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ENERGIA SOLAR

Projetos devem crescer mais na África

Segundo o relatório ‘Solar PV in Africa: Costs and Markets’ divulgado pela Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), a viabilidade econômica da energia solar fotovoltaica na África cresce a cada momento graças a queda dos custos dessa tecnologia. Calcula-se que os custos de projetos de energia solar fotovoltaica no continente caíram 61% desde 2012. Hoje, os custos instalados para esses projetos chegam a US$ 1,30 por watt na África – a média global é de US$1,80 por watt. "Nos últimos anos, os custos solares fotovoltaicos caíram drasticamente e essa trajetória decrescente deve continuar com novas quedas que podem chegar até 59% nos próximos dez anos", destacou o Diretor-Geral da IRENA, Adnan Z. Amin. "Estas reduções de custos, juntamente com o vasto potencial solar no continente, apresentam uma enorme oportunidade para a África. A energia solar fotovoltaica – conectada ou não ao grid energético - já se constitui em uma alternativa competitiva, em termos de custos, para atender à crescente necessidade de energia e para levar eletricidade aos 600 milhões de africanos que atualmente não têm acesso a ela”. O estudo mostra ainda que mini-redes que utilizam energia solar fotovoltaica e sistemas solares domésticos fora do grid energético também fornecem serviços de energia de maior qualidade nos mesmos ou menores custos do que as alternativas. As mini-redes exclusivamente de energia solar fotovoltaica podem ter custos de US$ 1,90 por watt para sistemas maiores do que 200 kW na África. Os sistemas domésticos de energia solar - que triplicaram na África entre 2010 e 2014 – provêm as necessidades anuais de eletricidade de famílias fora da rede por apenas US$ 56 por ano, menos do que se paga atualmente por serviços de energia de baixa qualidade. "O potencial solar da África é enorme, com níveis de radiação solar até 117% mais elevados do que na Alemanha - o país com a mais alta capacidade de energia solar instalada", disse Amin. "Nunca foi tão possível e tão menos dispendioso para a África aproveitar esse potencial”. O relatório completo pode ser conferido no site www.irena.org/publication

Segundo o relatório ‘Solar PV in Africa: Costs and Markets’ divulgado pela Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), a viabilidade econômica da energia solar fotovoltaica na África cresce a cada momento graças a queda dos custos dessa tecnologia. Calcula-se que os custos de projetos de energia solar fotovoltaica no continente caíram 61% desde 2012. Hoje, os custos instalados para esses projetos chegam a US$ 1,30 por watt na África – a média global é de US$1,80 por watt.

"Nos últimos anos, os custos solares fotovoltaicos caíram drasticamente e essa trajetória decrescente deve continuar com novas quedas que podem chegar até 59% nos próximos dez anos", destacou o Diretor-Geral da IRENA, Adnan Z. Amin. "Estas reduções de custos, juntamente com o vasto potencial solar no continente, apresentam uma enorme oportunidade para a África. A energia solar fotovoltaica – conectada ou não ao grid energético - já se constitui em uma alternativa competitiva, em termos de custos, para atender à crescente necessidade de energia e para levar eletricidade aos 600 milhões de africanos que atualmente não têm acesso a ela”. O estudo mostra ainda que mini-redes que utilizam energia solar fotovoltaica e sistemas solares domésticos fora do grid energético também fornecem serviços de energia de maior qualidade nos mesmos ou menores custos do que as alternativas.

As mini-redes exclusivamente de energia solar fotovoltaica podem ter custos de US$ 1,90 por watt para sistemas maiores do que 200 kW na África. Os sistemas domésticos de energia solar - que triplicaram na África entre 2010 e 2014 – provêm as necessidades anuais de eletricidade de famílias fora da rede por apenas US$ 56 por ano, menos do que se paga atualmente por serviços de energia de baixa qualidade. "O potencial solar da África é enorme, com níveis de radiação solar até 117% mais elevados do que na Alemanha - o país com a mais alta capacidade de energia solar instalada", disse Amin. "Nunca foi tão possível e tão menos dispendioso para a África aproveitar esse potencial”. O relatório completo pode ser conferido no site www.irena.org/publication

