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GEE

Unilever reduz emissões em 36,09%

Entre 2008 e 2015, a Unilever Brasil diminuiu em 36,09% a emissão de Gases de Efeito Estufa nas fábricas localizadas no País, resultado alcançado graças ao investimento no uso de energia “limpa”. A visão de diminuir a pegada ambiental e aumentar o impacto positivo faz parte do Plano de Sustentabilidade traçado em 2010. “Após cinco anos do lançamento do plano, podemos afirmar que não apenas é possível combinar crescimento com sustentabilidade, mas que a atuação sustentável gera crescimento consistente e de longo prazo. Ao usar o documento como guia para a estratégia do negócio conseguimos diminuir custos e riscos ao mesmo tempo em que aumentamos a confiança e credibilidade em nossas marcas e na companhia em nível global”, afirma Antonio Calcagnotto, head de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Unilever Brasil. A companhia informa que também vem investindo em iniciativas para aumentar a eficiência energética nas fábricas. De 2008 a 20015, a Unilever Brasil adquiriu 19 mil conservadoras “verdes”, que consomem menos energia elétrica do que as conservadoras comuns. Somente ano passado, foram adquiridas duas mil unidades desses equipamentos. As iniciativas possibilitarão que a companhia alcance o objetivo de, em 2020, ter a emissão de CO² pelo consumo de energia nas fábricas igual ou menor que os níveis de 2008, mesmo com significativo aumento de volume de produção. Também auxiliarão a Unilever a atingir a meta global de utilizar 100% de energia limpa em todas as fábricas da companhia no mundo.

Entre 2008 e 2015, a Unilever Brasil diminuiu em 36,09% a emissão de Gases de Efeito Estufa nas fábricas localizadas no País, resultado alcançado graças ao investimento no uso de energia “limpa”. A visão de diminuir a pegada ambiental e aumentar o impacto positivo faz parte do Plano de Sustentabilidade traçado em 2010. “Após cinco anos do lançamento do plano, podemos afirmar que não apenas é possível combinar crescimento com sustentabilidade, mas que a atuação sustentável gera crescimento consistente e de longo prazo. Ao usar o documento como guia para a estratégia do negócio conseguimos diminuir custos e riscos ao mesmo tempo em que aumentamos a confiança e credibilidade em nossas marcas e na companhia em nível global”, afirma Antonio Calcagnotto, head de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Unilever Brasil.

A companhia informa que também vem investindo em iniciativas para aumentar a eficiência energética nas fábricas. De 2008 a 20015, a Unilever Brasil adquiriu 19 mil conservadoras “verdes”, que consomem menos energia elétrica do que as conservadoras comuns. Somente ano passado, foram adquiridas duas mil unidades desses equipamentos. As iniciativas possibilitarão que a companhia alcance o objetivo de, em 2020, ter a emissão de CO² pelo consumo de energia nas fábricas igual ou menor que os níveis de 2008, mesmo com significativo aumento de volume de produção. Também auxiliarão a Unilever a atingir a meta global de utilizar 100% de energia limpa em todas as fábricas da companhia no mundo.

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AMBEV
Meta é ter 100% de eletricidade renovável

A Ambev anunciou que 100% de toda a eletricidade comprada pela companhia será de fontes renováveis até 2025. Desta forma, a empresa pretende atender à meta global, estipulada pela Anheuser-Busch InBev, grupo do qual a Ambev faz parte. A cervejaria adicionará cerca de 1GW de capacidade de energia renovável nos mercados onde atua – energia suficiente para abastecer uma cidade do tamanho de Porto Alegre (RS). Em países em desenvolvimento como o Brasil, Argentina, Colômbia e África do Sul, a medida é fundamental para transformar a indústria de energia e contribui para o alcance das metas climáticas nos termos dos acordos da Conferência de Clima de Paris de 2015 (COP-21). Em 2013, a AB InBev compartilhou com todos os países onde atua oito metas ambientais que devem ser cumpridas até o fim de 2017, quatro delas relacionadas à redução de gases de efeito estufa e consumo de energia. Dois anos antes do prazo, a operação brasileira reduziu em 10% a emissão de gases de efeito estufa e 70% dos refrigeradores adquiridos anualmente já são modelos mais ecológicos. “Trabalhamos para ter uma operação cada vez mais sustentável, reduzindo ao máximo o impacto no meio ambiente”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de suprimentos da Ambev. “A utilização de eletricidade renovável é parte do nosso sonho de construir um mundo melhor para comunidades onde vivemos, para nossas famílias e para o nosso negócio”, completa o executivo. A AB InBev espera garantir até 85% de eletricidade por meio de contratos diretos de compra de energia, com o resto tendo como origem tecnologias locais, como painéis solares. Este compromisso reduzirá a pegada de carbono operacional da empresa em cerca de 30%. A medida terá o mesmo efeito positivo que remover as emissões de quase 500 mil carros da atmosfera.

