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PAVIMENTAÇÃO

Sabesp obtém Selo Verde por reciclagem

Sabesp obtém Selo Verde por reciclagem

Empresa recicla resíduos de asfalto, guias, sarjetas e concretos, e os transforma em material de melhor qualidade que o original

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) obteve o Selo Verde do Instituto Chico Mendes como reconhecimento pela iniciativa de implantação do Centro Ecológico de Reciclagem de Pavimentos, na Vila Leopoldina, zona Oeste da capital paulista.

O anúncio, feito virtualmente, contou com a participação do superintendente da Unidade de Negócio Oeste da Sabesp, Aurélio Fiorindo Filho, e do presidente-fundador do Instituto Chico Mendes, Vito Passera Milano. Implantado na Marginal Tietê, ao lado do Parque Orlando Villas-Boas, o Centro Ecológico de Reciclagem de Pavimentos recicla resíduos de asfalto, guias, sarjetas e concretos, e os transforma em material de melhor qualidade que o original, denominado Resíduo de Construção Civil Espumado, o qual será utilizado na recomposição das valas após serviços da Sabesp.

“Acho fantástico porque, sempre que se fala em reciclagem, as pessoas pensam em algo talvez pior ou não tão bom quanto o novo. E nós estamos mostrando que é melhor do que asfalto novo”, diz Aurélio Fiorindo Filho. Um dos destaques da tecnologia importada da Alemanha é o fato desta reciclagem fornecer produto melhor que o material primário. O superintendente da Sabesp destacou ainda a proximidade em relação às obras no município como forma de melhorar a logística e reduzir a emissão de carbono. “A gente conseguiu colocar o centro de reciclagem na área que mais consome material, que é dentro de São Paulo. Com isso, a gente consegue reduzir a emissão de carbono, pois o número de caminhões usados para transporte de detritos vai cair muito”.

O presidente-fundador do Instituto Chico Mendes, Vito Milani, elogiou a iniciativa da Sabesp e mostrou a importância do Selo Verde como forma de ser uma referência em sustentabilidade. “Considero o selo uma bandeira que, quando cai na mão de pessoas engajadas como é esse caso, pode ser o início de uma cruzada rumo a um mundo melhor. Façam uso desse selo. Nós, do Instituto, estaremos à disposição no que for possível para assessorar e contribuir para que essas metas sejam obtidas o mais rápido possível”.

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7 de dezembro, 2020
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SABESP
Usina de reciclagem para produzir asfalto

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23 de novembro, 2020
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23 de março, 2020
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GUARULHOS
Sabesp retira 700 mil do rodízio

Um mês após assumir o serviço de abastecimento de água em Guarulhos, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) já retirou cerca de 700 mil pessoas do rodízio. Moradores dos bairros Bom Clima, Bosque Maia, Cocaia, Cidade Martins, Ponte Grande e Vila Galvão foram beneficiados por obras e melhorias operacionais. A Sabesp prevê acabar com o rodízio até o final de 2019. Além disso, a Sabesp já realizou mais de 3.500 serviços no município, como consertos de vazamentos e manutenções nos sistemas de água, que reduziram perdas, aumentaram a eficiência operacional e diminuíram a duração do rodízio em outras áreas. A companhia oferece ainda conjunto de produtos e serviços aos clientes comerciais e industriais da cidade, como contrato de fidelização, programa de recebimento de esgoto não doméstico e água de reúso. O contrato de fidelização faz parte do programa “Sabesp Soluções Ambientais”, que ajuda no combate ao desperdício, reduz custos e contribui com a preservação do meio ambiente. O contrato proporciona economia aos grandes consumidores, além de incentivar o uso racional da água ao gerar melhor gestão de seus custos fixos. O serviço de recebimento do esgoto não doméstico permite que as empresas destinem corretamente os resíduos que não podem receber o tratamento padrão por terem uma constituição diferente. Estes resíduos muitas vezes têm produtos químicos danosos, resultados de processos industriais, e que necessitam de tratamento mais complexo, sob pena de causar grande prejuízo ambiental se chegarem aos corpos d’água. A água de reúso oferecida pela Sabesp é voltada para os chamados usos menos nobres, industriais, urbanos, de jardinagem e de limpeza de equipamentos e áreas específicos. A água de reúso também poupa a utilização da água potável, ajudando a preservar os mananciais.

6 de fevereiro, 2019