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SUSTENTABILIDADE

Braskem entra pelo 4º ano seguido no DJSI

A Braskem entrou pelo quarto ano consecutivo no Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index, o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O DJSI avalia empresas por suas gestões nas áreas econômica e socioambiental, o que inclui ações e estratégias para mudanças climáticas; consumo de energia; desenvolvimento de pessoas e governança corporativa. “A continuidade da Braskem no índice do DJSI reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável. As exigências necessárias para que as companhias permaneçam listadas em tais índices levam as empresas a adotarem práticas cada vez mais consistentes de engajamento com a sustentabilidade, reforçando ao máximo as iniciativas voltadas à responsabilidade socioambiental. Este tipo de compromisso sinaliza que estamos de fato caminhando para a desejada economia sustentável”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Além do DJSI, a Braskem é reconhecida naBM&FBovespa, onde a Companhia está listada no Nível 1 de Governança Corporativa e faz parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE desde sua criação, em 2005. Além disso, a petroquímica integra a carteira teórica do Índice Carbono Eficiente (ICO2). Lançado em 2010, o ICO 2 é constituído por 30 empresas que aceitaram adotar práticas transparentes com relação a suas emissões de gases efeito estufa (GEE). Lançado em 1999, o DJSI reúne as ações na Bolsa de Valores de empresas que são líderes em sustentabilidade. Desde 2012, o índice, focado em mercados emergentes, analisa o desempenho das 800 maiores empresas de 23 países (incluindo Brasil, China, Rússia, Índia, México, África do Sul e Turquia) e seleciona as melhores para compor o índice – somente 10% das empresas avaliadas são incluídas. O índice serve como referência para os investidores formarem suas carteiras de investimentos com empresas líderes em sustentabilidade.

A Braskem entrou pelo quarto ano consecutivo no Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index, o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O DJSI avalia empresas por suas gestões nas áreas econômica e socioambiental, o que inclui ações e estratégias para mudanças climáticas; consumo de energia; desenvolvimento de pessoas e governança corporativa. “A continuidade da Braskem no índice do DJSI reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável. As exigências necessárias para que as companhias permaneçam listadas em tais índices levam as empresas a adotarem práticas cada vez mais consistentes de engajamento com a sustentabilidade, reforçando ao máximo as iniciativas voltadas à responsabilidade socioambiental. Este tipo de compromisso sinaliza que estamos de fato caminhando para a desejada economia sustentável”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

Além do DJSI, a Braskem é reconhecida naBM&FBovespa, onde a Companhia está listada no Nível 1 de Governança Corporativa e faz parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE desde sua criação, em 2005. Além disso, a petroquímica integra a carteira teórica do Índice Carbono Eficiente (ICO2). Lançado em 2010, o ICO2 é constituído por 30 empresas que aceitaram adotar práticas transparentes com relação a suas emissões de gases efeito estufa (GEE).

Lançado em 1999, o DJSI reúne as ações na Bolsa de Valores de empresas que são líderes em sustentabilidade. Desde 2012, o índice, focado em mercados emergentes, analisa o desempenho das 800 maiores empresas de 23 países (incluindo Brasil, China, Rússia, Índia, México, África do Sul e Turquia) e seleciona as melhores para compor o índice – somente 10% das empresas avaliadas são incluídas. O índice serve como referência para os investidores formarem suas carteiras de investimentos com empresas líderes em sustentabilidade.

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SUSTENTABILIDADE
Braskem quer ser carbono neutro até 2050