4 de abril, 2017
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RECICLAGEM
Unilever e Pão de Açúcar comemoram parceria

A Unilever Brasil e o Pão de Açúcar comemoram 15 anos do primeiro programa de parceria entre indústria e varejo no cenário nacional de reciclagem. Desde 2001 em 44 cidades do País e o Distrito Federal, a iniciativa já somou mais de 100 mil toneladas de resíduos coletados e doados para 37 cooperativas de reciclagem parceiras - promovendo a inclusão social e a geração de renda para mais de 2.500 pessoas que são beneficiadas direta e indiretamente. “Temos o propósito de tornar a sustentabilidade parte do dia a dia de todos e os resultados das Estações de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever confirmam que estamos no caminho certo. Consideramos este programa estratégico porque promove a conscientização e fomenta mudanças de hábito na sociedade”, destaca Antonio Calcagnotto, head de assuntos corporativos e sustentabilidade da Unilever. Em 2015, foram mais de 10,6 mil de toneladas de materiais recicláveis. “Observamos lá atrás a oportunidade de inserir o conceito de sustentabilidade de maneira simples, mas concreta no cotidiano das pessoas e hoje a ação é o nosso principal case de sustentabilidade nas lojas da rede Pão de Açúcar”, diz Laura Pires, diretora de sustentabilidade do GPA. Em linha com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e com o formato de Postos de Entrega Voluntária (PEVs), as estações são localizadas nos estacionamentos das lojas do Pão de Açúcar e recebem papel, plástico, metal, vidro e óleo de cozinha usado. Todo material arrecadado é doado para as cooperativas parceiras do programa que comercializam os materiais e geram renda.

18 de novembro, 2016
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016
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ATUAÇÃO SUSTENTÁVEL
Unilever adere à iniciativas por um mundo melhor

Para a Unilever, a sustentabilidade não é opção e sim uma forma de fazer negócios e garantir um futuro melhor para todos. Pautada por esta atuação cada vez mais sustentável, focada em reduzir o impacto ambiental e aumentar o impacto positivo na sociedade, a Unilever Brasil se une a diferentes iniciativas em prol do meio ambiente. Dentre as adesões, a companhia acaba de anunciar apoio à Coalizão Cidades pela Água, iniciativa da TNC (The NatureConservancy). Também este ano, a Unilever Brasil aderiu à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, promovida pelo CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável); ao Protocolo Climático do Estado de São Paulo, ação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente; e fechou parceria com o Trata Brasil para ampliar a promoção ao saneamento básico. A Coalizão Cidades pela Água, da TNC (The NatureConservancy), tem como objetivo elevar o nível de segurança hídrica de mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas incluindo municípios nas quais a Unilever Brasil tem fábricas, por meio de uma atuação mais integrada e intensa das empresas em encontrar soluções para o desafio. Para a Unilever, a gestão responsável da água é um tema de extrema importância e a companhia vem avançando no tema – registrou redução de 36% no consumo de água em suas fábricas entre 2008 a 2014. Uma das pioneiras a integrar o Protocolo Climático do Estado de São Paulo, a companhia já reduziu em 35% suas emissões de GEE, entre 2008 e 2014, e tem como meta reduzir pela metade o impacto esses gases ao longo do ciclo de vida de seus produtos, até 2020. Em linha com os objetivos da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), a Unilever tem, dentre as suas metas, o propósito de atingir 100% das matérias-primas agrícolas fornecidas de maneira sustentável – em 2014, 100% dos fornecedores de soja em grãos foram certificados. Por fim, a companhia se associou ao Instituto Trata Brasil para promover ações que resultem na expansão dos serviços de saneamento básico e, consequentemente, na melhoria dos recursos hídricos no País. A ideia é criar outras iniciativas além do projeto “VIM para UNICEF - Todos Juntos na Luta Pelo Saneamento”, lançado em 2013 e que já impactou mais de 1.100 municípios brasileiros.

