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EMISSÕES

Inauguração de Complexo da BASF emitiu 40,5 t de CO2

Inaugurado em 19 de junho de 2015, o Complexo Acrílico da BASF em Camaçari, na Bahia, é um projeto de mais de 500 milhões de euros. No complexo serão produzidos em escala mundial ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP), gerando cerca de 1.000 postos de trabalhos diretos e indiretos. Estas são as primeiras fábricas de ácido acrílico e polímeros superabsorventes no continente, com capacidade para 160 mil toneladas de ácido acrílico por ano. Contratada para realizar estudo técnico de Pegada de Carbono, com medição e análise da emissão dos gases de efeito estufa (GEE) gerados durante o evento de inauguração, a Fundação Espaço ECO® (FEE®) constatou emissão de 40,5 toneladas de dióxido de carbono equivalente. O valor corresponde às emissões de um caminhão de 14 toneladas circulando a Terra 0,76 vez, ou a 36 idas e voltas da cidade de São Paulo ao Rio de Janeiro. O estudo contemplou o impacto ocasionado pelo deslocamento dos convidados (carro, vôos nacionais e internacionais e ônibus), energia elétrica utilizada (ar condicionado e iluminação) e materiais de divulgação. Como parte da proposta, a FEE® promoverá a compensação do carbono emitido durante o evento com o plantio de 248 mudas nativas pelo Programa de Educação e Conservação Ambiental Mata Viva®. Em virtude do regime de chuvas, o plantio será realizado no último bimestre de 2015, com local e data a serem definidos e informados posteriormente. O plantio pelos próximos 24 meses pode ser acompanhado pelo site www.espacoeco.org.br/basf-camacari .

Inaugurado em 19 de junho de 2015, o Complexo Acrílico da BASF em Camaçari, na Bahia, é um projeto de mais de 500 milhões de euros. No complexo serão produzidos em escala mundial ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP), gerando cerca de 1.000 postos de trabalhos diretos e indiretos. Estas são as primeiras fábricas de ácido acrílico e polímeros superabsorventes no continente, com capacidade para 160 mil toneladas de ácido acrílico por ano.

Contratada para realizar estudo técnico de Pegada de Carbono, com medição e análise da emissão dos gases de efeito estufa (GEE) gerados durante o evento de inauguração, a Fundação Espaço ECO® (FEE®) constatou emissão de 40,5 toneladas de dióxido de carbono equivalente. O valor corresponde às emissões de um caminhão de 14 toneladas circulando a Terra 0,76 vez, ou a 36 idas e voltas da cidade de São Paulo ao Rio de Janeiro. O estudo contemplou o impacto ocasionado pelo deslocamento dos convidados (carro, vôos nacionais e internacionais e ônibus), energia elétrica utilizada (ar condicionado e iluminação) e materiais de divulgação.

Como parte da proposta, a FEE® promoverá a compensação do carbono emitido durante o evento com o plantio de 248 mudas nativas pelo Programa de Educação e Conservação Ambiental Mata Viva®. Em virtude do regime de chuvas, o plantio será realizado no último bimestre de 2015, com local e data a serem definidos e informados posteriormente. O plantio pelos próximos 24 meses pode ser acompanhado pelo site www.espacoeco.org.br/basf-camacari.

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SUSTENTABILIDADE
FEE conclui 30 projetos em 2019

