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HIDROGÊNIO

USP e ExxonMobil assinam convênio para fomentar projetos

USP e ExxonMobil assinam convênio para fomentar projetos

A parceria tem como objetivo ampliar o conhecimento técnico e científico na área de energia do País

A Universidade de São Paulo (USP) e a ExxonMobil Exploração Brasil assinaram um contrato de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I) para fomentar projetos que otimizem os parâmetros de processos na soldabilidade e no duplicação de dutos para o transporte de gás hidrogênio. A parceria tem como objetivo ampliar o conhecimento técnico e científico na área de energia do País. A cerimônia que formalizou a assinatura do convênio foi realizada no prédio da administração central da Escola Politécnica (Poli) da USP, no campus da USP em São Paulo.

“Nosso desejo é aumentar cada vez mais a relação dos nossos alunos e pesquisadores com as empresas, cultivando um ambiente cada vez mais voltado à inovação. Esse projeto, que é fruto dessa relação de proximidade, fará com que possamos transportar o hidrogênio de forma mais rápida e segura. A sociedade se beneficiará, pois, certamente, o custo desse produto diminuirá, além de evitar que haja desperdício desse carbono na atmosfera, contribuindo para um País mais limpo”, disse o reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior. Para Márcio Bastos, diretor da ExxonMobil, o trabalho conjunto é uma oportunidade de desenvolver projetos e atuar com diversas instituições brasileiras, em especial a USP. “Nós conhecemos a relevância da Universidade no cenário acadêmico mundial e, com esse convênio, poderemos trabalhar em parceria nos temas de transição energética e sustentabilidade do nosso País”, disse.

O diretor da Poli, Reinaldo Giudici, afirmou que a necessidade de articular pesquisas com o foco na otimização do transporte de hidrogênio é essencial, pois “são temas que estão diretamente ligados à inovação e ao desenvolvimento de pilares essenciais, como os da matriz energética brasileira”. Segundo a consultora de Pesquisa e Desenvolvimento da ExxonMobil, Tatiana Rocha, existe um equipamento específico para uso no projeto em questão, que é bastante utilizado em universidades do exterior. “Ele faz uma simulação desse transporte e, com isso, é possível entender quais regiões dos dutos estão mais suscetíveis a falha, facilitando em grande medida nosso trabalho”. Na cerimônia, também estavam presentes o coordenador do projeto de pesquisa, desenvolvimento e inovação, Sérgio Duarte Brandi; e o diretor executivo da Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (Fusp), Marcílio Alves.

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