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SOLAR

Investimentos devem superar R$ 38,9 bilhões em 2024
Segundo ABSOLAR, a geração de empregos na indústria de energia solar fotovoltaica deve, em 2024, atingir 281,6 mil novos postos de trabalho
9 de dezembro, 2023
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A expectativa é de investimentos da ordem de R$ 220 milhões para a primeira fábrica nacional de módulos fotovoltaicos.

As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços dez vezes inferiores na comparação com termelétricas fósseis emergenciais.

Processo de fabricação de módulo de captação de energia solar utilizado nas telhas fotovoltaicas da empresa foi patenteado.

O contrato prevê a implantação de usina solar nos municípios de Flores, no Sertão, e em São Caetano, no Agreste pernambucano.

O sistema une o uso de micro-trocadores de calor e dessalinizador de água via destilação por membranas.

Artigo por Luiz Henrique Caveagna Alternativas que corroboram para um consumo mais consciente de energia e redução de impactos ambientais têm conquistado cada vez mais espaço, globalmente. Diante disso, o mercado de energia solar vem ganhando novos adeptos, por tratar-se de uma fonte limpa e renovável. Neste contexto, outras indústrias têm apoiado o desenvolvimento do setor, como é o caso da metalurgia. E, com as diversas aplicações do Alumínio, é possível oferecer benefícios estratégicos a este mercado. Atualmente, o Brasil ocupa a 4ª posição entre os países que mais cresceram em 2021 na capacidade em energia fotovoltaica, com novos 5,7 GW (Gigawatt) no último ano, de acordo com apuração realizada pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a partir de dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA). Segundo a ABSOLAR, hoje o Brasil conta com 15 GW na fonte solar, R$ 78,5 bilhões de investimentos acumulados e mais de 450 mil empregos gerados desde 2012. Tais números ajudaram a evitar a emissão de 20,8 milhões de toneladas de CO2 na produção de eletricidade. Aplicações de Alumínio na energia solar O segmento de energia fotovoltaica engloba dois meios principais: o de energia centralizada, que agrega as grandes usinas e/ou fazendas solares e a energia distribuída, que se refere aos sistemas residenciais e de pequenas e médias empresas, que contam com placas solares nos telhados. Nessas instalações, o Alumínio aparece na fabricação dos perfis empregados nos painéis solares, em forma de esquadrias ou perfis tubulares. Vale destacar que, com o crescimento de novos projetos voltados para o setor, surge a necessidade de uma constante modernização e revitalização nas linhas de transmissão e distribuição de energia. Para ajudar tal sistema funcionar, essas linhas são, em sua grande maioria, constituídas por cabos de Alumínio, que representam um volume considerável do consumo. As vantagens já conhecidas do metal, como menor custo, leveza, boa adaptabilidade térmica e resistência mecânica, também são fundamentais nos sistemas de energia proveniente do Sol. Além disso, o Alumínio apresenta um efeito decorativo nos perfis e ainda contém uma excelente condutividade elétrica, no caso das redes de transmissão e distribuição. Impactos sustentáveis das aplicações de Alumínio no setor O investimento em energias renováveis, como a solar, é uma pauta cada vez mais emergente no que diz respeito às agendas sustentáveis e de proteção ao meio ambiente. Além da luz solar, há outras fontes naturais com imensa disponibilidade, como a eólica, por meio dos ventos, e a offshore, através das marés. Neste cenário, o Alumínio soma-se a essas alternativas, principalmente, quando se é produzido nacionalmente, que é obtido com um grau considerável de energia limpa, por meio do uso das hidrelétricas. O metal conta ainda com alto índice de reciclagem, o que beneficia os aspectos sustentáveis das duas indústrias. O fato é que o mercado de energia fotovoltaica tem um espaço promissor no Brasil. O país tem apostado no uso mais intensivo de tecnologias para este meio e tem fácil acesso a, praticamente, todas as fontes de energia renováveis. Desta forma, é preciso seguir investindo na instalação deste serviço, para garantir mais ganhos sustentáveis e a diminuição no consumo energético. E, neste aspecto, o Alumínio pode ser um grande aliado por apresentar um preço mais acessível se comparado a outros metais e ser infinitamente reciclável, o que resultaria em maior economia e forte crescimento para ambos os segmentos. * Diretor Geral da Termomecanica, empresa do setor de transformação de cobre e suas ligas.