A Fundação Espaço ECO (FEE) finalizou 30 projetos em 2019, um número recorde nos 14 da entidade, instituída e mantida pela BASF. Entre eles, estão estudos voltados para mensuração da ecoeficência de produtos e de processos produtivos, preservação e valorização da biodiversidade, apoio para certificações ambientais e construção de diálogos entre as empresas e seus públicos de relacionamento. "Por meio dos projetos que executamos, contribuímos com as empresas traduzindo a ciência para a linguagem prática dos negócios e aliando nosso conhecimento técnico às necessidades dos clientes. É assim que trazemos a sustentabilidade para o dia a dia das organizações", explicou Rodolfo Viana, diretor-presidente da FEE. Todas as informações podem ser conferidas no Relatório de Atividades referente ao ano de 2019, que reúne as principais atividades e resultados da instituição na América do Sul. O documento está disponível no website http://www.espacoeco.org.br . Um dos projetos desenvolvidos foi o estudo ‘O Futuro dos Plásticos’, onde a FEE realizou a análise de percepção do setor, ouviu cerca de 90 especialistas para compreender os temas mais relevantes para a cadeia dos plásticos, seus impactos e as soluções possíveis ou implementadas. Também realizou uma análise de ecoeficiência para entender os impactos ambientais e os custos econômicos para a substituição de copos plásticos em fábricas e escritório e indicando alternativas mais ecoeficientes. Já na gestão de capital natural, o destaque ficou para o mapeamento da biodiversidade da fazenda Água Santa, da Bem Brasil Alimentos (fabricante de batata pré-frita congelada e flocos desidratados de batata), localizada em Perdizes (MG), incluindo um inventário fotográfico e de vídeo. O mapeamento identificou 230 espécies de aves e 150 espécies de flora do Cerrado e a empresa conseguiu ter um novo posicionamento, valorizando suas melhores práticas e dando visibilidade à biodiversidade presente na fazenda, de onde se origina sua principal matéria-prima. Além disso, em 2019, a FEE contribuiu para a sociedade por meio dos estudos de interesse público, dos quais um deles é o SustenBOT ( http://www.espacoeco.org.br/sustenbot ), ferramenta digital gratuita que, por meio de 10 perguntas, identifica o grau de sustentabilidade da empresa em apenas três minutos, gerando um relatório com o seu nível de maturidade da sustentabilidade. O objetivo é permitir o acesso rápido a dados iniciais de sustentabilidade, promovendo assim mais conhecimento sobre o tema e estimulando o desenvolvimento de iniciativas e projetos no setor empresarial. "Em 2020, completamos 15 anos com o objetivo se seguir atuando como um agente transformador da sociedade e sinalizando o caminho para um futuro mais sustentável", afirma Rafael Viñas, Gerente da Fundação Espaço Eco.

25 de maio, 2020
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VEÍCULOS ELÉTRICOS
BASF investe em materiais para baterias

A BASF anunciou um novo lugar, em Schwarzheide, na Alemanha, para a produção de materiais para baterias de veículos elétricos. A fábrica produzirá materiais de cátodo ativo (CAM) com capacidade inicial que permitirá o fornecimento de cerca de 400 mil veículos elétricos completos por ano, com materiais para bateria da BASF. O projeto modular e a infraestrutura da fábrica alemã permitirão um aumento na produção para que a BASF seja capaz de atender à crescente demanda de clientes no mercado europeu de veículos elétricos. A nova planta usará precursores (PCAM) da base da BASF, anteriormente anunciada, em Harjavalta, na Finlândia. O início das operações das duas fábricas está previsto para 2022. "As fábricas na Finlândia e na Alemanha oferecerão aos nossos clientes o acesso confiável a materiais ativos de cátodo de níquel, sob medida, próximo às instalações de fabricação europeias", afirma Peter Schuhmacher, presidente da divisão de Catalisadores da BASF. Com as fábricas a BASF poderá fornecer material de cátodo ativo com capacidade de produção na Europa, Ásia e Estados Unidos, além de se tornar fornecedora em uma cadeia de suprimentos confiáveis, sustentáveis e com base europeia, que incluirá o fornecimento de metais básicos, principalmente níquel e cobalto, além da produção de precursores e de material catódico dentro de uma região. A planta industrial de Schwarzheide utiliza de uma fábrica de turbina a gás e a vapor com eficiência energética que opera com o princípio da geração combinada de calor e energia. Atualmente, está sendo modernizada para aumentar ainda mais sua ecoeficiência. Até a fábrica de materiais para baterias ser comissionada, a integração de energias renováveis também está sendo planejada. A fábrica em Harjavalta utilizará recursos de energia renovável, incluindo energia hidrelétrica, eólica e com base em biomassa. Esse mix vantajoso de matrizes energéticas fornecerá ao CAM uma pegada muito baixa de CO2. Os aportes da BASF nas fábricas reforçam o compromisso da companhia de atender a agenda da Comissão Europeia em direção a uma cadeia de valor de produção de baterias e fazem parte do "Important Project of Common European Interest (IPCEI)" (Projetos Importantes de Interesse Europeu Comum), aprovado pela Comissão Europeia em dezembro de 2019 sob as regras de auxílio estatal da União Europeia. “Enquanto essas tecnologias não chegam ao Brasil, o potencial maior na região segue com os biocombustíveis, como etanol e biodiesel. A área de Catalisadores, que tem produção local em Indaiatuba, está pronta para suportar projetos e desenvolvimentos, atendendo os desafios que estão surgindo”, afirma Letícia Mendonça, diretora da Unidade de Catalisadores da BASF para a América do Sul.

