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ORGÂNICOS

Fundação BB incentiva agroecologia

Produzir alimentos orgânicos e agroecológicos de forma sustentável por meio da mobilização das comunidades locais diversifica a produção e promove a geração de renda. Sendo assim, a Fundação Banco do Brasil assinou convênio, no final de 2015, para implantar mais 550 unidades da tecnologia social Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS), nos municípios de Belo Horizonte (MG), Catalão (GO), Eldorado (SP) e Erechim (RS). Por meio da agricultura sustentável, os projetos pretendem gerar trabalho, renda e melhorar a alimentação de cerca de 550 famílias camponesas atingidas por barragens. O investimento social da Fundação Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será de R$ 5,3 milhões. Até o ano passado a Fundação BB apoiou a implantação de cerca de 12 mil unidades da tecnologia social em todo o Brasil. Na última década (2006-2015), foram investidos R$ 134 milhões, dos quais R$ 50,1 milhões aportados pela Fundação BB e R$ 83,9 milhões pelo BNDES. A unidade da tecnologia social consiste em uma horta com formato circular, irrigada por gotejamento e um galinheiro ao centro para a geração de adubo orgânico e proteína alimentar. As famílias recebem assistência técnica, um kit com sementes, sistema de irrigação e outros materiais para a produção orgânica.

Produzir alimentos orgânicos e agroecológicos de forma sustentável por meio da mobilização das comunidades locais diversifica a produção e promove a geração de renda. Sendo assim, a Fundação Banco do Brasil assinou convênio, no final de 2015, para implantar mais 550 unidades da tecnologia social Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS), nos municípios de Belo Horizonte (MG), Catalão (GO), Eldorado (SP) e Erechim (RS). Por meio da agricultura sustentável, os projetos pretendem gerar trabalho, renda e melhorar a alimentação de cerca de 550 famílias camponesas atingidas por barragens.

O investimento social da Fundação Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será de R$ 5,3 milhões. Até o ano passado a Fundação BB apoiou a implantação de cerca de 12 mil unidades da tecnologia social em todo o Brasil. Na última década (2006-2015), foram investidos R$ 134 milhões, dos quais R$ 50,1 milhões aportados pela Fundação BB e R$ 83,9 milhões pelo BNDES.     

A unidade da tecnologia social consiste em uma horta com formato circular, irrigada por gotejamento e um galinheiro ao centro para a geração de adubo orgânico e proteína alimentar. As famílias recebem assistência técnica, um kit com sementes, sistema de irrigação e outros materiais para a produção orgânica.

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ARTIGO
O que é Agroecologia?