O Governo do Rio de Janeiro disponibilizará R$ 80 milhões para financiar projetos de energia solar e alavancar investimentos no setor, praticamente colocando o estado na rota de geração das energias limpas. Os recursos ficarão em um fundo que está sendo estruturado pela AgeRio e, além de beneficiar produtores rurais, escolas, hospitais e casas populares, poderão ser utilizados no programa de revitalização dos condomínios industriais que será lançado em breve pelo governo. A iniciativa foi acertada em reunião da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais com representantes da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), das concessionárias Light, Enel e Energisa, da Codin e AgeRio, além de empresários do setor. Os recursos anunciados são parte de um acordo com a ABSOLAR para atrair novos investimentos para o território fluminense, gerar mais empregos e renda para a população e estimular o desenvolvimento de novas oportunidades de negócios para empreendedores, além de ampliar o acesso da energia solar a consumidores residenciais, setores produtivos, agronegócio e setor público do estado do Rio de Janeiro. Dentre os focos estão identificar empreendedores do setor solar interessados em investir no estado, compartilhar informações sobre o mercado solar fluminense, avaliar tendências de negócios, aprimorar o ambiente regulatório e legal, reforçar o relacionamento entre o estado e o setor solar e cooperar em eventos e ações conjuntas, dentro e fora do Brasil. “Estimular a geração de energia solar faz parte do nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável do Estado do Rio, que tem vocação para se tornar referência na transição energética do país para uma matriz mais diversificada e limpa. Além dos benefícios ambientais, a energia solar é barata e gera economia, empregos e renda para a população”, afirma o governador Cláudio Castro. O presidente executivo da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, afirma que o acordo também prevê uma maior inserção da fonte solar na região, com a meta de diversificação da matriz elétrica estadual e assegurar o abastecimento energético para a população. “Na prática, pretendemos intensificar e aprimorar a elaboração de projetos e programas públicos para o desenvolvimento da fonte solar. Assim, este acordo com o governo fluminense amplia a colaboração em prol do desenvolvimento social, econômico e ambiental da região”, reforça. A geração própria de energia solar já proporcionou ao Rio de Janeiro a atração de aproximadamente R$ 1,9 bilhão em investimentos desde 2012, geração de mais de 10,2 mil empregos e a arrecadação de mais de R$ 451,0 milhões aos cofres públicos. Segundo a ABSOLAR, o Rio tem atualmente 342,8 MW em operação de energia solar nas residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. A região possui 41.389 conexões operacionais, espalhadas pelos 92 municípios do estado. Atualmente, são 48.930 consumidores de energia elétrica que já contam com redução na conta de luz, maior autonomia e confiabilidade elétrica. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Cássio Coelho, colocar o estado na rota da energia limpa e da transição energética é da maior importância para a atração de novos investimentos. “Estamos fazendo um esforço grande para atrair novos investimentos em energias renováveis, e a energia solar é fundamental para isso. Estamos com uma demanda crescente de empresas e empreendimentos vindo para o Rio de Janeiro e que podem ser beneficiados com a redução de custos que a energia solar oferece”, diz o secretário.

Inicialmente, a maior parte da energia gerada será destinada ao abastecimento de unidades da construtora.

A iniciativa prevê a construção de duas usinas solares, uma delas com sistema de armazenamento para utilização à noite.

Em investimento, a fonte solar já gerou ao Brasil mais de R$ 74,6 bilhões, R$ 20,9 bilhões em arrecadação aos cofres públicos.

