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EMBALAGENS VAZIAS

Campo Limpo já retirou mais de 420 mil t

A cerimônia do Dia Nacional do Sistema Campo Limpo, comemorado no dia 18 de agosto, acontece na cidade de Taubaté (SP) em 2017. O dia marcará o encerramento do projeto de recebimento e destinação ambientalmente adequada de defensivos agrícolas proibidos por lei – como o hexaclorobenzeno (BHC), no estado. O Sistema Campo Limpo já destinou mais de 420 mil toneladas de embalagens corretamente desde 2002 e retirou 94% das embalagens plásticas primárias comercializadas. Com o tema “Quando cada um cumpre a sua parte, temos muitos motivos para comemorar”, a data reconhece a importância do envolvimento de todos os elos da cadeia agrícola – agricultores, canais de distribuição, fabricantes e poder público – para o sucesso do Sistema, que tem o inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) como núcleo de inteligência. “É o momento de disseminar conhecimento sobre conservação ambiental e boas práticas no campo. Sempre em nome da saúde do planeta e das futuras gerações”, ressalta João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV. Entre as atividades, haverá o dia de Portas Abertas, quando as centrais recebem a comunidade para mostrar o funcionamento da operação, além de ações como o DNCL na Escola, concurso onde as escolas do entorno inscrevem ações organizadas por seus professores, com o objetivo de promover a conscientização ambiental junto aos alunos, e concorrem a prêmios; o DNCL Universitário, que promove ações voltadas para estudantes de ensino médio e universitário; o DNCL Ação com Agricultor, evento responsável pela difusão de novas tecnologias e soluções sustentáveis entre agricultores; o DNCL Solenidade, evento para homenagear ou receber autoridades; e a Ação Comunitária, que estimula o envolvimento da comunidade em práticas a favor do meio ambiente.

A cerimônia do Dia Nacional do Sistema Campo Limpo, comemorado no dia 18 de agosto, acontece na cidade de Taubaté (SP) em 2017. O dia marcará o encerramento do projeto de recebimento e destinação ambientalmente adequada de defensivos agrícolas proibidos por lei – como o hexaclorobenzeno (BHC), no estado. 
 
O Sistema Campo Limpo já destinou mais de 420 mil toneladas de embalagens corretamente desde 2002 e retirou 94% das embalagens plásticas primárias comercializadas. Com o tema “Quando cada um cumpre a sua parte, temos muitos motivos para comemorar”, a data reconhece a importância do envolvimento de todos os elos da cadeia agrícola – agricultores, canais de distribuição, fabricantes e poder público – para o sucesso do Sistema, que tem o inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) como núcleo de inteligência. “É o momento de disseminar conhecimento sobre conservação ambiental e boas práticas no campo. Sempre em nome da saúde do planeta e das futuras gerações”, ressalta João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV. 
 
Entre as atividades, haverá o dia de Portas Abertas, quando as centrais recebem a comunidade para mostrar o funcionamento da operação, além de ações como o DNCL na Escola, concurso onde as escolas do entorno inscrevem ações organizadas por seus professores, com o objetivo de promover a conscientização ambiental junto aos alunos, e concorrem a prêmios; o DNCL Universitário, que promove ações voltadas para estudantes de ensino médio e universitário; o DNCL Ação com Agricultor, evento responsável pela difusão de novas tecnologias e soluções sustentáveis entre agricultores; o DNCL Solenidade, evento para homenagear ou receber autoridades; e a Ação Comunitária, que estimula o envolvimento da comunidade em práticas a favor do meio ambiente. 

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POLUIÇÃO
Fim de lixões pode melhorar qualidade do ar

A Assembleia Geral das Nações Unidas colocou pela primeira vez em seu calendário o Dia Internacional do Ar Limpo, lembrado em 7 de setembro, com o objetivo de abordar as principais questões ambientais relacionadas a uma melhor qualidade do ar ao redor do planeta. Em 2020, o tema central da agenda ambiental é o fechamento dos lixões como ferramenta para alcançar um ar limpo para todos, pois, segundo dados da ONU, atualmente nove entre dez pessoas respiram poluição e cerca de 7 milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência de doenças e infecções relacionadas à poluição do ar. A mais recente edição do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, publicado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), aponta que o País ainda não atingiu a universalização dos serviços de coleta domiciliar e 6,3 milhões de t/ano não são coletados e acabam em locais inadequados. Esse volume é ainda maior, já que 29,5 milhões de t/ano de lixo são destinados por mais de três mil municípios de forma irregular, em lixões e aterros controlados. A erradicação do uso dos lixões e aterros controlados já está contemplada nas determinações da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), vigente desde agosto de 2010. Pelas determinações da nova Lei do saneamento, as cidades devem apresentar até o fim de 2020 plano para acabar com os lixões e qual será a forma de financiar tais avanços. Em agosto de 2021, acaba o prazo para capitais e cidades de regiões metropolitanas encerrarem de vez os lixões. Em agosto de 2022 o prazo termina para que os municípios com mais de 100 mil habitantes façam o mesmo. Municípios com população de 50 mil a 100 mil habitantes têm prazo até 2013, enquanto cidades com menos de 50 mil moradores têm até o ano seguinte para erradicar os lixões. As medidas são essenciais para mudar a realidade brasileira, que possui ainda 54% das cidades encaminhando um volume enorme de lixo para unidades de destinação inadequada, com impacto na saúde de 76,5 milhões de pessoas e com um custo anual para os cofres públicos de mais de R$ 3,6 bilhões. “O fim do processo de envio de resíduos para lixões e aterros controlados trará melhorias imediatas para a redução da poluição, redução de emissões de gases tóxicos e, consequentemente, ar e atmosfera mais limpos, além da menor contaminação do solo, águas superficiais e subterrâneas, com efeitos diretos no meio ambiente e na saúde das pessoas”, observa Carlos Silva Filho, diretor presidente da Abrelpe.