15 de dezembro, 2015
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EMISSÕES
Siemens quer atingir carbono zero em 2030

A Siemens anunciou que tem objetivo de ser a primeira empresa industrial do mundo a atingir a pegada de carbono zero até 2030. A Companhia planeja cortar sua emissão de dióxido de carbono (CO 2 ) – que atualmente, soma cerca de 2,2 milhões de toneladas métricas por ano – pela metade até 2020. Para atingir a meta, a Siemens investirá cerca de 100 milhões de euros nos próximos três anos, a fim de reduzir a pegada de energia de suas instalações de produção e edifícios, incluindo locais nos Estados Unidos, Alemanha, China, Brasil e Grã-Bretanha. “Com esta iniciativa, a Companhia espera demonstrar a outras empresas que cortar a pegada de carbono não é apenas possível, mas rentável, pois todo o investimento será direcionado a projetos que se paguem ao longo do tempo, gerando uma redução dos custos mundiais de energia de 20 milhões de euros por ano”, explica Henrique Petersen Paiva, Gerente de Sustentabilidade da Siemens Brasil. Como atua em áreas que vão desde turbinas eólicas e de gás até sistemas de automação para trens de alta velocidade e máquinas de ressonância magnética, a Siemens entende que essa medida é uma responsabilidade, e que não é necessário esperar por um tratado internacional ou novos regulamentos para pôr em prática planos de redução de impacto ambiental. Para reduzir suas emissões, a Siemens focará três iniciativas – inicialmente, usará sistemas de energia distribuídos em suas instalações de produção e edifícios para otimizar os custos de energia, por meio da combinação do uso de painéis solares, turbinas eólicas e a gás com gestão energética inteligente, smart grids e soluções de armazenamento energético; em segundo lugar, vai empregar sistematicamente veículos de baixa emissão e conceitos de e-mobilidade em sua frota de automóveis global. Atualmente, sua frota é de aproximadamente 45 mil veículos, que produzem cerca de 300 mil toneladas métricas de emissões de carbono por ano. Em terceiro lugar, seguirá em direção ao uso de uma combinação de energia limpa – a exemplo do gás natural e da energia eólica – que emitem pouco ou nenhum CO2. Para compensar as emissões que não podem ser evitadas a curto prazo, a Siemens comprará energia limpa a partir de fontes renováveis como parques eólicos e créditos de carbono de organizações que trabalham para reduzir o carbono em todo o mundo por meio do reflorestamento, por exemplo. No Brasil, a Siemens seguirá o planejamento global e continuará investindo em iniciativas próprias, como nos projetos de certificação LEED, em sua política de home office que promove melhor uso dos recursos (inclusive de energia), no desenvolvimento de competências em eficiência energética para público interno selecionado (com o propósito de identificar oportunidades nesta área que possam ser convertidas em projetos de investimento viáveis de melhoria na eficiência energética) nas certificações ISO 14001 e no monitoramento e controle de indicadores de eficiência energética para gestão de governança dos resultados.

8 de outubro, 2015
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SUSTENTABILIDADE
Unilever investe R$ 500 milhões em nova fábrica

