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AMAZÔNIA

Anglo American investe US$ 5 milhões no ARPA

A Anglo American anunciou investimentos de US$ 5 milhões no Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), iniciativa de conservação e uso sustentável de florestas tropicais do mundo. Lançado em 2002, o programa do Governo Federal coordenado pelo MMA, e gerenciado financeiramente pelo Funbio, tem como objetivo proteger, permanentemente, 60 milhões de hectares da Amazônia brasileira até 2039. Juntas, as áreas protegidas somarão pelo menos 60 milhões de hectares, superfície equivalente a quase duas vezes à da Alemanha. Atualmente, a ARPA tem apoia 105 unidades de conservação, que somam mais de 58 milhões de hectares. “A iniciativa está alinhada com nossa ambição global de sermos parceiros de futuro de nossos stakeholders, reforçando nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento sustentável e proteção do meio ambiente, em uma atuação pautada pela responsabilidade, eficiência e pela segurança das operações”, avalia Paulo Castellari, Presidente da Minério de Ferro Brasil. “A mineração enfrenta um cenário desafiador e complexo neste momento, mas mesmo assim decidimos manter este investimento, cujas negociações já vinham acontecendo há algum tempo, pois os benefícios que serão proporcionados ao País estão em plena consonância com os valores da Companhia”, complementa. Segundo Ruben Fernandes, presidente dos Negócios Níquel, Nióbio e Fosfatos da Anglo American, “Ao longo das últimas quatro décadas - tempo de atuação da Anglo American no Brasil - a empresa desempenha suas atividades de maneira sustentável, sempre em busca das melhores práticas operacionais, e colaborando constantemente com o desenvolvimento nacional em todos os aspectos. Contribuir com a preservação dessas áreas, que abrigam uma biodiversidade sem igual no resto do mundo, confirma mais uma vez nosso comprometimento com o País”. O Programa ARPA envolve governo federal, estaduais, grandes doadores, ONGs e comunidades locais. Desde 2012, o ARPA já soma mais de US$ 270 milhões em investimentos na criação de áreas protegidas e em melhorias de Unidades de Conservação já existentes. Os recursos são oriundos do governo do Brasil, do Fundo Amazônia (BNDES) e de doadores internacionais, como The Global Environment Facility (GEF), Ministério para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico da Alemanha (BMZ) e WWF.

A Anglo American anunciou investimentos de US$ 5 milhões no Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), iniciativa de conservação e uso sustentável de florestas tropicais do mundo. Lançado em 2002, o programa do Governo Federal coordenado pelo MMA, e gerenciado financeiramente pelo Funbio, tem como objetivo proteger, permanentemente, 60 milhões de hectares da Amazônia brasileira até 2039. Juntas, as áreas protegidas somarão pelo menos 60 milhões de hectares, superfície equivalente a quase duas vezes à da Alemanha. Atualmente, a ARPA tem apoia 105 unidades de conservação, que somam mais de 58 milhões de hectares.
 
“A iniciativa está alinhada com nossa ambição global de sermos parceiros de futuro de nossos stakeholders, reforçando nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento sustentável e proteção do meio ambiente, em uma atuação pautada pela responsabilidade, eficiência e pela segurança das operações”, avalia Paulo Castellari, Presidente da Minério de Ferro Brasil. “A mineração enfrenta um cenário desafiador e complexo neste momento, mas mesmo assim decidimos manter este investimento, cujas negociações já vinham acontecendo há algum tempo, pois os benefícios que serão proporcionados ao País estão em plena consonância com os valores da Companhia”, complementa. Segundo Ruben Fernandes, presidente dos Negócios Níquel, Nióbio e Fosfatos da Anglo American, “Ao longo das últimas quatro décadas - tempo de atuação da Anglo American no Brasil - a empresa desempenha suas atividades de maneira sustentável, sempre em busca das melhores práticas operacionais, e colaborando constantemente com o desenvolvimento nacional em todos os aspectos. Contribuir com a preservação dessas áreas, que abrigam uma biodiversidade sem igual no resto do mundo, confirma mais uma vez nosso comprometimento com o País”.
 
O Programa ARPA envolve governo federal, estaduais, grandes doadores, ONGs e comunidades locais. Desde 2012, o ARPA já soma mais de US$ 270 milhões em investimentos na criação de áreas protegidas e em melhorias de Unidades de Conservação já existentes. Os recursos são oriundos do governo do Brasil, do Fundo Amazônia (BNDES) e de doadores internacionais, como The Global Environment Facility (GEF), Ministério para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico da Alemanha (BMZ) e WWF. 