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ENERGIA SOLAR
Brasil atinge 8 GW de potência operacional

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) divulgou que o Brasil atingiu a marca histórica de 8 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. Desde 2012, a fonte já trouxe mais de R$ 40 bilhões em novos investimentos ao País e gerou mais de 240 mil empregos acumulados. O Brasil possui 3,1 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,7% da matriz elétrica do País. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com empreendimentos em operação em nove estados brasileiros: Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. Os investimentos acumulados deste segmento ultrapassam os R$ 16 bilhões. Ao somar as capacidades instaladas dos segmentos de geração distribuída e geração centralizada, a fonte solar fotovoltaica ocupa o sexto lugar na matriz elétrica brasileira, atrás das fontes hidrelétrica, eólica, biomassa, termelétricas a gás natural e termelétricas a diesel e outros combustíveis fósseis. No segmento de geração distribuída, são 4,9 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam mais de R$ 24 bilhões em investimentos acumulados desde 2012. Os consumidores residenciais estão no topo da lista entre os que instalam sistemas de energia solar fotovoltaica, representando 73,6% do total, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (16,6%), consumidores rurais (7,0%), indústrias (2,4%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%). Em potência instalada, os consumidores residenciais lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 38,9% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores dos setores de comércio e serviços (37,8%), consumidores rurais (13,2%), indústrias (8,8%), poder público (1,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%). Segundo a ABSOLAR, o Brasil possui mais de 411 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e sustentabilidade a mais de 514 mil unidades consumidoras. “Embora tenha avançado nos últimos anos, o Brasil continua com um mercado solar ainda muito pequeno, sobretudo na geração distribuída. Há mais de 86 milhões de consumidores de energia elétrica no País, porém atualmente apenas 0,6% faz uso do sol para produzir eletricidade”, afirma Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR. O CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, diz que a energia solar terá função cada vez mais estratégica para o Brasil atingir as metas de desenvolvimento econômico, sobretudo agora, para ajudar na recuperação sustentável da economia, já que se trata da fonte renovável que mais gera emprego e renda no mundo. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, aponta Sauaia.

8 de março, 2021
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ENERGIA SOLAR
Brasil atinge 7 GW de potência

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) divulgou novo levantamento onde o Brasil atingiu marca histórica de 7 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. De 2012 até hoje, a energia solar fotovoltaica já gerou mais de R$ 35 bilhões em novos investimentos ao Brasil e promoveu mais de 210 mil empregos acumulados. Na geração centralizada, o Brasil possui 3,0 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,6% da matriz elétrica do País. No último ano, a fonte solar foi a mais competitiva entre as renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com projetos em operação na Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, Minas Gerais e São Paulo e Tocantins. Os investimentos acumulados deste segmento ultrapassam os R$ 15 bilhões. Quando se somam as capacidades dos segmentos de geração distribuída e geração centralizada, a fonte solar fotovoltaica ocupa o sexto lugar na matriz elétrica brasileira, atrás das fontes hidrelétrica, eólica, biomassa, termelétricas a gás natural e termelétricas a diesel e outros combustíveis fósseis. A fonte solar já representa mais do que a somatória de toda a capacidade instalada de termelétricas a carvão e usinas nucleares, que totaliza 5,6 GW. No segmento de geração distribuída são mais de 4,0 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 20 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões distribuídas no País, liderando com folga o segmento. Entre os sistemas instalados, os consumidores residenciais lideram com 72,8%, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (17,3%), consumidores rurais (7,0%), indústrias (2,5%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%). Em potência instalada, os consumidores dos setores de comércio e serviços lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 38,5% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores residenciais (38,0%), consumidores rurais (13,2%), indústrias (8,9%), poder público (1,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%). A ABSOLAR afirma que o Brasil possui mais de 333 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, gerando economia e sustentabilidade a mais de 415 mil unidades consumidoras. Os cinco maiores estados em potência instalada são, respectivamente: Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Paraná. Segundo o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, a energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação sustentável da economia, já que se trata da fonte renovável que mais gera emprego e renda no mundo. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, aponta Sauaia.