O acordo prevê uma produção durante 15 anos, a partir de 2025. Isto representa um aumento de 12% do volume de energia consumida pela companhia.

O complexo fotovoltaico de Quixeré terá capacidade instalada para gerar até 241,48 MW de energia.

Com isto, a operadora chega a sua 23ª planta em operação no Brasil.

A obra permitirá o escoamento da energia produzida no empreendimento para o Sistema Interligado Nacional (SIN).

O parque solar fornecerá 50% do volume produzido para unidades de produção de aço da Gerdau no Brasil.

A Compesa deixará de ser a maior consumidora de energia elétrica de Pernambuco e se coloca como uma das maiores geradoras do Estado.

A capital recebe o projeto itinerante entre os dias 1° e 3 de fevereiro e a expectativa é qualificar gratuitamente cerca de 120 pessoas.

Dentre as prioridades do acordo está identificar empreendedores do setor solar interessados em investir em Minas Gerais.

O uso de energia solar evitou a emissão de 14,7 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.

A tecnologia será disseminada no Vidigal e mais moradores serão capacitados.

O crescimento foi impulsionado pelas altas na conta de luz com os reajustes tarifários deste ano.

O objetivo do projeto é gerar energia limpa e renovável para comunidades isoladas do Pantanal.

Ao todo, o projeto beneficiará nove comunidades de áreas isoladas do município de Manaus, e 342 comunidades na Calha do Rio Purus.

A medida pode ajudar a reduzir a conta de energia em tempos de crise hídrica e reajustes tarifários.

O IBGE divulgou que as tarifas de energia elétrica acumulam alta de 30% nos últimos 12 meses no Brasil.

A BYD Energy do Brasil é produtora e fornecedora de módulos solares e possui uma fábrica instalada na cidade de Campinas (SP).

A modalidade representa mais de 7,2 GW de.potência instalada operacional.

O crédito é destinado ao financiamento de sistemas de geração de energia elétrica fotovoltaica e custos de instalação para residências.

Entre os diversos benefícios ambientais da fonte solar ao País destacam-se, ainda, a economia de água nos reservatórios das hidrelétricas.

Além da construção de novos complexos solares próprios, a parceria prevê a contratação de usinas de terceiros

A empresa tem equipe no mercado brasileiro e operação, além de possuir o maior estoque nacionalizado para pronta entrega.

Denominado Monte Verde Solar, o projeto terá capacidade instalada de 209 MWac e ficará localizado no estado do Rio Grande do Norte.

O montante equivale a metade de toda a capacidade da usina hidrelétrica de Itaipu, de acordo com a associação.

A última edição, realizada em 2019, recebeu mais de 25.000 visitantes e mais de 1.600 congressistas e quase 300 empresas.

O projeto oferece zero emissões de carbono, economia significativa de água e redução nas contas de energia.

A Shell Energy Brasil irá produzir e comercializar energia elétrica limpa por usinas solares e eólicas.

O leilão terá a participação de empreendimentos solares fotovoltaicos, eólicos, hidrelétricos e termelétricos a biomassa.

A usina da CMIX foi instalada em Toledo pelo fato da cidade ser a capital do agronegócio no Paraná.

O projeto combina usinas de energia solar e armazenamento de energia em baterias de lítio e hidrogênio verde.

Medida pode gerar maior segurança jurídica ao setor e acelere os investimentos em novos projetos fotovoltaicos em residências e empresas no País.

Fabricante de inversores fotovoltaicos, prevê um crescimento de 50% nas vendas.

A tecnologia do novo micro inversor,consegue comunicar diretamente com a internet.

O Brasil tem o potencial de atingir R$ 1,316 trilhão em investimentos ligados ao clima, entre os anos de 2016 e 2030.

A iniciativa tem como objetivo o apoio e o fomento à geração de energia sustentável – além da solar, também biogás e biometano.

Complexo terá capacidade instalada de até 239 MW solares, no município de Pirapora (MG).


