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RECICLAGEM

Tecnologia do blockchain para dar destino correto

Tecnologia do blockchain para dar destino correto

Tecnologia é utilizada para o rastreamento das embalagens e para garantir a segurança dos dados.

A Tetra Pak reciclou 108 mil toneladas de embalagens em 2020, o que corresponde a 43,7% de toda a sua produção. Para continuar com esse crescimento, a empresa lançou o projeto Rede Longa Vida, um sistema inédito de rastreamento das caixinhas coletadas e entregues à reciclagem. Desenvolvido em parceria com a startup Polen e utilizando a tecnologia do blockchain, o programa inédito visa estimular a destinação correta das embalagens e a valorização do trabalho dos profissionais da reciclagem em todo o Brasil com créditos financeiros.

No sistema da Rede Longa Vida, o volume novo de embalagens que não estavam sendo recicladas vale 20% a mais do valor original e a Tetra Pak fica responsável pelo pagamento do percentual adicional. A tecnologia do blockchain é utilizada para o rastreamento dessas embalagens e para garantir a segurança dos dados. "É um sistema inédito que usa a inovação da logística reversa para aumentar as taxas de reciclagem e ainda melhorar a renda e condições de trabalho de catadores e cooperativas", afirma Valeria Michel, diretora de Sustentabilidade da Tetra Pak Brasil e Cone Sul.

Na prática, os catadores coletam as caixinhas, registram seu volume no sistema e vendem aos aparistas, que fazem o registro da transação. O programa Rede Longa Vida verifica as notas fiscais, faz o cálculo do valor da tonelada adicional vendida e manda o crédito financeiro ao parceiro cadastrado no sistema. Com isso, a caixinha coletada pelo catador passa a valer cada vez mais à medida que ele aumenta o volume de material captado.

Para atender às demandas da Tetra Pak, a Pólen desenvolveu uma nova tecnologia com plataformas personalizadas para os catadores e para as empresas que compram a matéria-prima. Com isso, ficam registrados todos os dados de coletas, compra e venda das caixinhas da Tetra Pak. "Está aí, inclusive, o diferencial do projeto. A plataforma dá a certeza por parte de todos os envolvidos no processo de reciclagem, de ponta a ponta, de que os resíduos coletados efetivamente foram reutilizados e se transformaram em novos produtos", afirma Renato Paquet, CEO da Polen. A parceria ainda engloba outras soluções, como a intenção de estimular a captação de resíduos em regiões mais distantes, fomentando assim o escoamento de maneira sustentável em todo o país.

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RESÍDUOS PLÁSTICOS
Green Mining atrai empresas

Segundo dados do Banco Mundial, o Brasil é o 4° maior produtor de resíduos plásticos no mundo, com 11,3 milhões de tonelada, das quais apenas 145 mil toneladas foram efetivamente recicladas. Para mudar este cenário e trabalhar com foco em uma destinação correta para os resíduos plásticos, a startup Green Mining, em parceria com a Ambev, Unilever, Natura, Braskem, Akzo Nobel, Wise, Deink Brasil e Eco Panplas, iniciou uma jornada para aumentar a recuperação do material. Com soluções customizadas para cada parceira, priorizando a recuperação de embalagens pós-consumo de forma eficiente e trazendo-as de volta para o ciclo de produção, a ação da Green Mining, juntamente com as empresas, realiza a coleta dos resíduos, por meio de um sistema de rastreabilidade com tecnologia blockchain, e garante que todo o material coletado seja enviado para reciclagem. "O plástico não precisa ser nocivo ao meio ambiente. A ausência de uma resposta sistemática eficaz quanto ao descarte é o que tem deturpado a utilização do material. Queremos ajudar na mudança dessa cultura de descarte inadequado do plástico. Para se ter uma ideia da gravidade do assunto, aproximadamente 10 milhões de toneladas de plásticos chegam nos oceanos a cada ano. Reconhecemos essa urgência e com essas grandes parcerias inovamos e promovemos um modelo de economia circular, mantendo o nosso propósito ambiental, social e econômico", diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining, startup especializada em logística reversa inteligente que, desde 2018, já coletou e enviou para a reciclagem mais de 1,3 milhão de quilos de vidro. A Green Mining customiza seu processo de coleta de embalagens a depender da demanda e projeto de cada companhia. Inicialmente, a startup começou suas ações em condomínios, bares, lojas e restaurantes, além de criar um sistema que possibilita obter informações de cada etapa do processo, como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis. Com o sistema criado é possível fazer o rastreamento total, em tempo real, de origem, trajeto e destino com a segurança que a tecnologia blockchain fornece. Com uma grande quantidade de recicláveis, a Green Mining ajuda também à mão-de-obra empregada, capacitando e contratando mais de 28 funcionários, sendo grande parte pessoas que já trabalhavam com reciclagem de maneira informal. Atualmente, há operação de coleta de plástico nos seguintes bairros da capital paulista: Bela Vista, Brooklin, Centro, Itaim Bibi, Jardins, Moema, Mooca, Perdizes, Pinheiros, Vila Madalena, Vila Mariana e Vila Olímpia. Para saber sobre a viabilidade de coletas gratuitas em condomínios, bares, lojas, restaurantes ou outros estabelecimentos, é necessário entrar em contato pelo email [email protected] .

