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ESGOTO

Sabesp amplia coleta em Santo André

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) concluiu obras de ampliação do serviço de esgotamento sanitário no município de Santo André, no ABC paulista, que permitiu a despoluição dos córregos Itrapoã e Utinga. O trabalho ampliou a coleta para 37 mil imóveis, beneficiando cerca de 150 mil moradores da região, além de ampliar o índice de esgoto tratado de 42% para 62% em menos de um ano. A despoluição dos córregos também contribui para o Projeto Tietê, ao reduzir o volume de esgoto que chega ao principal curso d’água paulista através do rio Tamanduateí. A Sabesp investiu R$ 450 mil nas obras iniciadas em novembro de 2019, e que consistiram na construção de grandes tubulações e conexões dos imóveis. A companhia realiza obras também na região dos córregos Cassaquera, Comprido, dos Meninos, Apiaí e Guarará, maior afluente do rio Tamanduateí. Os trabalhos ampliam ainda mais a coleta e tratamento de esgoto no município. O investimento total até momento é de R$ 982 mil. O trabalho na região dos córregos envolve também uma série de ações a fim de mobilizar os moradores locais pela despoluição dos cursos d'água. As atividades da Sabesp incluem distribuição de folhetos com orientações e conscientização quanto à importância das redes, das ligações de esgoto e de não jogar lixo nos córregos, além de livretos entregues nas escolas.

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) concluiu obras de ampliação do serviço de esgotamento sanitário no município de Santo André, no ABC paulista, que permitiu a despoluição dos córregos Itrapoã e Utinga. 

O trabalho ampliou a coleta para 37 mil imóveis, beneficiando cerca de 150 mil moradores da região, além de ampliar o índice de esgoto tratado de 42% para 62% em menos de um ano. A despoluição dos córregos também contribui para o Projeto Tietê, ao reduzir o volume de esgoto que chega ao principal curso d’água paulista através do rio Tamanduateí. 

A Sabesp investiu R$ 450 mil nas obras iniciadas em novembro de 2019, e que consistiram na construção de grandes tubulações e conexões dos imóveis. A companhia realiza obras também na região dos córregos Cassaquera, Comprido, dos Meninos, Apiaí e Guarará, maior afluente do rio Tamanduateí. Os trabalhos ampliam ainda mais a coleta e tratamento de esgoto no município. O investimento total até momento é de R$ 982 mil.

O trabalho na região dos córregos envolve também uma série de ações a fim de mobilizar os moradores locais pela despoluição dos cursos d'água. As atividades da Sabesp incluem distribuição de folhetos com orientações e conscientização quanto à importância das redes, das ligações de esgoto e de não jogar lixo nos córregos, além de livretos entregues nas escolas.

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ESGOTAMENTO SANITÁRIO
Melhoram índices de cobertura em Atibaia

Com a recente entrega da ETE Caetetuba, realizada em dezembro de 2020, a capacidade de tratamento de esgoto no município de Atibaia (SP) foi ampliada para 83,7% de todo esgoto coletado na cidade. Para Mateus Banaco, diretor da Atibaia Saneamento, a falta de coleta e tratamento de esgoto pode gerar prejuízos a longo prazo, o que reflete na saúde e qualidade de vida da população. “Temos trabalhado para elevar os índices de esgotamento sanitário na cidade através, entre outras medidas, da construção e modernização de EEEs (Estações Elevatórias de Esgoto) e ETEs. Sabemos que assim levaremos também mais saúde para os moradores de Atibaia e ficaremos mais próximos de alcançar a universalização do esgotamento sanitário no município”, comentou Banaco. A coleta e tratamento de esgoto fazem parte dos serviços do saneamento básico, porém, no Brasil, nem todos os municípios têm acesso a um sistema completo de esgotamento sanitário. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019, 54,1% dos brasileiros têm o esgoto coletado, mas o índice de tratamento com relação a água consumida é de apenas 49,1%. A falta de tratamento de esgoto aumenta a transmissão de doenças e compromete a saúde pública, causando enfermidades como cólera, disenteria, meningite, amebíase e hepatite A e B. Para o meio ambiente, o lançamento do esgoto sem tratamento nos rios, lagos e córregos provoca um enorme desequilíbrio no ecossistema, podendo levar a mortalidade dos peixes, acúmulo de agrotóxicos e metais em animais e plantas aquáticas e até baixa concentração de oxigênio nas águas.

