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AEGEA

Radamés Casseb assume presidência

O Conselho de Administração da Aegea Saneamento e Participações S.A. elegeu Radamés Andrade Casseb como novo Diretor Presidente da companhia. O executivo substituirá Hamilton Amadeo, em conformidade com o Programa de Gestão de Talentos e Sucessão da administração da empresa. Graduado em Informática e especializado em Gestão de Infraestrutura pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Gestão Avançada pela Fundação Dom Cabral/INSEAD, Casseb entrou na Aegea em 2011como diretor e já atuou nas operaçãoes da companhia e de suas controladas. Trabalhou em cargos de liderança em outras companhias de infraestrutura e foi diretor de Operações da CIBE Participações e Empreendimentos S.A., grupo especializado em obras e projetos de infraestrutura. Iniciado em 2015, o Programa de Gestão de Talentos e Sucessão da Aegea tem como objetivo identificar e formar talentos internos de forma estruturada, sistêmica e contínua em todos os níveis de liderança da empresa por meio de um plano de carreira e desenvolvimento de competências, possibilitando a mobilidade vertical e horizontal, dentro da companhia.

O Conselho de Administração da Aegea Saneamento e Participações S.A. elegeu Radamés Andrade Casseb como novo Diretor Presidente da companhia. O executivo substituirá Hamilton Amadeo, em conformidade com o Programa de Gestão de Talentos e Sucessão da administração da empresa. 
 
Graduado em Informática e especializado em Gestão de Infraestrutura pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Gestão Avançada pela Fundação Dom Cabral/INSEAD, Casseb entrou na Aegea em 2011como diretor e já atuou nas operaçãoes da companhia e de suas controladas. Trabalhou em cargos de liderança em outras companhias de infraestrutura e foi diretor de Operações da CIBE Participações e Empreendimentos S.A., grupo especializado em obras e projetos de infraestrutura.
 
Iniciado em 2015, o Programa de Gestão de Talentos e Sucessão da Aegea tem como objetivo identificar e formar talentos internos de forma estruturada, sistêmica e contínua em todos os níveis de liderança da empresa por meio de um plano de carreira e desenvolvimento de competências, possibilitando a mobilidade vertical e horizontal, dentro da companhia.

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PPP
Aegea firma contrato de R$ 1 bi com Sanesul

A Aegea Saneamento assinou contrato de Parceria Público-Privada (PPP) com a Empresa de Saneamento do Estado de Mato Grosso do Sul (Sanesul). O acordo prevê a execução de obras de infraestrutura em esgotamento sanitário, melhorias, manutenção e operação dos sistemas em 68 municípios do Estado de Mato Grosso do Sul. A PPP prevê a universalização do sistema de esgoto nos primeiros dez anos e irá beneficiar mais de 1,7 milhão de pessoas. A estimativa de investimento é de R$ 1 bilhão em obras, nos 30 anos de contrato, sendo R$ 800 milhões investidos na primeira década. Entre os investimentos estão a implantação da rede de esgoto e estações de tratamento. A Aegea irá operar na região por meio da concessionária Ambiental MS Pantanal. “O início das operações da PPP com a Sanesul reforça o compromisso da Aegea com seu propósito de promover vidas mais dignas e saudáveis e sua trajetória de expansão a partir de um modelo de negócio focado em aspectos como investimentos estratégicos e eficiência operacional. Acreditamos que parcerias entre o poder público e a iniciativa privada é parte essencial para diminuir o déficit do saneamento no Brasil. Já atuamos em Campo Grande, onde conquistamos mudanças significativas. Este novo passo demonstra que oferecemos soluções viáveis para todos os tamanhos de cidades, grandes, médias ou pequenas.” afirma Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea Saneamento.

8 de fevereiro, 2021
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EMPRESAS
Aegea desiste de contrato para Guarulhos

A Aegea informou, em Fato Relevante, que rescindiu o contrato de compra e venda de ações para aquisição da totalidade das ações representativas de 100% da Sagua (Soluções Ambientais de Guarulhos S.A), empresa criada com o propósito específico de prestar serviços de esgotamento sanitário na área urbana do município de Guarulhos (SP). O motivo para a rescisão, segundo a Aegea, foi a não satisfação de “todas as condições para a conclusão da operação”. Ranking do saneamento Comentando o ranking do saneamento divulgado recentemente pelo Trata Brasil, a Aegea afirmou que o caminho para a ampliação da capacidade de investimento no setor é o aumento da participação privada, por meio de parcerias com o setor público. E destaca o fato de que dois dos municípios onde presta serviços de saneamento (Piracicaba-SP e Serra-ES) serem exemplos bem sucedidos no ranking. Piracicaba saltou oito posições, alcançando o 8º lugar no ranking geral. E no critério específico de atendimento total de esgoto, o município se coloca em primeiro lugar entre as 100 maiores cidades. Já o município de Serra subiu 12 posições no ranking, passando de 59º. Para 47º. Lugar, como resultado de investimentos em esgotamento sanitário. “A Aegea acredita que a expansão do saneamento no Brasil passa necessariamente pela ampliação das parcerias entre os setores público e privado. Apesar do privado representar hoje apenas 9% do setor, nós já temos ótimos exemplos que atestam a capacidade de contribuirmos para o desenvolvimento do país e garantirmos o acesso das pessoas a estes serviços que são básicos e fundamentais”, destaca Hamilton Amadeo, CEO da Aegea.

