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EMISSÔES

Gerdau integra Índice Carbono Eficiente pela terceira vez

Gerdau integra Índice Carbono Eficiente pela terceira vez

O índice reúne empresas de capital aberto comprometidas com a eficiência e transparência na gestão dos gases de efeito estufa

A Gerdau foi selecionada para integrar pela terceira vez a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3. O índice reúne empresas de capital aberto comprometidas com a eficiência e transparência na gestão dos gases de efeito estufa. “A Gerdau é uma empresa centenária comprometida em ser parte das soluções para os desafios e dilemas da sociedade. Como resultado de uma matriz de produção sustentável baseada na reciclagem de sucata e no uso de biorredutor, possuímos uma das menores intensidades de emissões de gases de efeito estufa da indústria global do aço, e a nova inclusão no ICO2 reflete nosso comprometimento em moldar um futuro ainda mais sustentável para o planeta e impactar positivamente a sociedade”, afirma Cenira Nunes, gerente geral de meio ambiente da Gerdau.

A nova participação da Gerdau no ICO2 demonstra os esforços e iniciativas da estratégia de sustentabilidade e os compromissos da empresa para reduzir as emissões de carbono nos curto e longo prazos. Atualmente, a Gerdau apresenta uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,86 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,91 t de CO₂e por tonelada de aço, conforme dados divulgados pela World Steel Association (worldsteel). Além disso, a Gerdau tem como meta reduzir as emissões de carbono para 0,82 t de CO₂e por tonelada de aço até 2031.

Criado em 2010 pela B3 em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o ICO2 visa incentivar empresas com ações mais negociadas na bolsa a monitorar e divulgar suas emissões de gases de efeito estufa (GEE). A adesão ao índice, atualizado a cada quatro meses e que considera a participação no IBrX 100, exige que as empresas publiquem um relatório anual de suas emissões.

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Copel entra Índice de Carbono Eficiente

A Copel entrou para a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3. O grupo reúne 62 ações de 58 companhias de 22 setores. No setor elétrico, o número de empresas na carteira passou de duas para 11, mais a WEG, que fabrica equipamentos. O índice foi divulgado pela B3 dia 4 de janeiro, e vigora até 30 de abril de 2021. O ICO2 demonstra o comprometimento das companhias com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono. “A entrada no índice é o reconhecimento das medidas que a Copel vem realizando nesses últimos anos com o objetivo de reduzir o impacto ambiental de suas atividades operacionais”, consta no comunicado da Copel ao mercado financeiro. A Copel desenvolve o Programa de Mudança do Clima e política específica, onde elabora anualmente o inventário de gases de efeito estufa. O documento é submetido à verificação por entidade externa, assim como mantém metas de redução de emissões. A companhia é signatária do Pacto Global das Nações Unidas desde sua constituição e atua para o alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, prioritariamente no ODS 13 – Ação contra a Mudança do Clima, especificamente nos negócios em que atua. Criado em 2010, o ICO2 tem como objetivo ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. Juntas, as companhias somam R$ 3,3 trilhões em valor de mercado, 63,63% do total das companhias com ações negociadas na B3, com base no fechamento de 30 de dezembro de 2020.

11 de janeiro, 2021
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016
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Braskem entra pelo 4º ano seguido no DJSI

A Braskem entrou pelo quarto ano consecutivo no Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index, o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O DJSI avalia empresas por suas gestões nas áreas econômica e socioambiental, o que inclui ações e estratégias para mudanças climáticas; consumo de energia; desenvolvimento de pessoas e governança corporativa. “A continuidade da Braskem no índice do DJSI reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável. As exigências necessárias para que as companhias permaneçam listadas em tais índices levam as empresas a adotarem práticas cada vez mais consistentes de engajamento com a sustentabilidade, reforçando ao máximo as iniciativas voltadas à responsabilidade socioambiental. Este tipo de compromisso sinaliza que estamos de fato caminhando para a desejada economia sustentável”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Além do DJSI, a Braskem é reconhecida naBM&FBovespa, onde a Companhia está listada no Nível 1 de Governança Corporativa e faz parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE desde sua criação, em 2005. Além disso, a petroquímica integra a carteira teórica do Índice Carbono Eficiente (ICO2). Lançado em 2010, o ICO 2 é constituído por 30 empresas que aceitaram adotar práticas transparentes com relação a suas emissões de gases efeito estufa (GEE). Lançado em 1999, o DJSI reúne as ações na Bolsa de Valores de empresas que são líderes em sustentabilidade. Desde 2012, o índice, focado em mercados emergentes, analisa o desempenho das 800 maiores empresas de 23 países (incluindo Brasil, China, Rússia, Índia, México, África do Sul e Turquia) e seleciona as melhores para compor o índice – somente 10% das empresas avaliadas são incluídas. O índice serve como referência para os investidores formarem suas carteiras de investimentos com empresas líderes em sustentabilidade.

17 de setembro, 2015