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ÁGUA

Daerp investe para combater perdas

O Departamento de Água e Esgotos de Ribeirão Preto (Daerp) coloca em prática um projeto que visa reduzir em 50% as perdas de água no município do interior paulista. O programa prevê um conjunto de obras e ações que estão em execução, em licitação ou planejadas para contratação. O investimento previsto é de R$ 152,3 milhões. Uma das principais ações é a setorização do abastecimento, com a criação de 56 novos setores na cidade. Para isso serão implantados 65 km de adutoras e 250 válvulas de fechamento de setores, cujas obras já estão contratadas, construção de 17 novos reservatórios, com capacidade para 23,3 milhões de litros e perfuração de um novo poço e recuperação de outros nove. O DAERP afirma que as obras permitirão a inversão do sistema de abastecimento. Hoje a maior parte do abastecimento, 70%, é feita em marcha, ou seja, segue do poço direto para os imóveis. Apenas 30% do volume captado vai para reservatório. Com a conclusão das obras, a produção total irá para os reservatórios e, consequentemente, para a rede de distribuição, o que permitirá a gestão da vazão e a redução da pressão, diminuindo os vazamentos. O projeto está inserido no Programa de Gestão, Controle e Redução de Perdas de Água e Eficiência Energética, implantado em 2018, e prevê além da produção e distribuição, a implantação dos Distritos de Medição e Controle (DMCs), implantação do Centro de Controle Operacional (CCO) e a implantação de um programa caça-fraudes, para encontrar e eliminar ligações clandestinas e fraudes em hidrômetros. Todos estes projetos serão implantados com recursos de R$ 121,7 milhões, sendo R$ 115,4 milhões do Governo Federal, através da Caixa Econômica Federal, e contrapartida de R$ 6,3 milhões do Daerp. Parte das obras previstas no programa já estão em execução. São R$ 29,1 milhões em obras e equipamentos que estão previstos no Programa de Gestão, Controle e Redução das Perdas de Água e Eficiência Energética do Daerp. A substituição de 46,6 km de redes recebe investimentos de R$ 12,2 milhões de produção e reservação.

O Departamento de Água e Esgotos de Ribeirão Preto (Daerp) coloca em prática um projeto que visa reduzir em 50% as perdas de água no município do interior paulista. O programa prevê um conjunto de obras e ações que estão em execução, em licitação ou planejadas para contratação. O investimento previsto é de R$ 152,3 milhões. 

Uma das principais ações é a setorização do abastecimento, com a criação de 56 novos setores na cidade. Para isso serão implantados 65 km de adutoras e 250 válvulas de fechamento de setores, cujas obras já estão contratadas, construção de 17 novos reservatórios, com capacidade para 23,3 milhões de litros e perfuração de um novo poço e recuperação de outros nove. O DAERP afirma que as obras permitirão a inversão do sistema de abastecimento. Hoje a maior parte do abastecimento, 70%, é feita em marcha, ou seja, segue do poço direto para os imóveis. Apenas 30% do volume captado vai para reservatório. Com a conclusão das obras, a produção total irá para os reservatórios e, consequentemente, para a rede de distribuição, o que permitirá a gestão da vazão e a redução da pressão, diminuindo os vazamentos. 

O projeto está inserido no Programa de Gestão, Controle e Redução de Perdas de Água e Eficiência Energética, implantado em 2018, e prevê além da produção e distribuição, a implantação dos Distritos de Medição e Controle (DMCs), implantação do Centro de Controle Operacional (CCO) e a implantação de um programa caça-fraudes, para encontrar e eliminar ligações clandestinas e fraudes em hidrômetros.

Todos estes projetos serão implantados com recursos de R$ 121,7 milhões, sendo R$ 115,4 milhões do Governo Federal, através da Caixa Econômica Federal, e contrapartida de R$ 6,3 milhões do Daerp. Parte das obras previstas no programa já estão em execução. São R$ 29,1 milhões em obras e equipamentos que estão previstos no Programa de Gestão, Controle e Redução das Perdas de Água e Eficiência Energética do Daerp. A substituição de 46,6 km de redes recebe investimentos de R$ 12,2 milhões de produção e reservação.