3 de março, 2020
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PLÁSTICO
FEE realiza pesquisa para debater gestão sustentável

A Fundação Espaço Eco (FEE) realiza até dezembro deste ano uma pesquisa sobre o futuro do plástico com o objetivo de debater a gestão sustentável do material e o ciclo de vida do mesmo. A FEE está mobilizando todas as partes envolvidas na produção, na distribuição, uso e na destinação dos plásticos para compreender melhores soluções para o futuro deste material, assim como identificar as principais incertezas enfrentadas atualmente. A FEE explica que o trabalho é de interesse público e que visa beneficiar a sociedade em geral: “o motivo pelo qual o foco da pesquisa está nos participantes da cadeia do plástico e especialistas é priorizar o que há de informação técnicas e conectar soluções com bases científicas e com maior precisão. Com essa pesquisa vamos conseguir entender as melhores soluções para os plásticos e, assim, proporcionar informação consistente para as empresas”, comenta Rodolfo Viana, presidente da Fundação Espaço ECO. Os resultados serão compilados e devem ser compartilhados com a sociedade no início de 2020. Em paralelo à pesquisa, que pode ser acessada pelo link www.survio.com/survey/q/materialidadedosplasticos , estão sendo realizadas sessões de discussão chamadas de “SustenTalks”. Criadas em conjunto com a BASF, os encontros reúnem empresas envolvidas na cadeia do plástico com o objetivo de gerar ideias para novos modelos de consumo. As sessões são abertas a empresas interessadas no tema, que podem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 2349-3006.

17 de outubro, 2019
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ÁGUA
BASF reduz consumo na América Latina

