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SUSTENTABILIDADE

Bunge Brasil se destaca no agronegócio

A Bunge Brasil recebeu o prêmio de empresa mais sustentável de 2015 pelo Guia Exame de Sustentabilidade. Pelo sétimo ano consecutivo, a empresa foi reconhecida ainda como a empresa mais sustentável do agronegócio. Raul Padilla, Presidente e CEO da Bunge Brasil, esteve na cerimônia de entrega dos prêmios e afirmou que o reconhecimento demonstra que, de fato, a sustentabilidade está inserida no dia a dia da companhia. “A escolha pela sustentabilidade nas operações é um caminho sem volta, para qualquer empresa, setor ou país. Para nós, da Bunge, a sustentabilidade é um valor, em todas as nossas atividades. Entrar para essa seleta galeria de empresas-modelo é motivo de grande orgulho”, comemorou Padilla. No ano em que completa 110 anos de atuação no Brasil, a Bunge foi eleita como empresa sustentável pela consistência de suas ações desde 2009, quando participou da premiação pela primeira vez. O Guia Exame de Sustentabilidade teve início em 2000, com o objetivo de reconhecer as melhores práticas de responsabilidade corporativa do país. Desde 2007, a metodologia usada para avaliar as empresas que voluntariamente decidem participar da pesquisa é elaborada pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), instituição que é referência nacional e internacional no assunto.

A Bunge Brasil recebeu o prêmio de empresa mais sustentável de 2015 pelo Guia Exame de Sustentabilidade. Pelo sétimo ano consecutivo, a empresa foi reconhecida ainda como a empresa mais sustentável do agronegócio.

Raul Padilla, Presidente e CEO da Bunge Brasil, esteve na cerimônia de entrega dos prêmios e afirmou que o reconhecimento demonstra que, de fato, a sustentabilidade está inserida no dia a dia da companhia. “A escolha pela sustentabilidade nas operações é um caminho sem volta, para qualquer empresa, setor ou país. Para nós, da Bunge, a sustentabilidade é um valor, em todas as nossas atividades. Entrar para essa seleta galeria de empresas-modelo é motivo de grande orgulho”, comemorou Padilla.

No ano em que completa 110 anos de atuação no Brasil, a Bunge foi eleita como empresa sustentável pela consistência de suas ações desde 2009, quando participou da premiação pela primeira vez.

O Guia Exame de Sustentabilidade teve início em 2000, com o objetivo de reconhecer as melhores práticas de responsabilidade corporativa do país. Desde 2007, a metodologia usada para avaliar as empresas que voluntariamente decidem participar da pesquisa é elaborada pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), instituição que é referência nacional e internacional no assunto.

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MEIO AMBIENTE
ADM tem plano de redução de impacto ambiental

Empresa do agronegócio, a ADM anunciou que pretende reduzir em 10% o uso intensivo de água e a meta de eliminar 90% do volume de resíduos sólidos gerados até 2035, como parte de um plano arrojado para continuar reduzindo o impacto ambiental da empresa. "Compromissos como esses se tornam ainda mais importantes em meio a um desafio sem precedentes como a pandemia do COVID-19", afirma Juan Luciano, presidente e CEO da ADM. No início de 2020, a ADM informou metas para reduzir as emissões absolutas de gases de efeito estufa em 25%, e a intensidade de energia em 15%, no mesmo período. Além disso, a ADM desenvolverá planos de redução do uso de água em áreas de alto risco e de escassez hídrica. As novas metas estão alinhadas aos Objetivos das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, e serão alcançados a partir da reutilização e reciclagem da água e da descoberta de usos alternativos para os resíduos. Essas metas seguem o plano "15x20" original da ADM, apresentado em 2011, no qual a empresa comprometeu-se a melhorar o uso de energia por unidade; e a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o uso de água e o volume de resíduos gerados até 2020. "Sabemos que a preservação dos recursos naturais é fundamental para o nosso futuro e que nossos compromissos com práticas sustentáveis resultarão em uma ADM ainda mais forte e em um mundo melhor", explica Juan Luciano. "Temos orgulho de ser o parceiro que alia o fornecimento a sustentabilidade para nossos clientes e, mais amplamente, estamos comprometidos em promover mudanças, por meio de boas práticas, soluções progressivas e ações conscientes que causam um impacto positivo". O progresso das metas da ADM pode ser conferido no Relatório de Sustentabilidade Corporativa no endereço http://assets.adm.com/Sustainability/2019-Reports/2019-ADM-Sustainability-Report.pdf .

