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MEIO AMBIENTE

ADM tem plano de redução de impacto ambiental

Empresa do agronegócio, a ADM anunciou que pretende reduzir em 10% o uso intensivo de água e a meta de eliminar 90% do volume de resíduos sólidos gerados até 2035, como parte de um plano arrojado para continuar reduzindo o impacto ambiental da empresa. "Compromissos como esses se tornam ainda mais importantes em meio a um desafio sem precedentes como a pandemia do COVID-19", afirma Juan Luciano, presidente e CEO da ADM. No início de 2020, a ADM informou metas para reduzir as emissões absolutas de gases de efeito estufa em 25%, e a intensidade de energia em 15%, no mesmo período. Além disso, a ADM desenvolverá planos de redução do uso de água em áreas de alto risco e de escassez hídrica. As novas metas estão alinhadas aos Objetivos das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, e serão alcançados a partir da reutilização e reciclagem da água e da descoberta de usos alternativos para os resíduos. Essas metas seguem o plano "15x20" original da ADM, apresentado em 2011, no qual a empresa comprometeu-se a melhorar o uso de energia por unidade; e a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o uso de água e o volume de resíduos gerados até 2020. "Sabemos que a preservação dos recursos naturais é fundamental para o nosso futuro e que nossos compromissos com práticas sustentáveis resultarão em uma ADM ainda mais forte e em um mundo melhor", explica Juan Luciano. "Temos orgulho de ser o parceiro que alia o fornecimento a sustentabilidade para nossos clientes e, mais amplamente, estamos comprometidos em promover mudanças, por meio de boas práticas, soluções progressivas e ações conscientes que causam um impacto positivo". O progresso das metas da ADM pode ser conferido no Relatório de Sustentabilidade Corporativa no endereço http://assets.adm.com/Sustainability/2019-Reports/2019-ADM-Sustainability-Report.pdf .

Empresa do agronegócio, a ADM anunciou que pretende reduzir em 10% o uso intensivo de água e a meta de eliminar 90% do volume de resíduos sólidos gerados até 2035, como parte de um plano arrojado para continuar reduzindo o impacto ambiental da empresa. "Compromissos como esses se tornam ainda mais importantes em meio a um desafio sem precedentes como a pandemia do COVID-19", afirma Juan Luciano, presidente e CEO da ADM. 

No início de 2020, a ADM informou metas para reduzir as emissões absolutas de gases de efeito estufa em 25%, e a intensidade de energia em 15%, no mesmo período. Além disso, a ADM desenvolverá planos de redução do uso de água em áreas de alto risco e de escassez hídrica. As novas metas estão alinhadas aos Objetivos das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, e serão alcançados a partir da reutilização e reciclagem da água e da descoberta de usos alternativos para os resíduos. Essas metas seguem o plano "15x20" original da ADM, apresentado em 2011, no qual a empresa comprometeu-se a melhorar o uso de energia por unidade; e a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o uso de água e o volume de resíduos gerados até 2020. 

"Sabemos que a preservação dos recursos naturais é fundamental para o nosso futuro e que nossos compromissos com práticas sustentáveis resultarão em uma ADM ainda mais forte e em um mundo melhor", explica Juan Luciano. "Temos orgulho de ser o parceiro que alia o fornecimento a sustentabilidade para nossos clientes e, mais amplamente, estamos comprometidos em promover mudanças, por meio de boas práticas, soluções progressivas e ações conscientes que causam um impacto positivo". O progresso das metas da ADM pode ser conferido no Relatório de Sustentabilidade Corporativa no endereço http://assets.adm.com/Sustainability/2019-Reports/2019-ADM-Sustainability-Report.pdf.

