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ENERGIA SOLAR

WDC investe em kits domésticos

A WDC Networks anunciou investimentos para a produção e venda de kits de geração doméstica e profissional de energia solar a partir de abril de 2020. A operação será comandada por André Luiz de Paula Souza (especialmente contratado pela WDC para esta função por sua sólida experiência de mercado no segmento) e tem marcas líderes e consolidadas, como Canadian e Fronius e também parceiros com soluções diferenciadas, como as alemãs AE Solar e SMA. “Acreditamos que a tecnologia existe para melhoria da qualidade de vida das pessoas. A possibilidade de gerar a própria energia, reutilizar a água, automatizar a sua residência, elevar a segurança da família e agora, trabalhar remotamente, ter banda-larga de qualidade, e usar veículos de transporte elétricos e autônomos são algumas das transformações que já iniciaram e que continuarão pelos próximos anos”, disse Vanderlei Rigatieri, CEO da WDC Networks. O executivo diz que a companhia está investindo em uma nova unidade produtiva em Minas Gerais, com 4000 m2 de área, com inauguração prevista para maio deste ano. “Trouxemos um executivo experiente e competente para liderar essa unidade de negócios, e temos certeza que essa diversificação com sinergia aos nossos atuais canais, será mais um item de resiliência no nosso negócio”, declara. A WDC quer aproveitar a sinergia com os canais já desenvolvidos e incentivar os provedores de Internet a vender os kits aos seus clientes, aos instaladores de automação residencial e aos grandes projetos de usinas e fazendas de geração. “O projeto da WDC com o Solar veio ao encontro das minhas expectativas, e queremos ir muito além da distribuição de sistemas solares. Nosso maior desafio não é montar uma distribuição de produtos e montagem de kits, pois isso a WDC já sabe fazer. Nossa missão é expandir a oferta para além da geração de energia limpa, juntando automação inteligente das residências e sistemas de segurança eletrônica e canalizar isso via provedores de Internet para levar os demais produtos da WDC para os atuais 12.000 credenciados para instalar energia solar no Brasil”, afirma André Luiz de Paula Souza, diretor da unidade de negócios solar.

A WDC Networks anunciou investimentos para a produção e venda de kits de geração doméstica e profissional de energia solar a partir de abril de 2020. A operação será comandada por André Luiz de Paula Souza (especialmente contratado pela WDC para esta função por sua sólida experiência de mercado no segmento) e tem marcas líderes e consolidadas, como Canadian e Fronius e também parceiros com soluções diferenciadas, como as alemãs AE Solar e SMA. 

“Acreditamos que a tecnologia existe para melhoria da qualidade de vida das pessoas. A possibilidade de gerar a própria energia, reutilizar a água, automatizar a sua residência, elevar a segurança da família e agora, trabalhar remotamente, ter banda-larga de qualidade, e usar veículos de transporte elétricos e autônomos são algumas das transformações que já iniciaram e que continuarão pelos próximos anos”, disse Vanderlei Rigatieri, CEO da WDC Networks. O executivo diz que a companhia está investindo em uma nova unidade produtiva em Minas Gerais, com 4000 m2 de área, com inauguração prevista para maio deste ano. “Trouxemos um executivo experiente e competente para liderar essa unidade de negócios, e temos certeza que essa diversificação com sinergia aos nossos atuais canais, será mais um item de resiliência no nosso negócio”, declara.

A WDC quer aproveitar a sinergia com os canais já desenvolvidos e incentivar os provedores de Internet a vender os kits aos seus clientes, aos instaladores de automação residencial e aos grandes projetos de usinas e fazendas de geração. “O projeto da WDC com o Solar veio ao encontro das minhas expectativas, e queremos ir muito além da distribuição de sistemas solares. Nosso maior desafio não é montar uma distribuição de produtos e montagem de kits, pois isso a WDC já sabe fazer. Nossa missão é expandir a oferta para além da geração de energia limpa, juntando automação inteligente das residências e sistemas de segurança eletrônica e canalizar isso via provedores de Internet para levar os demais produtos da WDC para os atuais 12.000 credenciados para instalar energia solar no Brasil”, afirma André Luiz de Paula Souza, diretor da unidade de negócios solar. 