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CONSERVAÇÃO AMBIENTAL
Embrapa recebe R$ 33,7 milhões para Amazônia

O Fundo Amazônia destinará R$ 33,7 milhões à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para projetos de pesquisa para recuperação, conservação e uso sustentável no bioma. Os recursos virão da Noruega, principal doador do Fundo Amazônia. O acordo de cooperação técnica foi assinado entre a Embrapa, a Fundação Eliseu Alves (FEA) e o BNDES, gestor do Fundo Amazônia, com a presença das ministras Izabella Teixeira (Meio Ambiente) eKátia Abreu (Agricultura). A parceria integra o Projeto Integrado da Amazônia e terá duração de 36 meses. “Temos números que mostram que proteção e preservação total devem andar juntos”, enfatizou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. A ministra Kátia Abreu lembrou que a contribuição do governo da Noruega, ao aderir ao Fundo Amazônia, há dez anos, “foi de importância vital para a preservação da Amazônia”. Segundo Kátia Abreu, “este acordo é um fato histórico, que confirma a conexão de esforços da Agricultura, do Meio Ambiente, do sistema financeiro que se preocupa com a questão ambiental, e da nossa instituição de pesquisa”. O acordo apoiará a execução de projetos das unidades descentralizadas da Embrapa. Serão beneficiados os pequenos agricultores, comunidades tradicionais, ribeirinhos, pescadores artesanais e extrativistas, entre outros. Receberão apoio projetos de pesquisa e de transferência de tecnologia voltados ao monitoramento do desmatamento e da degradação florestal e serviços ecossistêmicos; restauração, manejo florestal e extrativismo; uso de tecnologias sustentáveis para a Amazônia; e aquicultura e pesca. O Presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse que o acordo “tem potencial imenso como fonte geradora de renda e de emprego, oferecendo condições de ocupação econômica e competindo com as atividades predatórias, como ocorre com o desmatamento, sendo que a inteligência de combate a esse problema começa pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR)”. Os recursos também serão destinados à realização de oficinas de planejamento, de gestão de rede de pesquisa, de acompanhamento dos projetos individuais apoiados e de articulação com instituições parceiras. Estão incluídos aí, entre outras propostas, o desenvolvimento de um sistema de informática próprio da Embrapa, com o objetivo de aprimorar os indicadores de monitoramento dos projetos apoiados.

13 de abril, 2016
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MEIO AMBIENTE
Brasil e Alemanha assinam acordos de cooperação