25 de maio, 2020
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SUSTENTABILIDADE
ArcelorMittal no Guia Exame

A ArcelorMittal obteve o 1º lugar no setor de Mineração, Siderurgia e Metalurgia no Guia Exame de Sustentabilidade, que circula no dia 7 de novembro. Esta é a 6ª vez que a companhia aparece no ranking graças às suas iniciativas sustentáveis desenvolvidas nas unidades. Com base na Agenda 2030 da ONU e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a ArcelorMittal adota iniciativas, como o desenvolvimento de produtos que incentivem estilos de vida mais sustentáveis; uso eficiente dos recursos e altos índices de reciclagem; usuário confiável do ar, da terra e da água e usuário responsável de energia, ajudando a criar um futuro com baixa emissão de carbono. “Sustentabilidade é um dos valores da ArcelorMittal. Trabalhamos para promover este conceito não só na empresa, mas em toda cadeia de fornecimento do aço, atuando em parceria com todos os stakeholders”, destaca o presidente da ArcelorMittal Brasil e CEO da ArcelorMittal Aços Planos América do Sul, Benjamin Baptista Filho. A companhia também dá ênfase aos princípios de economia circular, que preveem reciclagem, redução de uso, reúso e remanufatura de vários componentes. Entre as ações inovadoras da empresa está à criação do Plano Diretor de Águas (PDA), implementado nas usinas com o objetivo de garantir a disponibilidade dos recursos hídricos para as operações e, ao mesmo tempo, reduzir os impactos decorrentes da captação de água para produção do aço. O PDA ganhou o prêmio Steelie Awards na categoria Excelência em Sustentabilidade. Atualmente, a ArcelorMittal Brasil possui cerca de 98% de índice de recirculação de água dentre as produtoras de aço brasileiras. Outra marca de destaque, obtida em 2018, é a Declaração Ambiental de Produto (DAP), que reúne informações sobre o ciclo de vida e os impactos ambientais dos produtos de aço. Além disso, a unidade da ArcelorMittal em Tubarão está executando o projeto de dessalinização da água do mar, com capacidade de produzir até 500 m³/h de água industrial. As obras têm previsão de conclusão em 2021.

8 de novembro, 2019
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SUSTENTABILIDADE
Braskem integra ranking da CDP

O CDP (Carbon Disclosure Program) reconheceu mais uma vez a gestão e os investimentos da Braskem na área da sustentabilidade. A companhia irá integrar mais uma vez a ‘Lista A’ da entidade, figurando como a única brasileira com nota máxima nos rankings de Clima – pela segunda vez consecutiva, e Água – pela primeira vez. Com o resultado, a Braskem está entre as 25 empresas, no universo de 2.452 avaliadas ao redor do mundo, a receber nota A nos dois rankings simultaneamente. Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, afirma que a presença da Braskem entre as melhores avaliadas é resultado da responsabilidade com o uso dos recursos naturais. “Novamente mostramos que o conhecimento e engajamento das nossas equipes em sustentabilidade fazem a diferença na evolução da indústria rumo às melhores práticas. Acreditamos que nossas ações têm impacto global e já tem influenciado alguns dos nossos parceiros, fornecedores e clientes”, observa. A CDP coleta anualmente dados de riscos e oportunidades relacionados às mudanças climáticas de mais de duas mil companhias com atividades em todos os continentes. O questionário do CDP avalia, em notas de A a D, quesitos como “divulgação”, “consciência”, “gestão” e “liderança” das empresas sobre emissão de gases e investimentos em ações de mitigação do nível de poluentes liberados na atmosfera, além de consumo de água e impacto sobre a preservação das florestas.

9 de novembro, 2017
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PRÊMIO
Fundação Bunge premia trabalhos em meio ambiente

No último dia 30 de setembro ocorreu a entrega de prêmios da 60ª edição do Prêmio Fundação Bunge no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Os vencedores receberam quantias de R$ 150 mil e medalha de ouro (categoria Vida e Obra) e R$ 60 mil e medalha de prata (categoria Juventude). Para a categoria “Vida e Obra” foram escolhidos profissionais pelo conjunto de seus trabalhos realizados e na “Juventude”, jovens de até 35 anos que se destacaram em seus campos de atuação. A edição 2015 elegeu os temas “Recuperação de solos degradados para a agricultura” e “Saneamento básico e manejo de água” como guias da premiação. Os vencedores da 60ª edição foram na área de Ciências Agrárias – tema “Recuperação de solos degradados para a agricultura”, Marlene Cristina Alves na categoria Vida e Obra por diversos trabalhos com ênfase em conservação e recuperação de solos. Na categoria Juventude, o mineiro Diego Antonio França de Freitas por seu trabalho com ênfase em manejo e conservação do solo e da água. Na área de Ciências Biológicas, Ecológicas e da Saúde– tema “Saneamento básico e manejo de água”, o pernambucano José Fernando Thomé Jucá na categoria Vida e Obra, por sua contribuição em pesquisas sobre temas como: contaminação do subsolo, biodegradação de materiais orgânicos, geotecnia ambiental, bioenergia e resíduos sólidos urbanos, entre outros. Já Dulce Buchala Bicca Rodrigues foi agraciada na categoria Juventude por seus projetos de pesquisa sobre conservação do solo e recursos hídricos. Criado em 1955, o Prêmio Fundação Bunge tem como objetivo incentivar o conhecimento científico em diversas áreas, homenagear o poder transformador dos indivíduos na sociedade e estimular novos talentos. Os candidatos participantes não são inscritos, mas indicados por universidades e entidades culturais e científicas brasileiras. Uma Comissão Técnica composta por cinco membros em cada área de premiação, sendo um do exterior, seleciona os pesquisadores em cada ramo do conhecimento na categoria "Vida e Obra", indicando-os para a decisão do Grande Júri. No caso dos jovens talentos, a Comissão Técnica escolheu diretamente os homenageados do ano. O prêmio destaca a inovação incorporada nos projetos, que acabam beneficiando a sociedade brasileira e até outros países, que podem adotar iniciativas bem sucedidas aqui e que servem para outras sociedades.

