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ÁGUA

Instituto Mosaic premia projetos

Instituto Mosaic premia projetos

Os projetos são de nove estados brasileiros e visam iniciativas de gestão e preservação de recursos hídricos.

Responsável pela estratégia de desenvolvimento social da Mosaic Fertilizantes, o Instituto Mosaic anunciou os 15 projetos selecionados na 4ª edição do Edital da Água. Os projetos são de nove estados brasileiros e visam iniciativas de gestão e preservação de recursos hídricos garantindo água e saneamento básico nas regiões de atuação da empresa no Brasil. “Nesta edição, percebemos uma evolução na maturidade dos projetos, com ideias bem estruturadas e com indicadores de performance muito bem definidos”, disse Paulo Eduardo Batista, diretor-executivo do Instituto Mosaic. Para Batista, isso só reforça a atuação da empresa em engajar as comunidades para promover soluções que promovam o desenvolvimento socioeconômico para determinada região, desde que tenha conexão com a missão social e de sustentabilidade da companhia.

As iniciativas inscritas foram analisadas de acordo com o regulamento e escolhidas por um júri formado por conselheiros do Instituto Mosaic e profissionais especialistas da área. “Também tivemos este ano uma categoria de Diversidade e Inclusão, que estimulou projetos de atendimento a grupos historicamente excluídos, dando a eles pontuação extra na hora da seleção”, comenta o diretor. A formalização das doações acontecerá até o final de julho, sendo que cada projeto receberá até R$ 45 mil durante a implementação da proposta. Os projetos serão acompanhados durante um ano, sendo que os projetos selecionados começam a ser executados em agosto.

O Edital da Água tem o IDIS (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social) como parceiro técnico e responsável pela gestão. Desde sua criação, em 2019, o programa já beneficiou 36 projetos e 2091 pessoas diretamente.

Em São Paulo, a Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (UNESP) desenvolveu no Município de Cajati o projeto ‘Bioeconomia e Inovação social: Abordagem para integração da juventude, produção de alimentos e conservação dos recursos na Mata Atlântica’, enquanto a Associação de Agricultores e Produtores Quilombolas de Peropava, em Registro, aplicou o ‘Água boa é para beber, irrigar, cultivar e viver: luta e resistência no Quilombo Peropava’. Ainda no Sudeste, a Sociedade Educacional Uberabense construiu a ‘Escola sustentável, comunidade saudável: coleta da água da chuva e educação socioambiental’ em escola pública do bairro Jardim Uberaba, Uberaba (MG).

Já a Associação RENOVAR, em Alfenas, elaborou estudo ambiental de quatro nascentes urbanas do município; realização de melhorias na nascente do projeto ‘Agrofloresta do bairro Boa Vista’, com doação de mudas para reflorestamento das margens de córregos urbanos do município, enquanto a Associação Cerrado Vivo para Conservação da Biodiversidade capacitou comunidades em tecnologia de coleta e tratamento de esgoto como forma de proteção da sub-bacia do Ribeirão Salitre, em Patrocínio (MG). Outros dois projetos mineiros são o ‘Recuperar e monitorar nascentes para aumentar a vazão no Rio Uberaba’, do Instituto Agronelli de Desenvolvimento Social – IADES, e o ‘Cooper Nascentes’, da Coopercitrus Cooperativa de Produtores Rurais, nos municípios de Araxá, Alfenas, Conquista, Delta, Patos de Minas, Patrocínio, Sacramento, Tapira e Uberaba.

No Nordeste, a Associação Quilombola do Povoado Patioba desenvolveu o ‘Educação, preservação e geração de renda através da água’ na cidade de Japaratuba (SE). Outro projeto sergipano é da Fundação Mamíferos Aquáticos nos municípios de Rosário do Catete e Barra dos Coqueiros, onde acontece o ‘Conhecer para conservar: A educação ambiental como ferramenta de recuperação do rio Japaratuba’. No Maranhão, o Instituto Ecos de Gaia desenvolve o ‘Cinturão mais Verde’ na capital São Luís, enquanto na Bahia é desenvolvido em Barreiras o projeto ‘Produção agroecológica que integra vida e alimento’, da Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares (COOMAF).

A Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) desenvolve o projeto ‘Uso da energia solar para remoção de dejeitos de defensivos agrícolas em água e geração de energia elétrica’ na capital Campo Grande (MS), enquanto em Goiás a Fundação de Apoio à Pesquisa – FUNAPE (UFCAT) aplica o ‘Águas Futuras no Cerrado: estudos ambientais integrados na Bacia Hidrográfica do Rio São Bento’ no município de Catalão (GO).

No Rio Grande do Sul, a FAPEG – Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Edmundo Gastal promove o projeto ‘Melhorias na água e economia circular em pequenas propriedades’ em Rio Grande e no Paraná, em Paranaguá, acontece o ‘Automação no sistema de tratamento de água da Comunidade Maria Luiza’, promovido pela Associação dos Usuários do Sistema de Abastecimento de Água da Colônia Maria Luiza – ASA.

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SINDCON
Anunciados vencedores do 1º Prêmio Sustentabilidade

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Houve também redução na utilização de recursos naturais e da emissão de gases poluentes, autonomia para equipes operacionais, agilidade e eficiência na prestação de serviços, melhor relacionamento dos colaboradores com moradores e com a própria concessionária e elevação dos indicadores de saúde dos colaboradores das unidades. Na categoria Gestão, o vencedor foi o projeto “Análise Multicritério para suporte à decisão aplicada em companhias de saneamento”, da Uniáguas (Grupo Latam Water). O projeto foi desenvolvido por Elizete Vieira Fazza e contou com Janaina Correia Fiorentino na equipe. A segunda colocação é do projeto “Sistema de Gestão Ambiental : auditorias ambientais”, das Águas Guariroba, empresa do Grupo Aegea. Fernando Henrique Garayo Junior desenvolveu todo o projeto. Em terceiro, “Supressão da ligação de esgoto”, da Sanessol, pertencente ao Grupo CAB Ambiental. Elizabete Ap. 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São Sebastião obteve queda no IPL de 1.106 para 254 entre outubro de 2013 e dezembro do ano passado. Com o programa, registrou-se acréscimo de novos clientes e regularização de ligações clandestinas. Em Goytacazes, a economia cresceu 2,77% e com as regularizações, o faturamento aumentou 15,45%. Já em São Sebastião, a economia chegou a 43,62%, enquanto o faturamento teve incremento de 73,87% por causa da regularização das ligações clandestinas.

12 de agosto, 2015