A BASF estabeleceu meta para reduzir 25% da água captada para cada tonelada de produto fabricado em suas plantas industriais na América do Sul até 2025. No Brasil, a fábrica de Guaratinguetá (SP) reduziu o volume de água utilizada do rio Paraíba do Sul em 81% entre 2002 e 2018, enquanto que em Jacareí (SP) 100% da água rejeitada no processo de desmineralização, devido à concentração de sais, é reaproveitada na fábrica, o que equivale a cerca de 22% de toda a água utilizada no local; e em Santo Antônio da Posse, um sistema de coleta de água de chuva permite a reutilização do recurso para irrigação. Ao todo, a capacidade de armazenamento é de seis milhões de litros de água, possibilitando reduzir as captações subterrâneas. No Peru, a fábrica de Callao recebeu um sistema de recuperação de água de resfriamento nos tanques de monômeros e o consumo hídrico caiu 87%. No Chile, a BASF aplica ferramentas de gestão de recursos hídricos alinhadas à meta global de uso sustentável da água em áreas propensas à escassez hídrica. Cerca de 60% da água utilizada no país andino é para fins industriais e agricultura. Em relação à captação de água, houve redução de 17% de 2017 para 2018 na localidade de Concón. Já na Argentina, na unidade de Santo Tome, foram instalados medidores de vazão de água no processo produtivo de forma a intensificar o controle de indicadores ambientais, enquanto na unidade produtiva de Poliuretanos em Burzaco a água de chuva é captada para irrigação e lavagem de caminhões de carga. A BASF também desenvolve em Guaratinguetá dois projetos de impacto socioambiental: Programa de Incentivo ao Produtor de Água e o Mata Viva. O primeiro programa tem a parceria da prefeitura de Guaratinguetá, da Fundação Espaço ECO (FEE) e outros parceiros e tem como objetivo aumentar a disponibilidade de água na Bacia Hidrográfica do Ribeirão de Guaratinguetá por meio de práticas e manejos de conservação do solo, da recuperação das matas ciliares e da proteção dos remanescentes de vegetação nativa e nascentes, além de incentivar os produtores rurais a conservar áreas de proteção permanente existentes em suas propriedades. Em quase dez anos, o programa já conseguiu restaurar 78 hectares de floresta, realizar a manutenção de outros 143 hectares de florestas existentes e conservar 86 hectares de solo por meio de ações para diminuir processos erosivos. Já o programa Mata Viva é realizado em conjunto com a Fundação Espaço ECO (FEE) e visa desenvolver soluções para proteger as margens de rios e córregos, beneficiar a biodiversidade nos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado e contribuir com a conservação ambiental nas propriedades agrícolas, de forma a aumentar a disponibilização de água no Rio Paraíba do Sul. O projeto já recuperou mais de 300 metros de mata ciliar, atingindo os atuais 132 hectares de cobertura verde, predominantemente coberta por florestas de diferentes idades, uma área equivalente a 185 campos de futebol. Desde o início do programa, mais de 278 mil mudas de diferentes espécies nativas já foram plantadas.

28 de março, 2019
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BASF
Novo comando na CasaE e Casa Econômica

A coordenação da CasaE e da Casa Econômica- as duas casas-modelo da BASF - passa a ser responsabilidade de Jessica Artioli Centurião a partir de 2017. Formada em Administração de Empresas pela ESAGS – FGV e pós-graduada em Gestão de Marketing pela ESPM, Jessica conta ainda com uma trajetória de sete anos no Marketing Regional de Indústria e representante global do segmento. Essa experiência permeou diversas áreas do Marketing, entre elas, Inteligência de Mercado, Gerenciamento de Produtos, Gestão de Projetos, Comunicação e Sustentabilidade. Os dois projetos localizados na zona Sul de São Paulo permanecem abertos à visitação monitorada e gratuita. A Casa Ecoeficiente reúne, em 400m², soluções desenvolvidas pela BASF e por parceiros, servindo como catálogo para profissionais e estudantes que se interessam por inovações e tendências para a indústria da construção, com foco em eficiência, produtividade e sustentabilidade. Já as inovações aplicadas na CasaE representam um gasto para aquisição, instalação e manutenção 21% inferior que os produtos com funções equivalentes em uma casa convencional. Em 40 anos, a CasaE proporciona economia de energia equivalente ao consumo de cerca de 29 residências em um ano, além de poupar em torno de 430 mil litros de água total, que poderia abastecer mais de 2 mil habitantes em um dia, se comparado ao ciclo de vida completo de uma construção tradicional, segundo estudo da Fundação Espaço ECO®. Entre as soluções da Casa Econômica está um projeto de moradia de 32m². O projeto visa reduzir o déficit de moradias urbanas, permitindo construir com mais rapidez, eficiência, redução de mão-de-obra, menos resíduos e maior durabilidade. A estrutura, cobertura e fechamento da Casa Econômica foi montada em três dias, 10 vezes mais rápido que uma construção tradicional. Para visitar, basta fazer a inscrição pelo site www.casae.basf.com.br ou e-mail [email protected] .

