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ÁGUA PURA

P&G expande programa na Bahia

A P&G, em parceria com a Fibria, empresa produtora de celulose de eucalipto, anunciou a expansão do programa ‘Água Pura para Crianças’ para oito comunidades do extremo Sul da Bahia. Cerca de 1.700 pessoas de locais como São Benedito e Vale me Deus, dentre outras áreas já acessadas pelos diversos projetos sociais da Fibria, serão beneficiadas com acesso à água potável. “Temos em nosso DNA a inovação e a utilizamos em tudo o que fazemos, inclusive para melhorar a vida de comunidades inteiras pelo mundo que não possuem acesso a esse direito básico de todo cidadão, a água potável. Nosso objetivo é ajudar, principalmente, no desenvolvimento de crianças, oferecendo sachês de 4 gramas capazes de purificar, em apenas meia hora, 10 litros de água imprópria”, diz Valentina Menoni, Supervisora de Comunicação Corporativa da P&G. Iniciado em 2014 no Brasil, o programa já atende a mais de 36 mil pessoas nas comunidades ribeirinhas do Amazonas e no Vale do Jequitinhonha, possui previsão de atendimento a 860 pessoas apenas na primeira etapa da expansão. A Fibria contará agora com o ‘Água Pura Para Crianças’ entre os diversos projetos sociais que oferece, muitos dos quais voltados para educação, desenvolvimento e agricultura. A expectativa é purificar mais de 620 mil litros de água em um ano. Para que isso aconteça, a previsão é que a P&G incremente em, aproximadamente, 10% seus investimentos feitos no programa no Brasil.

A P&G, em parceria com a Fibria, empresa produtora de celulose de eucalipto, anunciou a expansão do programa ‘Água Pura para Crianças’ para oito comunidades do extremo Sul da Bahia. Cerca de 1.700 pessoas de locais como São Benedito e Vale me Deus, dentre outras áreas já acessadas pelos diversos projetos sociais da Fibria, serão beneficiadas com acesso à água potável. “Temos em nosso DNA a inovação e a utilizamos em tudo o que fazemos, inclusive para melhorar a vida de comunidades inteiras pelo mundo que não possuem acesso a esse direito básico de todo cidadão, a água potável. Nosso objetivo é ajudar, principalmente, no desenvolvimento de crianças, oferecendo sachês de 4 gramas capazes de purificar, em apenas meia hora, 10 litros de água imprópria”, diz Valentina Menoni, Supervisora de Comunicação Corporativa da P&G. 
 
Iniciado em 2014 no Brasil, o programa já atende a mais de 36 mil pessoas nas comunidades ribeirinhas do Amazonas e no Vale do Jequitinhonha, possui previsão de atendimento a 860 pessoas apenas na primeira etapa da expansão. A Fibria contará agora com o ‘Água Pura Para Crianças’ entre os diversos projetos sociais que oferece, muitos dos quais voltados para educação, desenvolvimento e agricultura. A expectativa é purificar mais de 620 mil litros de água em um ano. Para que isso aconteça, a previsão é que a P&G incremente em, aproximadamente, 10% seus investimentos feitos no programa no Brasil.

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SEMIÁRIDO
Venda da água ajuda região mais seca

Lançada em março deste ano, a água AMA já bateu a marca de R$1 milhão em lucro de vendas. O valor é todo revertido às comunidades do Semiárido brasileiro em projetos que levam água às famílias da região mais seca do Brasil. Até o momento, o projeto já beneficiou mais de seis mil pessoas com a construção de poços para captação de água ou adutora, além de uma mini-usina gerada por sistema fotovoltaico para distribuição da água a um baixo custo. Para colocar os projetos em prática, a AMA direciona os recursos para o SISAR – Sistema Integrado de Saneamento Rural - que administra a maioria dos sistemas de água rurais do Ceará. “Quanto mais pessoas escolherem AMA, mais pessoas no semiárido terão acesso à água. Isto abre portas para a melhora na qualidade de vida destas famílias. Já temos planos para sete novas comunidades, além de incentivos para projetos inovadores de acesso à água desenvolvidos por empresas júniores e startups”, comemora Carla Crippa, diretora de Sustentabilidade da Ambev e co-criadora de AMA. “Este resultado mostra que os consumidores brasileiros estão abertos a produtos com causas sociais”, complementa. Além da segunda edição do Desafio Ama, vencido pela Sea Jr, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com o projeto de aquaponia, que recebeu aporte de R$ 30 mil para implementação em Sítio Caiçara, a Ambev lançou parceria com o Yunus Negócios Sociais, a Aceleradora AMA. Já foram selecionados quatro projetos inovadores para geração, tratamento e distribuição de água. Até janeiro de 2018, os empreendedores selecionados, que são dos Estados Unidos, Itália, Ceará e Bahia, terão a mentoria de profissionais especializados, de acordo com as necessidades de cada negócio, incluindo um módulo especial sobre tecnologia ministrado pela Singularity University, referência em inovação do Vale do Silício.