1 de dezembro, 2020
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COOPERATIVAS
Tetra Pak e Cempre em parceria para ajudar trabalhadores

A Tetra Pak em parceria com o Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre) e a plataforma Reciclar pelo Brasil realizará aporte para a compra de kits de higienização, máscaras protetoras e alimentos básicos para aproximadamente cinco mil trabalhadores de cooperativas de materiais recicláveis. "Nossos pensamentos estão com as pessoas que tiveram suas vidas afetadas por conta da situação atual. Diante de um desafio sem precedentes, estamos empenhados em direcionar nossos esforços para a colaboração e ajudar comunidades vulneráveis que acompanhamos há tantos anos. É nosso compromisso agora, mais do que nunca, atuar de modo a proteger as pessoas e o futuro", afirma Valéria Michel, diretora de sustentabilidade da Tetra Pak do Brasil e Cone Sul. A parceria junto ao Cempre irá impactar mais de 820 cooperados de 62 cooperativas localizadas nos mais diversos municípios brasileiros. A Tetra Pak apoiou também levantamento realizado pelo Cempre sobre o panorama da coleta seletiva no Brasil e as necessidades das cooperativas frente à pandemia de COVID-19. Segundo o estudo, cerca de 35,5% dos municípios não alteraram a programação da coleta seletiva; 26,3% reduziram a frota de caminhões e a frequência de entrega dos resíduos nas cooperativas; 24,9% dos municípios suspenderam temporariamente o serviço de coleta seletiva e 12,7% dos municípios avaliados não possuem o serviço de coleta seletiva implementado. O levantamento servirá como base para identificar questões relevantes para desenvolver ações que continuem a auxiliar o elo da cadeia da reciclagem mais afetado pela paralisação, além de iniciar a elaboração de planos e inciativas direcionados para a retomada das atividades. A Tetra Pak também participa da plataforma Reciclar pelo Brasil - programa de cooperação entre 15 empresas e associações de diferentes segmentos do mercado em parceria com a ANCAT (Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis). O grupo dará suporte financeiro às famílias de cooperados durante dois meses. A previsão é que mais de 4.300 cooperados de 160 cooperativas recebam o auxílio.

25 de maio, 2020
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RESÍDUOS
Green Mining coleta 500 t em um ano

A startup Green Mining comemora um ano de ação de logística reversa com a coleta de 500 toneladas de resíduos, principalmente vidro, e evita também a emissão de mais de 83 mil kg de CO2. "Tudo que temos conquistado é graças aos nossos funcionários, parceiros, clientes e amigos que acreditam no nosso projeto e se dedicam, de corpo e alma, para a preservação do meio ambiente. É difícil encontrar palavras para descrever o orgulho que sentimos com os resultados que alcançamos. Este é só o começo, o primeiro ano de muitas realizações que estão por vir”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da startup. Com a coleta de materiais recicláveis, a Green Mining também colabora com a capacitação e contratação de mão-de-obra de 30 catadores, que já trabalharam com reciclagem de maneira informal. A ação consiste no processo de coleta de embalagens em bares e restaurantes e é feita por meio de triciclos e sem emissão de gás carbônico. O material coletado é destinado à reciclagem ou reutilização, evitando que os resíduos sejam descartados em aterros. Por meio de um aplicativo, criado pela própria Green Mining, é possível obter informações como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis. "Com sistema que utiliza tecnologia Blockchain fazemos o mapeamento dos pontos de maior geração de resíduos e escolhemos o próximo endereço para a instalação de uma central de recebimento denominada HUB, local de armazenamento de todo o material coletado nas imediações. Posteriormente, os resíduos são enviados às usinas e empresas de reciclagem, devolvendo as embalagens ao ciclo de produção”, explica Rodrigo Oliveira. A Green Mining possui 17 HUBs em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Em 2020, a expectativa é que a ação chegue em mais estados do País, alcançando a meta de 100 HUBs.

