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TECNOLOGIA

Televisionamento para monitorar esgoto

O DAE Jundiaí iniciou trabalho com tecnologia para verificar as condições da rede de esgoto por meio de televisionamento, o que, segundo a empresa, permitirá a análise do estado interno das tubulações. "É um avanço, pois estamos unindo a experiência dos nossos servidores com a tecnologia das imagens", avalia o diretor de Manutenção do DAE, João Viveiros. "Com as imagens, poderemos verificar de forma mais específica os problemas existentes na rede, em pontos críticos, bem como os resultados dos serviços de manutenção realizados pelos equipamentos de hidrojateamento, testando a eficácia", acrescenta. O investimento de R$ 4,8 milhões prevê um conjunto de dispositivos eletrônicos, que vão possibilitar a inspeção e diagnóstico da situação operacional dos coletores de esgoto, por meio de circuito fechado de televisão. O uso de cabos, monitor, câmera de vídeo e máquina fotográfica está incluso. O DAE responderá pela manutenção preventiva de 140 km de redes e interceptores de pequeno, médio e grande porte, que passarão por limpeza, desobstrução e desassoreamento. "Como já fizemos no ano passado, estamos agindo para evitar vazamentos em função de entupimentos da rede", explica o diretor. Segundo dados da manutenção do DAE, são registradas quase 300 ocorrências mensais de desobstrução atendidas O serviço completo – incluindo televisionamento e manutenção – será realizado em 12 meses.

O DAE Jundiaí iniciou trabalho com tecnologia para verificar as condições da rede de esgoto por meio de televisionamento, o que, segundo a empresa, permitirá a análise do estado interno das tubulações. "É um avanço, pois estamos unindo a experiência dos nossos servidores com a tecnologia das imagens", avalia o diretor de Manutenção do DAE, João Viveiros. "Com as imagens, poderemos verificar de forma mais específica os problemas existentes na rede, em pontos críticos, bem como os resultados dos serviços de manutenção realizados pelos equipamentos de hidrojateamento, testando a eficácia", acrescenta.

O investimento de R$ 4,8 milhões prevê um conjunto de dispositivos eletrônicos, que vão possibilitar a inspeção e diagnóstico da situação operacional dos coletores de esgoto, por meio de circuito fechado de televisão. O uso de cabos, monitor, câmera de vídeo e máquina fotográfica está incluso. O DAE responderá pela manutenção preventiva de 140 km de redes e interceptores de pequeno, médio e grande porte, que passarão por limpeza, desobstrução e desassoreamento. "Como já fizemos no ano passado, estamos agindo para evitar vazamentos em função de entupimentos da rede", explica o diretor. Segundo dados da manutenção do DAE, são registradas quase 300 ocorrências mensais de desobstrução atendidas O serviço completo – incluindo televisionamento e manutenção – será realizado em 12 meses.

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ÁGUA
Daerp investe para combater perdas

O Departamento de Água e Esgotos de Ribeirão Preto (Daerp) coloca em prática um projeto que visa reduzir em 50% as perdas de água no município do interior paulista. O programa prevê um conjunto de obras e ações que estão em execução, em licitação ou planejadas para contratação. O investimento previsto é de R$ 152,3 milhões. Uma das principais ações é a setorização do abastecimento, com a criação de 56 novos setores na cidade. Para isso serão implantados 65 km de adutoras e 250 válvulas de fechamento de setores, cujas obras já estão contratadas, construção de 17 novos reservatórios, com capacidade para 23,3 milhões de litros e perfuração de um novo poço e recuperação de outros nove. O DAERP afirma que as obras permitirão a inversão do sistema de abastecimento. Hoje a maior parte do abastecimento, 70%, é feita em marcha, ou seja, segue do poço direto para os imóveis. Apenas 30% do volume captado vai para reservatório. Com a conclusão das obras, a produção total irá para os reservatórios e, consequentemente, para a rede de distribuição, o que permitirá a gestão da vazão e a redução da pressão, diminuindo os vazamentos. O projeto está inserido no Programa de Gestão, Controle e Redução de Perdas de Água e Eficiência Energética, implantado em 2018, e prevê além da produção e distribuição, a implantação dos Distritos de Medição e Controle (DMCs), implantação do Centro de Controle Operacional (CCO) e a implantação de um programa caça-fraudes, para encontrar e eliminar ligações clandestinas e fraudes em hidrômetros. Todos estes projetos serão implantados com recursos de R$ 121,7 milhões, sendo R$ 115,4 milhões do Governo Federal, através da Caixa Econômica Federal, e contrapartida de R$ 6,3 milhões do Daerp. Parte das obras previstas no programa já estão em execução. São R$ 29,1 milhões em obras e equipamentos que estão previstos no Programa de Gestão, Controle e Redução das Perdas de Água e Eficiência Energética do Daerp. A substituição de 46,6 km de redes recebe investimentos de R$ 12,2 milhões de produção e reservação.