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SUSTENTABILIDADE
Braskem quer ser carbono neutro até 2050

A Braskem ampliou seus esforços para ser uma empresa carbono neutro até 2050. A companhia vai se concentrar em três frentes para alcançar o objetivo: redução das emissões com foco na eficiência energética, bem como no aumento do uso de energia renovável nas operações atuais, estabelecendo parcerias visando inovação e tecnologia; compensação de emissões com potenciais investimentos na produção de químicos e polímeros de origem renovável e captura de emissões de carbono por meio da pesquisa e do desenvolvimento para seu uso como matéria-prima. A petroquímica já definiu reduzir em 15% as emissões de gases do efeito estufa até 2030, além de aumentar seu portfólio I'm green™, que considera os produtos com foco em economia circular, para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado. A Braskem quer alcançar 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. Além disso, vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos. "A Braskem tem uma longa história em adotar ações para criar um mundo mais sustentável. Investimos em fontes renováveis desde a nossa fundação, em 2002 e, como pioneiros e líderes na produção de biopolímeros, temos estado na linha de frente da criação de mudanças positivas que impactam as pessoas, a sociedade e o meio ambiente. Pretendemos continuar na liderança num momento em que a indústria vai em direção a uma economia circular de carbono neutro. Com as ações de desenvolvimento sustentável que anunciamos hoje, esperamos atingir a neutralidade de carbono até 2050", ressalta Roberto Simões, presidente da Braskem. No fim de 2019, a Braskem já havia alcançado 70% das metas relacionadas ao tema economia circular de carbono neutro - traçadas em 2009 e revisitadas em 2013 -, conquistando resultados tais como a redução de 20% da intensidade de emissões de gases de efeito estufa; a viabilização do maior projeto de água de reuso industrial do hemisfério sul; a produção e comercialização de produtos e origem renovável, como o plástico feito à base de cana-de-açúcar e, posteriormente, na ampliação do portfólio de produtos para economia circular, com a chegada do EVA verde e de resinas feitas a partir de plástico reciclado. "Nosso propósito empresarial é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis da química e do plástico e, com a ampliação dos nossos esforços para alcançar essas metas, também conseguiremos enriquecer ainda mais o debate sobre a importância do plástico, especialmente para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta. Seguiremos expandindo nossas parcerias com clientes, fornecedores e a sociedade, na busca pelo engajamento de outras empresas na causa e, juntos, construiremos um mundo melhor", afirma Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Atualmente, 43% do consumo total de energia da Braskem no Brasil já é oriundo de fonte renovável. Recentemente a companhia anunciou mais um contrato de longo prazo para compra de energia solar para os próximos 20 anos e que deve evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera nas próximas duas décadas. A companhia irá manter também seus esforços na análise de investimentos para o desenvolvimento de produtos químicos e polímeros de origem renovável ou em tecnologias que permitam a Braskem alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Outra parceria recente é a com a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental, para evitar que mais de 2 mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno e será utilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico. Conheça o manifesto da Braskem em https://www.braskem.com.br/macroobjetivos .

23 de novembro, 2020
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SUSTENTABILIDADE
Schneider Electric rumo ao zero carbono

A Schneider Electric anunciou investimento de 10 bilhões de euros em inovação e P&D para o desenvolvimento sustentável até 2025. A companhia está desenvolvendo uma abordagem especial em respeito à biodiversidade, fomentando ações de combate à perda acelerada de espécies e à degradação do mundo natural. Estudos recentes dão conta de que, atualmente, 1 milhão de espécies de plantas e animais estão em risco de extinção por causa das atividades humanas. Segundo João Carlos Salgueiro, gerente sênior de Sustentabilidade da Schneider Electric, a empresa seguirá a pauta de negociações a ser desenrolada na Convenção de Diversidade Biológica (COP-15) em 2021 e, a partir de então, estabelecerá metas ambiciosas para o longo prazo. "Precisamos a todo custo evitar perdas líquidas de biodiversidade, da forma como foi feito para o combate às mudanças climáticas. Buscamos neutralizar as emissões e contribuir para que o aquecimento global não ultrapasse 1,5°C acima dos níveis pré-industriais", pondera. O gerente diz ainda que: "Negócios e indústria podem ter impactos negativos nas fontes de biodiversidade, mas, enquanto a iniciativa privada é parte do problema, ela também representa a maior parcela da solução. Os recursos e a influência do setor privado oferecem oportunidades importantes e inovadoras, e contribuições eficazes para a conservação da biodiversidade", explica Salgueiro. A Schneider Electric tem aproximadamente 193 unidades produtivas em todo o mundo que registraram redução significativa do seu impacto ambiental com a aplicação racional de materiais primários, ampliação dos indicadores de reúso e reciclagem, eliminação da destinação de resíduos para aterros sanitários e crescimento da produtividade energética. "Todas essas medidas permitiram, do ponto de vista econômico, contribuir para maior rentabilidade e competitividade da empresa, tornando-se parte dos indicadores das operações e dos centros de distribuição", informa. As iniciativas de economia circular da Schneider abrangem um plano de ação para oferecer produtos, serviços e soluções com o mínimo impacto ambiental: reduzir o uso de matérias-primas; reutilizar matérias-primas ou aumentar - quando possível – a utilização de matérias-primas recicladas; reparar, oferecendo serviços de manutenção e modernização para certas gamas de produtos; e reciclar, por meio dos serviços que a empresa oferece na fase final de vida útil dos produtos. A Schneider Electric tem como meta minimizar suas emissões de carbono até 2025, e zerá-las cinco anos mais tarde. Além disto, tornar sua cadeia de suprimentos estendida zero carbono até 2050. A companhia é signatária das iniciativas do Climate Group, através das iniciativas EP100, RE100 e EV100, que a tornam comprometida até 2030 em dobrar a produtividade energética, atingir 100% de utilização de energia renovável e operar com uma frota composta por veículos 100% elétricos. Os compromissos climáticos e de economia circular estão incorporados ao "Sustainability Impact" para o período 2018-2020, contemplando 21 iniciativas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), das Nações Unidas (ONU). O "Sustainability Impact" é um scorecard exclusivo criado para mensurar trimestralmente os compromissos da empresa para o desenvolvimento sustentável, equilibrando os pilares social, econômico e ambiental.

