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ESGOTO

Acciona conclui sistema para Capibaribe

Por meio de sua linha de negócio de água, a Acciona em consórcio com a brasileira GEL concluiu as obras do Sistema de Esgotamento Sanitário de Santa Cruz do Capibaribe (PE). Agora, o sistema está em fase de operação assistida e tem capacidade de vazão de 360 litros por segundo, devendo beneficiar 196 mil pessoas até 2037, conforme crescimento populacional local. A construção incluiu uma Estação de Tratamento Esgoto, quatro Estações elevatórias de esgoto e suas respectivas linhas de recalque e 17,8 Km de interceptores com 187 caixas de tempo seco. A parte estrutural do projeto da ETE e Elevatórios teve o consumo de cerca de 10.000m³ de concreto com aplicação de 840 t de aço, enquanto a execução de oito interceptores com diâmetros variados entre 150 e 1000 mm totalizou 17,8 Km de tubulações. A ETE conta com um supervisório para o controle e operação da estação e elevatórias e com um laboratório de análise para monitorar a qualidade do efluente tratado. Com o objetivo de garantir o bem estar das comunidades circunvizinhas, o consórcio instalou o tratamento de odor por carvão ativado em todas as unidades. O investimento foi de R$ 99 milhões em um projeto que englobou toda a engenharia executiva, obras e operação assistida durante um ano, o que já está em andamento. O projeto fez parte do Plano de Sustentabilidade Hídrica de Pernambuco - PSHPE e contou com o financiamento do Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), deixando um importante legado ambiental para a Bacia do Rio Capibaribe e para a qualidade de vida e saúde da população local. No setor de saneamento, a Acciona atua no tratamento do ciclo integral da água para usuários finais nas áreas que vão desde a captação e depuração da água —incluindo a dessalinização — até o tratamento do esgoto e devolução ao meio ambiente. Atualmente, a companhia atende às necessidades de abastecimento de uma população de mais de 100 milhões de pessoas em mais de 30 países no mundo.

Por meio de sua linha de negócio de água, a Acciona em consórcio com a brasileira GEL concluiu as obras do Sistema de Esgotamento Sanitário de Santa Cruz do Capibaribe (PE). Agora, o sistema está em fase de operação assistida e tem capacidade de vazão de 360 litros por segundo, devendo beneficiar 196 mil pessoas até 2037, conforme crescimento populacional local. 

A construção incluiu uma Estação de Tratamento Esgoto, quatro Estações elevatórias de esgoto e suas respectivas linhas de recalque e 17,8 Km de interceptores com 187 caixas de tempo seco. A parte estrutural do projeto da ETE e Elevatórios teve o consumo de cerca de 10.000m³ de concreto com aplicação de 840 t de aço, enquanto a execução de oito interceptores com diâmetros variados entre 150 e 1000 mm totalizou 17,8 Km de tubulações. A ETE conta com um supervisório para o controle e operação da estação e elevatórias e com um laboratório de análise para monitorar a qualidade do efluente tratado. Com o objetivo de garantir o bem estar das comunidades circunvizinhas, o consórcio instalou o tratamento de odor por carvão ativado em todas as unidades. 

O investimento foi de R$ 99 milhões em um projeto que englobou toda a engenharia executiva, obras e operação assistida durante um ano, o que já está em andamento. O projeto fez parte do Plano de Sustentabilidade Hídrica de Pernambuco - PSHPE e contou com o financiamento do Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), deixando um importante legado ambiental para a Bacia do Rio Capibaribe e para a qualidade de vida e saúde da população local. 

No setor de saneamento, a Acciona atua no tratamento do ciclo integral da água para usuários finais nas áreas que vão desde a captação e depuração da água —incluindo a dessalinização — até o tratamento do esgoto e devolução ao meio ambiente. Atualmente, a companhia atende às necessidades de abastecimento de uma população de mais de 100 milhões de pessoas em mais de 30 países no mundo.