27 de julho, 2019
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RESULTADOS
Aegea comemora números de 2016

Sem dúvida, 2016 foi um bom ano para a Aegea Saneamento, que possui 18% do mercado privado de saneamento básico do Brasil. A receita líquida do Grupo cresceu 24,8%, alcançando R$ 992,4 milhões e manteve a cadência de crescimento planejada; o EBITDA aumentou 14,9%, atingindo R$ 462,5 milhões; e o prazo médio de endividamento da empresa foi ampliado de 5 para 5,9 anos. Os números macros comprovam o desempenho, mas o item que merece destaque, segundo Hamilton Amadeo, CEO da Aegea foi o fortalecimento da estrutura de capital conseguido no último ano, quando os minoritários confirmaram a confiança na administração da empresa ampliando sua participação, o que significou um aporte de R$ 125 milhões. “Esse é um dado muito importante para nós, pois mostra que o projeto apresentado a eles em 2012 foi aprovado o que reforça nossa capacidade de fazer frente a qualquer desafio em termos de necessidade de capital. Hoje, a soma da participação deles se aproxima de 30%, numa evolução constante”. Para explicar a performance, Amadeo ressaltou a atuação da Aegea em “clusters”, regiões onde as concessionárias do Grupo se ajudam, com administração compartilhada e integrada. Como exemplo citou as novas atuações no Espírito Santo, em Vila Velha e Serra (ambas PPPs de esgoto) e a consolidação da atuação em Rondônia, com a concessão plena de Ariquemes, a quarta no Estado, onde atende a uma população de 105 mil habitantes. Especificamente no Espírito Santo, Amadeo salientou a escala favorável da participação privada no Estado e o atendimento de quase 1 milhão de habitantes na Grande Vitória. As novas oportunidades locais surgem a partir de abril, nas cidades de Cariacica e Viana. A mesma janela de oportunidades se abre em Rondônia, onde a companhia de saneamento estadual está listada no PPI para ser privatizada: “É um Estado que tem uma população muito parecida em termos socioeconômicos com o Mato Grosso, índices de inadimplência baixos, crescimento acelerado e as tarifas da concessionária estadual são altas, o que nos dá uma folga para operar até com valores menores”, diz Amadeo, indicando que essas ilhas de crescimento é que puxarão o desenvolvimento futuro da Aegea, “um player diferenciado com presença local. Isso faz parte da estratégia de longo prazo da companhia”. Ainda na lista de conquistas e avanços conseguidos em 2016, Amadeo destacou a criação do Centro de Controle e Operação de Gestão de Perdas, que passou a centralizar as ações das concessões; a universalização de água tratada em Timon (MA) para 100% da população da área urbana, com frequência contínua; a evolução dos índices de tratamento de esgoto (cobertura e tratamento) em Piracicaba (SP), de 36% para 100% num período de quatro anos; e, por fim, o fato de a Aegea se tornar signatária do Pacto Global da ONU, como empresa inclusiva em saneamento no Brasil e referência na redução de perdas de água de 56% para 19% em Campo Grande (MS). “É importante citar que nossas metas de perdas consideram o nível ótimo para cada concessão, dentro de uma escala socioeconômica”, explica o CEO da Aegea. Principais resultados Flávio Crivellari, CFO da Aegea, ressaltou o excepcional desempenho da Aegea em 2016, mesmo num cenário de economia desafiadora: “Nosso crescimento se deu através de aquisições, aportes, licitações e vegetativo, por meio de Capex – aumento de rede nas operações existentes. Outras ações procuraram estabilizar o pico de inadimplência por razões de queda da renda per capita devido ao desemprego”. O volume de economias cresceu 8,8% no ano passado, acompanhando e o volume faturado de água e esgoto aumentou 9,5%. Os custos também cresceram no último ano em 35%, sendo que as despesas com pessoal e energia elétrica se mantiveram dentro do previsto. A economia total versus o número de colaboradores demonstrou aparente perda de produtividade, mas na verdade considera a incorporação dos colaboradores das novas concessões, que trarão resultados mais à frente. Em termos de energia, Crivellari destacou que houve crescimento de volume, mas estabilidade no custo das concessões existentes graças aos investimentos em automação realizados pelo Grupo. Perspectivas otimistas Ao falar sobre o que Aegea espera para 2017, Hamilton Amadeo fez primeiro uma análise do cenário externo, ressaltando a manutenção da crise fiscal em Estados e municípios e a consequente restrição de investimentos, o que poderá gerar oportunidades de novos investimentos privados no setor de saneamento. “A Aegea se coloca no mercado como uma empresa complementar do sistema e não como substituta do serviço. Faz mais sentido prestar serviço ao cidadão dentro de um modelo integrado. Essa é a nossa posição e as companhias estaduais já estão entendendo e aceitando essa nova opção”. Ou seja, a Aegea está se posicionando para tirar proveito da capacidade que tem de se integrar aos prestadores já existentes ou operar de forma plena onde for necessário. É uma demanda que se mostra decorrente da falta de capacidade de investimento dos Estados. A companhia também vem acompanhando o esforço de PPI do Governo Federal, através do BNDES e da Caixa, de criar uma “inteligência de saneamento”, pois não existem experiências perenes de cultura de saneamento ainda no país e a base que está sendo criada interessa à companhia, que aguarda a evolução do processo. Quanto ao cenário interno, a parte de EHS (Environment, health and safety) sempre foi uma preocupação da Aegea e hoje, atuando em quase 50 municípios, novos modelos serão implantados nos próximos dois anos para dotar a companhia de padrões internacionais. Outra ação que terá continuidade é a Academia Aegea para formação de profissionais para o setor de saneamento. Quanto às novas opções de mercado, Amadeo avisa que a companhia continuará aproveitando as oportunidades de crescimento, desde que subordinadas à estrutura de capital: “Não vamos dar o passo maior que a perna. Podemos até perder oportunidades, mas jamais iremos colocar em risco nossos indicadores de saúde financeira”.

7 de março, 2017