Por Rafael Morais Chiaravalloti * Agroecologia não é uma palavra complexa. Em uma definição livre. Poderíamos dizer que se trata de uma prática agrícola que apresenta aspectos ecológicos. No entanto, como grande parte das palavras com definições simples dentro da biologia (como a própria palavra ecologia), a aplicação do seu conceito é bem mais complicada. A combinação de um conceito simples com uma aplicação complexa faz com que, muitas vezes, o sentido e o impacto positivo da agroecologia sejam desconhecidos de parte da população. Para respondermos com mais segurança o que é agroecologia, é preciso entender como a natureza se constitui e como a agricultura tradicional interage com ela. Hoje, existem na natureza aproximadamente 8,7 milhões de espécies. Cada representante de uma dessas espécies que existem no nosso planeta interage com a natureza e com membros da sua comunidade, criando uma complexa rede de interdependência. O ser humano, como membro desse conjunto de organismos que existem na Terra, também, por milhares de anos (cerca de 340 mil anos), teve que lutar por sua sobrevivência, principalmente indo buscar o seu alimento nas florestas ou savanas. No entanto, há cerca de 10.000 anos essa relação mudou. Comunidades espalhadas pelo mundo criaram a agricultura, controlando a disponibilidade e abundância de recursos naturais. A agricultura foi fundamental para desenvolver a sociedade atual com pessoas fixadas a um lugar, com tempo para se dedicar a outras atividades, como investigações de curas de doenças ou mesmo respostas para padrões do universo. No entanto, a agricultura tradicional é basicamente uma simplificação da natureza. Uma floresta que continha inúmeras espécies da flora ou uma savana que permitia a presença de centenas de animais, devido aos nichos ecológicos, são simplificadas quando transformadas em áreas agrícolas tradicionais, com o modelo predominante de monocultura extensiva. Estima-se que o ser humano, principalmente por meio da expansão agrícola, acelerou o processo de extinção natural em mais de 1.000 vezes. Dados têm mostrado que, se continuarmos as mesmas taxas de expansão sobre áreas naturais, outras 1 milhão de espécies correm o risco de serem extintas nos próximos anos. O problema dessa grande extinção em massa é que sempre dependeremos da natureza para sobreviver. A simplificação causada pela agricultura reduz drasticamente a quantidade de serviços ecológicos, como polinização, água potável ou mesmo equilíbrio climático. Sem tais serviços ambientais, nossa sociedade fica fadada ao mesmo destino daquelas que nós mesmos eliminamos. Por exemplo, secas extremas, grandes furacões ou mesmo o aumento do nível do mar estão indiretamente ligados à expansão agrícola no mundo. Portanto, é fundamental encontrarmos um equilíbrio. E é aí que entra a agroecologia ou as práticas agrícolas que preservam parte da complexidade ecológica que seriam perdidas caso fosse utilizado um sistema tradicional. A relação entre produção e preservação (ou agroecologia) pode ter diversos níveis, dependendo da escala. Podemos ter desde uma fazenda de 100 hectares até uma horta caseira como uma produção agroecológica. No entanto, o resultado ambiental de cada um será diferente, assim como a complexidade de implementar o sistema. Um exemplo interessante vem do Pontal do Paranapanema, em São Paulo, onde o IPE (Instituto de Pesquisas Ecológicas), junto com assentados rurais, implementou o programa Café com Floresta. A idéia é que os produtores e produtoras rurais plantem café e outras culturas como feijão, milho e mandioca, em consórcio com árvores nativas da Mata Atlântica. A sombra criada pela floresta permite a produção de um café de altíssima qualidade em uma região que não seria apta a essa cultura caso fosse utilizado um sistema tradicional de monocultura. A utilização do feijão também ajuda na melhoria do sistema, pois ele fixa nitrogênio no solo e promove o melhor desenvolvimento tanto das outras culturas anuais como da floresta. Por fim, os galhos e folhas das árvores ajudam na produção de adubo. E nesse mesmo local, onde os assentados produzem grande parte da sua renda, a floresta permite a presença de diversos animais. Muitas dessas áreas de agroflorestas no Pontal do Paranapanema são habitadas por antas, tamanduás ou mesmo onças pintadas. Ou seja, é a produção agrícola alinhada à proteção da complexidade da natureza. Hoje, já é provado cientificamente que a agroecologia atrai uma maior quantidade de aves e outros animais. No entanto, não é uma tarefa fácil. Grandes sistemas agroflorestais exigem atenção, cuidado contínuo e manejo. A regra é sempre a mesma: quanto maior a complexidade da natureza presente, maior deve ser o tempo gasto com o manejo na produção. Outro exemplo interessante é a produção de mel orgânico no Pantanal. Alguns estudos têm mostrado que grande parte do mel que consumimos no mundo está contaminada com agrotóxicos. Não que os produtores e produtoras utilizem defensivos nas colmeias, mas grande parte das flores utilizadas pelas abelhas está contaminada. E quanto mais agrotóxicos utilizados, menos biodiversidade. Para tentar driblar este problema, a ONG ECOA e as Comunidades tradicionais do Pantanal começaram a produzir mel em uma região altamente isolada de qualquer contato com defensivos agrícolas. Eles implementaram diversas caixas em uma região que fica a 24 horas de barco da cidade mais próxima, garantindo assim que as abelhas apenas acessem floras sem contaminantes. O mel já foi testado e aprovado por diversos institutos de pesquisa. Ao mesmo tempo, não precisamos ter uma floresta dentro de casa ou nos mudarmos para o interior do Pantanal para aderirmos à agroecologia. Hortas urbanas dentro das casas ou em espaços públicos podem ser excelentes exemplos de agroecologia. Elas produzem alimento e ao mesmo tempo preservam a complexidade da natureza; ou por atrair pequenos pássaros, insetos, abelhas ou por evitar que o resíduo orgânico seja desperdiçado de maneira incorreta e acabe afetando a biodiversidade de maneira indireta. Claro, o resultado ambiental é menor do que o alcançado por uma agrofloresta no Pontal do Paranapanema ou uma produção de mel orgânico no Pantanal, mas o manejo, cuidado e o tempo gasto também são menores. Cabe a cada um adequar à sua realidade. Vale lembrar também que a agroecologia transborda suas consequências para outras esferas do relacionamento humano para além da interação com a natureza. Ela propõe mudanças nas relações do ser humano com os seus pares e consigo mesmo. A invenção da agricultura, que permitiu um grande desenvolvimento da espécie humana, ao mesmo tempo levou a inúmeros desafios, tanto ecológicos como sociais. A agroecologia, portanto, é uma maneira de repensarmos como promover a complexidade da natureza e uma melhor convivência. Os exemplos do Pontal do Paranapanema e do Pantanal alinham a agroecologia com a promoção da qualidade de vida de comunidades muitas vezes à margem da nossa sociedade. Nesse sentido, os programas também apoiam uma maior igualdade e bem-estar social dessas pessoas. Podemos dizer assim que a agroecologia não é um caminho fácil. Como grande parte das ações que promovem um mundo um pouco melhor e mais justo, demanda tempo, cuidado, articulação de pessoas e instituições e, claro, investimento em recursos e novas técnicas. No entanto, o caminho já existe. E quanto mais pessoas passam por ele, mais ele fica claro e aparente para os próximos que virão. Cabe a cada um de nós repensar nossas atitudes e buscar maneiras de apoiar, cada vez mais, iniciativas de agroecologia. * Rafael Morais Chiaravalloti é PhD em Antropologia, Desenvolvimento e Ambiente pela Universidade Colégio de Londres, e pesquisador do IPE-Instituto de Pesquisas Ecológicas, São Paulo e do Smithsonian Conservation Biology Institute, Washington. Texto originalmente publicado na Revista EOnline do Sesc São Paulo junto a uma série de vídeos que mostram iniciativas que se relacionam ao tema da agroecologia. Para saber mais, clique em https://www.sescsp.org.br/online/artigo/14862_O+QUE+E+AGROECOLOGIA