4 de dezembro, 2019
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LOGÍSTICA REVERSA
HUBs ajudam na reciclagem de vidro

A startup Green Mining, em parceria com a Ambev, acaba de inaugurar um hub de coleta em Brasília (DF). A startup atua na logística reversa com tecnologia inovadora que permite identificar os locais de maior geração de resíduos pós-consumo, principalmente garrafas de vidros descartadas por bares. O objetivo é coletar a maior quantidade de recicláveis, com eficiência de custo, além de respeitar a mão-de-obra empregada com cursos de capacitação e contratação de cooperados ou catadores de rua que já trabalhavam com reciclagem de maneira informal. Parceira oficial da organização Europeia "Friends of Glass", a Green Mining promove a reciclagem do vidro, material de difícil decomposição, mas 100% reaproveitável, e que gera economia de recursos naturais e evita um alto gasto de energia e emissão de CO2. "Para nós, é uma satisfação e orgulho muito grande ver que o nosso projeto está em expansão pelo país. Com os HUBs em São Paulo, e agora em Brasília, alcançamos mais de 300 toneladas de vidros reciclados e mais de 50 toneladas de CO2 evitados desde o início da ação", conta Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining. A ação é fruto da primeira edição do programa global 100+Accelerator, da Ambev, que em 2018 selecionou 21 startups em todos os continentes para resolver questões mundiais urgentes em sustentabilidade pontuadas pela companhia. "O desafio lançado busca soluções para problemas da indústria, por meio de startups, para fechar o ciclo da economia circular em embalagens, foi uma ótima oportunidade. Nossa tecnologia permite a rastreabilidade de todas as embalagens coletadas nos centros urbanos com segurança por meio de Blockchain. Coletores, HUBs, transportadores e usinas de reciclagem validam as quantidades uns dos outros, não permitindo que os números de material reciclado sejam criados ou falsificados", explica Rodrigo. "Como nós realizamos a coleta, podemos não apenas atestar as quantidades, mas também garantir que não foi usada mão de obra infantil ou informal, visto que todos os nossos coletores possuem carteira assinada". A estimativa da Green Mining é de inaugurar, até o fim de 2019, mais 20 HUBs pelo país.

17 de setembro, 2019
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LOGÍSTICA REVERSA
Startup recolhe vidro para reciclagem

A startup Green Mining já recolheu volume superior a 100 toneladas de vidro em mais de 90 estabelecimentos nos bairros paulistanos da Vila Olímpia e Pinheiros. O material é enviado para reciclagem. "Os resíduos são recolhidos de maneira ambientalmente correta, por meio de triciclos, sem emissão de gás carbônico. Todas as fases do processo são garantidas por um sistema de rastreabilidade que usa tecnologia Blockchain, criado pelos nossos sócios desenvolvedores com mais de 20 anos de experiência, permitindo localizar os principais pontos de maior geração de recicláveis para que possamos instalar uma operação de coleta eficiente", conta Rodrigo Oliveira, CEO da Green Mining. Um dos principais pontos do projeto é a contratação formal de ex-catadores e registrá-los com carteira de trabalho assinada, garantindo-lhes todos os direitos legais e EPIs. Os trabalhadores são capacitados pelo programa "Reciclar para Capacitar, da Amlurb. "Os coletores uniformizados e empenhados retiram e levam as garrafas até o ponto de concentração. Quando se atinge um determinado volume, o vidro é levado direto à fábrica de vidros da própria cervejaria Ambev, localizada no Rio de Janeiro, devolvendo o material à cadeia produtiva da empresa. Todas as informações são registradas no aplicativo por cada coletor, gerando assim toda a rastreabilidade na cadeia de logística reversa", explica Rodrigo. A Green Mining é fruto do programa global 100+Accelerator, da Ambev, que selecionou 21 startups em todos os continentes para resolver questões mundiais urgentes em sustentabilidade pontuadas pela companhia. "Com o Blockchain, garantimos a transparência da informação e, assim que iniciarmos a utilização dos triciclos elétricos, o conceito IoT será inserido em todo o processo para aprimorar o georreferenciamento", finaliza o CEO da Green Mining. Entre os estabelecimentos participantes estão o Pitico, Porto Luna, Unidos da Vila, Toca do Tatu, Frangaria, Santa Julia, Sky Hall, Sutton, Padaria Vitória Régia, Dois Irmãos, Garota da Vila, Olímpia Show e Flat Travel Inn.