6 de julho, 2020
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RECURSOS HÍDRICOS
White Martins reduz uso de água nas fábricas

A White Martins implementou em suas fábricas um plano de gerenciamento de recursos hídricos com o objetivo de reduzir o uso de água na produção e manutenção das plantas. Com a medida, nos últimos 12 meses, a empresa economizou 380,3 milhões de litros nas onze plantas inicialmente monitoradas, o que representa uma redução de 12,2% no consumo de água. A primeira etapa do projeto deu prioridade às unidades com maior demanda e as localizadas em regiões em que a escassez de água é maior. O plano prevê ações simples como a verificação e o reparo de vazamentos e a instalação de hidrômetros para medição correta. Além disso, as plantas reutilizam água da chuva e volumes provenientes de processos de condensação, que são direcionados para reaproveitamento na torre de refrigeração, por exemplo. Esses recursos hídricos passam por tratamentos e são aplicados, entre outras funções, para limpeza e refrigeração de equipamentos. A fábrica de Capuava (SP) lidera os indicadores com o maior índice de redução – 34,6% inferior ao ano passado, o que representa 25,6 milhões de litros de água economizados. Na sequência vem a unidade de João Monlevade (MG), com uma economia de 27,1%, o que corresponde a cerca de 74,5 milhões de litros. Já em relação à economia de água no processo de produção, Volta Redonda reduziu o consumo em 30,66% em relação ao ano anterior; Americana (SP), 26,73%; e João Monlevade (MG), 16,85%. Juntas, as três unidades representam a diminuição de 127,5 milhões de litros. A expectativa é que todas as plantas de alto consumo da América do Sul e que estejam localizadas em região com alto e médio estresse hídrico alcancem, até o fim de 2020, uma redução de 1% em relação ao ano-base de 2014. “Assim, preservamos os recursos hídricos e nos mantemos em linha com a missão da White Martins de construir um planeta mais sustentável”, confirma Marcos Gonzalez, diretor de Segurança, Saúde e Meio Ambiente da White Martins.

15 de junho, 2018
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GEE
Unilever reduz emissões em 36,09%

