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SUSTENTABILIDADE

FEE conclui 30 projetos em 2019

A Fundação Espaço ECO (FEE) finalizou 30 projetos em 2019, um número recorde nos 14 da entidade, instituída e mantida pela BASF. Entre eles, estão estudos voltados para mensuração da ecoeficência de produtos e de processos produtivos, preservação e valorização da biodiversidade, apoio para certificações ambientais e construção de diálogos entre as empresas e seus públicos de relacionamento. "Por meio dos projetos que executamos, contribuímos com as empresas traduzindo a ciência para a linguagem prática dos negócios e aliando nosso conhecimento técnico às necessidades dos clientes. É assim que trazemos a sustentabilidade para o dia a dia das organizações", explicou Rodolfo Viana, diretor-presidente da FEE. Todas as informações podem ser conferidas no Relatório de Atividades referente ao ano de 2019, que reúne as principais atividades e resultados da instituição na América do Sul. O documento está disponível no website http://www.espacoeco.org.br . Um dos projetos desenvolvidos foi o estudo ‘O Futuro dos Plásticos’, onde a FEE realizou a análise de percepção do setor, ouviu cerca de 90 especialistas para compreender os temas mais relevantes para a cadeia dos plásticos, seus impactos e as soluções possíveis ou implementadas. Também realizou uma análise de ecoeficiência para entender os impactos ambientais e os custos econômicos para a substituição de copos plásticos em fábricas e escritório e indicando alternativas mais ecoeficientes. Já na gestão de capital natural, o destaque ficou para o mapeamento da biodiversidade da fazenda Água Santa, da Bem Brasil Alimentos (fabricante de batata pré-frita congelada e flocos desidratados de batata), localizada em Perdizes (MG), incluindo um inventário fotográfico e de vídeo. O mapeamento identificou 230 espécies de aves e 150 espécies de flora do Cerrado e a empresa conseguiu ter um novo posicionamento, valorizando suas melhores práticas e dando visibilidade à biodiversidade presente na fazenda, de onde se origina sua principal matéria-prima. Além disso, em 2019, a FEE contribuiu para a sociedade por meio dos estudos de interesse público, dos quais um deles é o SustenBOT ( http://www.espacoeco.org.br/sustenbot ), ferramenta digital gratuita que, por meio de 10 perguntas, identifica o grau de sustentabilidade da empresa em apenas três minutos, gerando um relatório com o seu nível de maturidade da sustentabilidade. O objetivo é permitir o acesso rápido a dados iniciais de sustentabilidade, promovendo assim mais conhecimento sobre o tema e estimulando o desenvolvimento de iniciativas e projetos no setor empresarial. "Em 2020, completamos 15 anos com o objetivo se seguir atuando como um agente transformador da sociedade e sinalizando o caminho para um futuro mais sustentável", afirma Rafael Viñas, Gerente da Fundação Espaço Eco.

A Fundação Espaço ECO (FEE) finalizou 30 projetos em 2019, um número recorde nos 14 da entidade, instituída e mantida pela BASF. Entre eles, estão estudos voltados para mensuração da ecoeficência de produtos e de processos produtivos, preservação e valorização da biodiversidade, apoio para certificações ambientais e construção de diálogos entre as empresas e seus públicos de relacionamento. 

"Por meio dos projetos que executamos, contribuímos com as empresas traduzindo a ciência para a linguagem prática dos negócios e aliando nosso conhecimento técnico às necessidades dos clientes. É assim que trazemos a sustentabilidade para o dia a dia das organizações", explicou Rodolfo Viana, diretor-presidente da FEE. Todas as informações podem ser conferidas no Relatório de Atividades referente ao ano de 2019, que reúne as principais atividades e resultados da instituição na América do Sul. O documento está disponível no website http://www.espacoeco.org.br

Um dos projetos desenvolvidos foi o estudo ‘O Futuro dos Plásticos’, onde a FEE realizou a análise de percepção do setor, ouviu cerca de 90 especialistas para compreender os temas mais relevantes para a cadeia dos plásticos, seus impactos e as soluções possíveis ou implementadas. Também realizou uma análise de ecoeficiência para entender os impactos ambientais e os custos econômicos para a substituição de copos plásticos em fábricas e escritório e indicando alternativas mais ecoeficientes. 