8 de setembro, 2020
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ABES
DAE Jundiaí entre os dez melhores

Pelo quarto ano consecutivo, o município paulista de Jundiaí figura entre os dez melhores em saneamento, de acordo com o ranking "Universalização do Saneamento", promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). A cidade melhorou sua posição em relação a 2019, e agora ocupa o oitavo lugar em âmbito federal e o quinto no estado de São Paulo. "Jundiaí tem boas condições de saneamento, justamente por conta da constância das iniciativas que fizeram a cidade chegar a esse patamar. A ascendência no ranking evidencia que conduzimos os serviços com a devida seriedade. Saneamento básico tem relação direta com a saúde, principalmente com a prevenção, que é área prioritária do governo. Estarmos perto de atingir a universalização vai muita além de levar infraestrutura adequada, mas assegurar melhores condições de saúde", avalia o prefeito Luiz Fernando Machado. Jundiaí está na categoria "Rumo à Universalização", com 99,07% de abastecimento e 98,23% de coleta de esgoto, com 100% de esgoto tratado. "Isso mostra que o planejamento a longo prazo desenvolvido pela DAE para Jundiaí tem sido cumprido à risca. Temos trabalhado para ampliação da reservação de água bruta e de água tratada, mas avançando também em levar novas redes de água e esgoto a toda a cidade", avalia o diretor presidente da DAE, Eduardo Santos Palhares. Em 2020 a DAE Jundiaí elaborou projetos executivos de extensão de interceptor, rede coletora de esgoto, redes de distribuição de água e adutoras no município. "A ideia é exatamente entendermos com precisão o que será necessário para chegar a estes locais sem redes de água e esgoto ainda, e levar os dois serviços à porta da casa dos moradores", afirma Palhares. Entre eles, estão as regiões dos bairros Champirra e Mato Dentro, onde a DAE já começou as obras de implantação de 16 km de emissários, além do projeto executivo de 23 km de redes coletoras. Redes de água e adutoras também serão executadas.

15 de junho, 2020
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JUNDIAÍ
DAE nveste em ampliação de ETA

O DAE Jundiaí investiu R$ 11 milhões para ampliar a capacidade da Estação de Tratamento de Água do Anhangabaú (ETA-A) dos atuais 1.800 l/s para 2.400 l/s. A nova capacidade será atingida em até 20 meses. "São obras para otimizar o espaço de tratamento com troca de sistemas e equipamentos, além da impermeabilização dos decantadores, novos aparelhos de filtragem e a renovação do sistema para floculação. Também já planejamos um novo sistema de segurança e adequação do sistema contra incêndios da Estação", conta o diretor de Operações da DAE, Valter Maia. Está em construção junto à ETA mais um reservatório de água tratada com capacidade de armazenar 10 mil m³ de água. Será o quarto reservatório localizado na Estação. "A ETA-A é essencial na operação do abastecimento em nossa cidade. Dali sai 95% da água utilizada no abastecimento do município, que é distribuída para 53 reservatórios. Em breve, serão mais três em funcionamento, na própria ETA, no Fazgran e no Jardim Carlos, além da reforma do R13, no Distrito Industrial", afirma o diretor presidente da DAE, Eduardo Santos Palhares. O DAE Jundiaí também está implantando a Estação Pressurizadora de Água Tratada (EPAT) na ETA-A, que tem como objetivo aumentar a velocidade de reposição de água do reservatório elevado, que abastece a zona alta do Anhangabaú. As obras da EPAT começaram em março, com aportes de R$ 1,2 milhão, e devem estar prontas em cinco meses. Além disso, em função do aumento da capacidade de tratamento na Estação a DAE vai substituir o barrilete, estrutura responsável pela distribuição da água tratada aos reservatórios que integram a unidade. O barrilete antigo, com diâmetro de 1.000 mm e executado em aço, será trocado por um novo, com diâmetro de 1.200 mm, em ferro fundido. Os investimentos para s obras de ampliação da ETA-A integra um contrato assinado entre a Prefeitura de Jundiaí, a DAE e a Caixa Econômica Federal. Com investimento total de R$ 59 milhões, o pacote inclui ainda as obras de esgotamento sanitário nas regiões do Champirra e Mato Dentro, ações de combate a perdas de água e a formulação do projeto executivo e licenciamento ambiental do novo sistema de abastecimento de água do Vetor Oeste, que será composto por três novas represas.

