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ENERGIA SOLAR

Solar Group vai investir em expansão em 2022

Solar Group vai investir em expansão em 2022

O crescimento foi impulsionado pelas altas na conta de luz com os reajustes tarifários deste ano.

Indústria especializada em sistemas de fixação para o mercado de energia solar, a Solar Group acaba de atingir 2 GW comercializados em estruturas para projetos de geração própria de eletricidade no Brasil. O crescimento foi impulsionado pelas altas na conta de luz com os reajustes tarifários deste ano, incluindo a bandeira vermelha e a atual bandeira de “escassez hídrica”, que oneraram em cerca de 30% em média a fatura de energia dos brasileiros.

Para atender à demanda nacional e da América do Sul, a companhia vai ampliar as duas fábricas de suportes para painéis fotovoltaicos instaladas na Grande São Paulo (Santana do Parnaíba e Itapevi), com investimentos previstos da ordem de R$ 18,7 milhões já em 2022. A companhia também planeja uma série de lançamentos de novos produtos e tecnologias para os próximos meses.

Atualmente, a Solar Group conta com 410 colaboradores e tem participação em projetos de energia solar fotovoltaicos no Brasil e América do Sul. “Nossos investimentos estão direcionados para expansão das operações e na garantia de excelência no atendimento aos players do mercado”, comenta Norberto da Costa, gerente comercial e de Marketing da Solar Group.

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A empresa brasileira SGP Solar captou 100 milhões de euros junto a um fundo francês e outro italiano para investir em novos projetos de energia solar no Brasil. A empresa fechou também dois contratos de parceria com grupos internacionais para ampliar a capacidade de financiamento dos projetos desenvolvidos pela SGP Solar no Brasil, voltados a plantas geradoras com capacidade mínima de 1 MW, sem limite máximo de potência. Os principais focos da Companhia são unidades industriais e comerciais, como shoppings, aeroportos, hospitais, estádios e supermercados, entre outros. O modelo de contratos apresentado pela empresa é o chamado PPA – Power Purchase Agreement -, em que o cliente não precisa arcar com os custos de desenvolvimento do projeto e de instalação dos painéis solares. O cliente irá apenas ceder o espaço para que a planta seja implementada, além de se comprometer a comprar a energia que for gerada no local por prazo de 15 a 20 anos, a depender do contrato. Os diretores da SGP Solar, Bernardo Scudiere e Werner Batista, ressaltam que, além de tornarem o consumo energético mais sustentável, as empresas que contratarem o projeto terão uma redução significativa no custo, já que a energia gerada pelos painéis solares é vendida por menos do que o valor cobrado pelas distribuidoras. “O risco é nosso e do investidor. O cliente só começa a pagar quando o projeto gerar energia, e somente pelo que for gerado de fato”, destaca Scudiere.

7 de maio, 2015