A Unilever investiu R$ 500 milhões na inauguração de sua mais nova fábrica, localizada no município paulista de Aguaí. Este é o 10º complexo fabril e a 15º fábrica da empresa no Brasil, que produzirá desodorantes aerossóis. A cerimônia de inauguração ocorrida dia 19 de agosto contou com a presença do Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo; do vice-governador do Estado de São Paulo, Marcio França; do governador do Estado de Pernambuco, Paulo Câmara; do vice-prefeito de Aguaí, Adalberto Fassina; além de Paul Polman, CEO global da Unilever; e Fernando Fernandez, presidente da Unilever Brasil. “A fábrica de Aguaí é uma das mais sustentáveis da Unilever no mundo. É um grande exemplo de que é possível crescer e, ao mesmo tempo, reduzir impactos ambientais. Queremos mostrar que a sustentabilidade conduz o crescimento dos nossos negócios. Acreditamos que a sustentabilidade precisa, cada vez mais, fazer parte do dia a dia das empresas e consumidores”, afirma o CEO global da companhia, Paul Polman. Serão 250 empregos diretos e indiretos durante a primeira fase de funcionamento da fábrica, além de 2 mil postos gerados durante a construção. Para viabilizar a capacitação, a Unilever fechou parceria com o Senai e com a Etec. O objetivo é criar cursos na região que suportem o crescimento da fábrica e de toda a cadeia produtiva envolvida na fabricação de desodorantes aerossóis. “Hoje, marcamos o início de nossa história em Aguaí. O investimento na cidade é de longo prazo e estratégico para a Unilever. Estamos nos preparando para os próximos 50 anos no País, já que é um complexo com muito potencial para crescer e que futuramente terá fábricas de produtos de cuidados pessoais e com a casa”, afirma o Presidente da Unilever Brasil, Fernando Fernandez. A unidade ocupa área de 1 milhão de m2 e produzirá desodorantes aerossóis com o objetivo de atender a crescente demanda dos consumidores brasileiros pelo produto. Atualmente, o Brasil é o segundo maior mercado de desodorantes do mundo. “Será a nossa 7ª fábrica, no 4 º complexo industrial em São Paulo, próxima de fornecedores e do maior mercado consumidor do País, características importantes para garantir mais eficiência e menos impacto ambiental”, acrescenta o executivo. Preocupada com o meio ambiente, a Unilever projetou a fábrica de Aguaí de acordo com os critérios do plano de sustentabilidade da Companhia, lançado em 2010, e da certificação LEED, concedida pelo Green Building Council (GBC), selo internacional para atestar construções que seguem padrões socioambientais. “Para a Unilever é fundamental que toda sua cadeia de valor pense a sustentabilidade de maneira estratégica e transversal ao negócio. Acreditamos que, ao fomentar uma atuação sustentável, estamos promovendo uma mudança na maneira como fazer negócio e, consequentemente, na sociedade como um todo. Esperamos plantar mais uma semente, em Aguaí, com a inauguração da fábrica, influenciando nossos funcionários, parceiros e consumidores”, afirma Polman. O projeto da fábrica considerou três pontos fundamentais: eficiência energética, uso racional da água e a gestão responsável de resíduos. A fábrica ainda contempla bicicletário e ciclovia de acesso à fábrica. Em relação aos pilares fundamentais da nova unidade, a fábrica de Aguaí irá operar com consumo de energia 50% menor que as outras unidades produtoras de desodorantes da empresa espalhadas pelo mundo. Segundo a Unilever, isto deve reduzir a emissão de CO2 proveniente do consumo de energia em 50%. A planta terá painéis solares para geração de energia de toda a área administrativa. Iluminação natural, lâmpadas led, modelos de ar condicionado, maquinário e motores da linha de produção de última geração, mais eficientes do ponto de vista energético, são algumas das iniciativas que garantem esse resultado. Na questão da água, a fábrica tem sistema para captar a água da chuva, além de uma estação de tratamento de efluentes sanitários e uso de dispositivos inteligentes que economizam o recurso. A projeção é que a fábrica consuma 70% menos água do que a média das outras plantas da mesma categoria. A água tratada e de reuso serão utilizadas para abastecer sanitários e para irrigar a área verde. A unidade de Aguaí não enviará resíduos para aterros sanitários, assim como as demais fábricas da empresa. A Unilever recicla 100% dos resíduos gerados na operação - como lata, plástico e papelão. Os resíduos que não podem ser reciclados, são co-processados.

25 de agosto, 2015
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UNILEVER
Avanços são registrados no Plano de Sustentabilidade

