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GREEN BONDS

AES Tietê recebe certificação

A AES Tietê conquistou, pelo segundo ano consecutivo, a certificação de Green Bonds (debêntures verdes) através de chancela da Climate Bonds Initiative (CBI), organização internacional que fomenta o mercado de títulos para investimentos em soluções sobre mudanças climáticas, tendo desempenho socioambiental avaliado pela SITAWI Finanças do Bem e verificação da VigeoEiris. As debêntures verdes são títulos de dívida cujos recursos são direcionados ao financiamento de empreendimentos ligados à sustentabilidade, como projetos de infraestrutura de energia renovável, que gerem benefícios ao meio ambiente e ajudem a reduzir os efeitos das mudanças climáticas e utilização de recursos naturais, entre eles a redução de emissões. Em 2019, a AES Tietê emitiu green bonds de um projeto solar no Brasil, que resultou na captação de R$ 820 milhões. Os recursos foram utilizados na construção das usinas solares de Guaimbê e Ouroeste, sendo os primeiros grandes investimentos em energia solar no estado de São Paulo. “Este pioneirismo, aliado à gestão com práticas sustentáveis, reforçam o compromisso da AES Tietê com parâmetros globais de governança corporativa e seu alinhamento às práticas ESG (Environmental, Social and Governance)” disse a Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores, Clarissa Sadock.

A AES Tietê conquistou, pelo segundo ano consecutivo, a certificação de Green Bonds (debêntures verdes) através de chancela da Climate Bonds Initiative (CBI), organização internacional que fomenta o mercado de títulos para investimentos em soluções sobre mudanças climáticas, tendo desempenho socioambiental avaliado pela SITAWI Finanças do Bem e verificação da VigeoEiris. 

As debêntures verdes são títulos de dívida cujos recursos são direcionados ao financiamento de empreendimentos ligados à sustentabilidade, como projetos de infraestrutura de energia renovável, que gerem benefícios ao meio ambiente e ajudem a reduzir os efeitos das mudanças climáticas e utilização de recursos naturais, entre eles a redução de emissões.

Em 2019, a AES Tietê emitiu green bonds de um projeto solar no Brasil, que resultou na captação de R$ 820 milhões. Os recursos foram utilizados na construção das usinas solares de Guaimbê e Ouroeste, sendo os primeiros grandes investimentos em energia solar no estado de São Paulo. “Este pioneirismo, aliado à gestão com práticas sustentáveis, reforçam o compromisso da AES Tietê com parâmetros globais de governança corporativa e seu alinhamento às práticas ESG (Environmental, Social and Governance)” disse a Diretora Vice-Presidente e de Relações com Investidores, Clarissa Sadock.

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ENERGIAS RENOVÁVEIS
Bradesco compra certificados da AES Brasil

O Bradesco adquiriu mais de 1,4 milhão de certificados de energia renovável (I-RECs) em um contrato com a AES Tietê, que com a mudança de marca assume a identidade definitiva de AES Brasil, uma das geradoras de energia renovável do País. O banco investiu R$ 1,7 milhão, com desembolsos anuais, de acordo com a utilização, por um período de cinco anos. O volume total adquirido equivale, por exemplo, ao consumo de energia da cidade de Campinas durante cinco meses e a 10% do total de certificados de energia renovável gerados em todo território nacional em um ano. “Com a aquisição, o Bradesco cumpre seu compromisso de, já em 2020, ter 100% de suas operações abastecidas com energia elétrica de fontes renováveis”, afirma Adelmo Romero Perez Junior, diretor do Bradesco. Além dos I-RECs, o Bradesco adota diferentes mecanismos de aquisição de energia limpa, como a compra no mercado livre e junto a projetos de geração distribuída e PPA (do inglês, Power Purchase Agreement). “O resultado torna o Banco uma das primeiras grandes instituições financeiras no mundo a completar sua transição para o uso exclusivo de energia renovável”. “Para a AES Brasil, é uma satisfação desenvolver soluções de energia que permitam a nossos clientes atingirem seus objetivos, principalmente quando o tema é sustentabilidade. O Bradesco é uma instituição bancária já reconhecida por seu compromisso socioambiental e um grande parceiro da AES Brasil. Com essa nova operação demos mais um passo para acelerar o futuro da energia, juntos”, afirma Rogério Pereira Jorge, diretor de Relacionamento com o Cliente da AES Tietê. O Bradesco tem o objetivo de neutralizar 100% das emissões de carbono geradas por suas operações, o que inclui sua estrutura logística terceirizada e o deslocamento de funcionários em todo o Brasil. Além das operações próprias, o Bradesco foi um dos primeiros bancos a apoiar o Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), conjunto de recomendações de reporte dos impactos financeiros decorrentes das mudanças climáticas, e é a única instituição brasileira presente na Partnership for Carbon Accounting Financials (PCAF), colaboração internacional entre bancos, investidores e gestores de fundos para mensurar e divulgar as emissões de carbono geradas pelas atividades financiadas pelas instituições financeiras.

