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É possível constatar que equilibrar a universalização do saneamento básico com o crescimento populacional e a realidade brasileira segue sendo uma tarefa complexa.

As consequências também impactam o futuro profissional, já que jovens que crescem em locais sem acesso ao saneamento tendem a ingressar no mercado de trabalho com menor escolaridade média.

Estudo do Instituto Trata Brasil aponta que cada R$ 1 investido em água e esgoto pode retornar R$ 3,70 em benefícios sociais no estado.

Segundo dados do SINISA, ano-base 2023, 40,31% da água produzida nos sistemas de distribuição é perdida antes de chegar aos consumidores.

Um estudo do Instituto Trata Brasil entre os 100 municípios mais populosos do Brasil em 2023 mostrou que 14 apresentaram perdas na distribuição superiores a 50%.

Projetos têm previsão de conclusão nos próximos dois anos e prometem impulsionar o setor com R$ 62 bilhões em investimentos.

O desperdício resulta em impactos negativos ao meio ambiente, à receita e aos custos de produção das empresas, o que deixa mais caro o sistema como um todo, prejudicando, em última instância, todos os usuários.

O Maranhão liderou os casos com 32,1 mil internações, seguido pela Bahia com 24,2 mil casos, Ceará com 12,2 mil e Pernambuco com 8,2 mil.