Entre os dias 18 e 21 de agosto os governos de Brasil e Alemanha realizaram uma série de encontros em Brasília que originou a assinatura de alguns acordos na área de meio ambiente. Os países assinaram acordos de cooperação para a conservação florestal, e a regularização ambiental de imóveis rurais na Amazônia e em áreas de transição para o Cerrado. Serão investidos mais de R$ 183 milhões. Também foi assinado projeto entre os governos alemão e norueguês, para incrementar a cooperação técnica ao Fundo Amazônia. O objetivo do acordo de cooperação florestal visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa. “É preciso haver uma relação mais simétrica entre biodiversidade e clima”, defendeu a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. “A biodiversidade está na base de tudo e precisa ser protagonista na agenda climática”. O embaixador da Alemanha no Brasil, Dirk Brengelmann, ressaltou os resultados brasileiros na conservação ambiental. “A redução do desmatamento na Amazônia é resultado impressionante”, afirmou. “O Brasil se tornou um modelo mundial em ações ambientais.” O Ministério do Meio Ambiente (MMA), a Caixa Econômica Federal e o KfW, o Banco de Desenvolvimento alemão, assinaram o contrato de contribuição financeira para viabilizar o Projeto de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais na Amazônia e em Áreas de Transição para o Cerrado. Com duração de quatro anos, a medida destinará mais de R$ 84 milhões financiados pelo governo alemão para a cooperação. O projeto apoiará o Cadastro Ambiental Rural (CAR) dos imóveis de agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais de Rondônia, Mato Grosso e Pará. Também serão promovidas ações de recuperação dos passivos ambientais das áreas de preservação permanente e de reserva legal encontradas dentro desses terrenos. Com a medida, será possível realizar a regularização ambiental dos imóveis rurais brasileiros conforme o novo Código Florestal. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, destacou a importância da ação para o setor. “O objetivo é proteger o meio ambiente produzindo alimentos”, defendeu. “A inovação tecnológica é um meio de evitar o desmatamento.” Em relação às Unidades de Conservação, a parceria entre MMA, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e o Ministério Alemão para Cooperação e Desenvolvimento (BMZ), junto ao Banco Alemão de Desenvolvimento KfW, entra na 3ª fase do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), iniciado em 2003. O projeto terá o aporte superior a R$ 116 milhões por meio da cooperação financeira alemã para o Fundo de Transição. Esse Fundo é um mecanismo inovador com metas ambiciosas, como a de consolidar e segurar o financiamento sustentável de unidades de conservação em uma área igual ou superior a 60 milhões de hectares, o que corresponde aproximadamente ao território da França. Já o projeto de cooperação técnica “Apoio às Atividades de Fomento e de Concessão de Colaboração Financeira Não-Reembolsável no âmbito do Fundo Amazônia” receberá mais de R$ 14,6 milhões em investimentos. O cofinanciamento entre a Noruega, por meio da Agência Norueguesa para a Cooperação ao Desenvolvimento (Norad), e a Alemanha, representada pelo Ministério Alemão para Cooperação e Desenvolvimento (BMZ) viabilizará o projeto. O objetivo é melhorar os mecanismos do Fundo Amazônia, tornando-o cada vez mais eficaz no financiamento da proteção das florestas e do clima. O acordo representa a importante coordenação e harmonização entre os dois doadores. Brasil e Alemanha também firmaram acordo para reduzir o avanço das mudanças climáticas. A Chanceler Angela Merkel e a Presidente Dilma Rousseff anunciaram o compromisso de ambos os países na “descarbonização” de suas economias. A meta é garantir o desenvolvimento sustentável e contribuir para limitar o aumento da temperatura média global em 2° C. “São ações comuns para enfrentar uma das grandes questões do século 21, o aquecimento global. Nesse sentido, o nosso compromisso com a descarbonização é algo muito relevante”, declarou Dilma Rousseff. Os recordes brasileiros na redução de emissões por meio do combate ao desmatamento foram destacados pela chanceler alemã. “O Brasil deu um grande passo para chegar a esse patamar”, afirmou Angela Merkel. “Estamos satisfeitos com a agenda ambiciosa em torno da questão climática.” Segundo ela, a transição para a economia livre de carbono ocorrerá ao longo deste século. “É importante que cada país faça o possível para limitar o aquecimento global”, acrescentou. O governo federal já alcançou redução significativa com ações implantadas para cumprir o compromisso anterior de cortar entre 36,1% e 38,9% das emissões de carbono até 2020. Esse percentual foi adotado em caráter voluntário pelo Brasil, em 2009. “O Brasil já assumiu essa meta anterior, que vem sendo cumprida adequadamente”, destacou Dilma Rousseff. “A futura meta será uma declaração de ambição à altura dos atuais desafios.” A Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, defendeu a união dos países com território na bacia amazônica para promover a reconstituição da floresta. “Estamos construindo o Arpa amazônico”, informou, referindo-se ao programa do Governo Federal criado para expandir, consolidar e manter uma parte do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) no Bioma Amazônia, protegendo pelo menos 50 milhões de hectares e promovendo o desenvolvimento sustentável da região. De acordo com a ministra, o Brasil está reforçando os acordos multilaterais amazônicos e levando assistência técnica e financeira com apoio do Fundo Amazônia, a esses países. Izabella espera que em breve o sistema de monitoramento e a taxa de desmatamento possam se estender a todo o bioma. “Não precisamos levar 20 anos para convencê-los a ter uma taxa de restauração florestal”, avaliou.

25 de agosto, 2015
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SUSTENTABILIDADE
Anglo American firma parceria para boas práticas de gestão

Com o objetivo de promover discussões temáticas sobre boas práticas, a mineradora Anglo American firmou uma parceria com o instituto Ethos. A iniciativa pretende mobilizar e orientar a empresa na gestão de seus negócios "de forma socialmente responsável". O compromisso foi assumido de forma integrada com a Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil e os Negócios Níquel, Nióbio e Fosfatos. “A associação e participação neste instituto reforça o compromisso da Anglo American em ser parceira na construção de relacionamentos sólidos, responsáveis e sustentáveis. A empresa espera que essa iniciativa contribua para a troca de experiências e para aprimorar a gestão de seus negócios de acordo com os valores que orientam o nosso trabalho”, afirma o diretor de Saúde, Segurança e Desenvolvimento Sustentável da Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American, Aldo Souza. “O benchmarking de práticas de sustentabilidade e resultados com outras empresas sem dúvidas será muito proveitoso para todos os envolvidos”, afirma Renier Swart, diretor da área Técnica e Sustentabilidade dos Negócios Níquel, Nióbio e Fosfatos da Anglo American. “Uma melhor compreensão das melhores práticas de empresas parceiras do Instituto nos permite colaborar e participar em iniciativas e inovações que fazem a diferença positiva e duradoura nas comunidades, regiões e países nas quais operamos”, complementa. O Instituto Ethos é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1998, por um grupo de empresários em São Paulo, com o objetivo de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas na gestão sustentável de seus negócios. Por meio da parceria, a Anglo American poderá debater e analisar melhores práticas para os seus negócios com foco nos temas: Direitos Humanos, Integridade e Combate à Corrupção e Meio Ambiente. Por meio da iniciativa, também será possível definir indicadores que possam avaliar a aplicação dessas medidas.

8 de julho, 2015