A Braskem ampliou seus esforços para ser uma empresa carbono neutro até 2050. A companhia vai se concentrar em três frentes para alcançar o objetivo: redução das emissões com foco na eficiência energética, bem como no aumento do uso de energia renovável nas operações atuais, estabelecendo parcerias visando inovação e tecnologia; compensação de emissões com potenciais investimentos na produção de químicos e polímeros de origem renovável e captura de emissões de carbono por meio da pesquisa e do desenvolvimento para seu uso como matéria-prima. A petroquímica já definiu reduzir em 15% as emissões de gases do efeito estufa até 2030, além de aumentar seu portfólio I'm green™, que considera os produtos com foco em economia circular, para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado. A Braskem quer alcançar 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. Além disso, vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos. "A Braskem tem uma longa história em adotar ações para criar um mundo mais sustentável. Investimos em fontes renováveis desde a nossa fundação, em 2002 e, como pioneiros e líderes na produção de biopolímeros, temos estado na linha de frente da criação de mudanças positivas que impactam as pessoas, a sociedade e o meio ambiente. Pretendemos continuar na liderança num momento em que a indústria vai em direção a uma economia circular de carbono neutro. Com as ações de desenvolvimento sustentável que anunciamos hoje, esperamos atingir a neutralidade de carbono até 2050", ressalta Roberto Simões, presidente da Braskem. No fim de 2019, a Braskem já havia alcançado 70% das metas relacionadas ao tema economia circular de carbono neutro - traçadas em 2009 e revisitadas em 2013 -, conquistando resultados tais como a redução de 20% da intensidade de emissões de gases de efeito estufa; a viabilização do maior projeto de água de reuso industrial do hemisfério sul; a produção e comercialização de produtos e origem renovável, como o plástico feito à base de cana-de-açúcar e, posteriormente, na ampliação do portfólio de produtos para economia circular, com a chegada do EVA verde e de resinas feitas a partir de plástico reciclado. "Nosso propósito empresarial é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis da química e do plástico e, com a ampliação dos nossos esforços para alcançar essas metas, também conseguiremos enriquecer ainda mais o debate sobre a importância do plástico, especialmente para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta. Seguiremos expandindo nossas parcerias com clientes, fornecedores e a sociedade, na busca pelo engajamento de outras empresas na causa e, juntos, construiremos um mundo melhor", afirma Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Atualmente, 43% do consumo total de energia da Braskem no Brasil já é oriundo de fonte renovável. Recentemente a companhia anunciou mais um contrato de longo prazo para compra de energia solar para os próximos 20 anos e que deve evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera nas próximas duas décadas. A companhia irá manter também seus esforços na análise de investimentos para o desenvolvimento de produtos químicos e polímeros de origem renovável ou em tecnologias que permitam a Braskem alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Outra parceria recente é a com a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental, para evitar que mais de 2 mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno e será utilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico. Conheça o manifesto da Braskem em https://www.braskem.com.br/macroobjetivos .

23 de novembro, 2020
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Braskem integra ranking da CDP

O CDP (Carbon Disclosure Program) reconheceu mais uma vez a gestão e os investimentos da Braskem na área da sustentabilidade. A companhia irá integrar mais uma vez a ‘Lista A’ da entidade, figurando como a única brasileira com nota máxima nos rankings de Clima – pela segunda vez consecutiva, e Água – pela primeira vez. Com o resultado, a Braskem está entre as 25 empresas, no universo de 2.452 avaliadas ao redor do mundo, a receber nota A nos dois rankings simultaneamente. Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, afirma que a presença da Braskem entre as melhores avaliadas é resultado da responsabilidade com o uso dos recursos naturais. “Novamente mostramos que o conhecimento e engajamento das nossas equipes em sustentabilidade fazem a diferença na evolução da indústria rumo às melhores práticas. Acreditamos que nossas ações têm impacto global e já tem influenciado alguns dos nossos parceiros, fornecedores e clientes”, observa. A CDP coleta anualmente dados de riscos e oportunidades relacionados às mudanças climáticas de mais de duas mil companhias com atividades em todos os continentes. O questionário do CDP avalia, em notas de A a D, quesitos como “divulgação”, “consciência”, “gestão” e “liderança” das empresas sobre emissão de gases e investimentos em ações de mitigação do nível de poluentes liberados na atmosfera, além de consumo de água e impacto sobre a preservação das florestas.