1 de dezembro, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 6 GW em potência

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) divulgou que o Brasil ultrapassou a marca de 6GW de potência instalada operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. No total, a fonte já trouxe mais de R$ 31 bilhões em novos investimentos privados no País, tendo gerado cerca de 180 mil empregos acumulados. No segmento de geração centralizada, o Brasil possui 2,9 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,7% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos até 2025 referentes aos projetos já contratados em leilões de energia ultrapassam R$ 25,8 bilhões. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 100 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, Minas Gerais e São Paulo e Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de mais de R$ 15 bilhões. No caso da geração distribuída, são 3,1 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam mais de R$ 15 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia.

20 de julho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Setor atinge 300 mil unidades consumidoras

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informa que o Brasil acaba de atingir a marca de 300 mil unidades consumidoras de energia solar na geração distribuída. São 2,8 GW de potência instalada da fonte solar na microgeração e minigeração distribuída. A energia fotovoltaica representa 99,8% de todas as conexões distribuídas, com mais de R$ 14,6 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. Apesar dos bons números e o avanço nos últimos anos, o setor ainda tem pouca participação no mercado, com 84,4 milhões de consumidores de energia elétrica e apenas 0,4% faz uso do sol para produzir eletricidade. De acordo com a Absolar, o uso da tecnologia fotovoltaica em telhados e terrenos pode reduzir custos de energia para as empresas em até 95% e ampliar a capacidade de investimento no negócio e geração de novos empregos. Como a atividade econômica tende a ser retomada de forma lenta, um aporte bem programado agora poderá ajudar famílias e empresas a se organizarem a médio e longo prazo, quando o consumo deve voltar a crescer e a demanda por energia também. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar.

2 de junho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Investimentos para descarbonizar o planeta

Segundo estudo recente da Agência Internacional de Energia Renovável (International Renewable Energy Agency – IRENA, em inglês), a potência mundial com tecnologia fotovoltaica atingiu 480,3 GW no final de 2018. Com o objetivo de descarbonizar o planeta, os cinco principais países têm investido cada vez mais em energia solar. São eles, China (175 GW), Japão (55,5 GW), Estados Unidos (49,6 GW), Alemanha (45,9 GW) e Índia (26,8 GW). O mercado de energia solar tem crescido também no Brasil e estima-se que atualmente a potência operacional total seja de 5.114,3 MW, conforme levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Entre 2012 e 2019, a associação comenta que foram criados mais de 130 mil empregos no setor. Entre as vantagens da energia solar fotovoltaica estão o fato dela ser totalmente renovável, infinita, e não emite gases poluentes, além do baixo custo de manutenção. Também ocupa pouco espaço e permite a instalação em diversos lugares, mesmo os mais remotos. De acordo com o empresário e investidor do ramo de energia renovável, Ricardo Delneri, e um dos sócios-fundadores da Renova Energia, "a fonte solar é renovável, não polui e poderá ser uma aliada importante no aumento do número de empregos no País”. “Nos painéis fotovoltaicos e nas usinas heliotérmicas, a luz solar é convertida em energia elétrica e térmica. Já no aquecimento solar, a luz solar é convertida em energia térmica”, complementa o executivo. Sua avaliação é que a fonte solar irá crescer de forma muito acentuada pelos próximos anos e que dentro de alguns anos estará na casa de milhões de brasileiros.

27 de abril, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 5 GW de potência instalada

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve ultrapassar a marca de 5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. A fonte solar já trouxe investimentos privados superiores a R$ 26,8 bilhões, com geração de aproximadamente 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado. No segmento de geração centralizada o Brasil tem 2,68 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,5% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos somam mais de R$ 25,8 bilhões até 2025. Eles são referentes aos projetos já contratados em leilões. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 92 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Norte (Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de cerca de R$ 14 bilhões. No caso da geração distribuída, são 2,42 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk.

