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PARAIBUNA

Tratamento de esgoto após 354 anos

O município paulista de Paraibuna ganhou serviço de esgoto sanitário após 354 anos, com a entrada em operação recentemente da Estação Produtora de Água de Reuso (EPAR). Controlada da GS Inima Brasil e Enorsu, em 2015, a Caepa assumiu os serviços e investiu R$ 11 milhões com meta de universalizar os serviços de saneamento. Além da implantação do sistema de esgotamento sanitário e da EPAR, a Caepa está modernizando e ampliando o sistema de abastecimento de água. “Mais do que tratar o esgoto doméstico de Paraibuna, a entrada em operação da EPAR significa um salto nas condições de saneamento da população de Paraibuna”, diz o CEO do grupo GS Inima Brasil, Paulo Roberto de Oliveira. A concessionária investiu R$ 5 milhões na estação, que foi batizada de EPAR José Toledo Diniz, em homenagem a um dos grandes precursores da expansão do saneamento na cidade, o ex-vereador e vice-prefeito paraibunense Zé Caveira. Com capacidade para tratar até dois milhões de litros de esgoto por dia, a EPAR tem todos os processos automatizados e utiliza tecnologia na qual os efluentes domésticos passam por um processo anaeróbio e um pós-tratamento aeróbio, que resulta na remoção de 90% da carga orgânica, sem gerar odores. Essa tecnologia permite que o efluente, depois de tratado, seja disponibilizado como água de reuso para fins não-potáveis.

O município paulista de Paraibuna ganhou serviço de esgoto sanitário após 354 anos, com a entrada em operação recentemente da Estação Produtora de Água de Reuso (EPAR). Controlada da GS Inima Brasil e Enorsu, em 2015, a Caepa assumiu os serviços e investiu R$ 11 milhões com meta de universalizar os serviços de saneamento. 

Além da implantação do sistema de esgotamento sanitário e da EPAR, a Caepa está modernizando e ampliando o sistema de abastecimento de água. “Mais do que tratar o esgoto doméstico de Paraibuna, a entrada em operação da EPAR significa um salto nas condições de saneamento da população de Paraibuna”, diz o CEO do grupo GS Inima Brasil, Paulo Roberto de Oliveira.

A concessionária investiu R$ 5 milhões na estação, que foi batizada de EPAR José Toledo Diniz, em homenagem a um dos grandes precursores da expansão do saneamento na cidade, o ex-vereador e vice-prefeito paraibunense Zé Caveira. Com capacidade para tratar até dois milhões de litros de esgoto por dia, a EPAR tem todos os processos automatizados e utiliza tecnologia na qual os efluentes domésticos passam por um processo anaeróbio e um pós-tratamento aeróbio, que resulta na remoção de 90% da carga orgânica, sem gerar odores. Essa tecnologia permite que o efluente, depois de tratado, seja disponibilizado como água de reuso para fins não-potáveis.

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ESGOTAMENTO SANITÁRIO
Melhoram índices de cobertura em Atibaia

Com a recente entrega da ETE Caetetuba, realizada em dezembro de 2020, a capacidade de tratamento de esgoto no município de Atibaia (SP) foi ampliada para 83,7% de todo esgoto coletado na cidade. Para Mateus Banaco, diretor da Atibaia Saneamento, a falta de coleta e tratamento de esgoto pode gerar prejuízos a longo prazo, o que reflete na saúde e qualidade de vida da população. “Temos trabalhado para elevar os índices de esgotamento sanitário na cidade através, entre outras medidas, da construção e modernização de EEEs (Estações Elevatórias de Esgoto) e ETEs. Sabemos que assim levaremos também mais saúde para os moradores de Atibaia e ficaremos mais próximos de alcançar a universalização do esgotamento sanitário no município”, comentou Banaco. A coleta e tratamento de esgoto fazem parte dos serviços do saneamento básico, porém, no Brasil, nem todos os municípios têm acesso a um sistema completo de esgotamento sanitário. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019, 54,1% dos brasileiros têm o esgoto coletado, mas o índice de tratamento com relação a água consumida é de apenas 49,1%. A falta de tratamento de esgoto aumenta a transmissão de doenças e compromete a saúde pública, causando enfermidades como cólera, disenteria, meningite, amebíase e hepatite A e B. Para o meio ambiente, o lançamento do esgoto sem tratamento nos rios, lagos e córregos provoca um enorme desequilíbrio no ecossistema, podendo levar a mortalidade dos peixes, acúmulo de agrotóxicos e metais em animais e plantas aquáticas e até baixa concentração de oxigênio nas águas.

