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BASF

Novo comando na CasaE e Casa Econômica

A coordenação da CasaE e da Casa Econômica- as duas casas-modelo da BASF - passa a ser responsabilidade de Jessica Artioli Centurião a partir de 2017. Formada em Administração de Empresas pela ESAGS – FGV e pós-graduada em Gestão de Marketing pela ESPM, Jessica conta ainda com uma trajetória de sete anos no Marketing Regional de Indústria e representante global do segmento. Essa experiência permeou diversas áreas do Marketing, entre elas, Inteligência de Mercado, Gerenciamento de Produtos, Gestão de Projetos, Comunicação e Sustentabilidade. Os dois projetos localizados na zona Sul de São Paulo permanecem abertos à visitação monitorada e gratuita. A Casa Ecoeficiente reúne, em 400m², soluções desenvolvidas pela BASF e por parceiros, servindo como catálogo para profissionais e estudantes que se interessam por inovações e tendências para a indústria da construção, com foco em eficiência, produtividade e sustentabilidade. Já as inovações aplicadas na CasaE representam um gasto para aquisição, instalação e manutenção 21% inferior que os produtos com funções equivalentes em uma casa convencional. Em 40 anos, a CasaE proporciona economia de energia equivalente ao consumo de cerca de 29 residências em um ano, além de poupar em torno de 430 mil litros de água total, que poderia abastecer mais de 2 mil habitantes em um dia, se comparado ao ciclo de vida completo de uma construção tradicional, segundo estudo da Fundação Espaço ECO®. Entre as soluções da Casa Econômica está um projeto de moradia de 32m². O projeto visa reduzir o déficit de moradias urbanas, permitindo construir com mais rapidez, eficiência, redução de mão-de-obra, menos resíduos e maior durabilidade. A estrutura, cobertura e fechamento da Casa Econômica foi montada em três dias, 10 vezes mais rápido que uma construção tradicional. Para visitar, basta fazer a inscrição pelo site www.casae.basf.com.br ou e-mail [email protected] .

A coordenação da CasaE e da Casa Econômica- as duas casas-modelo da BASF - passa a ser responsabilidade de Jessica Artioli Centurião a partir de 2017. Formada em Administração de Empresas pela ESAGS – FGV e pós-graduada em Gestão de Marketing pela ESPM, Jessica conta ainda com uma trajetória de sete anos no Marketing Regional de Indústria e representante global do segmento. Essa experiência permeou diversas áreas do Marketing, entre elas, Inteligência de Mercado, Gerenciamento de Produtos, Gestão de Projetos, Comunicação e Sustentabilidade.

Os dois projetos localizados na zona Sul de São Paulo permanecem abertos à visitação monitorada e gratuita. A Casa Ecoeficiente reúne, em 400m², soluções desenvolvidas pela BASF e por parceiros, servindo como catálogo para profissionais e estudantes que se interessam por inovações e tendências para a indústria da construção, com foco em eficiência, produtividade e sustentabilidade. Já as inovações aplicadas na CasaE representam um gasto para aquisição, instalação e manutenção 21% inferior que os produtos com funções equivalentes em uma casa convencional.

Em 40 anos, a CasaE proporciona economia de energia equivalente ao consumo de cerca de 29 residências em um ano, além de poupar em torno de 430 mil litros de água total, que poderia abastecer mais de 2 mil habitantes em um dia, se comparado ao ciclo de vida completo de uma construção tradicional, segundo estudo da Fundação Espaço ECO®.

Entre as soluções da Casa Econômica está um projeto de moradia de 32m². O projeto visa reduzir o déficit de moradias urbanas, permitindo construir com mais rapidez, eficiência, redução de mão-de-obra, menos resíduos e maior durabilidade. A estrutura, cobertura e fechamento da Casa Econômica foi montada em três dias, 10 vezes mais rápido que uma construção tradicional.

Para visitar, basta fazer a inscrição pelo site www.casae.basf.com.brou e-mail [email protected].