Entre 2008 e 2015, a Unilever Brasil diminuiu em 36,09% a emissão de Gases de Efeito Estufa nas fábricas localizadas no País, resultado alcançado graças ao investimento no uso de energia “limpa”. A visão de diminuir a pegada ambiental e aumentar o impacto positivo faz parte do Plano de Sustentabilidade traçado em 2010. “Após cinco anos do lançamento do plano, podemos afirmar que não apenas é possível combinar crescimento com sustentabilidade, mas que a atuação sustentável gera crescimento consistente e de longo prazo. Ao usar o documento como guia para a estratégia do negócio conseguimos diminuir custos e riscos ao mesmo tempo em que aumentamos a confiança e credibilidade em nossas marcas e na companhia em nível global”, afirma Antonio Calcagnotto, head de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Unilever Brasil. A companhia informa que também vem investindo em iniciativas para aumentar a eficiência energética nas fábricas. De 2008 a 20015, a Unilever Brasil adquiriu 19 mil conservadoras “verdes”, que consomem menos energia elétrica do que as conservadoras comuns. Somente ano passado, foram adquiridas duas mil unidades desses equipamentos. As iniciativas possibilitarão que a companhia alcance o objetivo de, em 2020, ter a emissão de CO² pelo consumo de energia nas fábricas igual ou menor que os níveis de 2008, mesmo com significativo aumento de volume de produção. Também auxiliarão a Unilever a atingir a meta global de utilizar 100% de energia limpa em todas as fábricas da companhia no mundo.

6 de junho, 2016
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ÁGUA
Dow recebe prêmio nos Estados Unidos

A Dow recebeu o Prêmio Norte-americano da Água, concedido pela U.S. Water Alliance (Aliança Norte-Americana para a Água). O prêmio reconhece o trabalho da empresa no desenvolvimento de estratégias de gerenciamento de água, oferta de produtos, tecnologias inovadoras e adoção de modelos de colaboração eficazes que tornam essas soluções mais alcançáveis, além da capacitação da sua cadeia de valor quanto ao uso mais sustentável desse recurso natural. Segundo pesquisas da McKinsey & Company e da 2030 Water Resources Group, se o consumo da água continuar no ritmo atual, a demanda global por recursos hídricos superará a quantidade disponível de água em 40% até 2030. Além disso, as Nações Unidas estimam que haverá um aumento na demanda global por água para uso em processos industriais de 400% até 2050. Com estes dados, a Dow decidiu ajudar na oferta de soluções capazes de impulsionar uma economia circular - (reduzir, reutilizar e recuperar) e circuitos hídricos fechados até 2025. “A Dow tem orgulho em utilizar suas tecnologias e expertise para ajudar todos a aproveitarem esse recurso ao máximo. Esse prêmio é apenas um exemplo de como, ao fazer da sustentabilidade parte de sua estratégia de negócios, o valor da natureza pode realmente impulsionar o sucesso dos negócios”, afirma Andrew N. Liveris, CEO e Presidente do Conselho da Dow. A expectativa da Dow inclui diminuir o consumo de água potável em 20% nas unidades industriais localizadas em regiões que sofrem com a escassez de água.

6 de maio, 2016
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ATUAÇÃO SUSTENTÁVEL
Unilever adere à iniciativas por um mundo melhor

Para a Unilever, a sustentabilidade não é opção e sim uma forma de fazer negócios e garantir um futuro melhor para todos. Pautada por esta atuação cada vez mais sustentável, focada em reduzir o impacto ambiental e aumentar o impacto positivo na sociedade, a Unilever Brasil se une a diferentes iniciativas em prol do meio ambiente. Dentre as adesões, a companhia acaba de anunciar apoio à Coalizão Cidades pela Água, iniciativa da TNC (The NatureConservancy). Também este ano, a Unilever Brasil aderiu à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, promovida pelo CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável); ao Protocolo Climático do Estado de São Paulo, ação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente; e fechou parceria com o Trata Brasil para ampliar a promoção ao saneamento básico. A Coalizão Cidades pela Água, da TNC (The NatureConservancy), tem como objetivo elevar o nível de segurança hídrica de mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas incluindo municípios nas quais a Unilever Brasil tem fábricas, por meio de uma atuação mais integrada e intensa das empresas em encontrar soluções para o desafio. Para a Unilever, a gestão responsável da água é um tema de extrema importância e a companhia vem avançando no tema – registrou redução de 36% no consumo de água em suas fábricas entre 2008 a 2014. Uma das pioneiras a integrar o Protocolo Climático do Estado de São Paulo, a companhia já reduziu em 35% suas emissões de GEE, entre 2008 e 2014, e tem como meta reduzir pela metade o impacto esses gases ao longo do ciclo de vida de seus produtos, até 2020. Em linha com os objetivos da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), a Unilever tem, dentre as suas metas, o propósito de atingir 100% das matérias-primas agrícolas fornecidas de maneira sustentável – em 2014, 100% dos fornecedores de soja em grãos foram certificados. Por fim, a companhia se associou ao Instituto Trata Brasil para promover ações que resultem na expansão dos serviços de saneamento básico e, consequentemente, na melhoria dos recursos hídricos no País. A ideia é criar outras iniciativas além do projeto “VIM para UNICEF - Todos Juntos na Luta Pelo Saneamento”, lançado em 2013 e que já impactou mais de 1.100 municípios brasileiros.