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ENERGIA SOLAR
Usina da Copel gera 3MWp inicialmente

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) iniciou, em março, a operação das três unidades geradoras da Usina Solar Fotovoltaica Bandeirantes, construída no Norte do Paraná. Inicialmente a usina vai funcionar com 3 MWp (megawatt-pico). Mais três unidades serão energizadas ainda em 2021, totalizando 5,36 MWp de potência instalada, o suficiente para atender o consumo de energia de aproximadamente dez mil pessoas. O projeto é um novo modelo de negócios da Copel, que implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, enquanto o cliente, em contrapartida, assina um contrato de aluguel da usina. A energia gerada é usada para compensar o consumo, resultando em desconto na conta de luz. “Com este projeto, a Copel dá mais um passo firme rumo à energia do futuro: com fonte renovável, no modelo da geração distribuída, facilitando a vida do consumidor”, diz o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero. “A usina representa mais um importante investimento no interior do Paraná, contribuindo cominfraestrutura para o desenvolvimento do Estado”. O Complexo Solar de Bandeirantres é formado por 6.900 placas fotovoltaicas que ocupam uma área de 10,35 hectares. Cada placa é formada por células fotovoltaicas de silício policristalino. Essas células são interligadas em série e reagem com a incidência dos raios de sol, liberando elétrons que são transferidos para um circuito dentro da placa ou painel solar. A usina vai funcionar em regime de minigeração distribuída no modelo de autoconsumo remoto, oque significa que as unidades consumidoras devem ser de titularidade de uma mesma pessoa física ou jurídica, e estar dentro da mesma área de concessão da distribuidora. Os projetos foram implantados em parceria com a Sistechne Participações. "A entrada em operação da usina contribui para colocar nosso plano estratégico em prática. Estamos expandindo os negócios e pretendemos ampliar nossa atuação no mercado de geração distribuída de matriz fotovoltaica, especialmente nos modelos de minigeração”, afirma o diretor de desenvolvimento de negócios da Copel, Cassio Santana da Silva.

15 de março, 2021
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ENERGIA SOLAR
Mais de 47 mil empregos em 2021

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) calcula que o setor deve gerar mais de 147 mil empregos em todas as regiões brasileiras em 2021, com investimentos privados podendo ultrapassar os R$ 22,6 bilhões. Este montante soma os segmentos de geração distribuída (sistemas em telhados e fachadas de edifícios) e centralizada (grandes usinas solares). A associação prevê uma adição de 4,9 GW de potência instalada para usinas de grande porte e os sistemas distribuídos em telhados, fachadas e pequenos terrenos, o que representará um aumento de 68% sobre a atual capacidade instalada, de 7,5 GW. As perspectivas para o setor são de chegar ao final de 2021 com um total acumulado de mais de 377 mil empregos no Brasil desde 2012, distribuídos entre todos os elos produtivos do setor. A maior parcela destes postos de trabalho deverá vir do segmento de geração distribuída, que serão responsáveis por mais de 118 mil empregos neste ano. Dos R$ 22,6 bilhões de investimentos previstos para este ano, a geração distribuída corresponderá a cerca de R$ 17,2 bilhões. Para a geração distribuída solar fotovoltaica, a ABSOLAR projeta um crescimento de 90% frente ao total já instalado até 2020, passando de 4,4 GW para 8,3 GW. Já no segmento de usinas solares de grande porte, o crescimento previsto será de 37%, saindo dos atuais 3,1 GW para 4,2 GW. A ABSOLAR projeta que o setor contribua para um aumento líquido na arrecadação dos governos federal, estaduais e municipais de mais de R$ 6,7 bilhões este ano. O valor já contabiliza a economia dos consumidores em suas contas de eletricidade, mostrando que o benefício econômico do setor é favorável também para o poder público. Para o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, “a energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, ressalta. Para Rodrigo Sauaia, CEO da ABSOLAR, o ano será especial para o mercado solar fotovoltaico brasileiro, já que a energia solar é a fonte renovável mais competitiva do País e uma verdadeira alavanca para o desenvolvimento econômico, social e ambiental, com geração de emprego e renda, atração de investimentos, diversificação da matriz elétrica e benefícios sistêmicos para todos os consumidores brasileiros. “O Brasil tem tudo a ganhar com a fonte e está avançando para se tornar uma grande liderança mundial neste setor, cada vez mais estratégico no mundo”, diz Sauaia.