5 de outubro, 2015
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SUSTENTABILIDADE
Braskem entra pelo 4º ano seguido no DJSI

A Braskem entrou pelo quarto ano consecutivo no Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index, o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O DJSI avalia empresas por suas gestões nas áreas econômica e socioambiental, o que inclui ações e estratégias para mudanças climáticas; consumo de energia; desenvolvimento de pessoas e governança corporativa. “A continuidade da Braskem no índice do DJSI reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável. As exigências necessárias para que as companhias permaneçam listadas em tais índices levam as empresas a adotarem práticas cada vez mais consistentes de engajamento com a sustentabilidade, reforçando ao máximo as iniciativas voltadas à responsabilidade socioambiental. Este tipo de compromisso sinaliza que estamos de fato caminhando para a desejada economia sustentável”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Além do DJSI, a Braskem é reconhecida naBM&FBovespa, onde a Companhia está listada no Nível 1 de Governança Corporativa e faz parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE desde sua criação, em 2005. Além disso, a petroquímica integra a carteira teórica do Índice Carbono Eficiente (ICO2). Lançado em 2010, o ICO 2 é constituído por 30 empresas que aceitaram adotar práticas transparentes com relação a suas emissões de gases efeito estufa (GEE). Lançado em 1999, o DJSI reúne as ações na Bolsa de Valores de empresas que são líderes em sustentabilidade. Desde 2012, o índice, focado em mercados emergentes, analisa o desempenho das 800 maiores empresas de 23 países (incluindo Brasil, China, Rússia, Índia, México, África do Sul e Turquia) e seleciona as melhores para compor o índice – somente 10% das empresas avaliadas são incluídas. O índice serve como referência para os investidores formarem suas carteiras de investimentos com empresas líderes em sustentabilidade.

17 de setembro, 2015
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SUSTENTABILIDADE
Bunge Brasil apresenta Relatório 2014

Em sua 12ª edição do Relatório de Sustentabilidade, a Bunge Brasil aumentou em 38% a cogeração de energia elétrica oriunda de biomassa na comparação com o período anterior. A Companhia gerou, a partir do bagaço da cana-de-açúcar, 968 GWh, atingindo o equivalente a 100% da produção de energia elétrica consumida em seus processos industriais por oito usinas de cana-de-açúcar. Esta quantidade é capaz de abastecer 480 mil residências no período de um ano, considerando-se a média do consumo residencial no país. A Bunge Brasil investiu mais de R$ 32 milhões em ações de gestão e proteção ambientais em suas três áreas de negócios. Entre os projetos consolidados está o Soya Recicla, programa de reciclagem de óleo de cozinha usado. Presente em cinco estados brasileiros e com mais de 2 mil pontos-de-coleta para óleo usado, o Soya Recicla ampliou em 26% o volume de óleo de cozinha pós-consumo destinado à reciclagem (sabão e biocombustível), totalizando cerca de 665 toneladas de óleo coletadas, além de quase 12 toneladas de embalagens PET. Cooperativas de catadores dos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia também foram beneficiadas pelo Soya Recicla. O programa está presente ainda nos estados de São Paulo e Ceará. O Relatório traz também o bloqueio comercial de produtores que não cumprem com compromissos ambientais ou sociais, como as questões trabalhistas, por exemplo. Ao final de 2014, 310 produtores estavam bloqueados, 35% inferior comparado a 2013 e equivalente a apenas 1,5% dos produtores que relacionam-se com a empresa por ano. “Esse dado mostra que as nossas iniciativas estão despertando maior responsabilidade junto aos produtores rurais”, afirma Michel Santos, líder de Sustentabilidade da Bunge Brasil. Outros destaques no ano passado foram a redução de 38% no consumo da água para a produção de Alimentos & Ingredientes, além da matriz energética baseada em biomassa. “As emissões que evitamos equivaleriam a 240 mil veículos à gasolina em uma cidade, anualmente,” completa Michel. Seguindo as tendências de sustentabilidade, o relatório de 2015 está disponível apenas na versão online. “Durante o ano de 2014, as versões dos relatórios de sustentabilidade da Bunge, hospedados na plataforma web, tiveram 65 mil visitantes. Foram visitas provenientes de 60 países diferentes, o que nos impulsionou a adotar definitivamente o modelo online”, explica o executivo. Pelo segundo ano, o Relatório de Sustentabilidade da Bunge foi elaborado no formato mais completo da nova geração de indicadores GRI (Global Reporting Initiative), o ‘Abrangente’ da versão G4. O documento completo está disponível no site: www.bunge.com.br/sustentabilidade/2015 .

9 de junho, 2015