1 de dezembro, 2020
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MANANCIAIS
Fundação BB e Copasa lançam edital

A Fundação Banco do Brasil e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) irão credenciar entidades sem fins lucrativos em 120 municípios de Minas Gerais. A parceria visa promover ações de conservação e recuperação de nascentes e mananciais do estado. O credenciamento será feito via edital e prevê recursos de R$ 2,5 milhões para dar continuidade ao programa Pró-Mananciais, que já atua na proteção e conservação de mananciais usados pela empresa mineira no abastecimento da rede pública. Estão previstas no edital as reaplicações de quatro tecnologias sociais certificadas pela Fundação BB e que integram o Banco de Tecnologias Sociais - SAF – Sistemas agroflorestais (uso ou manejo da terra que reúne culturas agrícolas e espécies arbóreas, de maneira consorciada e que serve de base para a agricultura orgânica); Biodigestor Sertanejo (produção de gás a partir de esterco animal), Fossa Séptica TeVap (tratamento e disposição final dos dejetos do vaso sanitário domiciliar) e Cisterna de Placas Ferrocimento (alternativa usada na captação de água da chuva). O Banco de Tecnologias Sociais reúne todas as metodologias certificadas pela Fundação BB desde 2001 e está disponível no link tecnologiasocial.fbb.org.br. As entidades interessadas devem realizar as inscrições até 18 de abril de 2019. As localidades onde serão reaplicadas as tecnologias sociais foram indicadas pela Copasa e estão relacionadas com as bacias hidrográficas de cada região do estado de Minas Gerais.

7 de março, 2019
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AMAZÔNIA
BB e Natura firmam parceria em projetos