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PPP
Aegea inicia fase operacional no ES

A Aegea Saneamento iniciou a fase operacional da Parceria Público-Privada (PPP) com a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan) que contempla a concessão administrativa para a execução de obras de infraestrutura em esgotamento sanitário no município de Cariacica. As obras vão beneficiar 402 mil pessoas em um bairro de Viana, no Espírito Santo. O trabalho será realizado pela Ambiental Cariacica – concessionária do Grupo Aegea – que investirá R$ 829 milhões em infraestrutura de saneamento, ao longo dos 30 anos de contrato, ampliando e modernizando o sistema de esgotamento sanitário do município, sendo que aproximadamente R$ 122 milhões desse total serão aplicados nos primeiros cinco anos. “Nossa atuação em Cariacica já começa com impactos bastante positivos, com geração de empregos e renda durante as obras iniciais. Nossas iniciativas são realizadas de modo que a vida da população atendida seja transformada, indo além dos nossos serviços essenciais em saneamento, promovendo mais saúde e dignidade aos nossos clientes. Para isso também contamos com um modelo de negócios focado em investimentos estratégicos, eficiência operacional, integridade e ética. Por meio destas premissas vamos mudar a realidade do esgotamento sanitário na cidade”, explica Radamés Casseb, Diretor Presidente da Aegea O investimento da nova PPP vai dobrar a cobertura do serviço que hoje atende cerca de 48% da população do município, e a universalização será alcançada em 2030, com o índice de 95% de cobertura. Além de realizar a manutenção no sistema existente, o contrato prevê a construção de 556 km de novas redes coletoras, 42 mil novas ligações de esgoto, 73 novas estações elevatórias de esgoto, 39 km de linhas de recalque, desativação de quatro Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e ampliação de três ETEs, proporcionando uma capacidade de tratamento de esgoto de 950 litros por segundo. No Espírito Santo, a Aegea já atua há seis anos em Serra, município que já atingiu 90% de cobertura, e iniciou há quatro anos as atividades em Vila Velha.

11 de abril, 2021
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ESGOTO
Águas de São Francisco do Sul inaugura ETE

A Prefeitura de São Francisco do Sul (SC) e a Águas de São Francisco do Sul inauguram, no próximo dia 16 de junho, de forma inédita e online, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Majorca. Construída em 15 meses, a ETE irá tratar cerca de cinco milhões de litros diários de esgoto na baixa temporada e 10 milhões de l/dia na alta temporada (verão), quando estiver em plena operação. A estação conta com um sistema de tratamento de esgoto de alta tecnologia em nível terciário e integra o sistema de saneamento básico da região das praias. A obra faz parte do cronograma de investimentos da concessionária para a universalização do saneamento no município. A concessionária é uma empresa do Grupo Aegea que, em Santa Catarina, detém também as concessões das Águas de Penha, Águas de Camboriú e Águas de Bombinhas. Victor Aroeira Vilella, gestor operacional da Águas de São Francisco do Sul, afirma que a tecnologia a ser utilizada na ETE é de lodos ativados do tipo Aeração Prolongada através de Reator Sequencial em Bateladas (SBR). O sistema é mundialmente utilizado para o tratamento de despejos domésticos, em situações em que é necessária uma elevada qualidade do efluente tratado. Os efluentes chegarão até a ETE pela estação elevatória de esgoto bruto, onde haverá gradeamento para sólidos grosseiros. Na sequência serão direcionados para o tratamento preliminar, com a retenção de sólidos mais finos, areia e óleo. Após esta etapa, o efluente é direcionado para o reator SBR, que é combinado com tanque de aeração, onde ocorre a decantação e remoção biológica de nitrogênio e fósforo. A etapa de aeração consiste em manter uma grande quantidade de bactérias aeróbias em contato com a matéria orgânica presente nos despejos e, desta forma, promover a oxidação bioquímica destes poluentes. O oxigênio requerido para a manutenção do processo será garantido por difusores de ar de bolhas finas do tipo circular de membranas EPDM. O sistema de tratamento SBR tem uma característica específica - a recirculação de lodo ativado não é necessária, pois permanece no tanque em todas as etapas do processo. A ETE Majorca conta com dois tanques SBR, que trabalharão de forma alterada e em diferentes etapas do ciclo do processo. Os líquidos clarificados gerados serão destinados para o tanque de contato para desinfecção e posterior lançamento do efluente. O lodo, por sua vez, é encaminhado para a prensa desaguadora para posterior destinação.