22 de janeiro, 2021
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ENERGIA SOLAR
Os benefícios da geração distribuída

Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia, as novas diretrizes do Conselho Nacional Política Energética (CNPE), publicadas no final de 2020, por meio da Resolução nº 15, beneficiam o consumidor e estabelecem os caminhos para o desenvolvimento de políticas públicas para a geração distribuída no Brasil, em especial para a energia solar fotovoltaica. “O consumidor deve ter assegurado, em lei, o seu direito de gerar a própria energia limpa e renovável, com autonomia, independência e com segurança jurídica e previsibilidade regulatória”, esclarece. As diretrizes do CNPE estão alinhadas aos pleitos da entidade e reconhecem os benefícios da geração distribuída à sociedade brasileira. A geração distribuída permite ao consumidor gerar e consumir a própria eletricidade a partir de fontes limpas e renováveis, como a energia solar em telhados e fachadas de edifícios ou em pequenos terrenos. “A geração distribuída solar fotovoltaica traz importantes ganhos econômicos, sociais, ambientais, elétricos, energéticos e estratégicos aos brasileiros, além de atrair investimentos, geração de empregos e renda, aumento na arrecadação pública, diversificação da matriz elétrica, redução de emissões de poluentes e gases de efeito estufa, entre diversos outros”, comenta Sauaia. A Resolução nº 15 do CNPE determinou cinco pilares para o estabelecimento de políticas públicas à micro e minigeração distribuída, todos alinhados às recomendações e propostas da ABSOLAR: o acesso não discriminatório do consumidor às redes das distribuidoras para fins de conexão de geração distribuída; a segurança jurídica e regulatória, com prazos para a manutenção dos incentivos dos atuais consumidores que possuem o sistema; a alocação dos custos de uso da rede e dos encargos previstos na legislação do setor elétrico, considerando os benefícios da micro e minigeração distribuída; a transparência e previsibilidade nos processos de elaboração, implementação e monitoramento da política pública, com definição de agenda e prazos de revisão das regras para o modelo; e a gradualidade na transição das normativas, com estabelecimento de estágios intermediários para o aprimoramento das regras para a modalidade. A vice-presidente de geração distribuída da ABSOLAR, Bárbara Rubim, ressalta que a modalidade também posterga investimentos em novas usinas de geração, redes de transmissão e infraestrutura de distribuição, reduz custos de operação e manutenção e reduz perdas elétricas de transmissão e distribuição. “Também melhora a segurança de suprimento e alivia as redes pelo efeito vizinhança, entre diversos outros benefícios que ajudam a reduzir a conta de todos os consumidores brasileiros”, conclui.

11 de janeiro, 2021
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ENERGIA SOLAR
Copel desenvolve usina no Paraná

A Copel e a Sistechne Participações concluíram as etapas de roçacem e cravação de estacas da usina solar fotovoltaicas que irão implantar no município de Bandeirantes (PR). As frentes iniciais da obra abrangem ainda a aquisição de equipamentos da estação solarimétrica, cabos, religadores e materiais de aterramento, além dos primeiros passos da construção da rede de distribuição que irá conectar o projeto à rede da Copel. Ao todo serão seis unidades de geração solar, com potência instalada de 5,36 MWp (MW pico), o suficiente para atender ao consumo de energia de aproximadamente dez mil consumidores. A usina solar fotovoltaica da Copel deve entrar em operação ainda em 2020 e irá trabalhar em regime de minigeração distribuída, onde a energia gerada é utilizada para compensar o consumo de energia elétrica. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, em abril, que a Copel adquirisse 49% em uma companhia que tivesse ativos de geração distribuída de energia solar. “A Copel tem como objetivo pesquisar e implantar negócios de geração que ampliem a matriz energética e sigam os preceitos de desenvolvimento sustentável que estão na missão da companhia”, afirma Cassio Silva, diretor geral de Desenvolvimento de Negócios da Copel. A companhia paranaense quer desenvolver projetos semelhantes, inicialmente para clientes comerciais e industriais. No modelo de negócio, a Copel implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, enquanto o cliente assina contrato de aluguel da usina, obtendo desconto na fatura de energia. Empresas interessadas em participar de um projeto de geração distribuída podem entrar em contato com a Copel pelo site www.copel.com/geracao

27 de julho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Setor atinge 300 mil unidades consumidoras

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informa que o Brasil acaba de atingir a marca de 300 mil unidades consumidoras de energia solar na geração distribuída. São 2,8 GW de potência instalada da fonte solar na microgeração e minigeração distribuída. A energia fotovoltaica representa 99,8% de todas as conexões distribuídas, com mais de R$ 14,6 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. Apesar dos bons números e o avanço nos últimos anos, o setor ainda tem pouca participação no mercado, com 84,4 milhões de consumidores de energia elétrica e apenas 0,4% faz uso do sol para produzir eletricidade. De acordo com a Absolar, o uso da tecnologia fotovoltaica em telhados e terrenos pode reduzir custos de energia para as empresas em até 95% e ampliar a capacidade de investimento no negócio e geração de novos empregos. Como a atividade econômica tende a ser retomada de forma lenta, um aporte bem programado agora poderá ajudar famílias e empresas a se organizarem a médio e longo prazo, quando o consumo deve voltar a crescer e a demanda por energia também. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar.