27 de abril, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil deve alcançar 1,2 milhão de geradores

O Brasil apresenta 17.408 conexões, segundo a Aneel (Agencia Nacional de Energia Elétrica). Dentre as classes de consumo (comercial, iluminação pública, industrial, poder público, residencial, rural e serviço público) o consumo residencial é o que mais se destaca, superando 13 mil conexões. A opção por energia fotovoltaica – seja instalação comercial ou industrial - tem aumentado constantemente em todo território nacional. Os dados são atualizados constantemente pela Aneel. Segundo a pesquisa, os estados que mais se destacam são: (1° Minas Gerais 3.858, 2° São Paulo 3.363, 3° Rio Grande do Sul 2.061, 4° Rio de Janeiro 1.385 e 5° Paraná 1.300). Anaibel Novas, gerente da Unidade de Negócio de Energia Solar da multinacional austríaca Fronius, disse que a população brasileira tem investido cada vez mais em energia sustentável, em especial por conta das constantes secas, crise hídrica e aumentos das tarifas de energia elétrica. “O Brasil é um país rico em bases hídricas, diferente de outros países da Europa, por exemplo. Por esse motivo, as hidrelétricas são bem exploradas”. A especialista conta que ainda faltam incentivos do governo em relação ao uso, conhecimento da população em energias alternativas e os benefícios da utilização da energia renovável, que são incontáveis. Segundo a Alternative Technology Association, a Austrália deve transitar para uma rede elétrica 100% renovável até 2030, pois além de mais seguro é muito mais rentável e sustentável. Infelizmente, neste quesito, o Brasil caminha a passos lentos. Atualmente a energia solar representa apenas 1% da matriz energética brasileira. “Além de trazer redução de custos na conta elétrica, é comprovado que há valorização do imóvel, baixo impacto ambiental, energia inesgotável e redução das emissões de fases dos efeitos estufa. O investimento de R$ 12 mil em todo sistema fotovoltaico em uma residência é revertido em torno de sete a oito anos”, ressalta. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), até 2024 cerca de 1,2 milhão de geradores de energia solar ou mais deverão ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil, representando 15% da matriz energética brasileira e até o 2030 o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões. A energia solar fotovoltaica é agora, depois de hidráulica e eólica, a terceira mais importante fonte de energia renovável em termos de capacidade instalada no mundo. Mais de 100 países utilizam energia solar fotovoltaica. A China, Japão e Estados Unidos atualmente são os mercados de energia fotovoltaica, contribuindo com quase 6% de sua demanda de eletricidade. A Alemanha é o maior produtor, mas estima-se que em breve será superado pela China.

14 de dezembro, 2017
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ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
Marca histórica de micro e minigeração

O Brasil alcançou a marca histórica de 150 MW de potência instalada acumulada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica instaladas em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural. Este tipo de energia corresponde a 75,5% do total da potência instalada da microgeração e minigeração distribuída, que neste mês chegou a 200 MW. Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável, lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com 99% das instalações do País. De acordo com dados da associação, o Brasil possui atualmente 18.214 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 20.518 unidades consumidoras, somando mais de R$ 1,33 bilhão em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do País. O presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por três fatores principais: a redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica nos últimos 10 anos, o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica nos últimos dois anos e um aumento no protagonismo e na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais interessados em economizar dinheiro ajudando simultaneamente a preservação do meio ambiente. “Celebramos com otimismo este passo histórico para a fonte solar fotovoltaica no Brasil, com a certeza de que teremos um forte crescimento do setor nos próximos anos e décadas. O Brasil possui mais de 81 milhões de unidades consumidoras e um interesse cada vez maior da população, das empresas e também de gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e estacionamentos para gerar energia renovável localmente”. Atualmente, consumidores residenciais lideram o uso da energia solar fotovoltaica, representando 42% da potência instalada no País, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (39%), indústrias (9%), sistemas localizados na zona rural (5%), edificações e serviços do poder público (5%), como escolas, hospitais, tribunais e iluminação pública.

