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EMISSÕES

AES Brasil tem meta de redução até 2025

A AES Brasil assumiu meta de neutralizar as emissões de gases de efeito estufa até 2025 e positivá-las até 2030. O anúncio do compromisso coincide com os cinco anos da assinatura do Acordo de Paris, realizada em 12 de dezembro de 2015, que rege medidas de redução de emissão de gases estufa, a fim de conter o aumento do aquecimento global e reforça a capacidade dos países de responder ao desafio, num contexto de desenvolvimento sustentável. Ítalo Freitas, CEO da AES Brasil, disse que a companhia já se comprometeu com Science Based Targets para reduzir as emissões operacionais com base nos critérios científicos e vai além da redução: “Com a nossa estratégia de negócios pautada no desenvolvimento sustentável, estabelecemos, ainda, a meta de neutralizar e em seguida positivar nossas emissões operacionais porque acreditamos que cada 1ºC é importante para revertemos o cenário preocupante atual, referente ao aquecimento global, a fim de construirmos o futuro que almejamos”, afirma. Em maio de 2020, a AES Brasil se uniu a mais de 150 empresas no mundo numa declaração pública com o Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas), que reafirma seus compromissos com base na ciência para alcançar uma economia resiliente. O objetivo do manifesto é incentivar os governos a corresponderem à ambição de redução de emissões em seus esforços de recuperação econômica.

A AES Brasil assumiu meta de neutralizar as emissões de gases de efeito estufa até 2025 e positivá-las até 2030. O anúncio do compromisso coincide com os cinco anos da assinatura do Acordo de Paris, realizada em 12 de dezembro de 2015, que rege medidas de redução de emissão de gases estufa, a fim de conter o aumento do aquecimento global e reforça a capacidade dos países de responder ao desafio, num contexto de desenvolvimento sustentável.

Ítalo Freitas, CEO da AES Brasil, disse que a companhia já se comprometeu com Science Based Targets para reduzir as emissões operacionais com base nos critérios científicos e vai além da redução: “Com a nossa estratégia de negócios pautada no desenvolvimento sustentável, estabelecemos, ainda, a meta de neutralizar e em seguida positivar nossas emissões operacionais porque acreditamos que cada 1ºC é importante para revertemos o cenário preocupante atual, referente ao aquecimento global, a fim de construirmos o futuro que almejamos”, afirma.

Em maio de 2020, a AES Brasil se uniu a mais de 150 empresas no mundo numa declaração pública com o Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas), que reafirma seus compromissos com base na ciência para alcançar uma economia resiliente. O objetivo do manifesto é incentivar os governos a corresponderem à ambição de redução de emissões em seus esforços de recuperação econômica.

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SUSTENTABILIDADE
Acordo para “Neutralidade Climática”

O Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e CEO’s de aproximadamente 30 empresas assinaram documento com metas climáticas denominado "Neutralidade Climática: Uma grande oportunidade", que defende uma meta mais ambiciosa de neutralidade climática para 2050. "Economicamente falando, o CEBDS crê que um total de até US$ 17 bilhões possam ser gerados no País a partir de negócios com base na natureza até 2030. O setor já está engajado, buscando as escolhas certas agora e direcionando os investimentos para enfrentamento e recuperação da economia brasileira em um modelo de economia circular, de baixo carbono e inclusiva, em que os benefícios entre produzir e preservar são claros e representam ganhos para o Brasil" disse a presidente do CEBDS, Marina Grossi. O acordo pode gerar diversos ganhos ao Brasil, como economia, com a geração de empregos verdes e investimentos crescentes em soluções de baixo carbono; comerciais, com poder de negociação mais sólido frente a seus principais competidores; ambientais, com incentivo à redução dos gases de efeito estufa (GEE); e reputacionais. O CEBDS lidera o setor empresarial brasileiro devido à urgência para mitigar riscos decorrentes das mudanças climáticas. "São muitos desafios, mas estamos convictos que metas mais ambiciosas trarão mais oportunidades para o desenvolvimento de negócios, resultando em mais investimentos, de recolhimento de tributos e de geração de renda ao setor privado, à sociedade brasileira e, consequentemente, ao País”, comenta Marina. Faltando pouco tempo para a COP-26, prevista para acontecer em novembro, em Glasgow, o Brasil, que possui 20% da biodiversidade mundial, precisa assumir o papel de protagonista na agenda climática. Os oceanos e a atmosfera esquentam mais ano a ano por causa das massivas emissões de gases. Em 2015, o Brasil ratificou o Acordo de Paris para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. No Brasil, as principais metas da NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada, na sigla em inglês), é conseguir reduzir as emissões de gás carbônico em 37% em relação às emissões de 2005. A data limite para isso é 2025, com indicativo de reduzir 43% das emissões até 2030. "Estamos em um ano decisivo para a questão climática, comparável ao que foi em 2015 em relação ao Acordo de Paris. O Brasil -- tanto no Leaders Summit on Climate, com o presidente Biden, nos dias 22 e 23 de abril, quanto em Glasgow, em novembro -- tem grande oportunidade para consolidar seu protagonismo nessa agenda e atrair capital internacional, protegendo sua floresta e gerando valor com a biodiversidade que temos”, diz a presidente do CEBDS. Entre as empresas que assinaram o documento estão Bayer, Braskem, Bradesco, BRF, CBA, DSM, Ecolab, Eneva, EQUINOR, Icare, Ipiranga, Itaú, JBS, Lojas Renner, Lwart Soluções Ambientais, Marfrig, Michelin, Microsoft Brasil, Natura, Schneider Electric, Shell, Siemens Energy, Suzano, Ticket Log, Tozzini, Vedacit, Votorantim Cimentos, Way Carbon. A iniciativa conta com apoio institucional: Amcham Brasil, ABAG - Associação Brasileira do Agronegócio, CEBRI - Centro Brasileiro de Relações Internacionais, Coalizão Brasil Clima - Florestas e Agricultura e ICC - Câmara de Comércio Internacional.