24 de novembro, 2017
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ÁGUA
Xylem vai investir US$ 300 milhões até 2018

A Xylem, empresa mundial em fornecimento de tecnologia de água, anunciou que pretender investir pelo menos US$ 300 milhões em atividades de pesquisa e desenvolvimento focado em água em todo mundo até 2018. Além dos investimentos financeiros, a empresa, por meio do seu programa de cidadania corporativa global focada em água, a Watermark, tem a meta de registrar 100 mil horas de trabalho voluntário dos funcionários ao longo dos próximos três anos em uma variedade de atividades para angariar fundos e conscientização sobre as questões da água, bem como para fornecer e proteger os recursos hídricos para muitas das comunidades mais vulneráveis. Entre as atividades recentes, no dia 20 de março a empresa realizou, em São Paulo, uma caminhada de 3 km com colaboradores visando aumentar a conscientização sobre a crise global de recursos hídricos. “Os eventos são parte do Watermark, um programa da Xylem de cidadania corporativa e investimento social cujo objetivo é alcançar as comunidades carentes ao redor do mundo e educar pessoas sobre as questões da água”, disse Mario Ramacciotti, Diretor Geral da empresa. O executivo explica que o Watermark compreende ao todo quatro programas: Limpeza de Fontes de Água, Apresentações sobre a Água e Monitoramento da Água, além das Caminhadas Para os Eventos de Água. “A ideia é que, entre 2016 e 2018, os colaboradores da companhia em todo o mundo efetuem 100 mil horas de trabalho voluntário”, afirma.

29 de março, 2016
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DESSANILIZAÇÃO
Paraíba ganha três sistemas do PAD

No dia 02 de outubro, o estado da Paraíba recebeu, através do Programa de Água Doce (PAD), três sistemas de dessalinização recuperados. Dois irão atender às sedes dos municípios Serra Branca e Parari, enquanto o terceiro fornecerá água potável à comunidade rural de Sítio Farias, em Parari. Os três sistemas de dessalinização beneficiarão 5.800 pessoas que sofrem com a escassez de água na região. “Além das famílias, os sistemas de dessalinização das sedes municipais também abastecem instituições como escola, creche, posto de saúde, presídio, fórum, delegacia”, diz o coordenador Estadual do PAD, Robi Tabolkados Santos. “As comunidades de Serra Branca e Parari estavam em uma situação grave sem os dessalinizadores”. O PAD é uma ação do Governo Federal, coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com instituições federais, estaduais, municipais e sociedade civil que visa estabelecer uma política permanente de acesso à água de qualidade para o consumo humano. O PAD incorpora cuidados técnicos, ambientais e sociais na recuperação e gestão de sistemas de dessalinização. “Temos nove convênios em andamento e até 2016 estaremos beneficiando 500 mil pessoas, explica o coordenador Nacional do Água Doce, Renato Saraiva. “Os Estados estão a todo vapor tocando as obras e entregando os sistemas.” O convênio com a Paraíba é de R$ 21 milhões e visa a implantação, recuperação e gestão de 93 sistemas de dessalinização que vão beneficiar 12 mil famílias. Os moradores de Sítio Farias contam com cisternas no período de chuva, mas na seca há apenas a água do dessalinizador. “Pra gente isso é uma riqueza. Água doce, potável, tratada. Os açudes, agora, estão todos secos, se não fosse essa água a gente tava passando sede. E mesmo quando tem água no açude, não é água boa assim, tratada, não se compara com essa água”, destaca Jaqueline Lima de Almeida, que reside na comunidade rural.

8 de outubro, 2015