14 de dezembro, 2017
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ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
Brasil atinge marca recorde de 100 MW

Segundo números da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil atingiu recentemente a marca histórica de 100 MW de potência acumulada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica instalados em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural. A fonte solar fotovoltaica é baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável e lidera o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com 99% das instalações do País. O Brasil possui no momento 12.520 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 13.897 unidades consumidoras, somando mais de R$ 850 milhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do Brasil. As residências respondem por 42% do uso de energia solar fotovoltaica, seguida por empresas dos setores de comércio e serviços (38%), indústrias (11%), poder público (5%) e sistemas localizados na zona rural (3%). Quando se avalia o número de sistemas instalados, as residências confirmam a liderança, com 80% de utilização, seguida por empresas dos setores de comércio e serviços (15%), indústrias (2%), consumidores rurais (2%) e outros tipos, como consumidores do poder público (1%), serviços públicos (0,2%) e iluminação pública (0,1%). O presidente-executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por três fatores principais: a redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica nos últimos dez anos, o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica nos últimos dois anos e um aumento no protagonismo e na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais interessados em economizar dinheiro ajudando simultaneamente a preservação do meio ambiente. “O Brasil possui mais de 81 milhões de unidades consumidoras e um interesse cada vez maior da população, das empresas e também de gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e estacionamentos para gerar energia renovável localmente, economizando dinheiro e contribuindo na prática para a construção de um país mais sustentável e com mais empregos renováveis locais e de qualidade”, comemora Sauaia.

9 de agosto, 2017
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ENERGIAS RENOVÁVEIS
Capacidades batem recorde em 2015

Segundo dados recentes divulgados pela Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), a capacidade de produção de energias renováveis cresceu 152 GW ou 8,3% em 2015, a mais alta taxa de crescimento anual já registrada. A edição de 2016 do relatório “Estatísticas sobre a Capacidade das Renováveis”, aponta que no final de 2015 havia 1.985 GW de capacidade de geração renovável em todo o mundo. "A implantação de energias renováveis continua a crescer ao redor do mundo, mesmo diante dos baixos preços do petróleo e do gás. Os custos decrescentes das tecnologias e uma série de fatores econômicos, sociais e ambientais estão favorecendo as energias renováveis em relação às fontes convencionais", explicou o Diretor-Geral da IRENA, Adnan Z. Amin. “O crescimento inédito associado aos investimentos recordes de US$ 286 bilhões em 2015 mostra para investidores e formuladores de políticas um forte sinal de que as fontes renováveis são agora a melhor opção para a geração de energia em todo o mundo”. Em 2015, o ano foi positivo para as energias eólica e solar, por causa da queda contínua nos custos da tecnologia. No caso da energia eólica, o crescimento de 63 GW (17%) foi impulsionado por uma redução de até 45% no preço das turbinas terrestres desde 2010. A capacidade solar, por sua vez, aumentou em 47 GW (37%) graças à queda de até 80% nos preços dos módulos solares fotovoltaicos nesse período. Já a capacidade hidrelétrica aumentou 35 GW (3%), enquanto a capacidade de bioenergia e a de energia geotérmica aumentaram 5% cada (5 GW e 1 GW, respectivamente). A América Central e caribe registraram crescimento de 14,5% na capacidade de geração de energias renováveis. Já a Ásia apresentou alta de 58% da nova capacidade global de geração de energia renovável em 2015, a expansão foi de 12,4%. Na Europa, as renováveis aumentaram 24 GW (5,2%) e 20 GW (6,3%) na América do Norte. No final do ano, a energia hidráulica respondeu pela maior parcela do total da capacidade global de geração de energia renovável, com uma capacidade instalada de 1.209 GW, a maioria dos quais vindo de usinas de grande escala. As energias eólica e solar foram responsáveis pela maior parte do restante, com uma capacidade instalada de 432 GW e 227 GW, respectivamente. Outras energias renováveis incluem 104 GW de bioenergia, 13 GW de energia geotérmica e cerca de 500 MW de energia marinha (marés, das ondas e do oceano).

13 de abril, 2016