7 de dezembro, 2020
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EMISSÕES
AES Tietê recebe Selo Ouro

A AES Tietê acaba de receber o Selo Ouro no Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa pela quarta vez consecutiva. O Selo é concebido para empresas que publicam seus inventários no Registro Público de Emissões, utilizando a ferramenta de cálculo da FGV. A companhia é reconhecida pelo Programa Brasileiro do Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) pela realização, publicação e verificação externa de seus inventários de redução nas emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE). “Este reconhecimento vem ao encontro da nossa estratégia de crescer, com um portfólio 100% renovável, fortalecendo cada vez mais nossa governança, oferecendo as melhores soluções em energia limpa e contribuindo ativamente para a sustentabilidade do planeta. Por isso, buscamos cada vez mais reduzir as emissões de gases, que são nocivos à atmosfera”, afirma Ítalo Freitas, CEO da AES Tietê. O GHG Protocol é uma ferramenta utilizada para entender, quantificar e gerenciar emissões de GEE. Desenvolvida, em 1998, pelo World Resources Institute (WRI) é, ainda hoje, a metodologia mais usada mundialmente pelas empresas e governos para a realização de inventários de GEE. Em 2008, o método foi adaptado ao contexto nacional pelo GVces e pelo WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e o World Business Council for Sustainable Development (WBSCD).

12 de outubro, 2020
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GREEN BONDS
Iguá emite R$ 880 mi para operações

A Iguá Saneamento concluiu emissão dos primeiros títulos sustentáveis (green & social bonds) no valor de R$ 880 milhões na área de infraestrutura. As debêntures têm como objetivo garantir os investimentos na expansão dos sistemas de abastecimento de água e tratamento de esgoto em duas operações da companhia. Os papéis receberam da SITAWI Finanças do Bem o selo de sustentáveis, em reconhecimento ao impacto socioambiental positivo gerado pela destinação dos recursos. Do total, a Iguá destinará R$ 620 milhões para sua operação em Cuiabá (MT) e os R$ 260 milhões restantes ao município de Paranaguá (PR). O diretor financeiro e de relações com investidores da Iguá, Felipe Fingerl, afirma que a emissão endereça por completo a necessidade de investimentos das operações no curto prazo, abrindo espaço para maior foco na otimização da alocação de capital no negócio, garantindo o processo de expansão esperado a partir da aprovação do marco regulatório do setor. “O mercado tem, hoje, uma grande quantidade de investidores institucionais comprometidos com investimento ESG e que enfrentam escassez de ativos adequados para investir”, diz. A maior emissão, referente a Cuiabá, foi intermediada pelo Itaú BBA, que atua como coordenador líder, pela XP Investimentos, Santander e Banco Votorantim. Já a operação de Paranaguá foi viabilizada por meio do BTG Pactual. As duas operações têm rating AA concedido pela agência Standard & Poor's, com remuneração vinculada ao IPCA, mais uma taxa de 6,10% ao ano. Os prazos de vencimento são de 14 anos (Cuiabá) e de 10 anos (Paranaguá).

17 de agosto, 2020
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DEBÊNTURES
CPFL Renováveis emite ‘green bond’

A CPFL Renováveis obteve Título Climático Certificado pelo critério de Energia Eólica (green bond) pelo ‘Conselho de Normas da Climate Bonds’ (Climate Bonds Standard Board) para emissão de debêntures no valor de R$ 200 milhões. É a primeira empresa da América do Sul a emitir green bond (título verde) com certificação internacional e a primeira do setor a emitir um título certificado. O green bond é um título de dívida que exige que os recursos captados sejam aplicados em projetos ambientalmente sustentáveis. A Climate Bonds Initiative é uma organização internacional sem fins lucrativos que trabalha exclusivamente para promover investimentos em larga escala na economia de baixo carbono. Os recursos foram liquidados e utilizados para a construção dos projetos eólicos Campos dos Ventos e São Benedito, com 231 MW de capacidade instalada, localizados no Rio Grande do Norte. O Santander foi o banco estruturador da emissão e a Sitawi deu parecer favorável ao desempenho ambiental dos projetos financiados. “Somos uma empresa 100% verde. Apostamos no desenvolvimento do mercado de green bonds no Brasil, pois acreditamos ser uma oportunidade promissora para financiar projetos que estimulem o desenvolvimento sustentável do País”, afirma Gustavo Sousa, diretor presidente da CPFL Renováveis. Para Justine Leigh-Bell, diretora de Desenvolvimento do Mercado da Climate Bonds Initiative, a emissão da CPFL Renováveis mostra o grande potencial de crescimento do mercado brasileiro de títulos verdes. “A empresa foi a primeira a emitir um green bond certificado pelo Climate Bonds Standard Board, o que demonstra liderança e comprometimento com o desenvolvimento de um mercado de green bonds ético e com credibilidade”, ressalta.

4 de abril, 2017