Publicidade
ENERGIA

Copel recebe Selo Clima 2025 e reforça energia limpa

Copel recebe Selo Clima 2025 e reforça energia limpa

O selo reconhece empresas, órgãos públicos e prefeituras que contribuem para o enfrentamento das mudanças climáticas ao se comprometerem com a medição e a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).

A Copel recebeu o Selo Clima Paraná 2025, concedido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável (Sedest), do governo do Paraná. O selo reconhece empresas, órgãos públicos e prefeituras que contribuem para o enfrentamento das mudanças climáticas ao se comprometerem com a medição e a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Criado em 2015, o programa cresceu 66% no número de premiados em relação ao ano passado, com 308 organizações certificadas nesta edição — 254 empresas privadas, 21 instituições públicas e 33 municípios.

A superintendente de Governança e Sustentabilidade da Copel, Luísa Nastari, destacou o alcance da iniciativa no Estado. “O Selo Clima tem um papel de protagonismo no Paraná ao incentivar empresas não apenas a realizarem seus inventários de GEE, mas também a adotarem práticas alinhadas a agenda ESG. Participamos desde a primeira edição e é gratificante acompanhar como essa iniciativa ganhou relevância e ampliou a adesão ao longo dos anos”, comentou. A Copel participa do Selo Clima desde sua primeira edição e se destaca entre as empresas de menor emissão no setor elétrico brasileiro. A companhia é signatária pioneira do selo GHG Protocol, elaborando inventários de gases de efeito estufa desde 2009, sempre com verificação de terceira parte. A Copel tem como objetivo neutralizar suas próprias emissões até 2030, alinhando-se às práticas globais de combate às mudanças climáticas.

Em 2024, a Copel conseguiu se tornar uma companhia com geração 100% renovável, antecipando em um ano o compromisso de adotar exclusivamente fontes limpas. A Copel também ampliou investimentos em eficiência energética, tecnologias de baixa emissão e eletrificação de sua frota. “O inventário de emissões é a base que orienta nossas ações para reduzir a pegada de carbono da Copel com precisão e responsabilidade. Já antecipamos a meta de geração de energia 100% renovável e estamos ampliando investimentos em eficiência energética e novas tecnologias para acelerar a neutralidade de carbono até 2030, mostrando que é possível crescer de forma sustentável e responsável”, disse o presidente da Copel, Daniel Slaviero. O Selo Clima integra um conjunto de políticas que têm estimulado o desenvolvimento sustentável no Paraná. Em 2024, o Estado registrou o menor volume de emissões brutas de GEE dos últimos 15 anos, avanço associado a iniciativas como o Plano de Descarbonização, ações de restauração ambiental e o fortalecimento da fiscalização ambiental.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
EMISSÕES
Copel entra Índice de Carbono Eficiente

A Copel entrou para a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3. O grupo reúne 62 ações de 58 companhias de 22 setores. No setor elétrico, o número de empresas na carteira passou de duas para 11, mais a WEG, que fabrica equipamentos. O índice foi divulgado pela B3 dia 4 de janeiro, e vigora até 30 de abril de 2021. O ICO2 demonstra o comprometimento das companhias com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono. “A entrada no índice é o reconhecimento das medidas que a Copel vem realizando nesses últimos anos com o objetivo de reduzir o impacto ambiental de suas atividades operacionais”, consta no comunicado da Copel ao mercado financeiro. A Copel desenvolve o Programa de Mudança do Clima e política específica, onde elabora anualmente o inventário de gases de efeito estufa. O documento é submetido à verificação por entidade externa, assim como mantém metas de redução de emissões. A companhia é signatária do Pacto Global das Nações Unidas desde sua constituição e atua para o alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, prioritariamente no ODS 13 – Ação contra a Mudança do Clima, especificamente nos negócios em que atua. Criado em 2010, o ICO2 tem como objetivo ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. Juntas, as companhias somam R$ 3,3 trilhões em valor de mercado, 63,63% do total das companhias com ações negociadas na B3, com base no fechamento de 30 de dezembro de 2020.

11 de janeiro, 2021
Saneamento Ambiental Logo
EMISSÕES
AES Tietê recebe Selo Ouro

A AES Tietê acaba de receber o Selo Ouro no Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa pela quarta vez consecutiva. O Selo é concebido para empresas que publicam seus inventários no Registro Público de Emissões, utilizando a ferramenta de cálculo da FGV. A companhia é reconhecida pelo Programa Brasileiro do Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) pela realização, publicação e verificação externa de seus inventários de redução nas emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE). “Este reconhecimento vem ao encontro da nossa estratégia de crescer, com um portfólio 100% renovável, fortalecendo cada vez mais nossa governança, oferecendo as melhores soluções em energia limpa e contribuindo ativamente para a sustentabilidade do planeta. Por isso, buscamos cada vez mais reduzir as emissões de gases, que são nocivos à atmosfera”, afirma Ítalo Freitas, CEO da AES Tietê. O GHG Protocol é uma ferramenta utilizada para entender, quantificar e gerenciar emissões de GEE. Desenvolvida, em 1998, pelo World Resources Institute (WRI) é, ainda hoje, a metodologia mais usada mundialmente pelas empresas e governos para a realização de inventários de GEE. Em 2008, o método foi adaptado ao contexto nacional pelo GVces e pelo WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e o World Business Council for Sustainable Development (WBSCD).

12 de outubro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
GEE
Unilever reduz emissões em 36,09%

Entre 2008 e 2015, a Unilever Brasil diminuiu em 36,09% a emissão de Gases de Efeito Estufa nas fábricas localizadas no País, resultado alcançado graças ao investimento no uso de energia “limpa”. A visão de diminuir a pegada ambiental e aumentar o impacto positivo faz parte do Plano de Sustentabilidade traçado em 2010. “Após cinco anos do lançamento do plano, podemos afirmar que não apenas é possível combinar crescimento com sustentabilidade, mas que a atuação sustentável gera crescimento consistente e de longo prazo. Ao usar o documento como guia para a estratégia do negócio conseguimos diminuir custos e riscos ao mesmo tempo em que aumentamos a confiança e credibilidade em nossas marcas e na companhia em nível global”, afirma Antonio Calcagnotto, head de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Unilever Brasil. A companhia informa que também vem investindo em iniciativas para aumentar a eficiência energética nas fábricas. De 2008 a 20015, a Unilever Brasil adquiriu 19 mil conservadoras “verdes”, que consomem menos energia elétrica do que as conservadoras comuns. Somente ano passado, foram adquiridas duas mil unidades desses equipamentos. As iniciativas possibilitarão que a companhia alcance o objetivo de, em 2020, ter a emissão de CO² pelo consumo de energia nas fábricas igual ou menor que os níveis de 2008, mesmo com significativo aumento de volume de produção. Também auxiliarão a Unilever a atingir a meta global de utilizar 100% de energia limpa em todas as fábricas da companhia no mundo.

6 de junho, 2016