14 de setembro, 2020
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EMBALAGENS VAZIAS
Programa de coleta em regiões no RS

A partir da última semana de julho, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos irá percorrer duas regiões gaúchas. Entre os dias 27 de julho a 10 de agosto estará na região Serra Planalto e de 12 de agosto a 28 de outubro no Sul do Rio Grande do Sul. No período serão atendidos 65 municípios pela ação desenvolvida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). O programa completa 20 anos em outubro e já destinou corretamente mais de 16,5 milhões de embalagens, o que ajuda a contribuir para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família. Cerca de 2 mil pontos de coleta em localidades rurais dos municípios produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são visitados anualmente, beneficiando quase 120 mil produtores. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. A coleta segue as novas regras de distanciamento social e os produtores são orientados a comparecer aos pontos fazendo uso de máscara facial. "Temos adotado todos os procedimentos de segurança definidos pelas autoridades de saúde, como a sinalização de distanciamento, utilização da máscara e disponibilização de álcool em gel para a higienização das mãos dos produtores", destaca Carlos Sehn, coordenador do programa.

27 de julho, 2020
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RESÍDUOS
Senalimp 2019 e Fórum Waste Brasil

O Senalimp (Seminário Nacional de Limpeza Urbana) e o Fórum Waste Brasil e a feira Waste Expo Brasil acontecem entre os dias 12 e 14 de novembro, das 13h às 20h, no Expo Center Norte – Pavilhão Amarelo – São Paulo (SP). A abertura oficial está marcada para 10h30 e terá a participação de representantes das principais entidades de classe do segmento e autoridades dos poderes executivo, legislativo e judiciário. Os eventos têm como objetivo debater o futuro da limpeza pública e gestão de resíduos no Brasil. Os dois principais encontros técnicos do setor serão realizados em conjunto com a feira Waste Expo Brasil, que reúne fabricantes de equipamentos, produtos e serviços para a coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos sólidos urbanos (RSU’s). Entre os participantes estão confirmadas as presenças de Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, Carlos Martins, ex-secretário de estado do Meio Ambiente de Portugal (cargo equivalente no Brasil ao de ministro), que falará sobre o processo de erradicação dos lixões naquele país, que foi conduzido em apenas cinco anos, entre 1997 e 2002. Martins dará detalhes sobre as estratégias adotadas, as implicações de Portugal ser um estado-membro da União Europeia e o cenário atual naquela região. Ex-ministros brasileiros do Meio Ambiente participarão, dia 12, de um painel para discutir o passado, o presente e o futuro da limpeza urbana e gestão de resíduos no Brasil. Estão confirmadas as presenças de Edson Duarte, Izabela Teixeira, José Goldenberg e José Sarney Filho. Durante os três dias serão realizadas mais de 20 apresentações técnicas sobre temas como logística reversa de eletroeletrônicos, coleta conteinerizada, tratamento de efluentes, produção de CDR (Combustível Derivado de Resíduo) e produção de energia por meio do biogás, entre outros. As inscrições podem ser feitas no site da ABLP – www.ablp.org.br – ou da Waste Expo - www.wasteexpo.com.br.&nbsp ;

8 de novembro, 2019
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EMBALAGENS VAZIAS
Coleta ajuda produtores de tabaco

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) realiza coleta de embalagens em pontos pré-estabelecidos nas regiões produtoras de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Em quase duas décadas, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos destinou corretamente mais de 15 milhões de embalagens vazias, utilizadas no tabaco ou em outras culturas. Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o programa atende exclusivamente os produtores de tabaco, mas, como são agricultores diversificados, eles têm a oportunidade de entregar também as embalagens dos agrotóxicos usados nas outras culturas. "O tabaco é o produto agrícola comercial que menos utiliza agrotóxicos, com apenas 1,2 quilo de ingrediente ativo por hectare", lembra Schünke. O programa criado em 2000 beneficia 120 mil produtores, com comodidade e segurança na devolução dos recipientes em pontos de coleta localizados próximos de suas propriedades. Os produtores que participam do programa e entregam as embalagens tríplices lavadas ganham recibos para apresentação aos órgãos de fiscalização ambiental. Cerca de 90% do material coletado é reciclado e usado na produção de outros produtos, principalmente na construção civil, como rodas e caçambas para carriolas e conduítes corrugados, caixas de descarga para sanitários e tubulações para esgoto sanitário, entre outros. E o restante do material, cerca de 10%, é destinado para incineradoras licenciadas.

