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ÁGUA POTÁVEL

PWTECH adere ao Movimento + Água no Brasil para universalizar serviço

PWTECH adere ao Movimento + Água no Brasil para universalizar serviço

Além de contribuir para a universalização do acesso à água de forma equitativa e acessível, a empresa também se comprometeu em fortalecer a participação das comunidades locais na gestão.

A PWTECH firmou compromisso com o Movimento +Água, do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil para assinar uma carta Compromisso onde reforce seu engajamento para garantir que 99% da população tenha acesso à água potável segura até 2033. Além de contribuir para a universalização do acesso à água de forma equitativa e acessível, a empresa também se comprometeu em fortalecer a participação das comunidades locais na gestão da água e do saneamento.

Esse compromisso ressalta o papel estratégico da PWTECH na mobilização coletiva para obter avanços sustentáveis e colaborativos, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU – especialmente do ODS6.

Fundada em 2019 pelos engenheiros químicos Fernando Silva e Maria Helena Cursino, a startup brasileira PWTECH tem virado referência global em soluções inovadoras de tratamento de água. Desde sua criação, a empresa já impactou mais de dois milhões de pessoas em 22 países, distribuindo aproximadamente 2.000 estações portáteis de tratamento de água e levando esperança e transformação para populações em situação de desigualdade hídrica.

Em 2024, a tecnologia da PWTECH foi reconhecida pela ONU, reafirmando sua importância em projetos voltados para crises humanitárias. Além do Brasil, as estações portáteis têm sido fundamentais para garantir acesso à água potável em regiões impactadas por conflitos e emergências climáticas, como Ucrânia, Faixa de Gaza, Síria, Haiti, Paquistão e, mais recentemente, Etiópia.

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Artigo por Fernando Silva Por Fernando Silva * Em 2020, o Congresso aprovou o Novo Marco Legal do Saneamento, que tem como objetivo principal garantir que 99% da população tenha acesso à água potável e 90% à coleta e tratamento de esgoto até 2033. Dois anos após a vigência da lei, as metas estão longe de serem alcançadas e as comunidades isoladas são as que mais sofrem com a falta de infraestrutura. Dados do Instituto Trata Brasil apontam que apenas 84% dos brasileiros são abastecidos com água tratada, e quase 35 milhões vivem sem acesso ao recurso. Isso ocorre principalmente devido a dificuldades técnicas e econômicas. Com a falta, algumas regiões não são atendidas pelos serviços públicos, o que aumenta as chances de propagação de doenças e NRs. A situação é crítica. Com o consumo de água contaminada, crianças e adultos estão expostos a vírus, bactérias e metais pesados, causadores de graves problemas à saúde. Anualmente, doenças de veiculação hídrica levam mais de 15 mil pessoas à morte no Brasil, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Em 2021, a comunidade da Ilha do Bororé, localizada nas margens da represa Billings, utilizava de soluções, muitas vezes precárias, para ter acesso ao insumo básico, como poços semi artesianos e o bombeamento da água da represa. O recurso era impróprio para o consumo, com classificação 2 - quando são destinados ao abastecimento, após tratamento simplificado - ou seja, estavam com vírus, bactérias e coliformes fecais. Hoje, existe uma diferença exorbitante de investimento entre as regiões, o que evidencia a precarização dos serviços e a desigualdade social. Segundo o SNIS 2020, os investimentos em água e esgotamento sanitário foram de R$ 13,7 bilhões; a macrorregião Sudeste foi a maior beneficiada. Sozinha, a região representa 51,8% do valor total, totalizando 7,1 bilhões de investimento. Ao usar a regionalização do serviço como forma de contemplar a diversidade de acesso, a legislação mantém as periferias, favelas e zonas rurais em vulnerabilidade e sem garantia dos recursos básicos, já em falta. Para uma mudança efetiva, é necessário se colocar no lugar do outro e entender as dores de uma pessoa que vive constantemente com a falta do recurso básico. Só assim podemos garantir a universalização do acesso à água potável. * Fernando Silva é CEO da PWTech, startup voltada para a purificação de água contaminada.

20 de dezembro, 2022
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ÁGUA PURA
P&G expande programa na Bahia

A P&G, em parceria com a Fibria, empresa produtora de celulose de eucalipto, anunciou a expansão do programa ‘Água Pura para Crianças’ para oito comunidades do extremo Sul da Bahia. Cerca de 1.700 pessoas de locais como São Benedito e Vale me Deus, dentre outras áreas já acessadas pelos diversos projetos sociais da Fibria, serão beneficiadas com acesso à água potável. “Temos em nosso DNA a inovação e a utilizamos em tudo o que fazemos, inclusive para melhorar a vida de comunidades inteiras pelo mundo que não possuem acesso a esse direito básico de todo cidadão, a água potável. Nosso objetivo é ajudar, principalmente, no desenvolvimento de crianças, oferecendo sachês de 4 gramas capazes de purificar, em apenas meia hora, 10 litros de água imprópria”, diz Valentina Menoni, Supervisora de Comunicação Corporativa da P&G. Iniciado em 2014 no Brasil, o programa já atende a mais de 36 mil pessoas nas comunidades ribeirinhas do Amazonas e no Vale do Jequitinhonha, possui previsão de atendimento a 860 pessoas apenas na primeira etapa da expansão. A Fibria contará agora com o ‘Água Pura Para Crianças’ entre os diversos projetos sociais que oferece, muitos dos quais voltados para educação, desenvolvimento e agricultura. A expectativa é purificar mais de 620 mil litros de água em um ano. Para que isso aconteça, a previsão é que a P&G incremente em, aproximadamente, 10% seus investimentos feitos no programa no Brasil.

29 de maio, 2018