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EDUCAÇÃO AMBIENTAL
SEAE desenvolve projeto em Embu das Artes

Com apoio do Fundo Casa Socioambiental, a Sociedade Ecológica Amigos de Embu (SEAE) desenvolveu o projeto “Olimpíada do Saneamento: jovem ativo na sua comunidade”, voltado à conscientização de alunos das escolas públicas de Embu das Artes (SP) sobre a importância do saneamento e promover maior envolvimento por meio da educação ambiental e proteção dos mananciais. As duas primeiras etapas do projeto foram ainda presenciais e incluíram mobilização social e a produção de material temático sobre o tema. Nesta nova fase, totalmente online, alunos, professores e comunidade do SEAE tiveram como principais obstáculos as alterações no cronograma para se encaixar às aulas remotas, dificuldade no acesso ao material por falta de rede e equipamentos eletrônicos, além da situação de vulnerabilidade de alguns participantes, que criou mais um contratempo na rotina. “Contudo, a situação nos trouxe novos pontos de vista e um alcance maior, por incrível que pareça”, esclarece Inara Siqueira, educadora ambiental e bióloga. Entre os pontos positivos na fase remota estão o incentivo dos alunos e professores por meio de premiações virtuais, acesso gratuito aos encontros virtuais, sem precisar gastar com transporte e disponibilização das aulas gravadas, o que facilita o aprendizado a qualquer momento. “Conseguimos alcançar profissionais e pessoas interessadas pelo curso Educação ambiental para o saneamento e a saúde, mas não somente de Embu das Artes e Taboão da Serra, como também de outras localidades de São Paulo”, informa Rodolfo Almeida, presidente da SEAE. O projeto termina em 10 de dezembro de 2020, às 14 horas, com a realização da olimpíada do saneamento e apresentação dos resultados alcançados, que acontecerá em um evento online com junção das escolas participantes, uma competição e apresentação para a comunidade. A SEAE e participantes convidam a todos para assistirem à final de forma online. Maiores informações pelo site https://seaembu.org/projetos/em-andamento/projeto-olimpiada-do-saneamento-jovem-ativo-na-sua-comunidade .

7 de dezembro, 2020
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SUSTENTABILIDADE
FEE conclui 30 projetos em 2019

A Fundação Espaço ECO (FEE) finalizou 30 projetos em 2019, um número recorde nos 14 da entidade, instituída e mantida pela BASF. Entre eles, estão estudos voltados para mensuração da ecoeficência de produtos e de processos produtivos, preservação e valorização da biodiversidade, apoio para certificações ambientais e construção de diálogos entre as empresas e seus públicos de relacionamento. "Por meio dos projetos que executamos, contribuímos com as empresas traduzindo a ciência para a linguagem prática dos negócios e aliando nosso conhecimento técnico às necessidades dos clientes. É assim que trazemos a sustentabilidade para o dia a dia das organizações", explicou Rodolfo Viana, diretor-presidente da FEE. Todas as informações podem ser conferidas no Relatório de Atividades referente ao ano de 2019, que reúne as principais atividades e resultados da instituição na América do Sul. O documento está disponível no website http://www.espacoeco.org.br . Um dos projetos desenvolvidos foi o estudo ‘O Futuro dos Plásticos’, onde a FEE realizou a análise de percepção do setor, ouviu cerca de 90 especialistas para compreender os temas mais relevantes para a cadeia dos plásticos, seus impactos e as soluções possíveis ou implementadas. Também realizou uma análise de ecoeficiência para entender os impactos ambientais e os custos econômicos para a substituição de copos plásticos em fábricas e escritório e indicando alternativas mais ecoeficientes. Já na gestão de capital natural, o destaque ficou para o mapeamento da biodiversidade da fazenda Água Santa, da Bem Brasil Alimentos (fabricante de batata pré-frita congelada e flocos desidratados de batata), localizada em Perdizes (MG), incluindo um inventário fotográfico e de vídeo. O mapeamento identificou 230 espécies de aves e 150 espécies de flora do Cerrado e a empresa conseguiu ter um novo posicionamento, valorizando suas melhores práticas e dando visibilidade à biodiversidade presente na fazenda, de onde se origina sua principal matéria-prima. Além disso, em 2019, a FEE contribuiu para a sociedade por meio dos estudos de interesse público, dos quais um deles é o SustenBOT ( http://www.espacoeco.org.br/sustenbot ), ferramenta digital gratuita que, por meio de 10 perguntas, identifica o grau de sustentabilidade da empresa em apenas três minutos, gerando um relatório com o seu nível de maturidade da sustentabilidade. O objetivo é permitir o acesso rápido a dados iniciais de sustentabilidade, promovendo assim mais conhecimento sobre o tema e estimulando o desenvolvimento de iniciativas e projetos no setor empresarial. "Em 2020, completamos 15 anos com o objetivo se seguir atuando como um agente transformador da sociedade e sinalizando o caminho para um futuro mais sustentável", afirma Rafael Viñas, Gerente da Fundação Espaço Eco.