2 de maio, 2019
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BIOMAS
No Dia do Cerrado é lançado manifesto

No dia 11 de setembro é celebrado o Dia do Cerrado e organizações ambientalistas lançaram o manifesto: ‘Nas mãos do mercado, o futuro do cerrado: é preciso interromper o desmatamento’. O objetivo é alertar para a destruição de um dos principais biomas brasileiros e de grande diversidade de fauna e flora. Entre 2013 e 2015 o Brasil destruiu 18.962 km² de Cerrado. Isso significa que a cada dois meses o equivalente à área da cidade de São Paulo é destruída no bioma. Neste ritmo, o Cerrado é um dos biomas mais ameaçados do planeta. A principal causa da destruição é a expansão do agronegócio sobre a vegetação nativa. Já são mais de 10 anos com as taxas de desmatamento do Cerrado superando as da Amazônia. O manifesto reúne 40 organizações signatárias, entre elas WWF-Brasil, TNC (The Nature Conservancy), CI (Conservação Internaticional) Brasil, Greenpeace Brasil, IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola). As organizações cobram o cumprimento de compromissos internacionais assumidos pelo Governo, além da criação de instrumentos e políticas para uma produção responsável no Cerrado. Alertam que só cumprir a lei não é suficiente, pois ela autoriza que mais 40 milhões de hectares sejam legalmente desmatados no bioma. O manifesto pede que o governo e o setor privado desenvolvam incentivos e instrumentos econômicos para recompensarem produtores que conservem áreas de vegetação nativa.

12 de setembro, 2017
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AGROTÓXICOS
SP conclui incineração de defensivos

O governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, concluiu, no último dia 18 de agosto, a incineração dos defensivos agrícolas de uso proibido remanescentes no estado, inclusive o BHC (hexaclorobenzeno), considerado altamente poluente e nocivo à saúde humana. O trabalho é uma parceria da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) como objetivo de promover a destinação correta dos produtos, prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente. “Aqui, a gente tem um excelente exemplo de logística reversa. Em vez de ficar no campo, contaminando o solo, as embalagens são recolhidas, lavadas e recicladas corretamente, com apoio dos agricultores”, declarou Alckmin. O trabalho contou com a participação de 327 agricultores, que declararam a existência de aproximadamente 300 toneladas de produtos ainda armazenados em suas propriedades. O material foi recolhido e transportado por meio de ação do inpEV, com monitoramento dos trabalhos pela Cetesb. A ação é fruto de parceria entre produtores, sindicatos, associações, cooperativas, indústria, comércio e poder público, que se articularam de forma inédita para garantir uma ação ambientalmente sustentável. O uso do BHC está proibido no Brasil desde 1985, pois sua composição é altamente nociva ao ser humano, podendo causar danos irreversíveis ao sistema nervoso central. Muitos produtores mantinham estoques ou embalagens antigas em suas propriedades, por não saber como descartá-los corretamente. Além da incineração, o governador, acompanhado do secretário de Agricultura, Arnaldo Jardim, e do secretário-adjunto, Rubens Rizek Jr., visitou uma das mais modernas fábricas de reciclagem de embalagens de produtos agrícolas do Sistema Campo Limpo, do inpEV, que realiza a logística reversa dos recipientes vazios.

24 de agosto, 2017
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EMBALAGENS VAZIAS
Operação Campo Limpo destina corretamente 94%

O Sistema Campo Limpo retirou dos campos brasileiros 44.528 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos em 2016 e, desta forma, atingiu a meta estipulada pelo inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) para o ano. O consumo de defensivos agrícolas caiu no ano passado, especialmente pelas alterações climáticas (excesso de chuvas na Região Sul e seca na região Centro-Oeste e no Matopiba), expansão do plantio da variedade de soja Intacta, que reduz a aplicação de produto, e aumento do contrabando de agrotóxicos. Segundo o inpEV, o resultado gerou menos embalagens e explica o recuo de 2,2 % na quantidade destinada na comparação com 2015. Entretanto, os índices e eficiência do Sistema campo Limpo se mantiveram em 94%. Os estados de Rondônia, Sergipe e Tocantins obtiveram maior crescimento percentual na quantidade destinada. Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás mantiveram os percentuais retirados nos anos anteriores e foram responsáveis pelos maiores volumes em números absolutos. A quantidade de embalagens vazias destinadas de forma ambientalmente correta fez com que o Sistema Campo Limpo superasse a marca de 410 mil toneladas, desde o início das operações, em 2002. “O engajamento dos elos da cadeia produtiva agrícola (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) é um dos principais fatores para explicar o sucesso do Sistema e a manutenção do Brasil como referência mundial na destinação desse material. O ano de 2016 mostra que o Sistema está preparado para atender à demanda da agricultura brasileira”, ressalta João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV.

27 de janeiro, 2017