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SÃO PAULO
Contrato para combater perdas de água

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a SUEZ assinaram contrato (na modalidade de performance) para combater as perdas de água na rede da capital paulista. Os contratos de performance são um modelo inovador onde a remuneração está vinculada ao desempenho e aos resultados obtidos pela contratada quanto à recuperação do volume de água perdido no sistema de distribuição. Serão investidos aproximadamente R$ 70 milhões no projeto e o primeiro bairro beneficiado da capital será o do Sumaré, na zona Oeste, onde vivem cerca de 223 mil pessoas. Com duração de 60 meses, a SUEZ, por meio de sua subsidiária Restor, participa com 65% do consórcio contratado. Junto aos contratos nos setores de Ermelino Matarazzo e Itaim Paulista, já assinados, o montante investido passa dos R$ 110 milhões. O escopo do projeto prevê serviços de engenharia com o objetivo de ampliar a eficiência operacional com redução do volume perdido no sistema de distribuição, implantação de microáreas de controle com válvulas redutoras de pressão com operação por telemetria, renovação da infraestrutura (redes, ramais, adutoras), controle ativo de vazamentos, que compreende o levantamento de dados e diagnóstico operacional e de perdas do setor de abastecimento utilizando indicadores de desempenho da IWA e simulação hidráulica para estudo e otimização da operação de sistemas de abastecimento de água, elaboração dos projetos executivos; fornecimento e implantação das intervenções. Assim que concluído, o projeto garantirá a eficiência e a segurança operacional do setor de abastecimento Sumaré, que além de abastecer mais de 223 mil habitantes, atende o Complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que conta com oito Institutos de Especialidades e dois Hospitais Auxiliares. "Este ano tem sido importante para a SUEZ em relação à parceria com a Sabesp. Após conquistarmos o contrato de Ermelino Maratazzo, da ordem de R$ 67 milhões, agora iniciamos mais este desafio na zona central da Capital. A SUEZ tem expertise global em tecnologia na gestão de redes de água de grandes metrópoles e os contratos na modalidade performance são especialmente atrativos às operadoras, já que o investimento retorna com a garantia de entrega dos resultados", detalha Federico Lagreca, CEO da SUEZ. "Temos conseguido, em parceria com a Sabesp, contribuir enormemente no combate a perdas e na modernização das redes. Os contratos atualmente em andamento comprovam isso por meio dos resultados que superam e muito as metas", complementa.

23 de novembro, 2020
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SANEAMENTO
Sabesp investe R$ 27 milhões em Piracaia

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a Prefeitura de Piracaia assinaram contrato para serviços de água e esgoto no município paulista. O acordo prevê investimentos de R$ 27,4 milhões para ampliar a oferta de água, além da coleta e do tratamento de esgoto, pelos próximos 30 anos. Entre as obras a serem realizadas pela Sabesp estão a instalação de redes de água nos bairros Vale do Atibaia 1 e 2, no valor de R$ 3 milhões, uma nova captação na represa Cachoeira, orçada em R$ 500 mil. Outro destaque serão os trabalhos, com início em breve, para construção de infraestrutura de abastecimento de água e coleta de esgoto no Jardim São Domingos. O investimento no bairro será de R$ 1 milhão. As obras devem proporcionar melhorias significativas nos sistemas de saneamento e manter os atuais índices próximos de 100% na cobertura de água e esgoto na área atendível. “A Sabesp está pronta para levar o saneamento e garantir abastecimento de qualidade, coleta e tratamento dentro do padrão ideal para Piracaia. O município é muito especial, pois é uma área de manancial, e reforço aqui nosso compromisso com essas áreas. Elas são importantes não só para quem mora lá, mas para o Estado como um todo, pois a preservação da área de manancial é fundamental para garantir a qualidade do meio ambiente. Cuidar delas é nossa responsabilidade”, afirmou Marcos Penido, secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo. O diretor-presidente da Sabesp, Benedito Braga, afirma que Piracaia é parte importante no Sistema Cantareira, o principal manancial da Grande São Paulo. “É uma satisfação para a Sabesp ter esse contrato regularizado. Piracaia é um município-chave que está dentro do nosso Sistema Cantareira, um sistema essencial para a produção de água potável na Região Metropolitana, e com certeza vamos auxiliar em tudo o que for necessário no ponto de vista de conservação dos mananciais do município. Isso é muito importante para a Sabesp: manter a qualidade da água”, explicou.