15 de junho, 2020
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ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020
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DESSANILIZAÇÃO
Cidades irão depender de processo

A ACCIONA – grupo global de origem espanhola e especializado em promoção desenvolvimento e gestão de infraestruturas, água, serviços e energia renovável -, e uma das principais empresas do mundo em projetos de dessalinização da água do mar, participou da palestra “Plantas de Dessalinização ao redor do mundo: desafios e facilidade” durante a Fenasan 2017. Virgínia Sodré, responsável pelo desenvolvimento de negócios da Acciona Agua no Brasil - divisão da empresa para o setor de saneamento e gestão hídrica, disse que um dos principais gargalos da infraestrutura brasileira é a gestão correta dos recursos hídricos. “Num futuro não tão distante, populações inteiras, em diversas cidades do País, dependerão de projetos de dessalinização da água do mar e de reuso de água residual para terem água potável”, observa Virgínia. Em sua palestra, ela abordou o uso da expertise da Acciona em projetos de dessalinização, realizados para garantir água potável em diversos países. A ACCIONA é pioneira no desenvolvimento da técnica de osmose inversa para plantas de dessalinização da água do mar e água salobra. A empresa pode atuar em todas as fases de construção de uma planta de dessalinização, seja para municípios ou indústrias privadas, desde o design, construção e instalação, até a operação e manutenção da estação. No mundo, a ACCCIONA tem mais de 75 estações de dessalinização, em países como a Espanha, Austrália, Itália, Reino Unido, EUA, Qatar e Arábia Saudita, que servem como referência para o setor, com uma capacidade combinada de 2,7 milhões de m³ de água tratada por dia, abastecendo mais de 13,4 milhões de pessoas.

10 de outubro, 2017
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SANEAMENTO
Brasil apresenta condições de investimentos

O diretor presidente da Acciona no Brasil, André Clark Juliano, comentou, durante o evento “As Soluções para o Saneamento Básico e os Recursos Hídricos no Brasil”, realizado pela Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), em São Paulo, que o Brasil apresenta diversas oportunidades de investimentos, com novos projetos greenfield e um grande mercado para expansão. Segundo ele, há muito capital internacional disponível, o que pode acelerar essa interação entre o setor público e privado, no contexto das Leis das Estatais e do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos). Entretanto, o executivo citou pontos como a governança heterogênea e fragmentada da gestão da água, a falta de planejamento e de transparência, a estrutura tarifária, a regulação difusa, a ineficiência do setor, a falta de projetos básicos e de definição das prioridades e respectivos prazos, além da falta de garantia de prazo para liberação dos recursos (Caixa Econômica, BNDES) e a própria estrutura dos editais como entraves para aportes no setor. “No Brasil, as perdas na gestão da água chegam a R$ 10 bilhões/ ano, enquanto a média de investimento é cerca de R$ 8,5 bilhões”, disse Clark. Na visão de Clark, uma tarefa primordial do BNDES é estruturar as transações para o setor de saneamento de forma que contemplem mais municípios em cada projeto, como forma de atrair investimentos de maior porte. “Para investir, precisamos de clareza nas responsabilidades e na regulação do setor, projetos mais estruturados, mais garantias e um melhor entendimento entre os setores público e privado. Os investidores estrangeiros deste setor se interessam por ativos maiores do que apenas disputar uma única concessão”, ressaltou o diretor presidente da Acciona no Brasil. “A lei das Estatais melhora as parcerias, mas muitas chamadas para as empresas participarem dão apenas dois meses para se avaliar o investimento, quando este deve ser muito bem analisado, por se tratarem de projetos de 40 anos”, exemplificou. Entre as prioridades mencionadas pelo diretor presidente da Acciona estão a necessidade de planejamento estratégico das bacias, de se olhar a questão do esgotamento sanitário como matéria-prima, a necessidade de melhoria da eficiência na distribuição da água, com controle de perdas e exploração de novos mananciais; a importância de diversificação da matriz para solucionar a crise hídrica a partir de uma visão de médio e longo prazo; os projetos waste to energy, bem como a possibilidade de se investir em tecnologia, cuja aplicação ainda é limitada no País.

21 de março, 2017