Já na gestão de capital natural, o destaque ficou para o mapeamento da biodiversidade da fazenda Água Santa, da Bem Brasil Alimentos (fabricante de batata pré-frita congelada e flocos desidratados de batata), localizada em Perdizes (MG), incluindo um inventário fotográfico e de vídeo. O mapeamento identificou 230 espécies de aves e 150 espécies de flora do Cerrado e a empresa conseguiu ter um novo posicionamento, valorizando suas melhores práticas e dando visibilidade à biodiversidade presente na fazenda, de onde se origina sua principal matéria-prima. 

Além disso, em 2019, a FEE contribuiu para a sociedade por meio dos estudos de interesse público, dos quais um deles é o SustenBOT (http://www.espacoeco.org.br/sustenbot), ferramenta digital gratuita que, por meio de 10 perguntas, identifica o grau de sustentabilidade da empresa em apenas três minutos, gerando um relatório com o seu nível de maturidade da sustentabilidade. O objetivo é permitir o acesso rápido a dados iniciais de sustentabilidade, promovendo assim mais conhecimento sobre o tema e estimulando o desenvolvimento de iniciativas e projetos no setor empresarial. "Em 2020, completamos 15 anos com o objetivo se seguir atuando como um agente transformador da sociedade e sinalizando o caminho para um futuro mais sustentável", afirma Rafael Viñas, Gerente da Fundação Espaço Eco.

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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
CEBDS lança Visão 2050

Em 2012, durante a conferência Rio+20, o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), em conjunto com empresas associadas, desenvolveu o estudo Visão Brasil 2050 - a nova agenda para as empresas com o objetivo de apresentar a visão de um futuro sustentável e de como seria possível alcançá-lo. Em 2021, o CEBDS lançou o estudo estratégico Visão 2050 para debater questões que começaram em 2012. O novo documento é resultado de um ano de trabalho com contribuições de empresas, academia e a sociedade civil, abrangendo mais de quatro mil pessoas. O objetivo de Visão 2050 é avaliar se as empresas estavam no caminho certo, se as tendências se verificaram, além de incluir novos assuntos que atualmente estão na agenda sustentável. Para isso, foram definidos oito temas prioritários: Pessoas, Cidades, Economia Circular, Água e Saneamento, Biodiversidade, Alimentos, Energia e Finanças. "Questionamos o que nos trouxe até as múltiplas crises que enfrentamos, com o objetivo de apontar nossa bússola para um futuro mais sustentável e regenerativo. A pandemia antecipou situações que já estavam colocadas nos cenários como as consequências da mudança climática, do uso indiscriminado da biodiversidade e provocou uma reviravolta na nossa forma de ver o planeta, evidenciando as relações de interdependência", afirma Marina Grossi, presidente do CEBDS. O Visão 2050 aponta para um futuro em que os elementos geradores de vida ocuparão lugar central na economia (água, terra, ar, alimentos, etc), além de mostrar o cenário atual e como tudo estará em 2030 e o que precisa ser feito até 2050. "Já vemos sementes deste futuro no presente, como a ascensão da integração de aspectos Ambientais, Sociais e de Governança (ASG) aos negócios, o capitalismo de stakeholders. Mas que para ser atingido exige ação concreta, sobretudo nesta década de implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável", completa Marina Grossi.

29 de março, 2021
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SEMINÁRIO
Abiquim debate economia circular

