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EMISSÕES

Copel entra Índice de Carbono Eficiente

A Copel entrou para a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3. O grupo reúne 62 ações de 58 companhias de 22 setores. No setor elétrico, o número de empresas na carteira passou de duas para 11, mais a WEG, que fabrica equipamentos. O índice foi divulgado pela B3 dia 4 de janeiro, e vigora até 30 de abril de 2021. O ICO2 demonstra o comprometimento das companhias com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono. “A entrada no índice é o reconhecimento das medidas que a Copel vem realizando nesses últimos anos com o objetivo de reduzir o impacto ambiental de suas atividades operacionais”, consta no comunicado da Copel ao mercado financeiro. A Copel desenvolve o Programa de Mudança do Clima e política específica, onde elabora anualmente o inventário de gases de efeito estufa. O documento é submetido à verificação por entidade externa, assim como mantém metas de redução de emissões. A companhia é signatária do Pacto Global das Nações Unidas desde sua constituição e atua para o alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, prioritariamente no ODS 13 – Ação contra a Mudança do Clima, especificamente nos negócios em que atua. Criado em 2010, o ICO2 tem como objetivo ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. Juntas, as companhias somam R$ 3,3 trilhões em valor de mercado, 63,63% do total das companhias com ações negociadas na B3, com base no fechamento de 30 de dezembro de 2020.

A Copel entrou para a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3. O grupo reúne 62 ações de 58 companhias de 22 setores. No setor elétrico, o número de empresas na carteira passou de duas para 11, mais a WEG, que fabrica equipamentos. 

O índice foi divulgado pela B3 dia 4 de janeiro, e vigora até 30 de abril de 2021. O ICO2 demonstra o comprometimento das companhias com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono. “A entrada no índice é o reconhecimento das medidas que a Copel vem realizando nesses últimos anos com o objetivo de reduzir o impacto ambiental de suas atividades operacionais”, consta no comunicado da Copel ao mercado financeiro.

A Copel desenvolve o Programa de Mudança do Clima e política específica, onde elabora anualmente o inventário de gases de efeito estufa. O documento é submetido à verificação por entidade externa, assim como mantém metas de redução de emissões. A companhia é signatária do Pacto Global das Nações Unidas desde sua constituição e atua para o alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, prioritariamente no ODS 13 – Ação contra a Mudança do Clima, especificamente nos negócios em que atua. 

Criado em 2010, o ICO2 tem como objetivo ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. Juntas, as companhias somam R$ 3,3 trilhões em valor de mercado, 63,63% do total das companhias com ações negociadas na B3, com base no fechamento de 30 de dezembro de 2020.

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GEE
Engie e Natura vão compensar emissões de CO2

A Engie e a Natura firmaram parceria, no final de dezembro de 2020, para compensar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) reportadas pela fabricante de cosméticos. A compra de créditos de carbono será realizada por meio da Unidade Cogeração de Lages (UCLA), usina a biomassa da Engie, localizada na região serrana de Santa Catarina. O contrato prevê a venda de créditos de carbono em quantidade suficiente para compensar, de forma totalmente voluntária, as emissões de 100 mil toneladas de CO2 relativas ao inventário 2019 da Natura. As 100 mil toneladas de CO2 equivalem à emissão média anual de cerca de 45,4 mil brasileiros, de acordo com dados do Banco Mundial, considerando as emissões de CO2 per capita no Brasil em 2,2 tCO2e/ano. “São duas empresas reconhecidas pelo mercado por conta de suas agendas ambiental, social e de governança. A Engie é referência no País na transição para uma economia de baixo carbono e na produção de energia por meio de fontes renováveis”, diz o Diretor-Presidente e de Relações com Investidores da Engie Brasil Energia, Eduardo Sattamini. Atualmente, a Engie tem aproximadamente 90% de sua capacidade instalada no Brasil proveniente de fontes renováveis, como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e biomassa. “O nosso compromisso é de seguir atuando para reduzir emissões e ajudar o Brasil na busca pelo desenvolvimento sustentável e no enfrentamento das mudanças climáticas”, completa Sattamini.

