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ANGLOGOLD ASHANTI

Projetos-chave para avançar ao carbono zero

Projetos-chave para avançar ao carbono zero

AngloGold Ashanti, já possui 100% da energia consumida de forma sustentável, sendo 95% de fonte solar

O Centro de Educação Ambiental (CEA), da AngloGold Ashanti, já possui 100% da energia consumida de forma sustentável, sendo 95% de fonte solar, por meio de placas fotovoltaicas, e o 5% restante por meio de geração hidrelétrica elétrica zero carbono certificada. Localizado na Região Metropolitana de BH, o CEA fechará o primeiro trimestre de 2023 com inovações para neutralizar a emissão de dióxido de carbono pela AngloGold Ashanti. O objetivo global da companhia é zerar, até 2050, a emissão de gases de efeito estufa.

Além da geração limpa de energia, o Centro tem também um biodigestor para resíduos orgânicos e um sistema de reaproveitamento de água de chuva. Para este ano, três projetos carros-chefes do CEA irão contribuir para esse processo. O primeiro deles é uma plataforma educativa, desenvolvida em parceria com a startup Bioflore (https://apps.bioflore.com.br/flore-viewer-aga). O programa permite ter uma visão ampliada sobre o bioma da Mata Atlântica e conhecer cada detalhe da RPPN Mata Samuel de Paula, de 147 hectares, mantida pela AngloGold Ashanti junto ao CEA, em Nova Lima. Com a tecnologia, a população poderá saber qual a quantidade total de carbono armazenado, ou seja, a contribuição da floresta para a redução da emissão desse gás na atmosfera. Atualmente são 23.127,69 toneladas, que equivalem à quantidade de gás carbônico liberada em mais de 90 mil viagens de carro (4.120 km) de Porto Alegre (RS) a Rio Branco (AC). “Essa plataforma educativa aproxima o público da biodiversidade da reserva. Nosso objetivo é aguçar a curiosidade das pessoas para cuidarem melhor do meio ambiente”, explica Diego Pereira, supervisor de Educação Ambiental da AngloGold Ashanti.

O segundo projeto é um estudo com a Jataí Capital e Conservação, para geração de crédito de Carbono. A partir dos levantamentos em andamento nas áreas de conservação da AngloGold Ashanti, é possível gerar e certificar créditos. O último projeto já está em operação dentro do CEA. São três triciclos de “zero emissão”, ou seja, elétricos, que vão ajudar nos deslocamentos e na otimização do fluxo de pessoas nas dependências do Centro de Educação Ambiental.

A AngloGold Ashanti investiu R$ 41,7 milhões em 2021 em prevenção e gestão ambiental. A empresa avançou na autogeração de energia para atingir o objetivo global de zerar, até 2050, a emissão de gases de efeito estufa de escopo 1 (aquelas que são resultado direto das operações da empresa) e de escopo 2 (emissões indiretas, provenientes da energia elétrica adquirida para uso da própria companhia). A companhia mantém ainda 11 mil hectares de áreas verdes preservadas e mais de 500 espécies da fauna e flora.


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COMPENSAÇÃO AMBIENTAL
Jaguar Mining adquire floresta

A Jaguar Mining adquiriu recentemente uma área de floresta nativa, localizada no Parque Estadual Serra das Araras, no município de Chapada Gaúcha (MG). A empresa mantém também a Estação Ecológica da Mata do Cedro, em Carmópolis de Minas, na Região Oeste do estado. As duas áreas são preservadas como contrapartida às atividades minerárias desenvolvidas em Minas Gerais. Adquirida em 2017, a Estação Ecológica da Mata do Cedro tem área de 135 hectares como compensação da mina Turmalina. A Jaguar implementa um programa de revitalização da cobertura vegetal com espécies nativas em parte desta área, visto que o restante já possui cobertura nativa. “Trabalhamos na recuperação de 23,85 hectares, como compensação ambiental. O que antes era um grande pasto, hoje é um espaço em fase adiantada de reflorestamento, preservando a flora da Mata Atlântica. Um bom exemplo das nossas iniciativas que visam ao bem-estar da sociedade, à recuperação e à proteção dos recursos naturais”, ressalta a gerente de Meio Ambiente, Rayssa Garcia. A ação gera diversos benefícios ao ecossistema local, principalmente porque existe uma conexão da floresta com o rio Pará, que banha boa parte do estado de Minas Gerais e é uma das principais fontes de abastecimento do reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias. As árvores plantadas têm recebido os tratos culturais, como capina, tutoramento, combate a formigas, adubação, replantio, entre outros. As espécies crescem rápido, alcançam até 10 metros de altura e muitas começaram a florescer e frutificar, o que é importante para a transformação da paisagem e um atrativo para insetos e animais que farão a polinização e a dispersão de sementes. A área de floresta nativa de 100 hectares incorporada ao Parque Estadual Serra das Araras encontra-se em processo de doação ao Estado, como compensação das atividades minerárias das minas Roça Grande e Paciência. “Essas iniciativas reforçam nosso compromisso com minimização de danos ao meio ambiente e às nossas comunidades, sempre em busca de soluções que garantam o equilíbrio. Dessa forma, a empresa preza pelo crescimento sustentável, atrelado a um negócio seguro e socialmente responsável, que leva o valor da sustentabilidade para as práticas do dia a dia e para toda a gestão”, conclui Rayssa.