19 de abril, 2021
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ENERGIA
AES Brasil vai fornecer à Ferbasa

A AES Brasil assinou um memorando de entendimento com a Ferbasa para fornecimento de 80 MW médios de energia, por meio de um contrato de 20 anos, com início em 2024. A Ferbasa irá adquirir energia de fonte 100% renovável, com entrega no submercado Nordeste e perfil flat, ou seja, todo mês será entregue a mesma quantidade de energia. O parque que atenderá às necessidades da companhia será construído dentro do Complexo Eólico Cajuína (RN). O projeto está previsto para começar ainda em 2021 e tem capacidade eólica instalada de 165MW, o que equivale a 92MW médios de energia assegurada. “Este tipo de acordo firmado com a Ferbasa contribui para o aumento da previsibilidade dos nossos resultados e, também, colabora para que diversifiquemos cada vez mais o portfólio da empresa com fontes complementares à hídrica”, afirma Clarissa Sadock, da AES Brasil, que assumirá a presidência em 15 de janeiro. Segundo o CEO da Ferbasa, Marcio Barros, “essa é uma das iniciativas adotadas em linha com o Planejamento Estratégico da Companhia, no intuito de garantir o suprimento de energia a médio e longo prazo”. Paralelamente, a Ferbasa reduz o custo do insumo e abre perspectivas para a possibilidade de otimizar a produção, ainda que o volume a ser negociado não represente um aumento da capacidade produtiva. “É importante também destacar que esse passo, em conjunto com diversas outras ações, ratifica o nosso esforço em assegurar a competitividade e sustentabilidade da Ferbasa”, afirma.

22 de janeiro, 2021
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ENERGIAS RENOVÁVEIS
Bradesco compra certificados da AES Brasil

O Bradesco adquiriu mais de 1,4 milhão de certificados de energia renovável (I-RECs) em um contrato com a AES Tietê, que com a mudança de marca assume a identidade definitiva de AES Brasil, uma das geradoras de energia renovável do País. O banco investiu R$ 1,7 milhão, com desembolsos anuais, de acordo com a utilização, por um período de cinco anos. O volume total adquirido equivale, por exemplo, ao consumo de energia da cidade de Campinas durante cinco meses e a 10% do total de certificados de energia renovável gerados em todo território nacional em um ano. “Com a aquisição, o Bradesco cumpre seu compromisso de, já em 2020, ter 100% de suas operações abastecidas com energia elétrica de fontes renováveis”, afirma Adelmo Romero Perez Junior, diretor do Bradesco. Além dos I-RECs, o Bradesco adota diferentes mecanismos de aquisição de energia limpa, como a compra no mercado livre e junto a projetos de geração distribuída e PPA (do inglês, Power Purchase Agreement). “O resultado torna o Banco uma das primeiras grandes instituições financeiras no mundo a completar sua transição para o uso exclusivo de energia renovável”. “Para a AES Brasil, é uma satisfação desenvolver soluções de energia que permitam a nossos clientes atingirem seus objetivos, principalmente quando o tema é sustentabilidade. O Bradesco é uma instituição bancária já reconhecida por seu compromisso socioambiental e um grande parceiro da AES Brasil. Com essa nova operação demos mais um passo para acelerar o futuro da energia, juntos”, afirma Rogério Pereira Jorge, diretor de Relacionamento com o Cliente da AES Tietê. O Bradesco tem o objetivo de neutralizar 100% das emissões de carbono geradas por suas operações, o que inclui sua estrutura logística terceirizada e o deslocamento de funcionários em todo o Brasil. Além das operações próprias, o Bradesco foi um dos primeiros bancos a apoiar o Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), conjunto de recomendações de reporte dos impactos financeiros decorrentes das mudanças climáticas, e é a única instituição brasileira presente na Partnership for Carbon Accounting Financials (PCAF), colaboração internacional entre bancos, investidores e gestores de fundos para mensurar e divulgar as emissões de carbono geradas pelas atividades financiadas pelas instituições financeiras.

