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REFLORESTAMENTO

Scania e SOS Mata Atlântica firmam acordo

A Scania e a SOS Mata Atlântica assinaram acordo que prevê o plantio de mudas de árvores nativas da Mata Atlântica para compensar uma parte do CO2 gerado pelo processo produtivo da empresa em sua fábrica de São Bernardo do Campo (SP). O chamado ‘Projeto Scania’ está localizado às margens da rodovia Dutra, em frente ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, localizada na cidade de Aparecida (SP). A forma de contabilizar a compensação foi definida em duas frentes - pela quantidade de caminhões, ônibus e motores industriais, marítimos e para grupos geradores de energia vendidos (na parte de produtos) e pelo número de financiamentos e cotas de consórcios vendidos (braços financeiros) num ano. Em 2018, a “Floresta Scania” recebeu 18 mil mudas, relativas a 15 mil produtos vendidos e 3 mil financiamentos do Scania Banco, o que gerou uma compensação de 3 mil toneladas de COC. Para este ano, a expectativa é plantar 25 mil mudas, divididas em 17 mil alusivas aos produtos vendidos, 4.500 via financiamentos do Scania Banco, 3 mil de cotas de consórcio, e mais outras 500 provenientes de uma expansão na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Ou seja, em dois anos, serão 43 mil mudas plantadas (de mais de 100 espécies diferentes) e 7.200 toneladas de CO2 compensadas. O plantio de 2019 deverá começar no último trimestre. “Com a chegada da Nova Geração de caminhões da marca, em novembro de 2018 e apenas dois anos após o lançamento na Europa, a fabricante resolveu dar mais um passo em sua jornada para liderar a transição para um sistema de transporte mais sustentável”, afirma Roberto Barral, vice-presidente das Operações Comerciais da Scania no Brasil. “O entendimento das empresas sobre seu papel para o desenvolvimento sustentável é fundamental para a melhoria da qualidade de vida da sociedade a partir da conservação ambiental. Poder estar ao lado de uma empresa que também pensa assim é um orgulho para nós”, afirma Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica. O trabalho de plantio de mudas ajuda a comunidade com geração de trabalho e renda na região de Aparecida. Na implantação das 18 mil mudas, a SOS Mata Atlântica articulou-se com três viveiros locais e um prestador de serviços para contribuir, diretamente, no envolvimento das comunidades do entorno.

A Scania e a SOS Mata Atlântica assinaram acordo que prevê o plantio de mudas de árvores nativas da Mata Atlântica para compensar uma parte do CO2 gerado pelo processo produtivo da empresa em sua fábrica de São Bernardo do Campo (SP). O chamado ‘Projeto Scania’ está localizado às margens da rodovia Dutra, em frente ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, localizada na cidade de Aparecida (SP). 
 
A forma de contabilizar a compensação foi definida em duas frentes - pela quantidade de caminhões, ônibus e motores industriais, marítimos e para grupos geradores de energia vendidos (na parte de produtos) e pelo número de financiamentos e cotas de consórcios vendidos (braços financeiros) num ano. Em 2018, a “Floresta Scania” recebeu 18 mil mudas, relativas a 15 mil produtos vendidos e 3 mil financiamentos do Scania Banco, o que gerou uma compensação de 3 mil toneladas de COC. Para este ano, a expectativa é plantar 25 mil mudas, divididas em 17 mil alusivas aos produtos vendidos, 4.500 via financiamentos do Scania Banco, 3 mil de cotas de consórcio, e mais outras 500 provenientes de uma expansão na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Ou seja, em dois anos, serão 43 mil mudas plantadas (de mais de 100 espécies diferentes) e 7.200 toneladas de CO2 compensadas. O plantio de 2019 deverá começar no último trimestre. “Com a chegada da Nova Geração de caminhões da marca, em novembro de 2018 e apenas dois anos após o lançamento na Europa, a fabricante resolveu dar mais um passo em sua jornada para liderar a transição para um sistema de transporte mais sustentável”, afirma Roberto Barral, vice-presidente das Operações Comerciais da Scania no Brasil.
 