9 de novembro, 2017
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EFLUENTES
Braskem registra melhor índice de tratamento

Adepta do mais amplo sentido do conceito de sustentabilidade, a Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, investiu de 2002 até 2016 cerca de R$ 280 milhões na gestão de água em suas unidades industriais, em projetos de melhoria da eficiência hídrica. Como resultado, a companhia petroquímica atingiu um recorde em sua história com o índice de 1,11m³/t na geração de efluentes líquidos, o que representa uma melhora acumulada de 41% desde 2002, além de uma economia de R$ 115 milhões com tratamento de efluentes. O valor inclui redução de custos com tratamento de efluentes líquidos e consumo de água, além de ganhos ambientais relevantes para o entorno da empresa e toda a cadeia do plástico. A Braskem informa que em 2016 o índice de consumo de água atingiu 3,93m³/t, registrando uma melhora de 5% desde 2002. O índice é 6,5 vezes inferior à média da indústria química mundial, de acordo com dados do ICCA (International Council of Chemical Associations) - 25,64m³/t (2013). A prática do reuso foi incorporada às operações da Braskem em 2011, ano em que a reutilização da água de chuva, efluente industrial e esgoto doméstico tratado melhorou 27%. Apenas de 2014 a 2016, a companhia reutilizou 25 milhões de m³ de água por meio do Projeto Aquapolo. A iniciativa liberou o consumo de água potável para a região do Grande ABC, em São Paulo, em um volume equivalente a 10 mil piscinas olímpicas. Desde 2015, a companhia integra o Pacto Global e lidera, em conjunto com a Sanasa, um movimento contra o desperdício de água na distribuição, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU. Em 2016, a Braskem também passou a mobilizar toda a sua cadeia de fornecedores na plataforma do CDP Supply Chain Água. A iniciativa foi um passo além para a empresa, que já fornecia informações aos investidores sobre riscos hídricos e gestão estratégica da água por meio do CDP Water.

24 de fevereiro, 2017
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016
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ÁGUA
Braskem utiliza seis vezes menos desde sua criação

Segundo dados do International Council of Chemical Associations (ICCA), a Braskem consome seis vezes menos água do que a média da indústria química internacional. Em 2014, a petroquímica consumiu 2,16 m 3 /t, enquanto a média internacional do setor foi de 25,9 m 3 /t. O aporte de R$ 250 milhões, realizado desde a criação da Companhia, em 2002, resultou em uma economia acumulada da ordem de R$ 154 milhões na redução de custos com tratamento de efluentes líquidos e na demanda pelo recurso hídrico. “O crescimento populacional e econômico ocorrido nos últimos 50 anos triplicou o consumo de água no planeta - apenas 2,5% do total de água existente na Terra é aproveitável para o uso. Precisamos ainda levar em consideração que questões de inviabilidade técnica e econômica podem fazer com que essa pequena parcela do insumo natural seja desperdiçada”, diz Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Por isso, a empresa tem na eficiência hídrica um de seus objetivos prioritários de atuação”, explica. O índice de geração de efluentes líquidos diminuiu 34% nos últimos 12 anos, representando uma redução acumulada de R$ 154 milhões principalmente com tratamento de efluentes Atualmente, a Braskem colhe resultados de dois projetos de reuso : o Aquapolo, criado em 2010 e que abastece o Polo Petroquímico do ABC, em São Paulo e o Água Viva (dezembro de 2012), fruto de uma parceria entre a Braskem e a Cetrel. O primeiro é responsável pelo tratamento de água proveniente de esgoto para utilização em fins industriais, enquanto o segundo, com investimento de R$ 20 milhões, possibilita reduzir também o uso de energia elétrica com a substituição de métodos antigos de tratamento de água fluvial e efluentes por um processo único de reaproveitamento. Entre 2011 e 2014, o percentual de reuso total de água (proveniente de chuva, efluente industrial e esgoto doméstico tratados) aumentou em 55%. No biênio 2013/2014, foram reutilizados 38,7 milhões de m 3 de água, liberando para as cidades o consumo de um volume equivalente a 15 mil piscinas olímpicas, suficientes para suprir o consumo anual de uma cidade de cerca de 500 mil pessoas. Em Duque de Caxias (RJ), um projeto de reuso e redução de água desenvolvido por um colaborador proporcionará, a partir de 2015, uma redução no consumo de 22,6 mil m 3 de água e promover o reuso anual de um volume de 40,1 mil m 3 de água. Idealizada em 2013, a iniciativa consiste no reaproveitamento de água utilizada em processos produtivos, que antes eram descartadas como efluente, para uso nas torres de resfriamento das plantas. A implementação do projeto resultou em uma economia de R$ 291 mil por ano.

9 de junho, 2015