A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) realiza, nos dias 30 e 31 de outubro, a 5ª edição do “Seminário Abiquim de Tecnologia e Inovação” no Auditório do Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos (SENAI CETIQT), no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Um dos painéis terá como tema “Economia Circular: Desafios e Oportunidades para o Setor Químico”, onde a indústria abordará modelos de processo produtivo sustentável, em que o resíduo gerado tem valor e pode ser transformado em novos produtos. “Podemos encontrar bons exemplos dessa reutilização de resíduos como matérias-primas nos segmentos de papeis, papelão, alumínios, PET, lubrificantes e pneumáticos, áreas onde existem grandes indústrias de reciclagem”, afirma o coordenador da Comissão Temática de Tecnologia da Abiquim e gerente de Tecnologia & Inovação da área de Especialidades Químicas da Braskem, Rafael Pellicciotta. O diretor-presidente da Fundação Espaço Eco e gerente de Sustentabilidade da BASF para América do Sul, Rodolfo Viana, é um dos palestrantes confirmados desse painel. Na ocasião, o diretor apresentará alguns cases globais da BASF como o “Verbund”, sistema de produção química circular utilizado pela empresa e o “ChemCycling”, que busca dar escala industrial no processo de reciclagem química de resíduos plásticos. “Apresentaremos também os resultados do estudo realizado pela Fundação Espaço Eco, sobre os impactos positivos do InpEV, organização que trata da logística reversa e reciclagem de envases de produtos agroquímicos no Brasil e os resultados de uma pesquisa realizada pela Fundação, no Brasil, em 2018, com 42 empresas e academia sobre o estágio atual de projetos de Economia Circular no País”, completa Viana. Outros painéis da programação são “Mobilidade e Eficiência Energética: Oportunidades e Desafios”, que discutirá como o setor químico pode contribuir para melhorar a eficiência energética no transporte de carga; “A Química do CO2”, que debaterá as tecnologias para limitar as emissões de gás carbônico; “Intensificação de Processos”, que debaterá como unidades de pequena escala e menor custo de produção podem reduzir os riscos financeiros e os impactos ambientais dos projetos; e as palestras “Mobilidade Urbana: Oportunidades e Desafios para o Setor Químico – Visão Mundo” e “Estratégias para Inovar Conectando Indústria com o Ecossistema de Universidades e Startups”. O “Seminário Abiquim de Tecnologia e Inovação 2019” tem o patrocínio das empresas Ambipar, Croda, Elekeiroz, Rhodia Solvay, Umicore e Unipar.

24 de outubro, 2019
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PLÁSTICO
FEE realiza pesquisa para debater gestão sustentável

A Fundação Espaço Eco (FEE) realiza até dezembro deste ano uma pesquisa sobre o futuro do plástico com o objetivo de debater a gestão sustentável do material e o ciclo de vida do mesmo. A FEE está mobilizando todas as partes envolvidas na produção, na distribuição, uso e na destinação dos plásticos para compreender melhores soluções para o futuro deste material, assim como identificar as principais incertezas enfrentadas atualmente. A FEE explica que o trabalho é de interesse público e que visa beneficiar a sociedade em geral: “o motivo pelo qual o foco da pesquisa está nos participantes da cadeia do plástico e especialistas é priorizar o que há de informação técnicas e conectar soluções com bases científicas e com maior precisão. Com essa pesquisa vamos conseguir entender as melhores soluções para os plásticos e, assim, proporcionar informação consistente para as empresas”, comenta Rodolfo Viana, presidente da Fundação Espaço ECO. Os resultados serão compilados e devem ser compartilhados com a sociedade no início de 2020. Em paralelo à pesquisa, que pode ser acessada pelo link www.survio.com/survey/q/materialidadedosplasticos , estão sendo realizadas sessões de discussão chamadas de “SustenTalks”. Criadas em conjunto com a BASF, os encontros reúnem empresas envolvidas na cadeia do plástico com o objetivo de gerar ideias para novos modelos de consumo. As sessões são abertas a empresas interessadas no tema, que podem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 2349-3006.

17 de outubro, 2019
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MEIO AMBIENTE
Instituições em defesa do Fundo Amazônia