15 de dezembro, 2015
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SUSTENTABILIDADE
Bunge Brasil apresenta Relatório 2014

Em sua 12ª edição do Relatório de Sustentabilidade, a Bunge Brasil aumentou em 38% a cogeração de energia elétrica oriunda de biomassa na comparação com o período anterior. A Companhia gerou, a partir do bagaço da cana-de-açúcar, 968 GWh, atingindo o equivalente a 100% da produção de energia elétrica consumida em seus processos industriais por oito usinas de cana-de-açúcar. Esta quantidade é capaz de abastecer 480 mil residências no período de um ano, considerando-se a média do consumo residencial no país. A Bunge Brasil investiu mais de R$ 32 milhões em ações de gestão e proteção ambientais em suas três áreas de negócios. Entre os projetos consolidados está o Soya Recicla, programa de reciclagem de óleo de cozinha usado. Presente em cinco estados brasileiros e com mais de 2 mil pontos-de-coleta para óleo usado, o Soya Recicla ampliou em 26% o volume de óleo de cozinha pós-consumo destinado à reciclagem (sabão e biocombustível), totalizando cerca de 665 toneladas de óleo coletadas, além de quase 12 toneladas de embalagens PET. Cooperativas de catadores dos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia também foram beneficiadas pelo Soya Recicla. O programa está presente ainda nos estados de São Paulo e Ceará. O Relatório traz também o bloqueio comercial de produtores que não cumprem com compromissos ambientais ou sociais, como as questões trabalhistas, por exemplo. Ao final de 2014, 310 produtores estavam bloqueados, 35% inferior comparado a 2013 e equivalente a apenas 1,5% dos produtores que relacionam-se com a empresa por ano. “Esse dado mostra que as nossas iniciativas estão despertando maior responsabilidade junto aos produtores rurais”, afirma Michel Santos, líder de Sustentabilidade da Bunge Brasil. Outros destaques no ano passado foram a redução de 38% no consumo da água para a produção de Alimentos & Ingredientes, além da matriz energética baseada em biomassa. “As emissões que evitamos equivaleriam a 240 mil veículos à gasolina em uma cidade, anualmente,” completa Michel. Seguindo as tendências de sustentabilidade, o relatório de 2015 está disponível apenas na versão online. “Durante o ano de 2014, as versões dos relatórios de sustentabilidade da Bunge, hospedados na plataforma web, tiveram 65 mil visitantes. Foram visitas provenientes de 60 países diferentes, o que nos impulsionou a adotar definitivamente o modelo online”, explica o executivo. Pelo segundo ano, o Relatório de Sustentabilidade da Bunge foi elaborado no formato mais completo da nova geração de indicadores GRI (Global Reporting Initiative), o ‘Abrangente’ da versão G4. O documento completo está disponível no site: www.bunge.com.br/sustentabilidade/2015 .

9 de junho, 2015
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UNILEVER
Avanços são registrados no Plano de Sustentabilidade