26 de abril, 2021
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ENERGIAS RENOVÁVEIS
Anglo American chega a 100%

A Anglo American cumpriu seu compromisso de fornecer energia 100% renovável para todas as suas operações no Brasil, Chile e Peru. A companhia já garantiu energia renovável para atender a todas as suas necessidades de energia para suas operações de minério de ferro e níquel no Brasil a partir de 2022, e para suas operações de cobre no Chile a partir de 2021. A companhia assinou um acordo com a Engie Energía Perú para fornecer energia 100% renovável para a operação de cobre de Quellaveco, no Peru, que deve iniciar a produção em 2022. Tom McCulley, CEO da Anglo American no Peru, disse: “O cobre tem um papel muito importante a desempenhar ao permitir a transição global para uma economia de baixo carbono, por isso é importante para a nova mina de cobre de classe mundial da Anglo American no Peru - Quellaveco - liderar o caminho, minimizando seu próprio carbono e pegada ambiental mais ampla. A combinação de energia renovável e as tecnologias de maior precisão do nosso programa FutureSmart MiningTM que visam os metais e minerais necessários com mais precisão, com água, energia e intensidade de capital reduzidas, está mudando a própria natureza da mineração e como nossos acionistas experimentam nosso negócio - para melhor“. Já Anik Michaud, Diretor do Grupo de Relações Corporativas e Impacto Sustentável da Anglo American, acrescentou que é dever da empresa produzir os metais e minerais de que a sociedade precisa com a maior responsabilidade que as tecnologias atuais permitem. “Nosso fornecimento de apenas energia renovável para alimentar nossas operações na América do Sul marca mais um passo em direção à nossa meta de redução de GEE de 2030 de 30%, que está incorporada em nosso Plano de Mineração Sustentável e em direção ao nosso compromisso de ser neutro em carbono em nossa pegada operacional global até 2040”, conclui Michaud.

19 de abril, 2021
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Vale investe US$ 2 bi para reduzir emissões

A Vale anunciou investimentos de US$ 2 bilhões (já previsto no guidance de Capex) para reduzir em 33% suas emissões absolutas diretas e indiretas (escopo 1 e 2) até 2030. As emissões diretas têm origem nas operações próprias, enquanto as indiretas, de origem externa, são usadas no processo produtivo, como no consumo de energia elétrica. A meta está alinhada com o Acordo de Paris, que estabeleceu um limite máximo de aumento da temperatura média global de 2ºC até 2100. O valor investido é o maior da indústria da mineração no objetivo de combater as mudanças climáticas. Com a iniciativa, a Vale pretende ser uma companhia com emissão líquida zero nos escopos 1 e 2 (emissões diretas e indiretas, respectivamente) em 2050, liderando o setor para uma mineração carbono neutra. O anúncio dos investimentos foi feito pelo diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, durante encontro anual com analistas do Bank of America Merrill Lynch, que por conta da pandemia do novo coronavírus foi realizado virtualmente. "Esta agenda é fruto de um processo de escuta, alinhado com uma demanda real da sociedade relacionada à mudança climática por uma redução robusta nos escopos 1 e 2”, afirma Bartolomeo. "Estamos dando mais um passo na construção de um novo pacto com a sociedade, com transparência e responsabilidade.” A Vale estabeleceu o Fórum de Baixo Carbono, um grupo liderado pelo CEO e composto por seis diretores-executivos e empregados de diversas áreas da empresa, cujo objetivo é guiar a implementação e a entrega dos compromissos assumidos. Segundo o diretor-executivo de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade, Luiz Eduardo Osorio, estão sendo analisadas 35 iniciativas por meio da “Curva de Custo Marginal de Abatimento”, ferramenta que permite a ordenação de projetos em termos de custos e potenciais de redução de emissão. “Há projetos de uso de biodiesel na área de metais básicos, eficiência energética, eletrificação de mina e ferrovia, uso de biocombustíveis na pelotização em substituição ao carvão e de energia renovável, já que uma das metas da Vale é ter 100% da sua autoprodução de energia elétrica vinda de fontes limpas, como eólica e solar, em suas plantas no mundo”, explica Osorio. Até o final de 2020 já estarão em operação os projetos-pilotos da Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM) que irá receber a primeira locomotiva de manobra 100% elétrica; equipamentos elétricos serão testados em operação subterrânea nas minas de Creighton, Coleman e Copper Cliff no Canadá; e serão feitos testes de uso de biocombustíveis na pelotização em Vitória. O ano-base usado no cálculo da meta carbono foi o de 2017, quando a Vale emitiu 14,1 milhões de toneladas de CO2 equivalente. O objetivo é reduzir para 9,5 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 2030. Paralelamente aos projetos, a Vale terá que restaurar e proteger mais 500 mil hectares de floresta nativa restaurados e protegidos até 2030. Hoje, a empresa já ajuda a proteger mais de 1 milhão de hectares no mundo. Além da neutralização dos escopos 1 e 2 até 2050, a Vale pretende estabelecer uma ambição para o escopo 3, para induzir clientes e fornecedores na mesma direção. A companhia atuará para redução das emissões por meio de engajamento ativo com clientes da siderurgia e metalurgia. A empresa vai orientar sua atuação com base em relações de ganha-ganha, produtos menos intensivos e novas tecnologias.