Um grupo de instituições amazônicas desenvolveu documento onde reforçam a importância do Fundo Amazônia para programas, projetos e atividades de conservação da floresta e interiorização do desenvolvimento sustentável em localidades remotas e com populações vulneráveis na Amazônia e com benefícios para todo o Brasil. O maior bioma do mundo abriga cerca de 30 milhões de pessoas, dentre produtores de grande e médio portes, agricultores familiares, ribeirinhos, extrativistas e povos indígenas. Todos estes grupos têm em comum o desejo de manejar os recursos naturais para geração de renda e negócios, tanto para fins privados quanto comunitários e coletivos. Atualmente o Fundo Amazônia financia 103 projetos implementados por órgãos governamentais (38), instituições de pesquisa (6), organizações da sociedade civil (58) e organismo internacional (1). Dos R$ 1,8 bilhão comprometidos pelo Fundo Amazônia, órgãos públicos (federal, estadual e municipal) representam 60% e organizações da sociedade civil pouco menos de 37%. Os projetos financiados são analisados tecnicamente por uma equipe de profissionais do BNDES. A aprovação acontece por meio de um processo técnico, objetivo e transparente. Todos os projetos tiveram que desenvolver argumentos e lógicas de intervenção baseadas nas estratégias e eixos temáticos definidos pelo Governo Brasileiro (por meio do Fundo Amazônia e o Ministério do Meio Ambiente) e integradas às políticas públicas municipais, estaduais e federais. Nos últimos dez anos as instituições signatárias da carta apoiaram mais de 3 mil projetos e empreendimentos de geração de renda sustentável; Houve retorno de R$ 26 milhões pela comercialização de produtos sustentáveis de base florestal; Valorização da agricultura familiar, com mais de 15 mil famílias, fomentando o uso do solo sustentável; A realização de quinze feiras de produtos sustentáveis, que aproximaram quem produz de quem consome, aumentando a segurança alimentar, a diversificação de cardápio dinamizando a economia da Amazônia; A estruturação e fortalecimento de Rede de Sementes nativas envolvendo 700 coletores, gerando R$ 2 milhões em renda e contribuindo com a restauração de 6 mil hectares; Apoio à conservação de 100 milhões de hectares com ações de empoderamento e capacitação para geração de renda com as populações que ali vivem; e Redução de desmatamento em 67% nas taxas de desmatamento (2000-2017) em unidades de conservação estaduais no Amazonas atendidas. A Carta é assinada pela Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Instituto Centro de Vida (ICV), Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Conservação da Amazônia (IDESAM),Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (IMAFLORA), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE), Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Instituto Ouro Verde (IOV), Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Instituto Socioambiental (ISA) e Operação Amazônia Nativa (OPAN).

14 de agosto, 2019
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ÁGUA
BASF reduz consumo na América Latina

A BASF estabeleceu meta para reduzir 25% da água captada para cada tonelada de produto fabricado em suas plantas industriais na América do Sul até 2025. No Brasil, a fábrica de Guaratinguetá (SP) reduziu o volume de água utilizada do rio Paraíba do Sul em 81% entre 2002 e 2018, enquanto que em Jacareí (SP) 100% da água rejeitada no processo de desmineralização, devido à concentração de sais, é reaproveitada na fábrica, o que equivale a cerca de 22% de toda a água utilizada no local; e em Santo Antônio da Posse, um sistema de coleta de água de chuva permite a reutilização do recurso para irrigação. Ao todo, a capacidade de armazenamento é de seis milhões de litros de água, possibilitando reduzir as captações subterrâneas. No Peru, a fábrica de Callao recebeu um sistema de recuperação de água de resfriamento nos tanques de monômeros e o consumo hídrico caiu 87%. No Chile, a BASF aplica ferramentas de gestão de recursos hídricos alinhadas à meta global de uso sustentável da água em áreas propensas à escassez hídrica. Cerca de 60% da água utilizada no país andino é para fins industriais e agricultura. Em relação à captação de água, houve redução de 17% de 2017 para 2018 na localidade de Concón. Já na Argentina, na unidade de Santo Tome, foram instalados medidores de vazão de água no processo produtivo de forma a intensificar o controle de indicadores ambientais, enquanto na unidade produtiva de Poliuretanos em Burzaco a água de chuva é captada para irrigação e lavagem de caminhões de carga. A BASF também desenvolve em Guaratinguetá dois projetos de impacto socioambiental: Programa de Incentivo ao Produtor de Água e o Mata Viva. O primeiro programa tem a parceria da prefeitura de Guaratinguetá, da Fundação Espaço ECO (FEE) e outros parceiros e tem como objetivo aumentar a disponibilidade de água na Bacia Hidrográfica do Ribeirão de Guaratinguetá por meio de práticas e manejos de conservação do solo, da recuperação das matas ciliares e da proteção dos remanescentes de vegetação nativa e nascentes, além de incentivar os produtores rurais a conservar áreas de proteção permanente existentes em suas propriedades. Em quase dez anos, o programa já conseguiu restaurar 78 hectares de floresta, realizar a manutenção de outros 143 hectares de florestas existentes e conservar 86 hectares de solo por meio de ações para diminuir processos erosivos. Já o programa Mata Viva é realizado em conjunto com a Fundação Espaço ECO (FEE) e visa desenvolver soluções para proteger as margens de rios e córregos, beneficiar a biodiversidade nos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado e contribuir com a conservação ambiental nas propriedades agrícolas, de forma a aumentar a disponibilização de água no Rio Paraíba do Sul. O projeto já recuperou mais de 300 metros de mata ciliar, atingindo os atuais 132 hectares de cobertura verde, predominantemente coberta por florestas de diferentes idades, uma área equivalente a 185 campos de futebol. Desde o início do programa, mais de 278 mil mudas de diferentes espécies nativas já foram plantadas.