7 de dezembro, 2020
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EMISSÕES
AES Tietê recebe Selo Ouro

A AES Tietê acaba de receber o Selo Ouro no Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa pela quarta vez consecutiva. O Selo é concebido para empresas que publicam seus inventários no Registro Público de Emissões, utilizando a ferramenta de cálculo da FGV. A companhia é reconhecida pelo Programa Brasileiro do Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) pela realização, publicação e verificação externa de seus inventários de redução nas emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE). “Este reconhecimento vem ao encontro da nossa estratégia de crescer, com um portfólio 100% renovável, fortalecendo cada vez mais nossa governança, oferecendo as melhores soluções em energia limpa e contribuindo ativamente para a sustentabilidade do planeta. Por isso, buscamos cada vez mais reduzir as emissões de gases, que são nocivos à atmosfera”, afirma Ítalo Freitas, CEO da AES Tietê. O GHG Protocol é uma ferramenta utilizada para entender, quantificar e gerenciar emissões de GEE. Desenvolvida, em 1998, pelo World Resources Institute (WRI) é, ainda hoje, a metodologia mais usada mundialmente pelas empresas e governos para a realização de inventários de GEE. Em 2008, o método foi adaptado ao contexto nacional pelo GVces e pelo WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e o World Business Council for Sustainable Development (WBSCD).

12 de outubro, 2020
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AMBEV
Meta é ter 100% de eletricidade renovável

A Ambev anunciou que 100% de toda a eletricidade comprada pela companhia será de fontes renováveis até 2025. Desta forma, a empresa pretende atender à meta global, estipulada pela Anheuser-Busch InBev, grupo do qual a Ambev faz parte. A cervejaria adicionará cerca de 1GW de capacidade de energia renovável nos mercados onde atua – energia suficiente para abastecer uma cidade do tamanho de Porto Alegre (RS). Em países em desenvolvimento como o Brasil, Argentina, Colômbia e África do Sul, a medida é fundamental para transformar a indústria de energia e contribui para o alcance das metas climáticas nos termos dos acordos da Conferência de Clima de Paris de 2015 (COP-21). Em 2013, a AB InBev compartilhou com todos os países onde atua oito metas ambientais que devem ser cumpridas até o fim de 2017, quatro delas relacionadas à redução de gases de efeito estufa e consumo de energia. Dois anos antes do prazo, a operação brasileira reduziu em 10% a emissão de gases de efeito estufa e 70% dos refrigeradores adquiridos anualmente já são modelos mais ecológicos. “Trabalhamos para ter uma operação cada vez mais sustentável, reduzindo ao máximo o impacto no meio ambiente”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de suprimentos da Ambev. “A utilização de eletricidade renovável é parte do nosso sonho de construir um mundo melhor para comunidades onde vivemos, para nossas famílias e para o nosso negócio”, completa o executivo. A AB InBev espera garantir até 85% de eletricidade por meio de contratos diretos de compra de energia, com o resto tendo como origem tecnologias locais, como painéis solares. Este compromisso reduzirá a pegada de carbono operacional da empresa em cerca de 30%. A medida terá o mesmo efeito positivo que remover as emissões de quase 500 mil carros da atmosfera.

4 de abril, 2017
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MEIO AMBIENTE
Brasil ratifica Acordo de Paris

O Governo brasileiro ratificou a sua contribuição para o Acordo de Paris. Entre as medidas que o Brasil irá adotar estão a meta de reduzir em 43% suas emissões de gases de efeito estufa até 2030 e a restauração e reflorestamento de 12 milhões de hectares, o que equivale a metade da área total do estado de São Paulo. “A meta de 12 milhões de hectares é pouco ousada, se levarmos em conta a degradação ambiental já ocorrida no País, mas é realista e pode trazer uma contribuição efetiva se somada à mudança na matriz energética e ao combate ao desmatamento”, afirma Mario Mantovani, Diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, que coloca entre os principais desafios a questão dos custos. “É uma discussão que a sociedade vai ter que fazer”. O secretário-executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl, que discursou representando a sociedade civil, destacou que o Brasil torna-se uma das primeiras grandes economias a ratificar o Acordo do Clima de Paris, porém, o País ainda precisa rever diversas posturas nocivas ao equilíbrio climático. “Ainda planejamos novas termelétricas a carvão, enquanto outros países fecham as suas; ainda apostamos alto no petróleo, enquanto o mundo já se deu conta que a maior parte das reservas de combustíveis fósseis ficará no subsolo do planeta; falamos em flexibilizar o licenciamento ambiental, enquanto outros países ampliam a regulação de atividades poluentes; queremos reduzir a proteção dos nossos parques e reservas, enquanto que as unidades de conservação são conhecidamente nosso porto seguro contra um clima cada vez mais hostil. Há muito o que avançar”, declarou. Atualmente, a mata Atlântica tem apenas 12,5% de sua vegetação original, mas deve ser o bioma mais beneficiado pelo projeto de restauração. Desde 2000, os projetos da SOS Mata Atlântica de restauração florestal já foram responsáveis pelo plantio de mais de 36 milhões mudas, o que ocuparia uma área de 21.228 hectares, tamanho equivalente à cidade de Recife.