“O entendimento das empresas sobre seu papel para o desenvolvimento sustentável é fundamental para a melhoria da qualidade de vida da sociedade a partir da conservação ambiental. Poder estar ao lado de uma empresa que também pensa assim é um orgulho para nós”, afirma Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica. O trabalho de plantio de mudas ajuda a comunidade com geração de trabalho e renda na região de Aparecida. Na implantação das 18 mil mudas, a SOS Mata Atlântica articulou-se com três viveiros locais e um prestador de serviços para contribuir, diretamente, no envolvimento das comunidades do entorno.

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REFLORESTAMENTO
Três milhões de árvores até 2021

A Nestlé irá plantar em todo o mundo pelo menos três milhões de árvores em seus principais locais de fornecimento de matérias-primas nas Américas até 2021. Esta é a etapa inicial de uma iniciativa maior de reflorestamento da companhia para ampliar ações na área agrícola e implantar soluções ambientais com o objetivo de aumentar a neutralização. A medida contribui para que a Nestlé alcance o compromisso de atingir emissão zero de gases de efeito estufa até 2050. A gigante de alimentos tem a parceria da One Tree Planted (OTP), instituição ambiental sem fins lucrativos com foco no reflorestamento global, para restaurar florestas e proteger o habitat para a biodiversidade. Juntamente à OTP e seu parceiro associado, o World Resources Institute, a Nestlé selecionará locais específicos de plantio em que palmeira, soja, papel, café ou coco são cultivados, e onde ecossistemas preciosos, como florestas tropicais, áreas úmidas e turfeiras ou manguezais, podem ser restaurados. A partir de março de 2020, a Nestlé iniciará o plantio no Brasil e México. No Brasil, a companhia terá a parceria da Fundação SOS Mata Atlântica. Mais de um milhão de mudas serão destinadas ao Brasil e, por meio da parceria com a Fundação, a Nestlé definirá as localidades para o plantio, considerando as regiões de onde se originam suas principais matérias-primas como café, leite, grãos, etc. A Mata Atlântica abrange cerca de 15% do território nacional em 17 estados. Hoje, restam apenas 12,4% da floresta que existia originalmente. "Atingir a ambição de neutralizar nossas emissões exige uma transformação na forma de fazer negócios. Juntamente com nossos fornecedores, vamos restaurar biomas e áreas degradadas, melhorar o gerenciamento de nossa cadeia de suprimentos e, como resultado, gerenciar melhor as emissões de gases de efeito estufa. Esse investimento levará ao aumento da biodiversidade e à regeneração de ecossistemas dos quais dependemos nas Américas", disse Laurent Freixe, CEO da Zona Americas da Nestlé. A Nestlé expandirá as atividades de reflorestamento para a África, Ásia e Oceania, com foco em locais de fornecimento de matérias-primas vulneráveis aos efeitos adversos das mudanças climáticas.

9 de março, 2020
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SCANIA
Caminhões movidos a GNV ou biometano