25 de maio, 2020
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PLÁSTICO
FEE realiza pesquisa para debater gestão sustentável

A Fundação Espaço Eco (FEE) realiza até dezembro deste ano uma pesquisa sobre o futuro do plástico com o objetivo de debater a gestão sustentável do material e o ciclo de vida do mesmo. A FEE está mobilizando todas as partes envolvidas na produção, na distribuição, uso e na destinação dos plásticos para compreender melhores soluções para o futuro deste material, assim como identificar as principais incertezas enfrentadas atualmente. A FEE explica que o trabalho é de interesse público e que visa beneficiar a sociedade em geral: “o motivo pelo qual o foco da pesquisa está nos participantes da cadeia do plástico e especialistas é priorizar o que há de informação técnicas e conectar soluções com bases científicas e com maior precisão. Com essa pesquisa vamos conseguir entender as melhores soluções para os plásticos e, assim, proporcionar informação consistente para as empresas”, comenta Rodolfo Viana, presidente da Fundação Espaço ECO. Os resultados serão compilados e devem ser compartilhados com a sociedade no início de 2020. Em paralelo à pesquisa, que pode ser acessada pelo link www.survio.com/survey/q/materialidadedosplasticos , estão sendo realizadas sessões de discussão chamadas de “SustenTalks”. Criadas em conjunto com a BASF, os encontros reúnem empresas envolvidas na cadeia do plástico com o objetivo de gerar ideias para novos modelos de consumo. As sessões são abertas a empresas interessadas no tema, que podem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 2349-3006.

17 de outubro, 2019
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ÁGUA
BASF reduz consumo na América Latina

A BASF estabeleceu meta para reduzir 25% da água captada para cada tonelada de produto fabricado em suas plantas industriais na América do Sul até 2025. No Brasil, a fábrica de Guaratinguetá (SP) reduziu o volume de água utilizada do rio Paraíba do Sul em 81% entre 2002 e 2018, enquanto que em Jacareí (SP) 100% da água rejeitada no processo de desmineralização, devido à concentração de sais, é reaproveitada na fábrica, o que equivale a cerca de 22% de toda a água utilizada no local; e em Santo Antônio da Posse, um sistema de coleta de água de chuva permite a reutilização do recurso para irrigação. Ao todo, a capacidade de armazenamento é de seis milhões de litros de água, possibilitando reduzir as captações subterrâneas. No Peru, a fábrica de Callao recebeu um sistema de recuperação de água de resfriamento nos tanques de monômeros e o consumo hídrico caiu 87%. No Chile, a BASF aplica ferramentas de gestão de recursos hídricos alinhadas à meta global de uso sustentável da água em áreas propensas à escassez hídrica. Cerca de 60% da água utilizada no país andino é para fins industriais e agricultura. Em relação à captação de água, houve redução de 17% de 2017 para 2018 na localidade de Concón. Já na Argentina, na unidade de Santo Tome, foram instalados medidores de vazão de água no processo produtivo de forma a intensificar o controle de indicadores ambientais, enquanto na unidade produtiva de Poliuretanos em Burzaco a água de chuva é captada para irrigação e lavagem de caminhões de carga. A BASF também desenvolve em Guaratinguetá dois projetos de impacto socioambiental: Programa de Incentivo ao Produtor de Água e o Mata Viva. O primeiro programa tem a parceria da prefeitura de Guaratinguetá, da Fundação Espaço ECO (FEE) e outros parceiros e tem como objetivo aumentar a disponibilidade de água na Bacia Hidrográfica do Ribeirão de Guaratinguetá por meio de práticas e manejos de conservação do solo, da recuperação das matas ciliares e da proteção dos remanescentes de vegetação nativa e nascentes, além de incentivar os produtores rurais a conservar áreas de proteção permanente existentes em suas propriedades. Em quase dez anos, o programa já conseguiu restaurar 78 hectares de floresta, realizar a manutenção de outros 143 hectares de florestas existentes e conservar 86 hectares de solo por meio de ações para diminuir processos erosivos. Já o programa Mata Viva é realizado em conjunto com a Fundação Espaço ECO (FEE) e visa desenvolver soluções para proteger as margens de rios e córregos, beneficiar a biodiversidade nos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado e contribuir com a conservação ambiental nas propriedades agrícolas, de forma a aumentar a disponibilização de água no Rio Paraíba do Sul. O projeto já recuperou mais de 300 metros de mata ciliar, atingindo os atuais 132 hectares de cobertura verde, predominantemente coberta por florestas de diferentes idades, uma área equivalente a 185 campos de futebol. Desde o início do programa, mais de 278 mil mudas de diferentes espécies nativas já foram plantadas.

