de conservação dos parques, por meio dos Créditos de Floresta de sua titularidade. Cada uma delas adquire estes créditos de áreas privadas para cumprir sua “pegada ambiental”, que leva em consideração critérios como: geração de resíduos, consumo de combustível e de energias. O processo está disponível em plataforma eletrônica online, acessível a todos pelo link www.plataformatesouroverde.com.br , com sistema seguro e transparente de certificação com registro em blockchain. “Esse é um reconhecimento do trabalho que já vínhamos realizando na implantação do projeto, e será o primeiro passo para adquirir outras certificações”, conclui Raimundo Rocha, Coordenador de Meio Ambiente.

3 de agosto, 2020
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PREMIAÇÃO
Legado Verdes do Cerrado é reconhecido

Projeto realizado pelo Instituto Educacional Tiradentes, de Niquelândia (GO), que conta com a parceria do Legado Verdes do Cerrado (LVC), Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável, de propriedade da CBA (Companhia Brasileira de Alumínio), venceu a etapa estadual do Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora, na categoria Ensino Profissional. O projeto vencedor foi “Campus Avançado de Agricultura Familiar”, classificado para a etapa regional do concurso e que poderá disputar o prêmio em âmbito nacional. O instituto fundou um campus agrícola no Distrito de Muquém, onde professores e alunos desenvolveram trabalhos de agroecologia e o curso técnico em Agropecuária, com disciplinas de empreendedorismo e cooperativismo. Além disso, o projeto criou a Cooperativa de Produtores Agroecológicos da Agricultura Familiar (Coopeag), com mais de 40 agricultores. “A única renda garantida de quem mora no Distrito de Muquém é durante a festa no Santuário de Nossa Senhora D’Abadia, nos meses de julho e agosto. Qualificar os jovens desse povoado é garantir novas oportunidades de trabalho e renda durante o ano todo”, explica o diretor do Instituto Tiradentes, Manoel Alves Gomes Júnior. O Legado Verdes do Cerrado é um dos principais parceiros do Instituto Educacional Tiradentes e oferece bolsas de estudo integrais para alunos carentes da região de Niquelândia, que fazem o curso de Técnico em Agropecuária. Os bolsistas trabalham no Campus Avançado de Agricultura Familiar e desenvolvem sistema de produção de frutas sintrópicas (cultivo de espécies arbóreas junto a culturas agrícolas, como verduras, legumes e frutas de ciclo curto) nas áreas do Núcleo Engenho, de propriedade do LVC. Eles pesquisam e ajudam no manejo do sistema agroflorestal. Além do Legado, são parceiros do Instituto Tiradentes a Smart Supermercados, STR Niquelândia, Federação dos Trabalhadores Rurais na Agricultura Familiar do Estado de Goiás (Fetaeg), Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FMDCA), Fundo de Parceria de Ecossistemas Críticos (CEPF), Instituto Internacional de Educação do Brasil e Secretaria Municipal de Assistência Social de Niquelândia.

11 de julho, 2019
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SUSTENTABILIDADE
Legado Verdes do Cerrado faz um ano

A contribuição com o reflorestamento de nascentes dos rios com mudas produzidas em viveiros e identificação das principais espécies florísticas do Cerrado foram alguns dos avanços conseguidos com o programa Legado Verdes do Cerrado, que está completando um ano, desenvolvido na única Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável da região Centro-Oeste, localizada em Niquelândia (GO), com 32 mil hectares, que é mantida e conservada pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) e gerido pela Reservas Votorantim, empresa encarregada de administrar os ativos ambientais da Votorantim S.A. Em um ano de atividades da reserva, as parcerias firmadas tornaram possível aprimorar as ações de conservação ambiental, além de fomentar a geração de conhecimento científico público. Entre as instituições parceiras, segundo a CBA, estão a Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade de Brasília (UnB) e a unidade integrada Sesi-Senai de Niquelândia. “A troca de experiências e a soma de esforços possibilitam desenvolver ações que proporcionam vários benefícios. As parcerias firmadas geram conhecimento sobre a fauna e a flora locais, além de impulsionar a conscientização da sociedade, uma vez que as pesquisas realizadas se tornam públicas e podem ser consultadas para basear outras iniciativas em prol da proteção do meio ambiente”, disse David Canassa, diretor da Reservas Votorantim.

12 de abril, 2018
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MANEJO FLORESTAL
CAIXA recebe certificado Dryland Champions

A Caixa Econômica Federal recebeu, no dia 17 de junho, o certificado Dryland Champions, do Programa das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), por sua atuação em projetos de manejo florestal comunitário e produção sustentável na Caatinga. Na cerimônia, o Ministério do Meio Ambiente (MMA), que atua no programa, entregou certificados a instituições responsáveis por projetos que combatem a degradação do solo e a desertificação no semiárido brasileiro. O total de recursos, destinados aos projetos foi de R$ 6 milhões. As ações de manejo da Caatinga evitaram em média o desmatamento de 550 hectares ao ano. Segundo o Gerente nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da CAIXA, Jean Benevides, a instituição contribui com as iniciativas sociogovernamentais com o objetivo de reverter o processo de degradação da Caatinga. “Em parceria com o MMA, o banco atua na preservação dos recursos naturais da região como um catalisador da promoção do desenvolvimento local e da inclusão social das famílias sertanejas”, afirma. O evento foi realizado em comemoração ao Dia Mundial de Combate à Desertificação. Os sete projetos apoiados com recursos do Fundo Socioambiental CAIXA (FSA) desenvolvem ações de manejo florestal comunitário, além de promover o uso de tecnologias para melhoria da eficiência energética na produção de gesso e cerâmica, contribuindo para a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). Os projetos incluem ainda a construção de fogões agroecológicos, disseminando tecnologia social a qual evita que mulheres sejam acometidas por doenças pulmonares decorrentes da fumaça. Na região do Araripe, em Pernambuco, foram desenvolvidos três projetos de otimização da produção no Polo Gesseiro. Já na região do Jaguaribe, onde há o Arranjo Produtivo Local (APL) da Cerâmica Vermelha, foram implementados dois projetos de apoio à sustentabilidade energética. Outra área priorizada pelo FSA situa-se na Mesorregião do Xingó (confluência dos estados da Bahia, Sergipe, Pernambuco e Alagoas) que conta com outros dois projetos apoiados pelo banco.

21 de junho, 2016