19 de setembro, 2016
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EMISSÕES
Especialistas se reúnem antes da COP-21

Representantes do Brasil e da União Europeia reuniram-se no Rio de Janeiro, no evento “Mudanças Climáticas, Somos Todos Responsáveis”para definir os preparativos finais para a Cúpula das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Especialistas e gestores de diversos países debateram questões relacionadas à redução de emissões de gases de efeito estufa a nível internacional. O encontro antecede a 21ª Conferência das Partes (COP 21), marcada para ocorrer em Paris nas duas primeiras semanas de dezembro próximo. Na Cúpula, representantes dos 193 países signatários da Convenção do Clima das Nações Unidas negociarão um acordo com metas distintas de corte de emissões nos próprios territórios. Juntas, precisam conseguir limitar o aumento da temperatura média global da Terra a até 2°C. O Brasil anunciou em setembro que pretende reduzir 37% das emissões de carbono até 2025 e 43%, até 2030.“O Brasil é o único país que, em 40 anos, vai aumentar a população, crescer, se desenvolver e emitir menos do que emitia antes”, declarou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O novo acordo deve começar a valer em 2020. A negociação dos detalhes do instrumento, no entanto, inclui pontos delicados e promete discussões longas durante a COP-21. “Uma das questões é a diferenciação: alguns países têm que fazer mais e outros têm que fazer muito mais”, explicou Izabella Teixeira. Segundo ela, também é necessário definir como será o período de transição para o chamado novo regime climático. A meta brasileira é considerada robusta por especialistas e se soma a outros compromissos já em andamento. Com os Estados Unidos, o Brasil assinou declaração para renovação da matriz energética e restauração de 12 milhões de hectares de florestas até 2030. Com a Alemanha, firmou pacto para “descarbonização” das economias. “O debate não é mais sobre o problema, é sobre como trilhar novos caminhos”, ressaltou Izabella. A ministra destacou a necessidade de engajamento de todas as esferas de governo. “É preciso haver o engajamento dos Estados com a agenda ambiental”, afirmou. “Os órgãos estaduais têm de mostrar, com transparência, a capacidade de trabalhar questões como a supressão de vegetação.”

11 de novembro, 2015
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Dilma anuncia meta de redução de 43% até 2030

A Presidente Dilma Rousseff anunciou metas para a redução de poluentes de 37% em 2025 e de 43% até 2030, tendo como ano-base 2005 – ano que, segundo especialistas, registrou um grande volume de emissão de poluentes. Com o anúncio, o Brasil é a primeira economia em desenvolvimento a determinar uma meta absoluta. As propostas apresentadas no evento sobre sustentabilidade realizado em Nova York, Estados Unidos, servem como ponto de partida para as negociações em dezembro durante a Conferência Global do Clima (COP 21). Entre 2005 e 2012, as emissões de gases de efeito estufa caíram cerca de 40% com a redução de 80% do desmatamento. Dilma afirmou que o Brasil manterá o “horizonte” de redução das emissões, mas que ”seria um esforço inédito” manter o ritmo. “O crescimento do PIB alimenta o crescimento de emissões”, justificou. O Governo brasileiro defende que países desenvolvidos adotem metas mais rígidas que os emergentes, por terem iniciado o processo de industrialização muito antes e, portanto, emitido mais poluentes. A ONU fixou prazo final para as nações apresentarem suas metas em 1º de outubro. Os Estados Unidos estipularam meta de 32% de redução até 2030; União Europeia e Rússia determinaram 40% e 30%, respectivamente, no prazo ; o Japão quer reduzir as emissões em 25,4% até 2030, enquanto a China quer atingir o pico de emissão até 2030. A expectativa brasileira é de que até 2030 a matriz energética brasileira tenha participação de 23% de fontes renováveis – excluída a hidrelétrica.

30 de setembro, 2015