A Natura e o banco do Brasil assinaram parceria inédita para fortalecer o uso de produtos e serviços da sociobiodiversidade da Amazônia, a partir do apoio a projetos nas áreas de inovação, pesquisa e produção sustentável que beneficiem comunidades agroextrativistas da região. O primeiro projeto a ser desenvolvido é focado na produção sustentável e irá atender mais de 200 famílias de quatro comunidades da região do Baixo Tocantins (PA). O projeto irá fornecer capacitação técnica às cooperativas e à adoção de tecnologias sociais adaptadas à agricultura familiar e ao agroextrativismo sustentável. O investimento inicial no projeto, de R$ 190 mil, será aportado pela Fundação Banco do Brasil para a construção de 10 secadores solares de alta eficiência, que vão melhorar a qualidade da produção de andiroba e murumuru, ingredientes da biodiversidade usados pela Natura em seus produtos. A parceria prevê ainda fornecimento de 40 cadeiras para a coleta de patauá das palmeiras pelas comunidades extrativistas da região. Em contrapartida, a Natura irá fornecer, por meio de sua área de Gestão de Relacionamento e Abastecimento com Comunidades, capacitações e assistência técnica para essas famílias, de forma que consigam melhorar a qualidade dos óleos e tenham maior segurança na coleta do patauá. O convênio entre Natura e Fundação Banco do Brasil soma esforços; ela é uma sinergia entre empresas que acreditam que os negócios podem estar a serviço da geração de impacto positivo no meio ambiente e na sociedade”, afirma Josie Romero, vice-presidente de Operações e Logística da Natura. “Lado a lado, vamos alavancar a inovação na região amazônica, contribuir com a capacitação técnica de cooperativas e beneficiar a população local”, complementa. As comunidades beneficiadas no Pará pelo primeiro projeto são a Cooperativa Mista Agroextrativista de Santo Antônio do Tauá – Camtauá - Santo Antonio do Taúa ; Cooperativa dos Fruticultores de Abaetetuba(Cofruta) – Abaetetuba; Cooperativa de Resistência de Cametá (CART) – Cametá e a Associação de Moradores e Agricultores de Jauari Caminhando com Cristo – J Mojú. O diretor de Gestão de Pessoas, Controladoria e Logística da Fundação Banco do Brasil, Valter Coelho de Sá, comenta que a parceria com a Natura proporcionará melhoria de vida para as pessoas através de iniciativas que promovam a inclusão socioprodutiva e o desenvolvimento sustentável. “A experiência e a atuação das duas empresas na região possibilitam uma maior transformação social”.

9 de agosto, 2017
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CONSERVAÇÃO AMBIENTAL
Embrapa recebe R$ 33,7 milhões para Amazônia

O Fundo Amazônia destinará R$ 33,7 milhões à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para projetos de pesquisa para recuperação, conservação e uso sustentável no bioma. Os recursos virão da Noruega, principal doador do Fundo Amazônia. O acordo de cooperação técnica foi assinado entre a Embrapa, a Fundação Eliseu Alves (FEA) e o BNDES, gestor do Fundo Amazônia, com a presença das ministras Izabella Teixeira (Meio Ambiente) eKátia Abreu (Agricultura). A parceria integra o Projeto Integrado da Amazônia e terá duração de 36 meses. “Temos números que mostram que proteção e preservação total devem andar juntos”, enfatizou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. A ministra Kátia Abreu lembrou que a contribuição do governo da Noruega, ao aderir ao Fundo Amazônia, há dez anos, “foi de importância vital para a preservação da Amazônia”. Segundo Kátia Abreu, “este acordo é um fato histórico, que confirma a conexão de esforços da Agricultura, do Meio Ambiente, do sistema financeiro que se preocupa com a questão ambiental, e da nossa instituição de pesquisa”. O acordo apoiará a execução de projetos das unidades descentralizadas da Embrapa. Serão beneficiados os pequenos agricultores, comunidades tradicionais, ribeirinhos, pescadores artesanais e extrativistas, entre outros. Receberão apoio projetos de pesquisa e de transferência de tecnologia voltados ao monitoramento do desmatamento e da degradação florestal e serviços ecossistêmicos; restauração, manejo florestal e extrativismo; uso de tecnologias sustentáveis para a Amazônia; e aquicultura e pesca. O Presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse que o acordo “tem potencial imenso como fonte geradora de renda e de emprego, oferecendo condições de ocupação econômica e competindo com as atividades predatórias, como ocorre com o desmatamento, sendo que a inteligência de combate a esse problema começa pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR)”. Os recursos também serão destinados à realização de oficinas de planejamento, de gestão de rede de pesquisa, de acompanhamento dos projetos individuais apoiados e de articulação com instituições parceiras. Estão incluídos aí, entre outras propostas, o desenvolvimento de um sistema de informática próprio da Embrapa, com o objetivo de aprimorar os indicadores de monitoramento dos projetos apoiados.