18 de maio, 2020
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
AngloGold Ashanti apoia startup

A AngloGold Ashanti escolheu o assunto eficiência energética para apoiar o projeto-piloto da startup Green Fuel. O projeto entrou em fase de implementação no início de abril. “O uso intensivo de tecnologia é uma atividade crescente às empresas do setor mineral. Isso faz da inovação uma ferramenta de apoio para reduzir custos, ampliar produtividade e garantir maior longevidade e segurança às operações de maneira sustentável”, explica José Gregório da Mata Filho, consultor de Metalurgia na AngloGold Ashanti. O projeto da Green Fuel – Sistema de Otimização de Combustível e Emissão de Gases – usa célula de hidrogênio, instalada de forma autônoma e que produz sobre demanda com controle eletrônico instalado no equipamento. Nesta fase, estão sendo utilizados como protótipos uma carregadeira e um caminhão. “Esperamos obter os primeiros resultados dentro de uma a três semanas. Pelo nosso prognóstico, a redução no consumo de diesel nas máquinas será da ordem de 4%, além de diminuir a emissão de gases”, explica Roberto Sinai, diretor da startup. Além da diminuição do custo operacional, pela redução do consumo de combustível, “como a operação da mina é subterrânea, esperamos melhoria também nas condições operacionais, pela redução da concentração de poluentes nos gases emitidos pelos motores no interior da mina, além da diminuição da temperatura dos gases de escape”, avalia Sinai.

20 de maio, 2019
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AMAZÔNIA
Anglo American investe US$ 5 milhões no ARPA

A Anglo American anunciou investimentos de US$ 5 milhões no Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), iniciativa de conservação e uso sustentável de florestas tropicais do mundo. Lançado em 2002, o programa do Governo Federal coordenado pelo MMA, e gerenciado financeiramente pelo Funbio, tem como objetivo proteger, permanentemente, 60 milhões de hectares da Amazônia brasileira até 2039. Juntas, as áreas protegidas somarão pelo menos 60 milhões de hectares, superfície equivalente a quase duas vezes à da Alemanha. Atualmente, a ARPA tem apoia 105 unidades de conservação, que somam mais de 58 milhões de hectares. “A iniciativa está alinhada com nossa ambição global de sermos parceiros de futuro de nossos stakeholders, reforçando nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento sustentável e proteção do meio ambiente, em uma atuação pautada pela responsabilidade, eficiência e pela segurança das operações”, avalia Paulo Castellari, Presidente da Minério de Ferro Brasil. “A mineração enfrenta um cenário desafiador e complexo neste momento, mas mesmo assim decidimos manter este investimento, cujas negociações já vinham acontecendo há algum tempo, pois os benefícios que serão proporcionados ao País estão em plena consonância com os valores da Companhia”, complementa. Segundo Ruben Fernandes, presidente dos Negócios Níquel, Nióbio e Fosfatos da Anglo American, “Ao longo das últimas quatro décadas - tempo de atuação da Anglo American no Brasil - a empresa desempenha suas atividades de maneira sustentável, sempre em busca das melhores práticas operacionais, e colaborando constantemente com o desenvolvimento nacional em todos os aspectos. Contribuir com a preservação dessas áreas, que abrigam uma biodiversidade sem igual no resto do mundo, confirma mais uma vez nosso comprometimento com o País”. O Programa ARPA envolve governo federal, estaduais, grandes doadores, ONGs e comunidades locais. Desde 2012, o ARPA já soma mais de US$ 270 milhões em investimentos na criação de áreas protegidas e em melhorias de Unidades de Conservação já existentes. Os recursos são oriundos do governo do Brasil, do Fundo Amazônia (BNDES) e de doadores internacionais, como The Global Environment Facility (GEF), Ministério para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico da Alemanha (BMZ) e WWF.

21 de agosto, 2015