22 de janeiro, 2021
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FUNDOS CLIMÁTICOS
CNI lança guia para empresas

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou o documento “Financiamento para o Clima: Guia para Otimização de Acesso pela Indústria”, com o objetivo de auxiliar as empresas brasileiras a explorarem recursos financeiros voltados para a economia de baixo carbono, além de apresentar os principais critérios econômicos, ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês), que devem ser seguidos para acessar os fundos de investimento. “Cada vez mais consolida-se o entendimento de que iniciativas que respondam aos desafios ambientais, sociais e de governança de forma mais efetiva dão mais retorno e são mais sustentáveis. E é nisso que investidores estão de olho”, afirma o gerente executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo. Segundo a CNI, as iniciativas climáticas movimentaram aproximadamente US$ 612 bilhões em 2017 e US$ 546 bilhões em 2018. Deste total, apenas 4,5% foram para projetos localizados na América do Sul e Caribe, enquanto a Ásia – considerada em rápida expansão de negócios sustentáveis – recebeu 38% das verbas. O documento lista dados relevantes para buscar financiamentos em 16 fundos diferentes. Qualquer empresa, independente de seu porte, está apta a participar. São exigidas garantias econômicas de viabilidade e planejamento antecipados de impactos econômicos e ambientais no País. O download do documento pode ser feito no link https://www.portaldaindustria.com.br/publicacoes/2020/11/financiamento-para-o-clima-guia-para-otimizacao-de-acesso-pela-industria/ .

7 de dezembro, 2020
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016
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INDÚSTRIA
Empresas estão mais focadas em ações sustentáveis

Segundo estudo da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), dois terços das empresas brasileiras já adotaram, em algum momento, ações que resultaram em queda das emissões de dióxido de carbono (CO2). Apresentado dia 03 de setembro no Rio de janeiro, o levantamento incluiu cem empresas de médio e grande porte. “A CNI apresentou propostas ao Governo Federal e promove o CNI Sustentabilidade para debater com especialistas de todo o mundo as mudanças climáticas e as expectativas para a COP-21, que será no fim do ano, em Paris”, destaca Mônica Messenberg, Diretora de Relações Institucionais da CNI. “No cenário de mudanças climáticas, há espaço para soluções e novas tecnologias. Temos que criar uma economia mais resiliente, reduzindo e gerenciando os riscos”, acrescenta. A pesquisa revelou que 61% do empresariado já leva em consideração nos negócios o impacto das mudanças climáticas. Na avaliação de seis em cada grupo de 10 entrevistados, o grau de atenção que a indústria brasileira dá aos efeitos das mudanças climáticas é médio ou alto – 36% consideram baixo ou muito baixo. Segundo o levantamento, 75% das empresas brasileiras aumentaram a atenção em relação aos efeitos das mudanças climáticas nos últimos cinco anos, em razão principalmente da maior conscientização (46,7%), da pressão global (18,7%) e de as informações sobre o tema estarem mais disseminadas (17,3%). Seis de cada dez empresas veem como oportunidade de negócios a implantação de práticas sustentáveis. Para 59%, a oportunidade gerada pelo investimento é superior ao aumento de custos. Os números apontam também que três quartos das empresas – 74% – consideram que práticas de sustentabilidade impactam positivamente na competitividade das empresas. No último biênio, 61% das empresas de médio e grande porte aumentaram os investimentos na área ambiental. A expectativa para os próximos dois anos é de aumento no volume de recursos destinados ao setor. Seis em cada grupo de 10 entrevistados asseguraram que a tendência em suas empresas é de aumentar ou aumentar muito os investimentos em sustentabilidade. Para 66% das empresas, o engajamento em ações sustentáveis é alto ou muito alto. As vantagens de desenvolver projetos nesta área são para a reputação/imagem da empresa, melhora de inserção no mercado e sustentabilidade dos negócios. Entre os principais desafios apontados para o investimento em práticas sustentáveis, estão a falta de incentivos governamentais, com 56%, seguido pelo aumento de custos da empresa (39%) e a legislação inadequada no Brasil (25%). A pesquisa aconteceu entre os dias 11 de junho e 06 de julho, com representantes – em sua maioria diretores e gerentes de Meio Ambiente – de 15 setores industriais: automotivo; cal; cimento; construção civil; mineração; papel e celulose; petróleo e gás; químico; têxtil; vidro; alumínio; carvão; energia; siderurgia; e sucroalcooleiro.

10 de setembro, 2015