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SUSTENTABILIDADE

Anglo American firma parceria para boas práticas de gestão

Com o objetivo de promover discussões temáticas sobre boas práticas, a mineradora Anglo American firmou uma parceria com o instituto Ethos. A iniciativa pretende mobilizar e orientar a empresa na gestão de seus negócios "de forma socialmente responsável". O compromisso foi assumido de forma integrada com a Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil e os Negócios Níquel, Nióbio e Fosfatos. “A associação e participação neste instituto reforça o compromisso da Anglo American em ser parceira na construção de relacionamentos sólidos, responsáveis e sustentáveis. A empresa espera que essa iniciativa contribua para a troca de experiências e para aprimorar a gestão de seus negócios de acordo com os valores que orientam o nosso trabalho”, afirma o diretor de Saúde, Segurança e Desenvolvimento Sustentável da Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American, Aldo Souza. “O benchmarking de práticas de sustentabilidade e resultados com outras empresas sem dúvidas será muito proveitoso para todos os envolvidos”, afirma Renier Swart, diretor da área Técnica e Sustentabilidade dos Negócios Níquel, Nióbio e Fosfatos da Anglo American. “Uma melhor compreensão das melhores práticas de empresas parceiras do Instituto nos permite colaborar e participar em iniciativas e inovações que fazem a diferença positiva e duradoura nas comunidades, regiões e países nas quais operamos”, complementa. O Instituto Ethos é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1998, por um grupo de empresários em São Paulo, com o objetivo de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas na gestão sustentável de seus negócios. Por meio da parceria, a Anglo American poderá debater e analisar melhores práticas para os seus negócios com foco nos temas: Direitos Humanos, Integridade e Combate à Corrupção e Meio Ambiente. Por meio da iniciativa, também será possível definir indicadores que possam avaliar a aplicação dessas medidas.

Com o objetivo de promover discussões temáticas sobre boas práticas, a mineradora Anglo American firmou uma parceria com o instituto Ethos. A iniciativa pretende mobilizar e orientar a empresa na gestão de seus negócios "de forma socialmente responsável". O compromisso foi assumido de forma integrada com a Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil e os Negócios Níquel, Nióbio e Fosfatos.
 
“A associação e participação neste instituto reforça o compromisso da Anglo American em ser parceira na construção de relacionamentos sólidos, responsáveis e sustentáveis. A empresa espera que essa iniciativa contribua para a troca de experiências e para aprimorar a gestão de seus negócios de acordo com os valores que orientam o nosso trabalho”, afirma o diretor de Saúde, Segurança e Desenvolvimento Sustentável da Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American, Aldo Souza.
 
“O benchmarking de práticas de sustentabilidade e resultados com outras empresas sem dúvidas será muito proveitoso para todos os envolvidos”, afirma Renier Swart, diretor da área Técnica e Sustentabilidade dos Negócios Níquel, Nióbio e Fosfatos da Anglo American. “Uma melhor compreensão das melhores práticas de empresas parceiras do Instituto nos permite colaborar e participar em iniciativas e inovações que fazem a diferença positiva e duradoura nas comunidades, regiões e países nas quais operamos”, complementa.
 
O Instituto Ethos é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1998, por um grupo de empresários em São Paulo, com o objetivo de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas na gestão sustentável de seus negócios. Por meio da parceria, a Anglo American poderá debater e analisar melhores práticas para os seus negócios com foco nos temas: Direitos Humanos, Integridade e Combate à Corrupção e Meio Ambiente. Por meio da iniciativa, também será possível definir indicadores que possam avaliar a aplicação dessas medidas.

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A AngloGold Ashanti escolheu o assunto eficiência energética para apoiar o projeto-piloto da startup Green Fuel. O projeto entrou em fase de implementação no início de abril. “O uso intensivo de tecnologia é uma atividade crescente às empresas do setor mineral. Isso faz da inovação uma ferramenta de apoio para reduzir custos, ampliar produtividade e garantir maior longevidade e segurança às operações de maneira sustentável”, explica José Gregório da Mata Filho, consultor de Metalurgia na AngloGold Ashanti. O projeto da Green Fuel – Sistema de Otimização de Combustível e Emissão de Gases – usa célula de hidrogênio, instalada de forma autônoma e que produz sobre demanda com controle eletrônico instalado no equipamento. Nesta fase, estão sendo utilizados como protótipos uma carregadeira e um caminhão. “Esperamos obter os primeiros resultados dentro de uma a três semanas. Pelo nosso prognóstico, a redução no consumo de diesel nas máquinas será da ordem de 4%, além de diminuir a emissão de gases”, explica Roberto Sinai, diretor da startup. Além da diminuição do custo operacional, pela redução do consumo de combustível, “como a operação da mina é subterrânea, esperamos melhoria também nas condições operacionais, pela redução da concentração de poluentes nos gases emitidos pelos motores no interior da mina, além da diminuição da temperatura dos gases de escape”, avalia Sinai.

