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Encontro com especialistas destaca impactos socioeconômicos e aponta a governança como eixo central para a segurança da água

É possível constatar que equilibrar a universalização do saneamento básico com o crescimento populacional e a realidade brasileira segue sendo uma tarefa complexa.

A estratégia do governo é a de utilizar o Fundo Clima como o motor financeiro do novo Plano Clima 2024-2035.

O Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento, formado por várias entidades da sociedade civil, propôs uma série de mudanças nas leis que tratam do saneamento básico, durante seminário na Câmara dos Deputados.

O plano deverá mapear a situação habitacional e de infraestrutura básica (abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e energia) das populações residentes.

Pelo Instituto Aegea, a empresa aportará R$ 20 milhões nos próximos anos para viabilizar a execução das obras e ações previstas.

As consequências também impactam o futuro profissional, já que jovens que crescem em locais sem acesso ao saneamento tendem a ingressar no mercado de trabalho com menor escolaridade média.

Segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, cerca de 84% dos brasileiros têm acesso à água, mas apenas 56% contam com coleta de esgoto, e pouco mais de 50% do esgoto é tratado.
