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COPROCESSAMENTO

InterCement prova que resíduo de catalisador pode ajudar na produção de cimento
A InterCement Brasil demonstrou a viabilidade técnica de usar resíduo de catalisador exaurido na produção de cimento, promovendo ganhos ambientais e substituindo parcialmente a matéria-prima.
3 de setembro, 2026

InterCement Brasil reaproveita resíduos pelo coprocessamento em suas operações
15 de maio, 2026
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Na fábrica mineira de Ijaci, localizada a cerca de 200 km do polo moveleiro de Ubá (MG), os testes com essa biomassa começaram em 2021, com o uso de 200 toneladas ao mês.

Em uma comparação prática, essa quantidade equivale à retirada de 17 mil automóveis poluentes das ruas.

A tecnologia permite a substituição de combustíveis fósseis tradicionais (carvão mineral e coque de petróleo) por resíduos industriais e urbanos, biomassa e pneus inservíveis e não recicláveis, para a geração de energia térmica

o coprocessamento, atividade responsável pela transição energética na indústria do cimento, atingiu a marca de 3.035 milhões de toneladas de resíduos processados – a melhor desde o início das medições

Indústria cimenteira brasileira supera metas de redução de carbono mesmo durante a pandemia, utilizando combustíveis alternativos e resíduos industriais. O país mantém liderança mundial em baixas emissões de CO2 na produção de cimento.

O volume coprocessado é equivalente a cerca de 22 milhões de pares de sandálias.