13 de julho, 2020
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ABASTECIMENTO
Sabesp assume serviços em Mauá

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) assinou contrato com a Prefeitura de Mauá para desenvolver serviço de abastecimento de água no município. O acordo deve beneficiar diretamente os cerca de 454 mil moradores da cidade com investimentos na ampliação da rede de água e reservatórios, além de obras para reduzir as perdas e regularizar comunidades com novas ligações de água. A Sabesp vai investir R$ 219 milhões em obras durante o contrato. O município também vai receber recursos transferidos ao Fundo Municipal de Saneamento Ambiental e Infraestrutura (FMSAI), num total de R$ 113 milhões, o que eleva o investimento para R$ 332 milhões. Entre as obras previstas estão a construção de três reservatórios de água tratada: um na região do Anchieta, o segundo no Jardim Itapark e outro no Parque das Américas, elevando a capacidade de reservação em 10 milhões de litros, além da instalação de uma estação elevatória para bombeamento de água na região do Zaíra e obras para a melhoria do abastecimento nos bairros Jardim Sônia Maria, Jardim Sílvia Maria, Vila Nova Mauá e região. A Sabesp vai ampliar as redes de distribuição e fazer novas ligações de água em comunidades onde a conexão é irregular, beneficiando cerca de 25 mil famílias que vivem nessas localidades. Além de todas as obras, a Sabesp estabeleceu como meta a redução das perdas de água na distribuição, atualmente algo em torno de 50%. A companhia acredita que a substituição de redes e ramais antigos, a pesquisa e reparo de vazamento, o combate a irregularidades e outras ações contribuirão para uma redução para 32% até 2022, com investimentos de R$ 6,1 milhões neste período. Durante todo o contrato, a meta é baixar as perdas dos atuais 424 litros por ligação/dia para 130 litros por ligação/dia, totalizando um investimento de R$ 60,8 milhões somente no combate a essas perdas. O contrato assinado com a Prefeitura de Mauá tem duração de 40 anos e início imediato, porém prevê um período de transição na transferência pelo trabalho conjunto da Sabesp e da Sama, a autarquia municipal que agora deixa de operar o abastecimento da cidade. O contrato estabelece ainda que a dívida de R$ 3,5 bilhões do município com a companhia seja equacionada ao longo do período de prestação de serviço. A medida vai aliviar o caixa da prefeitura, permitindo que a administração da cidade invista em outras áreas – como saúde, educação e transporte. A fiscalização do cumprimento do contrato será feita pela Arsesp (Agência Reguladora de Energia e Saneamento do Estado de São Paulo).

22 de junho, 2020
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SANEAMENTO
Avançar Cidades beneficia seis paulistas

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) selecionou seis projetos para ampliar a rede de abastecimento de água por meio do Programa Avançar Cidades. Os municípios contemplados são Arujá, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Itapevi, Jundiaí e Ribeirão Pires e poderão investir R$ 100,9 milhões em obras, dos quais R$ 94,4 milhões serão financiados com recursos do FGTS, além das contrapartidas dos proponentes. As iniciativas vão garantir melhorias e a ampliação de sistemas de abastecimento de água nessas localidades. Cinco projetos foram propostos pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Em Arujá, o investimento será de R$ 14,9 milhões e visa a ampliação da central de estoque de água do município, enquanto Embu das Arte investirá R$ 10,7 milhões em obras para o setor Santo Antônio. Na cidade de Embu-Guaçu, são R$ 3,8 milhões para a implantação do sistema no bairro Penteado. Itapevi receberá R$ 52,4 milhões, para atender aos setores Amador Bueno e Santa Cecília, além de promover melhorias no setor Granja Carolina, enquanto Ribeirão Pires vai investir R$ 3,5 milhões para ampliar serviços. Em Jundiaí, o projeto foi apresentado pela empresa DAE S.A Água e Esgoto. Serão aplicados R$ 15,6 milhões no remanejamento e reforço de adutora para atender ao Vetor Oeste. A seleção das propostas pelo MDR atende às regras de enquadramento e de validação – pelos agentes financeiros – e ao limite de recursos disponível para a contratação do crédito. As operações poderão ser feitas em até 180 dias após a publicação da portaria de seleção no Diário Oficial da União. Os entes devem prover a contrapartida mínima de 5% do valor de investimento solicitado.