11 de julho, 2019
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RECICLAGEM
Tetra Pak conta histórias de profissionais

A Tetra Pak, em homenagem ao 17 de maio, Dia Mundial da Reciclagem, resolveu contar em sete episódios a websérie “Gente que Recicla”, o funcionamento da cadeia recicladora de embalagens longa vida no Brasil. Os capítulos abordam a importância da educação e consciência ambiental, da criatividade e do cooperativismo, em busca de informar cada vez mais as pessoas a respeito da importância da coleta seletiva. A série mostra a professora Najara ensinando crianças sobre como é fundamental proteger o meio ambiente; Renato e Luna, casal que aprendeu com o filho Davi a praticar a coleta seletiva dentro de casa; o Gilberto, catador de materiais recicláveis e líder da cooperativa Casa do Catador; a Alyne, empreendedora em um comércio de materiais recicláveis; a Maria Angélica, diretora em uma indústria papeleira que recicla embalagens longa vida; o Eduardo, empresário que produz telhas e placas com plástico e alumínio reciclados, provenientes das embalagens cartonadas; e, por fim, o José Carlos, engenheiro em uma indústria de rotomoldagem que desenvolve produtos com esse mesmo material. “A Política Nacional de Resíduos Sólidos propõe um modelo de responsabilidade compartilhada”, explica Valeria Michel, diretora de Economia Circular da Tetra Pak. “Governo, empresas e cidadãos dividem as tarefas no que diz respeito à gestão de resíduos sólidos no País. Por isso, é preciso que cada um faça a sua parte. Em toda a atuação da Tetra Pak existe a preocupação com o meio ambiente, que inclui a escolha de matérias-primas de origem renovável, o desenvolvimento de processos eficientes, o uso de energia limpa e o fomento da coleta seletiva e da reciclagem das nossas embalagens pós-consumo, que são recicláveis”, conta a executiva.

20 de maio, 2019
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LIXO
Rota da Reciclagem completa nove anos

No próximo dia 31 de março, o site Rota da Reciclagem comemora nove anos de iniciativa. Desenvolvido pela Tetra Pak, o site já soma 1,5 milhão de acessos e conecta – através da plataforma do Google Maps - os cidadãos a mais de 47 mil pontos de coleta seletiva distribuídos pelo Brasil. “O Rota da Reciclagem reforça a seriedade das ações da Tetra Pak em defesa do meio ambiente. Em busca da sustentabilidade em nossa cadeia de valor, queremos oferecer à sociedade uma embalagem que utilize matérias-primas de fontes renováveis, como o papel proveniente de florestas com cultivo responsável e o plástico de cana de açúcar, e que sejam totalmente recicláveis. Por isso, desenvolvemos tecnologias de reciclagem, investimos em educação ambiental e criamos mecanismos como o Rota da Reciclagem para incentivar a coleta seletiva”, afirma Valéria Michel, Diretora de Meio Ambiente da Tetra Pak. No site, estão disponíveis três ícones, que representam os pontos de entrega voluntária (PEVs), as cooperativas de catadores e os estabelecimentos comerciais. Para realizar a busca, o visitante do site precisa digitar o endereço de localização e a ferramenta aponta os pontos de coleta mais próximos. Outra vantagem, é que o portal abrange todo Brasil e, caso o usuário conheça mais algum lugar que receba e destine materiais para reciclagem, ele pode ser incorporado ao mapa. O Rota da Reciclagem também está acessível nas plataformas mobile através dos sistemas iOS e Android.

27 de março, 2017