27 de janeiro, 2017
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BASF
Lançado edital Conectar para Transformar

A BASF lançou o edital Conectar para Transformar, para selecionar projetos de impacto social, com recursos próprios e com leis de incentivo - 2017. O objetivo é contribuir ainda mais para o desenvolvimento das comunidades onde estão localizadas fábricas da empresa na América do Sul. Nesta seleção, a BASF apoiará projetos que envolvam as áreas de educação científica e ambiental; empregabilidade; e proteção dos recursos naturais e biodiversidade. As inscrições para o Edital BASF Conectar para Transformar, para seleção de projetos de impacto social – 2017, são gratuitas e devem ser realizadas de 10 de agosto a 10 de setembro de 2016. Todas as informações sobre o Edital estão disponíveis no site www.basf.com.br . Para esclarecer dúvidas, a BASF realizará duas reuniões presenciais: em Guaratinguetá, em 23 de agosto, às 14h, e em São Bernardo do Campo, em 25 de agosto, às 19h. Para participar, é necessário fazer inscrição prévia pelo e-mail [email protected] , informando entidade, nome completo, RG e em qual cidade a instituição irá participar. Com a ação, a BASF pretende ampliar o impacto positivo da empresa, conectando os desafios sociais e a estratégia dos negócios, além de contribuir para que a empresa atinja os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). “Contribuir para o desenvolvimento social e proteção ambiental é uma forma de reforçar o comprometimento com os parceiros e clientes e com o sucesso da empresa no longo prazo. Assim, realizamos o propósito ‘We create chemistry – Nós transformamos a química para um futuro sustentável’, que é a estratégia global da empresa”, afirma a diretora de Relações Institucionais da BASF para a América do Sul, Cristiana Brito. A BASF investirá até R$ 80 mil com recursos próprios em cada projeto nos municípios de Guaratinguetá e São Bernardo do Campo, onde estão localizadas as duas maiores fábricas da empresa no Brasil. Para projetos culturais e esportivos com incentivos fiscais serão disponibilizados recursos de acordo com os resultados fiscais da BASF. Neste caso, podem ser contempladas também outras cidades nas quais a BASF atua comercialmente ou tenha unidades fabris.

18 de agosto, 2016
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BAUMINAS
Nova fábrica de PAC em Salvador

A Bauminas Química, empresa especializada em coagulantes para o tratamento de água e efluentes, iniciou as obras de construção da nova unidade de produção de PAC - Policloreto de Alumínio, dentro do seu complexo fabril de Salvador (BA). O investimento total do projeto soma R$ 18,7 milhões e a planta terá capacidade instalada para produzir 34 mil toneladas de policloreto de alumínio por ano. A inauguração está prevista para janeiro de 2017. Uma das principais matérias-primas para a produção do PAC, o ácido clorídrico, também será produzido pela Bauminas Química como subproduto da fabricação de Sulfato de Sódio e Potássio, a partir de sua unidade fabril de Camaçari (BA), que será inaugurada no início do segundo semestre deste ano. O PAC é um coagulante inorgânico com cadeias polimerizadas de alto rendimento que pertence à nova geração de produtos químicos da empresa. Com a verticalização da produção, a Bauminas Química irá disponibilizar o PAC para todo o Nordeste através da Bauminas Log, empresa de logística do Grupo. Além dos projetos no Estado da Bahia, que ainda contará com a ampliação da unidade fabril de Mucuri para atender à demanda do sul da Bahia e de todo o Estado do Espírito Santo, a Bauminas Química inaugurará mais três unidades fabris no segundo semestre de 2016 : Rio de Janeiro (RJ), Luziânia (GO) e Manaus (AM). Com isto, o Grupo passa a ter 15 unidades fabris estrategicamente localizadas no Brasil, fortalecendo um dos seus principais diferenciais, a logística estruturada e inteligente, e ampliando a oferta de coagulantes inorgânicos da nova geração.

21 de junho, 2016
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016