22 de junho, 2020
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JUNDIAÍ
DAE nveste em ampliação de ETA

O DAE Jundiaí investiu R$ 11 milhões para ampliar a capacidade da Estação de Tratamento de Água do Anhangabaú (ETA-A) dos atuais 1.800 l/s para 2.400 l/s. A nova capacidade será atingida em até 20 meses. "São obras para otimizar o espaço de tratamento com troca de sistemas e equipamentos, além da impermeabilização dos decantadores, novos aparelhos de filtragem e a renovação do sistema para floculação. Também já planejamos um novo sistema de segurança e adequação do sistema contra incêndios da Estação", conta o diretor de Operações da DAE, Valter Maia. Está em construção junto à ETA mais um reservatório de água tratada com capacidade de armazenar 10 mil m³ de água. Será o quarto reservatório localizado na Estação. "A ETA-A é essencial na operação do abastecimento em nossa cidade. Dali sai 95% da água utilizada no abastecimento do município, que é distribuída para 53 reservatórios. Em breve, serão mais três em funcionamento, na própria ETA, no Fazgran e no Jardim Carlos, além da reforma do R13, no Distrito Industrial", afirma o diretor presidente da DAE, Eduardo Santos Palhares. O DAE Jundiaí também está implantando a Estação Pressurizadora de Água Tratada (EPAT) na ETA-A, que tem como objetivo aumentar a velocidade de reposição de água do reservatório elevado, que abastece a zona alta do Anhangabaú. As obras da EPAT começaram em março, com aportes de R$ 1,2 milhão, e devem estar prontas em cinco meses. Além disso, em função do aumento da capacidade de tratamento na Estação a DAE vai substituir o barrilete, estrutura responsável pela distribuição da água tratada aos reservatórios que integram a unidade. O barrilete antigo, com diâmetro de 1.000 mm e executado em aço, será trocado por um novo, com diâmetro de 1.200 mm, em ferro fundido. Os investimentos para s obras de ampliação da ETA-A integra um contrato assinado entre a Prefeitura de Jundiaí, a DAE e a Caixa Econômica Federal. Com investimento total de R$ 59 milhões, o pacote inclui ainda as obras de esgotamento sanitário nas regiões do Champirra e Mato Dentro, ações de combate a perdas de água e a formulação do projeto executivo e licenciamento ambiental do novo sistema de abastecimento de água do Vetor Oeste, que será composto por três novas represas.

6 de abril, 2020
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ABASTECIMENTO
PURA beneficia 380 escolas em São Paulo

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo iniciaram a implantação do PURA - Programa de Uso Racional da Água – em mais de 380 escolas da rede estadual. Com investimentos da ordem de R$ 20 milhões, as ações englobam reformas nos prédios e o uso de tecnologia para a economia de água, além do remanejamento de redes, campanhas educacionais, detecção e correção de vazamentos internos e acompanhamento do consumo em tempo real. A estimativa é que a economia de água em todas as instituições alcance sete milhões de litros mensais, o que equivale a um consumo de 2.200 pessoas. As escolas selecionadas estão localizadas nas áreas de atendimento dos Sistemas Alto Tietê e Cantareira. Desde 2009, um total de 629 escolas já foram beneficiadas pelo PURA na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), enquanto que no interior e litoral o número chega a 559. Além do benefício ambiental, o PURA também proporciona redução de custos aos cofres públicos, já que as entidades públicas que participam do programa têm uma tarifa 25% menor. A estimativa é que sejam economizados R$ 250 mil por mês. Os recursos para a implantação do programa são do Fehidro (Fundo Estadual de Recursos Hídricos), obtidos pela Secretaria da Educação. As adequações prediais levam de 15 a 30 dias, dependendo da complexidade dos serviços necessários. São realizadas substituições nos encanamentos, instalação de aeradores nas torneiras, equipamentos antivandalismo nos banheiros e melhoria nas caixas-d’água, por exemplo. Na sequência, os profissionais que atuam no local passam por orientação educacional para mudarem o perfil de consumo e conscientizarem também os alunos. O cronograma das obras nas escolas é definido pela Secretaria da Educação e a previsão é que as 380 unidades estejam prontas em setembro deste ano.

19 de abril, 2017