No último dia 20 de maio, a Unilever Brasil apresentou seus resultados mais recentes do Plano de Sustentabilidade. Entre 2008 e 2014, período de mensuração dos resultados, a Companhia registrou crescimento de mais de 60% - o faturamento passou de R$ 10,29 bi para R$ 16,7 bilhões, além de conseguir reduzir em 36% o consumo de água e em 35% a emissão de gases do efeito estufa no mesmo período. A Unilever Brasil comemora ainda a marca de Aterro Zero em suas 15 fábricas e Centros de Distribuição no Brasil. Além disso, as ações de redução de nível de sal atingiram 28,4% de todo o seu portfólio de alimentos de varejo. “Com 7 bilhões de pessoas em nosso planeta, os recursos naturais estão sob imensa pressão. A elevação da temperatura, a escassez de água, a energia mais cara, as incertezas na oferta de alimentos e o aumento da disparidade entre ricos e pobres impõem à sociedade grandes desafios”, afirma Fernando Fernandez, Presidente da Unilever Brasil. “As empresas têm papel importante na solução desses problemas. É por isso que trouxemos a sustentabilidade para o coração do nosso modelo de negócio, somando-a a criação das marcas e ao processo de inovação, essências da indústria de consumo”, Fernando Fernandez, Presidente da Unilever Brasil. O próximo compromisso anunciado é a redução do consumo de água pela metade até 2020. No ano passado todas as medidas de uso racional de água nas fábricas da Unilever totalizaram redução de consumo de 78.612 m3, o que representa uma economia suficiente para que 108 mil pessoas matem a sede diariamente ao longo de um ano. A Unilever Brasil afirma que parte das reduções foi obtida graças ao investimento na plataforma de concentrados. As marcas Comfort Concentrado e Omo Líquido Super Concentrado, economizaram, em 2014, durante o processo fabril, mais de 100 milhões de litros de água – o equivalente ao uso diário de um milhão de pessoas. Segundo a empresa, isso ocorre porque os produtos contêm menos água em sua fórmula : No caso de Omo Super Concentrado, há uma economia de 40% de água em relação a uma unidade regular do mesmo, além de auxiliarem o consumidor a usar menos água e gerar menos resíduos. Já, em relação a diminuição dos gases de efeito estufa, a Unilever Brasil quer reduzir os impactos pela metade até 2020. Atualmente, cerca de 40% da energia consumida nas fábricas são provenientes de fontes renováveis, como biomassa, óleo vegetal, etanol e biodiesel. Outro ponto importante foi à conquista de 55% das matérias-primas agrícolas adquiridas globalmente provenientes de fontes sustentáveis – até 2020, a meta é atingir 100%. Atualmente, 90% dos 13 ingredientes mais usados pelos produtos da marca Knorr no mundo são originadas de fontes certificadas. Para alcançar estes números, a Unilever vista seus produtores, aconselha melhorias para produção e realiza auditorias sobre condições de trabalho, do uso do solo e da água, clima, biodiversidade local, entre outros. Saúde e Bem-Estar A empresa está investindo também na melhoria nutricional de seu portfólio de alimentos e em ações para levar informações para a sociedade. A ideia é promover saúde e bem-estar em mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo até 2020. A Unilever já conseguiu reduzir o nível de sal, além de, desde 2014, todos os sorvetes infantis terem, no máximo, 110 kcal em cada porção, além de mais de 1,5 milhão de lares impactados pelo movimento “Ame o Coração”, da marca Becel, em parceria com o Incor e o HCor – iniciativa que conscientiza a população sobre hábitos alimentares capazes de prevenir doenças cardiovasculares. “Somos guiados pelo princípio de que é preciso trabalhar para criar um mundo melhor todos os dias. Isso se dá não só reduzindo o impacto ambiental, mas também ajudando as pessoas a terem melhores condições de trabalho, saúde e a se sentirem bem e estamos fazendo isso por meio de marcas mais sustentáveis, como Vim Cloro Gel, OMO, Lifebuoy, Becel, Kibon, Brilhante, entre outras.”, afirma Fernandez. No Semiárido, a marca Vim lançou, em parceria com o UNICEF, um projeto para melhorar o saneamento e acesso a água tratada nas escolas, beneficiando mais de 450 mil crianças e jovens. Já, Lifebuoy, com a Pastoral da Criança, impactou mais de 916 mil crianças ensinando a importância da lavagem das mãos – uma mudança de hábitos que contribui para a redução de diarreia e doenças respiratórias. A Kibon e a Fundação Abrinq lançaram a campanha “Toda Criança Nasce para Ser Feliz”, que tem como principal objetivo salvar e melhorar a vida de milhares de crianças no Brasil. A ação faz parte de uma parceria global entre a Fundação Unilever, Kibon e Save The Children que irá levar saúde para 2 milhões de crianças em todo o mundo. Já Brilhante, uma das marcas de detergente para roupas da Unilever, lança em maio uma iniciativa pioneira no Brasil, o projeto Ciclo Brilhante, que visa colaborar com o aprimoramento profissional de mulheres. O Plano de Sustentabilidade 2014 da Unilever Brasil estabelece três metas globais a serem atingidas até 2020 : Ajudar mais de 1 bilhão de pessoas a tomar iniciativas para melhorar sua saúde e bem-estar; Reduzir pela metade a pegada ambiental dos seus produtos e melhorar as condições de vida de centenas de milhares de pessoas à medida que vamos fazendo o negócio crescer.

22 de maio, 2015