13 de abril, 2016
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MICROBACIAS II
Governo paulista investe R$ 83 milhões em projeto

O Governo do Estado de São Paulo já investiu R$ 83,97 milhões no Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável - Microbacias II – Acesso ao Mercado. Considerado “emancipador”, o projeto já ajudou milhares de produtores rurais vinculados a mais de 200 associações e cooperativas. Com os recursos, essas organizações conseguiram reforçar e ampliar a capacidade de negociação coletiva dos agricultores, além de aumentar as oportunidades de negócios, principalmente na agricultura familiar. O Microbacias II possibilita ao produtor elaborar um plano de negócios para agregar valor à sua produção e elevar sua renda. “O governador Geraldo Alckmin demonstrou todo o seu apreço pelo projeto quando, no ano passado, buscou, junto aos Ministérios da Fazenda, e do Planejamento, Orçamento e Gestão a prorrogação até setembro de 2017 do Microbacias II para continuar fomentando os planos já em andamento e principalmente os novos projetos, estimulando a agricultura sustentável e a valorização da nossa agricultura”, afirmou o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim. O Programa é executado pela Secretaria da Agricultura e Abastecimento, por intermédio da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), e da Secretaria do Meio Ambiente, por meio da Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN), com financiamento parcial do Banco Mundial, no valor de US$ 130 milhões, sendo US$ 78 milhões do BIRD e US$ 52 milhões do Estado de São Paulo. Segundo Arnaldo Jardim, o projeto tem como objetivo apoiar iniciativas de negócios, apresentados por associações ou cooperativas, preparando o pequeno produtor para atender às demandas, além de agregar valor a sua produção. “O Microbacias II possibilita que o homem do campo se desenvolva, cresça e crie novas oportunidades de acesso ao mercado, aumentando a produtividade e gerando renda. Estamos seguindo a determinação do governador Geraldo Alckmin”, disse.As propostas de negócio aprovadas e acompanhadas pelo Projeto estão distribuídas em todo o Estado, beneficiando diretamente 6.267 famílias de produtores rurais, dos quais 5.819 são agricultores familiares.

24 de fevereiro, 2016
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
BB oferece crédito para bens e serviços sustentáveis

O Banco do Brasil começou a oferecer linha de crédito exclusiva para aquisição de bens e serviços sustentáveis. Com a linha, o BB quer incentivar o planejamento de famílias, empresas e propriedades rurais na aquisição e instalação de equipamentos de eficiência energética, capacitação e reuso de água, com a alternativa da compra pelo consórcio que tem baixo custo financeiro e facilita o planejamento da compra e/ou instalação do bem. “O modelo é semelhante ao do consórcio tradicional, mas com modelagem diferenciada para a compra de produtos com viés ambiental e eficiência energética. Começamos a oferecer o consórcio sustentável aos nossos clientes durante o mês de maio. A ideia é avaliar a receptividade ao produto”, explica Asclepius Ramatiz Soares, Gerente-Geral da Unidade Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil. O BB comercializa cotas para a compra de equipamentos que ofereçam mais economia, eficiência, e sustentabilidade, como as placas fotovoltaicas, sistemas de captação e reuso de água, luminária solar, sistema de bomba solar, bicicletas e bicicletas elétricas, climatizador evaporativo e energia solar térmica. As cartas de crédito para os bens sustentáveis variam entre R$ 1,5 mil R$ 7 mil, com planos de até 36 meses e taxas de administração a partir de 0,55% ao mês. Já o segmento de serviços possibilita o pagamento por serviços especializados para a instalação e funcionamento dos bens adquiridos, como a instalação de sistemas de energia solar e de captura e reuso de água da chuva. As cartas de crédito vão de R$ 1,5 mil a R$ 15 mil, com planos de até 30 meses e taxas de administração a partir de 0,56% ao mês. “Esse novo olhar para os negócios proporciona uma transição para a Economia Verde, que resulta em melhoria do bem-estar humano e da igualdade social ao mesmo tempo em que reduz significativamente os riscos ambientais e a escassez ecológica”, avalia o Ramatiz. As linhas de crédito estão disponíveis para pessoas físicas e jurídicas. O interessado é contemplado por sorteio, com base nos resultados da Loteria Federal, ou por meio de lance. Não há taxa de adesão, incidência de juros ou IOF. As parcelas são debitadas em conta e os não correntistas podem pagar por meio de boleto bancário. As cartas de crédito podem ser adquiridas nas agências do Banco do Brasil, no site do Banco na Internet, Central de Atendimento ou pelos terminais de autoatendimento.

23 de junho, 2015