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Alunos da 3º turma do curso Programa Sustentável e da 1ª turma do curso de Extensão de Turismo Sustentável do Programa de Jovens Meio Ambiente e Integração Social (PJ-MAIS) receberam canudos de formatura no último dia 14 de agosto, em cerimônia realizada no Bloco Cultural de Cubatão (SP). “Compreendemos que oportunidades como estas podem mudar a vida desses jovens e de toda a comunidade envolvida, pois estimula o desenvolvimento de cidadãos mais comprometidos com ações sustentáveis. Também buscamos meios para entender melhor a biodiversidade e implementar melhores estratégias de gestão prática alinhada com o potencial e alternativas de ecomercado ambiental da Região do Município de Cubatão”, afirma Carlos Moraes, coordenador de Meio Ambiente da Anglo American, uma das empresas que apoiam o programa. Ao longo de 18 anos, o PJ-MAIS já formou mais de 2.500 jovens em vinte núcleos presentes em 15 cidades do Cinturão Verde. A formação ecoprofissional é voltada para jovens em situação de vulnerabilidade social e busca complementar a educação regular do ensino médio. O curso tem duração de dois anos e acontece nos Núcleos de Educação Ecoprofissional (NEEs). Os estudantes participam de treinamentos e recebem capacitação em oficinas como: Produção e Manejo Agrícola e Florestal Sustentável; Turismo Sustentável; Consumo, Lixo e Arte; Agroindústria Artesanal; Tecnologias Socioambientais; Educomunicação e Iniciação Científica. “As oficinas práticas, reflexivas e de caráter produtivo abrangem uma ampla gama de possibilidades de atuação ecoprofissional dos jovens no ecomercado de trabalho e no desenvolvimento sustentável de suas comunidades”, afirma Elaine Gama coordenadora pedagógica do PJ-MAIS.

25 de agosto, 2015
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A Anglo American anunciou investimentos de US$ 5 milhões no Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), iniciativa de conservação e uso sustentável de florestas tropicais do mundo. Lançado em 2002, o programa do Governo Federal coordenado pelo MMA, e gerenciado financeiramente pelo Funbio, tem como objetivo proteger, permanentemente, 60 milhões de hectares da Amazônia brasileira até 2039. Juntas, as áreas protegidas somarão pelo menos 60 milhões de hectares, superfície equivalente a quase duas vezes à da Alemanha. Atualmente, a ARPA tem apoia 105 unidades de conservação, que somam mais de 58 milhões de hectares. “A iniciativa está alinhada com nossa ambição global de sermos parceiros de futuro de nossos stakeholders, reforçando nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento sustentável e proteção do meio ambiente, em uma atuação pautada pela responsabilidade, eficiência e pela segurança das operações”, avalia Paulo Castellari, Presidente da Minério de Ferro Brasil. “A mineração enfrenta um cenário desafiador e complexo neste momento, mas mesmo assim decidimos manter este investimento, cujas negociações já vinham acontecendo há algum tempo, pois os benefícios que serão proporcionados ao País estão em plena consonância com os valores da Companhia”, complementa. Segundo Ruben Fernandes, presidente dos Negócios Níquel, Nióbio e Fosfatos da Anglo American, “Ao longo das últimas quatro décadas - tempo de atuação da Anglo American no Brasil - a empresa desempenha suas atividades de maneira sustentável, sempre em busca das melhores práticas operacionais, e colaborando constantemente com o desenvolvimento nacional em todos os aspectos. Contribuir com a preservação dessas áreas, que abrigam uma biodiversidade sem igual no resto do mundo, confirma mais uma vez nosso comprometimento com o País”. O Programa ARPA envolve governo federal, estaduais, grandes doadores, ONGs e comunidades locais. Desde 2012, o ARPA já soma mais de US$ 270 milhões em investimentos na criação de áreas protegidas e em melhorias de Unidades de Conservação já existentes. Os recursos são oriundos do governo do Brasil, do Fundo Amazônia (BNDES) e de doadores internacionais, como The Global Environment Facility (GEF), Ministério para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico da Alemanha (BMZ) e WWF.

21 de agosto, 2015