24 de fevereiro, 2021
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SANEAMENTO
GS Inima Triunfo moderniza tratamento da água

Unidade de negócio da GS Inima Brasil, a GS Inima Triunfo investiu R$ 3,2 milhões em um equipamento de geração de hipoclorito de sódio com o objetivo de levar mais segurança à prestação de serviços de utilidades industriais ao Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Com o investimento, a GS Inima Triunfo desativou definitivamente um sistema de aplicação de gás cloro para o tratamento de água, substância de alta toxidade, cuja segurança vinha sendo controlada e monitorada pela unidade. A companhia pretende eliminar o uso de gás cloro em suas plantas em até dois anos. “Toda a cloração da água que utilizamos passou a ser realizada por meio de um moderno sistema de geração de hipoclorito de sódio, que produz cloro a partir de uma solução salina comum em um reator com energia elétrica. Dessa forma, o estoque de cilindros de cloro gás foi eliminado, juntamente com qualquer risco de vazamento, tanto no transporte como na aplicação do produto e na manutenção do sistema” disse Sandro Hansen, diretor técnico da GSIT. O novo equipamento é ecologicamente correto, porque oferece risco muito menor de acidentes físicos, danos ao patrimônio e ao meio ambiente. “A principal motivação para o investimento foi realmente a segurança operacional e de todas as pessoas que trabalham no polo petroquímico, já que o custo operacional de ambas as tecnologias é similar e a efetividade na desinfecção da água também é igual”, informou Cleiton André Scholl, químico industrial e responsável técnico pelo sistema de tratamento de água da GSIT. O processo de cloração é importante para a remoção da matéria orgânica presente na água bruta e desinfecção da água potável. Os aportes estão no programa de modernização da GN Inima Brasil, que tem como objetivo oferecer ao País inovações para os processos de trabalho, com geração de valor para seus clientes, além de zelar pelo cuidado de colaboradores, parceiros e comunidade. “Estamos em contínuo aprimoramento da segurança operacional e da confiabilidade para garantir o fornecimento de água de qualidade para as empresas do polo petroquímico de Triunfo”, diz Sandro Hansen.

24 de agosto, 2020
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SANEAMENTO
ABES premia empresas da GS Inima

A Ambient - Serviços Ambientais de Ribeirão Preto e a GS Inima SAMAR – Soluções Ambientais de Araçatuba, ambas as empresas pertencentes ao Grupo GS Inima Brasil, foram premiadas pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) por estarem entre as 40 cidades com mais de 100 mil habitantes com os melhores índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos. A pesquisa reúne indicadores de 1.857 municípios, que representam aproximadamente 70% da população brasileira, segundo informações do SNIS – Sistema Nacional de Informações de Saneamento. Na lista, apenas 98 cidades estão na categoria máxima, que indica “Rumo à Universalização”. As outras categorias são: Compromisso com a universalização, Primeiros Passos para a universalização (onde se enquadra a maioria dos municípios pesquisados, 1.520) e Empenho para a universalização. Ribeirão Preto (SP), com quase 713 milhões de habitantes, ficou em 20º lugar no Ranking ABES da Universalização do Saneamento de 2020, com 496,8 pontos na avaliação. Desde que assumiu, em 2012, os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto de Araçatuba, que tem hoje 193 mil habitantes, a GS Inima SAMAR investiu na melhoria dos serviços de saneamento, que levaram o município rumo à universalização. A cidade obteve o 30º lugar no Ranking ABES 2020, com 494,45 pontos. A nota máxima é 500. É a terceira vez que essas cidades figuram no ranking da ABES entre as melhor saneadas do Brasil. Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Brasil, afirma que a parceria com os municípios é um dos caminhos para o Brasil atingir a universalização no saneamento. “O reconhecimento da ABES, entidade de profissionais do setor, mostra que estamos no caminho certo,” diz Paulo Roberto. “É um grande estímulo para continuarmos trabalhando, assumindo compromissos e entregando resultados como os alcançados por Ribeirão Preto e Araçatuba.” A novidade no Ranking ABES 2020 foi a inclusão do indicador Taxa de Internação Hospitalar, para correlacionar as variáveis saúde e saneamento, por meio das DRSAI – Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado, definidas em pesquisa financiada pela FUNASA nos anos de 2001 e 2002. Para este estudo são utilizadas as doenças de transmissão feco-oral (diarreias, febres entéricas, hepatite A). Sobre elas, calculou-se a taxa de internações média por 100.000.

15 de junho, 2020
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ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020