28 de março, 2019
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SUSTENTABILIDADE
Brasileira é escolhida peo GreenBiz Group

A consultora de desenvolvimento de mercado do Time de Construção da BASF, Jessica Artioli Centurião, está entre os 30 jovens líderes (até 30 anos) eleitos pelo GreenBiz Group e pelo World Business Council for Sustainable Development, no prêmio “2018 GreenBiz 30 Under 30”. Jessica é a única latino-americana entre os homenageados de sete países. "Estes jovens representam o futuro da sustentabilidade dentro das empresas e instituições", afirma o presidente e editor executivo do GreenBiz Group, Joel Makower. "Por isso, eu não poderia ser mais otimista sobre o futuro da sustentabilidade como profissão e os benefícios que se reverterão para essas organizações e para a sociedade em geral”. Para Jessica, fazer parte do grupo homenageado é uma honra. “É muito bom fazer parte de um grupo de pessoas que demonstram no seu trabalho diário a promessa de mudar o mundo por meio da sustentabilidade. Fico feliz e me sinto muito honrada por trabalhar em uma empresa como a BASF, que direciona suas ações para um futuro sustentável”, concluiu a executiva. Formada em Administração de Empresas pela FGV e pós-graduada em Gestão de Marketing pela ESPM, Jessica atuou por sete anos no Marketing regional de indústria de Care Chemicals da BASF, que inclui os negócios de Personal Care e Home Care. Na atuação junto às indústrias de produtos de limpeza que Jessica entendeu como a escolha dos ingredientes para a formulação são extremamente importantes para a saúde humana e ambiental e podem promover mudanças relevantes na atuação de grandes corporações. Jessica também esteve no comando da terceira onda da CasaE, a casa de ecoeficiência da BASF, que foi completamente renovada no final de 2017. O projeto apresenta soluções inovadoras e sustentáveis da BASF e seus parceiros, com o objetivo de disseminar e fomentar tendências para o setor da construção civil. A nova CasaE ganhou interação digital, uma exclusiva assistente cognitiva com base em Inteligência Artificial, além de um espaço sensorial para aguçar os cinco sentidos dos visitantes. Maiores informações sobre os 30 premiados podem ser conferidas no site do GreenBiz: https://www.greenbiz.com/article/2018-greenbiz-30-under-30.&nbsp ;

15 de junho, 2018
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BASF
Lançado edital Conectar para Transformar

A BASF lançou o edital Conectar para Transformar, para selecionar projetos de impacto social, com recursos próprios e com leis de incentivo - 2017. O objetivo é contribuir ainda mais para o desenvolvimento das comunidades onde estão localizadas fábricas da empresa na América do Sul. Nesta seleção, a BASF apoiará projetos que envolvam as áreas de educação científica e ambiental; empregabilidade; e proteção dos recursos naturais e biodiversidade. As inscrições para o Edital BASF Conectar para Transformar, para seleção de projetos de impacto social – 2017, são gratuitas e devem ser realizadas de 10 de agosto a 10 de setembro de 2016. Todas as informações sobre o Edital estão disponíveis no site www.basf.com.br . Para esclarecer dúvidas, a BASF realizará duas reuniões presenciais: em Guaratinguetá, em 23 de agosto, às 14h, e em São Bernardo do Campo, em 25 de agosto, às 19h. Para participar, é necessário fazer inscrição prévia pelo e-mail [email protected] , informando entidade, nome completo, RG e em qual cidade a instituição irá participar. Com a ação, a BASF pretende ampliar o impacto positivo da empresa, conectando os desafios sociais e a estratégia dos negócios, além de contribuir para que a empresa atinja os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). “Contribuir para o desenvolvimento social e proteção ambiental é uma forma de reforçar o comprometimento com os parceiros e clientes e com o sucesso da empresa no longo prazo. Assim, realizamos o propósito ‘We create chemistry – Nós transformamos a química para um futuro sustentável’, que é a estratégia global da empresa”, afirma a diretora de Relações Institucionais da BASF para a América do Sul, Cristiana Brito. A BASF investirá até R$ 80 mil com recursos próprios em cada projeto nos municípios de Guaratinguetá e São Bernardo do Campo, onde estão localizadas as duas maiores fábricas da empresa no Brasil. Para projetos culturais e esportivos com incentivos fiscais serão disponibilizados recursos de acordo com os resultados fiscais da BASF. Neste caso, podem ser contempladas também outras cidades nas quais a BASF atua comercialmente ou tenha unidades fabris.