24 de fevereiro, 2021
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ABASTECIMENTO
Sabesp leva água a Santo André

A Sabesp iniciou mais uma obra para melhorar a distribuição do abastecimento de água na cidade de São André, no ABC paulista. A implantação de novas redes de água no Parque América, próximo à divisa com Rio Grande da Serra, deve beneficiar aproximadamente quatro mil pessoas do bairro. A obra está prevista para ser concluída em novembro deste ano e receberá R$ 5,1 milhões em investimentos. As novas redes de água irão se estender por 16 km e a Sabesp instalará também ramais para ligar os imóveis à rede, o que representará um novo momento na vida dos moradores. No início de setembro a Sabesp começou trabalhos de interligação da adutora de 1.500 mm no bairro Camilópolis, melhorando o abastecimento de cerca de 240 mil pessoas do município. Em agosto, a companhia já havia iniciado a duplicação da adutora de 600 mm que abastece o setor de Erasmo Assunção, beneficiando cerca de 160 mil moradores. A duplicação deve ser finalizada na 2ª quinzena de novembro. A Sabesp informa que estas iniciativas englobam o 1º pacote de obras em Santo André, com recursos de R$ 21 milhões. Novas obras serão anunciadas neste mês, com o objetivo de acabar com a falta de água no município até o final de 2019. O contrato da Sabesp com a prefeitura é válido por 40 anos e prevê investimento em de cerca de R$ 917 milhões durante o período. O município também vai receber da Companhia recursos transferidos ao Fundo Municipal de Saneamento (FMSA) num total de R$ 622 milhões, o que eleva o investimento para R$ 1,539 bilhão. Além do abastecimento de água, a Sabesp realizará obras para elevar o tratamento de esgoto dos atuais 42% para 75% em três anos. A ação irá melhorar as condições dos córregos Guarará e Carapetuba. A Sabesp prevê a redução de perdas de 45% para 35% até 2022, economizando 2 bilhões de litros de água, volume que equivale ao abastecimento de 10 mil imóveis. O investimento no combate a perdas será de R$ 44 milhões.

10 de setembro, 2019
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ESGOTO
Sabesp investe R$ 624 milhões na RMSP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, autorizou um conjunto de obras que ajudarão a ampliar o tratamento de esgoto na cidade de São Paulo e na Região Metropolitana da capital paulista. Os investimentos da Sabesp, que somam R$ 624 milhões, estão inseridos no Projeto Tietê e vão gerar 2.580 empregos diretos e indiretos. Entre as ações estão previstas a instalação de grandes tubulações e de estações de bombeamento que vão beneficiar o centro e as zonas leste, norte e oeste da capital, além das cidades de Barueri, Cotia, Itaquaquecetuba, Osasco e Suzano. A expectativa é que as obras beneficiem 2,2 milhões de pessoas com o esgoto sendo enviado para estações de tratamento, contribuindo para a revitalização do rio Tietê e afluentes, como o Tamanduateí e Cabuçu de Baixo. Outros três interceptores de grande porte e uma série de coletores-tronco fazem parte do pacote autorizado. Um dos interceptores é o ITi-15, a ser instalado no Itaim Paulista (Zona Leste) e com 5,4 km de tubos, incluindo o próprio interceptor, coletores-tronco ligados a ele e as interligações, além de três estações de bombeamento (elevatórias). O esgoto de 450 mil pessoas será destinado até o tratamento na estação São Miguel. Outro interceptor a ser instalado é o ITi-16, com 6,3 km de tubulação principal, coletores-tronco e interligações, além de mais três unidades de bombeamento. O esgoto de 527 mil pessoas será bombeado para tratamento na estação de Suzano, beneficiando as cidades de Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Poá e a própria Suzano. Na Zonta Norte da capital os 6,5 km de coletores-tronco e interligações que serão licitados vão contribuir para a despoluição do córrego Cabuçu de Baixo. Mais 329 mil pessoas serão beneficiadas. O esgoto coletado também será tratado na ETE Barueri. Em Alphaville (Barueri) serão licitados 5 km de interceptores, coletores-tronco e interligações, uma estação de bombeamento e 5,3 km de redes coletoras nos bairros, permitindo o envio do efluente para a ETE Barueri. Nas cidades de Cotia e Osasco será implantado 1,4km de coletor-tronco, 3,7 km de redes nos bairros e quatro unidades de bombeamento. No total, 94 mil moradores terão seus esgotos enviados para tratamento na ETE Cotia ou na estação de Barueri.

29 de setembro, 2017