A Scania passará a produzir, a partir do 1º trimestre de 2020, caminhões equipados com motores que podem ser movidos a GNV (gás natural veicular) ou biometano, em qualquer mistura de ambos. As entregas começarão a ser feitas em abril do próximo ano. Enquanto isso, a companhia realiza demonstrações inéditas, como o primeiro caminhão off-road (um modelo pesado G 410 XT 6x4) abastecido com biometano do Brasil. O veículo irá operar em uma das usinas de cana-de-açúcar do grupo sucroalcooleiro São Martinho. Em outubro do ano passado, a Scania anunciou parceria com a Citrosuco para a primeira operação com caminhão abastecido por GNV ou biometano. O veículo rodou apenas com gás natural, e nesta aplicação, em relação a um modelo diesel, houve uma diminuição de 15% no custo do km rodado proveniente da redução do combustível, comprovando a viabilidade do transporte. A Morada Logística, prestadora de serviços da Citrosuco, cuida de toda a operação logística. O caminhão rodou entre Matão (sede da Citrosuco) até o Porto de Santos, em São Paulo, para levar suco de laranja para a exportação destinada a mais de 100 países. O modelo já rodou 110 mil km até agora. O pesado de cabine R e 410 cavalos de potência é da Nova Geração da marca, que começou a ser entregue aos clientes a partir de fevereiro deste ano. “Nossa solução é comprovadamente mais sustentável do que o diesel. O custo é viável economicamente, considerando a realidade atual de preços do combustível e dos altos impostos”, afirma Silvio Munhoz, diretor comercial da Scania no Brasil. “Mas é importante ressaltar que será fundamental o governo federal colocar em prática os sinais que deu sobre seus planos para o gás natural no Brasil. Por exemplo, as privatizações que provocarão um choque de eficiência no setor via aumento da competitividade e, por consequência, redução dos custos e possivelmente do preço de venda ao consumidor final. Todo o começo de um novo sistema exige movimentos de todos os lados. Estamos recebendo muitas intenções de compra. Ou seja, comprovando que há demanda consistente. Agora, precisamos de mais oferta”.

25 de setembro, 2019
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TRANSPORTES
Ônibus sustentável movido a biometano

Uma parceria entre Scania, Comgás e Agility proporcionou o primeiro ônibus nacional movido a biometano/GNV, apresentado durante o Fórum Brasil de Gestão Ambiental, realizado em Campinas (SP). O veículo foi usado nos traslados do aeroporto de Viracopos até o local do evento, o Expo Dom Pedro, onde também ficou exposto aos visitantes. “O ônibus Scania, que utiliza como combustível biometano, GNV ou uma mistura de ambos em qualquer proporção, vem despertando o interesse da sociedade como uma solução para uma mobilidade urbana mais sustentável, considerando os aspectos tecnológicos, ambientais e econômicos”, explica Eduardo Monteiro, responsável por desenvolvimento do mercado de Ônibus Urbanos da Scania no Brasil. “Esse ônibus chama a atenção pela redução de custos operacionais por quilômetro rodado. Além da diminuição da poluição sonora e de emissões, pois em comparação com um veículo similar a diesel ele emite 85% menos gases poluentes, se abastecido com biometano, e 70%, se estiver movido com GNV.” A Comgás é uma das parceiras da Scania no projeto, através do GNV. “O gás natural possui baixos índices de poluição global e local. Ou seja, é uma energia limpa, que pouco contribui para o crescimento do efeito estufa, e afeta menos a saúde das pessoas se comparado a combustíveis fósseis, por exemplo. Além disso, tem uma excelente competitividade em comparação aos combustíveis de baixo custo, como o diesel e biodiesel”, afirma Ricardo Vallejo, gerente de marketing GNV na Comgás. Já a Agility Fuel Solutions, fornecedora de soluções para a mobilidade sustentável, por meio da fabricação de cilindros de fibra de carbono e outros componentes para o sistema de armazenamento de gás natural participa da parceria. “Nossos equipamentos permitem o uso seguro e efetivo do gás natural como combustível em ônibus. E garantem um retorno rápido do investimento”, afirma o diretor de vendas, Antonio Bermudo. A linha Scania com motor a gás veicular natural (GNV/biometano) oferece três modelos. O K 280 4x2, que pode receber carrocerias de 12,5 a 13,20 metros de comprimento. O K 280 6x2, de 15 metros de comprimento e dois eixos direcionais. Ambos equipados com motor de 280 cavalos. E o articulado K 320 6x2/2, de 18 metros, com propulsor de 320 cavalos.