18 de agosto, 2016
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ÁGUA
Disputa de Casas gera economia de 500 mil litros

Com o apoio da Sabesp, a LG realizou a primeira campanha ‘Disputa de Casas São Paulo’ com o objetivo de incentivar novos hábitos de consumo de água na população. Mais de duas mil residências participaram da campanha após passar por processo que incluiu palestras, visitas quinzenais dos promotores, acompanhamento telefônico de seus respectivos consumos, além do recebimento de materiais com dicas de economia. Após o trabalho de reeducação realizado, o consumo das casas participantes foi comparado com o mesmo período de 2015. As 50 famílias que mais economizaram água ganharam uma máquina Lava e Seca LG Smart Care, que sozinha é capaz de economizar até 45% de água em comparação com as máquinas comuns. Os participantes receberam de surpresa, no início da campanha, as máquinas que, juntamente com as dicas de economia, foram indispensáveis para o alcance dos resultados. 80% dos participantes baixaram seu consumo e a média de economia hídrica passou dos 35% ao mês. Em apenas três meses, foram economizados 500 mil litros de água, ou 50 caminhões pipa, o suficiente para suprir as necessidades dos mesmos participantes por quase 5 anos. Já a economia financeira média dos participantes chegou a R$ 50 mensais ou R$ 600 ao longo de um ano. ”Isso comprova que o investimento em tecnologias economizadoras podem se pagar num curtíssimo espaço de tempo, ajudando o planeta mas também o bolso da população diz Kati Dias, Gerente Geral de Home Appliance da LG Electronics do Brasil. A 2ª etapa da campanha deve abrir novas inscrições em agosto de 2016, expandindo o número de inscritos e selecionados. As inscrições poderão ser feitas através do www.disputadecasas.com.br

20 de julho, 2016
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EMISSÕES
Inauguração de Complexo da BASF emitiu 40,5 t de CO2

Inaugurado em 19 de junho de 2015, o Complexo Acrílico da BASF em Camaçari, na Bahia, é um projeto de mais de 500 milhões de euros. No complexo serão produzidos em escala mundial ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP), gerando cerca de 1.000 postos de trabalhos diretos e indiretos. Estas são as primeiras fábricas de ácido acrílico e polímeros superabsorventes no continente, com capacidade para 160 mil toneladas de ácido acrílico por ano. Contratada para realizar estudo técnico de Pegada de Carbono, com medição e análise da emissão dos gases de efeito estufa (GEE) gerados durante o evento de inauguração, a Fundação Espaço ECO® (FEE®) constatou emissão de 40,5 toneladas de dióxido de carbono equivalente. O valor corresponde às emissões de um caminhão de 14 toneladas circulando a Terra 0,76 vez, ou a 36 idas e voltas da cidade de São Paulo ao Rio de Janeiro. O estudo contemplou o impacto ocasionado pelo deslocamento dos convidados (carro, vôos nacionais e internacionais e ônibus), energia elétrica utilizada (ar condicionado e iluminação) e materiais de divulgação. Como parte da proposta, a FEE® promoverá a compensação do carbono emitido durante o evento com o plantio de 248 mudas nativas pelo Programa de Educação e Conservação Ambiental Mata Viva®. Em virtude do regime de chuvas, o plantio será realizado no último bimestre de 2015, com local e data a serem definidos e informados posteriormente. O plantio pelos próximos 24 meses pode ser acompanhado pelo site www.espacoeco.org.br/basf-camacari .

27 de julho, 2015