6 de abril, 2020
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ESGOTO
BRK evita lançamento de 3,1 bilhões litros

O município de Limeira (SP) deixou de lançar 3,1 bilhões de litros de esgoto sem tratamento nos rios e córregos no primeiro bimestre de 2020. A BRK Ambiental é a responsável pelos serviços de saneamento na cidade, que tem 100% do esgoto coletado e tratado em três Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Nos dois primeiros meses do ano já foi possível evitar que 1.271 piscinas olímpicas de esgoto fossem despejadas nos rios da cidade. “O tratamento de esgoto universalizado é um privilégio do município de Limeira e fruto dos investimentos realizados pela concessionária. Essa é uma conquista muito importante e que impacta diretamente no cotidiano da população, uma vez que os sistemas de coleta e tratamento de esgoto são fundamentais para prevenir a contaminação e transmissão de doenças”, explica Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Limeira. No total, desde o início da concessão, já foram investidos R$ 275 milhões em obras de esgoto. Para este ano estão previstos aproximadamente mais R$ 28 milhões. Atualmente a BRK trabalha na ampliação e modernização da Estação de Tratamento de Esgoto Tatu. Os trabalhos consistem na modernização da ETE para que o sistema de tratamento do efluente seja terciário, considerado o mais eficiente que existe, onde a tecnologia a ser utilizada será a holandesa Nereda. As obras civis do sistema biológico da estação estão concluídas. Em andamento estão as reformas do tratamento preliminar, do sistema de desaguamento de lodo e da implantação do tratamento físico-químico, também chamado de floculação. As montagens hidromecânicas e de instalação elétrica e de automação também estão em curso e serão as próximas etapas a serem concluídas. Somente nesta obra, os investimentos realizados pela concessionária totalizarão R$ 94 milhões.

31 de março, 2020
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ESGOTO
Sabesp investe R$ 624 milhões na RMSP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, autorizou um conjunto de obras que ajudarão a ampliar o tratamento de esgoto na cidade de São Paulo e na Região Metropolitana da capital paulista. Os investimentos da Sabesp, que somam R$ 624 milhões, estão inseridos no Projeto Tietê e vão gerar 2.580 empregos diretos e indiretos. Entre as ações estão previstas a instalação de grandes tubulações e de estações de bombeamento que vão beneficiar o centro e as zonas leste, norte e oeste da capital, além das cidades de Barueri, Cotia, Itaquaquecetuba, Osasco e Suzano. A expectativa é que as obras beneficiem 2,2 milhões de pessoas com o esgoto sendo enviado para estações de tratamento, contribuindo para a revitalização do rio Tietê e afluentes, como o Tamanduateí e Cabuçu de Baixo. Outros três interceptores de grande porte e uma série de coletores-tronco fazem parte do pacote autorizado. Um dos interceptores é o ITi-15, a ser instalado no Itaim Paulista (Zona Leste) e com 5,4 km de tubos, incluindo o próprio interceptor, coletores-tronco ligados a ele e as interligações, além de três estações de bombeamento (elevatórias). O esgoto de 450 mil pessoas será destinado até o tratamento na estação São Miguel. Outro interceptor a ser instalado é o ITi-16, com 6,3 km de tubulação principal, coletores-tronco e interligações, além de mais três unidades de bombeamento. O esgoto de 527 mil pessoas será bombeado para tratamento na estação de Suzano, beneficiando as cidades de Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Poá e a própria Suzano. Na Zonta Norte da capital os 6,5 km de coletores-tronco e interligações que serão licitados vão contribuir para a despoluição do córrego Cabuçu de Baixo. Mais 329 mil pessoas serão beneficiadas. O esgoto coletado também será tratado na ETE Barueri. Em Alphaville (Barueri) serão licitados 5 km de interceptores, coletores-tronco e interligações, uma estação de bombeamento e 5,3 km de redes coletoras nos bairros, permitindo o envio do efluente para a ETE Barueri. Nas cidades de Cotia e Osasco será implantado 1,4km de coletor-tronco, 3,7 km de redes nos bairros e quatro unidades de bombeamento. No total, 94 mil moradores terão seus esgotos enviados para tratamento na ETE Cotia ou na estação de Barueri.

29 de setembro, 2017