28 de março, 2019
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BASF
Novo comando na CasaE e Casa Econômica

A coordenação da CasaE e da Casa Econômica- as duas casas-modelo da BASF - passa a ser responsabilidade de Jessica Artioli Centurião a partir de 2017. Formada em Administração de Empresas pela ESAGS – FGV e pós-graduada em Gestão de Marketing pela ESPM, Jessica conta ainda com uma trajetória de sete anos no Marketing Regional de Indústria e representante global do segmento. Essa experiência permeou diversas áreas do Marketing, entre elas, Inteligência de Mercado, Gerenciamento de Produtos, Gestão de Projetos, Comunicação e Sustentabilidade. Os dois projetos localizados na zona Sul de São Paulo permanecem abertos à visitação monitorada e gratuita. A Casa Ecoeficiente reúne, em 400m², soluções desenvolvidas pela BASF e por parceiros, servindo como catálogo para profissionais e estudantes que se interessam por inovações e tendências para a indústria da construção, com foco em eficiência, produtividade e sustentabilidade. Já as inovações aplicadas na CasaE representam um gasto para aquisição, instalação e manutenção 21% inferior que os produtos com funções equivalentes em uma casa convencional. Em 40 anos, a CasaE proporciona economia de energia equivalente ao consumo de cerca de 29 residências em um ano, além de poupar em torno de 430 mil litros de água total, que poderia abastecer mais de 2 mil habitantes em um dia, se comparado ao ciclo de vida completo de uma construção tradicional, segundo estudo da Fundação Espaço ECO®. Entre as soluções da Casa Econômica está um projeto de moradia de 32m². O projeto visa reduzir o déficit de moradias urbanas, permitindo construir com mais rapidez, eficiência, redução de mão-de-obra, menos resíduos e maior durabilidade. A estrutura, cobertura e fechamento da Casa Econômica foi montada em três dias, 10 vezes mais rápido que uma construção tradicional. Para visitar, basta fazer a inscrição pelo site www.casae.basf.com.br ou e-mail [email protected] .

27 de janeiro, 2017
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PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL
Proposta da BASF para reduzir perdas de alimentos