2 de junho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 5 GW de potência instalada

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve ultrapassar a marca de 5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. A fonte solar já trouxe investimentos privados superiores a R$ 26,8 bilhões, com geração de aproximadamente 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado. No segmento de geração centralizada o Brasil tem 2,68 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,5% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos somam mais de R$ 25,8 bilhões até 2025. Eles são referentes aos projetos já contratados em leilões. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 92 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Norte (Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de cerca de R$ 14 bilhões. No caso da geração distribuída, são 2,42 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk.

27 de abril, 2020
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ENERGIA SOLAR
Mais instalações em casas e empresas

O Ministério da Integração Nacional anunciou, em meados de junho, mais de R$ 3 bilhões para projetos de geração de energia solar com o objetivo de impulsionar o setor. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aproximadamente 1,2 milhão de geradores de energia solar serão instalados em casas e empresas até 2024. Isto significará 15% da matriz energética nacional. Até 2030, o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões. A diretora executiva da Fronius, Monalisa Gomes, afirma que atualmente existem diversas linhas de financiamento para que pessoas físicas e jurídicas possam instalar o sistema fotovoltaico em suas casas ou empresas “O mercado continua em expansão com um ritmo de crescimento exponencial; novos perfis de clientes residenciais almejam os benefícios da própria instalação solar; grandes grupos de consumidores comerciais estão analisando seriamente a adesão; a indústria e o agronegócio aumentaram seu interesse em energia limpa e sustentável”, comenta. Com o prazo de pagamento para até oito anos e possibilidade de financiar 100% do valor do projeto, as taxas anuais estão estimadas em 5,43% para as regiões Norte e Nordeste e 6,40% para o Centro-Oeste. No entanto, essa medida não chega aos estados do Sul e do Sudeste, visto que os recursos do financiamento vêm dos fundos constitucionais destinados ao desenvolvimento socioeconômico destas regiões.

14 de setembro, 2018
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ENERGIA SOLAR
Brasil deve alcançar 1,2 milhão de geradores

O Brasil apresenta 17.408 conexões, segundo a Aneel (Agencia Nacional de Energia Elétrica). Dentre as classes de consumo (comercial, iluminação pública, industrial, poder público, residencial, rural e serviço público) o consumo residencial é o que mais se destaca, superando 13 mil conexões. A opção por energia fotovoltaica – seja instalação comercial ou industrial - tem aumentado constantemente em todo território nacional. Os dados são atualizados constantemente pela Aneel. Segundo a pesquisa, os estados que mais se destacam são: (1° Minas Gerais 3.858, 2° São Paulo 3.363, 3° Rio Grande do Sul 2.061, 4° Rio de Janeiro 1.385 e 5° Paraná 1.300). Anaibel Novas, gerente da Unidade de Negócio de Energia Solar da multinacional austríaca Fronius, disse que a população brasileira tem investido cada vez mais em energia sustentável, em especial por conta das constantes secas, crise hídrica e aumentos das tarifas de energia elétrica. “O Brasil é um país rico em bases hídricas, diferente de outros países da Europa, por exemplo. Por esse motivo, as hidrelétricas são bem exploradas”. A especialista conta que ainda faltam incentivos do governo em relação ao uso, conhecimento da população em energias alternativas e os benefícios da utilização da energia renovável, que são incontáveis. Segundo a Alternative Technology Association, a Austrália deve transitar para uma rede elétrica 100% renovável até 2030, pois além de mais seguro é muito mais rentável e sustentável. Infelizmente, neste quesito, o Brasil caminha a passos lentos. Atualmente a energia solar representa apenas 1% da matriz energética brasileira. “Além de trazer redução de custos na conta elétrica, é comprovado que há valorização do imóvel, baixo impacto ambiental, energia inesgotável e redução das emissões de fases dos efeitos estufa. O investimento de R$ 12 mil em todo sistema fotovoltaico em uma residência é revertido em torno de sete a oito anos”, ressalta. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), até 2024 cerca de 1,2 milhão de geradores de energia solar ou mais deverão ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil, representando 15% da matriz energética brasileira e até o 2030 o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões. A energia solar fotovoltaica é agora, depois de hidráulica e eólica, a terceira mais importante fonte de energia renovável em termos de capacidade instalada no mundo. Mais de 100 países utilizam energia solar fotovoltaica. A China, Japão e Estados Unidos atualmente são os mercados de energia fotovoltaica, contribuindo com quase 6% de sua demanda de eletricidade. A Alemanha é o maior produtor, mas estima-se que em breve será superado pela China.

14 de dezembro, 2017