Notícias e artigos sobre

COPROCESSAMENTO

InterCement Brasil evita emissões de 155 mil toneladas de CO2 anuais

InterCement Brasil evita emissões de 155 mil toneladas de CO2 anuais

A InterCement Brasil é reconhecida com o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol por suas iniciativas de descarbonização, eficiência energética e uso de combustíveis alternativos, incluindo o coprocessamento de resíduos industriais e o uso de biomassa.

2 de junho, 2026

InterCement Brasil reaproveita resíduos pelo coprocessamento em suas operações

InterCement Brasil reaproveita resíduos pelo coprocessamento em suas operações

15 de maio, 2026

InterCement Brasil aproveita resíduos do setor moveleiro em MG

InterCement Brasil aproveita resíduos do setor moveleiro em MG

28 de janeiro, 2026

Mais notícias e artigos sobre COPROCESSAMENTO

InterCement utiliza coprocessamento nas fábricas para reduzir emissões
INDÚSTRIA DO CIMENTO
InterCement utiliza coprocessamento nas fábricas para reduzir emissões

Em uma comparação prática, essa quantidade equivale à retirada de 17 mil automóveis poluentes das ruas.

6 de janeiro, 2026
InterCement Brasil evita emissão de 80 mil toneladas de CO2
COPROCESSAMENTO
InterCement Brasil evita emissão de 80 mil toneladas de CO2

A tecnologia permite a substituição de combustíveis fósseis tradicionais (carvão mineral e coque de petróleo) por resíduos industriais e urbanos, biomassa e pneus inservíveis e não recicláveis, para a geração de energia térmica

9 de janeiro, 2025
Indústria do cimento atinge marca histórica em coprocessamento
RESÍDUOS
Indústria do cimento atinge marca histórica em coprocessamento

o coprocessamento, atividade responsável pela transição energética na indústria do cimento, atingiu a marca de 3.035 milhões de toneladas de resíduos processados – a melhor desde o início das medições

12 de novembro, 2023
Pandemia não afeta programa para reduzir emissões
INDÚSTRIA DO CIMENTO
Pandemia não afeta programa para reduzir emissões

Francisco Alves Apesar dos problemas gerados pela pandemia Covid-19, a indústria cimenteira avançou no processo de implementação do Roadmap que estabeleceu metas de redução das emissões de carbono até 2050. “Não houve nenhuma interrupção no período de crise. O que houve foram situações que comprometeram o desempenho em razão do fornecimento de produtos de adição”, diz o presidente do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento) e da ABPC (Associação Brasileira de Cimento Portland), Paulo Camillo Penna, referindo-se às cinzas volantes das termoelétricas e a escória da indústria do aço, que são utilizadas como insumo pela indústria. Explicando que o Roadmap está baseado em quatro pilares (adições, combustíveis alternativos, eficiência energética e estocagem de carbono), o presidente do SNIC e da ABCP disse que, antes mesmo do lançamento oficial do programa de metas, que ocorreu em 2019, a indústria brasileira já havia conseguido, em julho de 2018, mudar a norma da ABNT para o cimento e aumentar a participação do filler calcário na composição do produto, o que permite uma redução na utilização do coque. Isto, por si só, já possibilitou uma redução de 6% nas emissões de carbono. Além disso, a indústria brasileira de cimento atuou fortemente nos combustíveis alternativos, principalmente biomassa e resíduos industriais, conseguindo aumentar a participação desses insumos na substituição do coque de 15%, em 2014, para um total de 31% em 2019. Ou seja, acima da meta estabelecida no Roadmap, que era de 29% em 2025. “Apesar das dificuldades que tivemos na obtenção de insumos e na modernização dos marcos regulatórios do coprocessamento, avançamos bastante em combustíveis alternativos”, afirmou Paulo Camillo Penna, acrescentando que, nos últimos 20 anos, o Brasil ficou como um dos países com menores emissões no mundo pela indústria do cimento e voltou a ser líder mundial em baixas emissões de CO2 por tonelada de cimento produzida. Os números de 2019 (os mais recentes) indicam que o Brasil está emitindo 564 kg por tonelada, para uma média mundial de 634 kg por tonelada. A projeção brasileira para 2050 é de apenas 375 km por tonelada. “A meta é reduzir as emissões de 40 milhões de toneladas para 44 milhões t, mas numa base de 70 milhões t em 2014 e 115 milhões t em 2050, o que é algo desafiador”, enfatiza Camillo Penna. Ele informa também que, ainda na linha dos combustíveis alternativos, agora a indústria do cimento está trabalhando com o Ministério do Meio Ambiente no programa Lixão Zero. E conseguiu aprovar uma resolução que permite a utilização dos resíduos domésticos e comerciais (o lixo comercial e doméstico não reciclável) como combustível alternativo, o que contribuirá para que os cerca de 3 mil aterros sanitários existentes no País ganhem sobrevida, já que passarão a receber menos resíduos, alongando sua vida útil. Leia a reportagem completa na edição 198 de Saneamento Ambiental

2 de agosto, 2021
Geocycle e Alpargatas mandam resíduos para fornos
COPROCESSAMENTO
Geocycle e Alpargatas mandam resíduos para fornos

O volume coprocessado é equivalente a cerca de 22 milhões de pares de sandálias.

22 de julho, 2021

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