Dados da ONU mostram que anualmente cerca de um terço dos alimentos produzidos no mundo é perdido ou desperdiçado devido às práticas de produção e consumo pouco sustentáveis. Como forma de apresentar possíveis soluções a esse desafio, a BASF lançou, dia 21 de novembro, em São Paulo, o documento “Cocriando soluções para mitigar perdas e desperdícios de alimentos no Brasil: uma visão geral da cadeia de valor de culturas de destaque da agricultura brasileira e dos hábitos de consumo“, resultado das ideias originadas durante o Creator Space Tour São Paulo, evento organizado em comemoração aos 150 anos da empresa, em 2015. Conforme reforçou na ocasião Eduardo Leduc, vice-presidente Sênior da Unidade de Proteção de Cultivos da BASF para a América Latina,“a BASF se compromete em contribuir para a mitigação dos impactos negativos gerados pelas perdas e desperdícios de alimentos. Em conjunto com nossos parceiros e outros representantes da sociedade, podemos colaborar para a eliminação do crescente hiato entre as necessidades humanas e a má distribuição de alimentos no Brasil e no mundo”. O documento traz propostas para reduzir as perdas e desperdícios nas cadeias produtivas da batata, trigo e tomate, cultivos que são referências no País. Também apresenta ideias para promover uma maior conscientização da sociedade frente a esses problemas, contribuindo para um consumo mais sustentável. No caso da batata, as perdas e desperdícios estão associadas a um manejo inadequado na lavoura, danos mecânicos e tempo demasiado entre produção e consumo. Um esforço coletivo da cadeia de valor para diminuir o volume de batatas fora de padrão, bem como aprimorar a distribuição desses produtos em mercados alternativos, são, portanto, propostas que iriam colaborar com a redução de perdas e desperdícios nesse cultivo. Outra iniciativa é o projeto de cocriação “Every Potato Counts” que propõe o direcionamento da vendada produção dos agricultores de batata, gerando aumento da produtividade e redução do desperdício. Além de criar valor compartilhado para toda cadeia produtiva da batata. Na oferta doméstica de trigo foi apontada a ineficiência causada pela falta de coordenação entre os diferentes elos da cadeia produtiva. Como resposta a esse e outros desafios a serem superados, a BASF considera a implementação de um consórcio pré-competitivo, que estabeleceria melhores mecanismos de incentivo, aumento do controle conjunto da cadeia de valor e a aprimoração do desenho dos contratos, via estabelecimento de padrões claros de qualidade e formação de preços. Oitavo maior produtor mundial de tomate, o mercado brasileiro sofre com altas taxas de perdas e desperdícios devido à fragilidade do produto que possui de 93% a 97% de água em sua composição. Somam-se a isso fatores como: tempo excessivo gasto entre a fazenda e a mesa do consumidor, danos mecânicos (cortes e esmagamentos acidentais), condições de transporte ruins, embalagens inadequadas, disposição inapropriada nos supermercados, entre outros. Nos debates promovidos pela BASF, especialistas indicaram que a embalagem apropriada dos tomates tem papel fundamental na redução dos altos níveis de perdas e desperdícios de alimentos, visto que o manuseio excessivo dos tomates é considerado uma das principais causas do problema. A proposta da BASF inclui, portanto, o desenvolvimento de um sistema multi-caixas, combinando embalagens internas e externas, paletizáveis. A caixa externa teria uma capacidade de 20 kg, que poderia reduzir drasticamente a necessidade de manuseio durante o transporte do produto. A versão completa do documento está disponível no site da BASF ( www.basf.com.br ).

23 de novembro, 2016
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EMISSÕES
Inauguração de Complexo da BASF emitiu 40,5 t de CO2

Inaugurado em 19 de junho de 2015, o Complexo Acrílico da BASF em Camaçari, na Bahia, é um projeto de mais de 500 milhões de euros. No complexo serão produzidos em escala mundial ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP), gerando cerca de 1.000 postos de trabalhos diretos e indiretos. Estas são as primeiras fábricas de ácido acrílico e polímeros superabsorventes no continente, com capacidade para 160 mil toneladas de ácido acrílico por ano. Contratada para realizar estudo técnico de Pegada de Carbono, com medição e análise da emissão dos gases de efeito estufa (GEE) gerados durante o evento de inauguração, a Fundação Espaço ECO® (FEE®) constatou emissão de 40,5 toneladas de dióxido de carbono equivalente. O valor corresponde às emissões de um caminhão de 14 toneladas circulando a Terra 0,76 vez, ou a 36 idas e voltas da cidade de São Paulo ao Rio de Janeiro. O estudo contemplou o impacto ocasionado pelo deslocamento dos convidados (carro, vôos nacionais e internacionais e ônibus), energia elétrica utilizada (ar condicionado e iluminação) e materiais de divulgação. Como parte da proposta, a FEE® promoverá a compensação do carbono emitido durante o evento com o plantio de 248 mudas nativas pelo Programa de Educação e Conservação Ambiental Mata Viva®. Em virtude do regime de chuvas, o plantio será realizado no último bimestre de 2015, com local e data a serem definidos e informados posteriormente. O plantio pelos próximos 24 meses pode ser acompanhado pelo site www.espacoeco.org.br/basf-camacari .

27 de julho, 2015