24 de julho, 2017
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EMISSÕES
Plantio visa neutralizar CO2 de carros alugados

A Fundação SOS Mata Atlântica fechou parceria com a Movida, empresa em aluguel de automóveis, para plantar árvores em cidades do Brasil com objetivo de neutralizar as emissões de CO2 feitas pelos carros da locadora. A parceria faz parte do Carbon Free, programa criado pela empresa em 2009 que se tornou a primeira ação sustentável na área de locação de veículos. Ao contratar um veículo, o motorista paga um valor simbólico. Na devolução, uma empresa especializada analisará o deslocamento realizado para calcular as emissões de carbono, que resulta no número de árvores a serem plantadas. O crescimento das árvores pode ser acompanhado pela internet, no site da Movida. “Todos estão fazendo sua parte para evitar danos ao meio ambiente e para termos uma qualidade de vida melhor”, afirma Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica. De acordo com o CEO da Movida, Renato Franklin, combater o desmatamento e as mudanças climáticas é uma tarefa de todos, empresas e consumidores. “Nós, desde sempre, adotamos uma postura sustentável e buscamos incentivar o consumo consciente por meio de alternativas para mitigar as emissões provenientes da nossa atividade”, ressaltou. Ao longo de 15 anos, a Fundação SOS Mata Atlântica já plantou um total de 36 milhões de mudas de árvores nativas, numa área total equivalente à do Recife, através de seus programas de restauração florestal. Lançado em 2009, o projeto ganha cada vez mais espaço e adeptos. Até julho deste ano, já foram mais de 26 mil diárias contratadas, num total superior a quatro milhões de quilômetros rodados e mais de sete mil árvores plantadas. Em 2015, o número de diárias em que os clientes optaram pelo Carbon Free dobrou em relação a 2014, passando de 18 mil para 36 mil, aproximadamente.

27 de setembro, 2016
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VEÍCULOS HÍBRIDOS
Scania apresenta ônibus a biometano/GNV

A Scania apresentou o primeiro ônibus movido à biometano/GNV que iniciará fase de demonstrações no Brasil. “Desde que foi lançado em 2014, o veículo, que utiliza como combustível biometano, GNV ou uma mistura de ambos em qualquer proporção, vem despertando o interesse da sociedade como uma solução para mobilidade urbana mais sustentável, considerando os aspectos sociais, ambientais e econômicos”, explica Silvio Munhoz, Diretor de Vendas de Ônibus da Scania no Brasil. O executivo explica ainda que o ônibus desperta atenção pela redução de custos operacionais por quilômetro rodado, além da diminuição da poluição sonora e de emissões de gases. “Em comparação com um veículo similar a diesel, aliás, ele emite 85% menos gases poluentes, se abastecido com biometano, e 70%, se estiver com GNV”. A linha Scania com motor a gás veicular natural (GNV/biometano) conta com três modelos: K 280 4x2, que pode receber carrocerias de 12,5 a 13,20 metros de comprimento e levar de 86 a 100 passageiros, o K 280 6x2, de 15 metros de comprimento, dois eixos direcionais e capacidade para até 130 passageiros – ambos equipados com motor de 280 cavalos –, e o articulado K 320 6x2/2, de 18 metros e capacidade para 160 ocupantes, com propulsor de 320 cavalos. Para iniciar as demonstrações, o primeiro ônibus movido a biometano e GNV registrado no Brasil é um K 280 6x2, de 15 metros, com capacidade para até 130 passageiros.

19 de setembro, 2016
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SUSTENTABILIDADE
Clariant e Scania desenvolvem caminhão movido a etanol

A Clariant, empresa de especialidades químicas, e a Scania, fabricante de caminhões pesados, ônibus e motores industriais e marítimos, desenvolveram projeto inédito de caminhões movidos a etanol para o mercado de transporte de cargas. A opção mais econômica e sustentável está em operação na fábrica da Clariant, localizada em Suzano (SP). Com a compra de três veículos a etanol e em linha com o plano de priorizar a sustentabilidade em seus negócios, a Clariant torna-se a primeira empresa a utilizar esse produto da Scania na América Latina. A venda foi realizada pela Casa Scania Codema (SP). Com a utilização de um aditivo exclusivo fornecido pela Clariant, o Master Batch ED 95, os caminhões Scania P 270 4x2 são capazes de reduzir em 92% a emissão de poluentes em comparação a veículos similares a diesel. “Somos parceiros da Scania na busca por soluções mais sustentáveis. O caminhão a etanol foi a tecnologia escolhida por estar alinhada com um de nossos pilares estratégicos: criar valor com a sustentabilidade”, afirma Manfred Schwarz, Diretor de Operações da unidade de negócios Industrial & Consumer Specialties da Clariant para a América Latina. Os chamados Ecotrucks estão trabalhando no transporte de isotanques, com capacidade para 25 mil litros de produtos químicos, levando-os até a frota rodoviária de caminhões que partem para as entregas aos clientes. Os três Scania P 270 trabalham 24 horas, divididos em quatro turnos nos sete dias da semana. Cada veículo deverá fazer pouco mais de 11 mil movimentações por ano, ou seja, quase 35 mil ao todo levando em conta os três veículos. “Optamos por utilizar a frota Scania a etanol em substituição aos caminhões a diesel que faziam essa função. Tendo em vista a quantidade de movimentações e as distâncias percorridas diariamente, nossa expectativa é uma redução anual considerável de emissões. Temos certeza de que essa operação pioneira com combustível renovável será um sucesso”, completa Schwarz.

5 de janeiro, 2016
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REFLORESTAMENTO
AES Tietê e Fundação Mata Atlântica plantam 600 mil mudas

A AES Tietê e a Fundação SOS Mata Atlântica firmaram parceria para promover o plantio de 607 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica no Estado de São Paulo, por meio do Programa Florestas do Futuro. Com os trabalhos iniciados em 2014, a primeira fase do projeto de plantio está prevista para ser concluída até o final deste ano, totalizando 215 hectares. Até o momento, 135 deles já foram contemplados, nos municípios de Mendonça, Adolfo, José Bonifácio e Ubarana, todos localizados nas bordas do reservatório da usina hidrelétrica de Promissão. São utilizadas aproximadamente 80 espécies nativas, como Ipê, Jaracandá, Ingá, Angico e Paineira. A AES Tietê ficará responsável por ceder as mudas e cercar as áreas de preservação permanente sob sua responsabilidade, situadas no entorno das usinas hidrelétricas da Companhia. A SOS Mata Atlântica realizará os plantios, além de manter o reflorestamento e monitorar o seu desenvolvimento por um período de cinco anos. A iniciativa prevê a restauração florestal de áreas protegidas privadas, com foco na recuperação de matas ciliares, fundamentais para garantir o abastecimento de água em qualidade e quantidade e para a conservação da biodiversidade. “Estamos estruturando novas possibilidades de parceria para acelerar a recuperação do Bioma Mata Atlântica, envolvendo tanto empresas privadas como do terceiro setor”, explica Paola Bocardo, Engenheira de Meio Ambiente da AES Tietê. O viveiro da AES Tietê produz um milhão de mudas por ano, com diversidade de aproximadamente 120 espécies de árvores nativas da Mata Atlântica e do Cerrado, utilizadas no reflorestamento das bordas dos reservatórios e no programa de fomento florestal da Companhia. O trabalho de reprodução começa com a coleta das sementes, quando geralmente são escolhidas 12 diferentes matrizes por espécies. “Esse processo é necessário para garantir a variabilidade genética das espécies produzidas pela empresa”, afirma Alexandre Astorino, Engenheiro de Meio Ambiente da AES Tietê. A coleta das sementes é feita de forma planejada e controlada, a fim de preservar o equilíbrio natural e garantir a alimentação da fauna e os mecanismos de regeneração natural das próprias espécies.

22 de setembro, 2015