No último dia 20 de maio, a Unilever Brasil apresentou seus resultados mais recentes do Plano de Sustentabilidade. Entre 2008 e 2014, período de mensuração dos resultados, a Companhia registrou crescimento de mais de 60% - o faturamento passou de R$ 10,29 bi para R$ 16,7 bilhões, além de conseguir reduzir em 36% o consumo de água e em 35% a emissão de gases do efeito estufa no mesmo período. A Unilever Brasil comemora ainda a marca de Aterro Zero em suas 15 fábricas e Centros de Distribuição no Brasil. Além disso, as ações de redução de nível de sal atingiram 28,4% de todo o seu portfólio de alimentos de varejo. “Com 7 bilhões de pessoas em nosso planeta, os recursos naturais estão sob imensa pressão. A elevação da temperatura, a escassez de água, a energia mais cara, as incertezas na oferta de alimentos e o aumento da disparidade entre ricos e pobres impõem à sociedade grandes desafios”, afirma Fernando Fernandez, Presidente da Unilever Brasil. “As empresas têm papel importante na solução desses problemas. É por isso que trouxemos a sustentabilidade para o coração do nosso modelo de negócio, somando-a a criação das marcas e ao processo de inovação, essências da indústria de consumo”, Fernando Fernandez, Presidente da Unilever Brasil. O próximo compromisso anunciado é a redução do consumo de água pela metade até 2020. No ano passado todas as medidas de uso racional de água nas fábricas da Unilever totalizaram redução de consumo de 78.612 m3, o que representa uma economia suficiente para que 108 mil pessoas matem a sede diariamente ao longo de um ano. A Unilever Brasil afirma que parte das reduções foi obtida graças ao investimento na plataforma de concentrados. As marcas Comfort Concentrado e Omo Líquido Super Concentrado, economizaram, em 2014, durante o processo fabril, mais de 100 milhões de litros de água – o equivalente ao uso diário de um milhão de pessoas. Segundo a empresa, isso ocorre porque os produtos contêm menos água em sua fórmula : No caso de Omo Super Concentrado, há uma economia de 40% de água em relação a uma unidade regular do mesmo, além de auxiliarem o consumidor a usar menos água e gerar menos resíduos. Já, em relação a diminuição dos gases de efeito estufa, a Unilever Brasil quer reduzir os impactos pela metade até 2020. Atualmente, cerca de 40% da energia consumida nas fábricas são provenientes de fontes renováveis, como biomassa, óleo vegetal, etanol e biodiesel. Outro ponto importante foi à conquista de 55% das matérias-primas agrícolas adquiridas globalmente provenientes de fontes sustentáveis – até 2020, a meta é atingir 100%. Atualmente, 90% dos 13 ingredientes mais usados pelos produtos da marca Knorr no mundo são originadas de fontes certificadas. Para alcançar estes números, a Unilever vista seus produtores, aconselha melhorias para produção e realiza auditorias sobre condições de trabalho, do uso do solo e da água, clima, biodiversidade local, entre outros. Saúde e Bem-Estar A empresa está investindo também na melhoria nutricional de seu portfólio de alimentos e em ações para levar informações para a sociedade. A ideia é promover saúde e bem-estar em mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo até 2020. A Unilever já conseguiu reduzir o nível de sal, além de, desde 2014, todos os sorvetes infantis terem, no máximo, 110 kcal em cada porção, além de mais de 1,5 milhão de lares impactados pelo movimento “Ame o Coração”, da marca Becel, em parceria com o Incor e o HCor – iniciativa que conscientiza a população sobre hábitos alimentares capazes de prevenir doenças cardiovasculares. “Somos guiados pelo princípio de que é preciso trabalhar para criar um mundo melhor todos os dias. Isso se dá não só reduzindo o impacto ambiental, mas também ajudando as pessoas a terem melhores condições de trabalho, saúde e a se sentirem bem e estamos fazendo isso por meio de marcas mais sustentáveis, como Vim Cloro Gel, OMO, Lifebuoy, Becel, Kibon, Brilhante, entre outras.”, afirma Fernandez. No Semiárido, a marca Vim lançou, em parceria com o UNICEF, um projeto para melhorar o saneamento e acesso a água tratada nas escolas, beneficiando mais de 450 mil crianças e jovens. Já, Lifebuoy, com a Pastoral da Criança, impactou mais de 916 mil crianças ensinando a importância da lavagem das mãos – uma mudança de hábitos que contribui para a redução de diarreia e doenças respiratórias. A Kibon e a Fundação Abrinq lançaram a campanha “Toda Criança Nasce para Ser Feliz”, que tem como principal objetivo salvar e melhorar a vida de milhares de crianças no Brasil. A ação faz parte de uma parceria global entre a Fundação Unilever, Kibon e Save The Children que irá levar saúde para 2 milhões de crianças em todo o mundo. Já Brilhante, uma das marcas de detergente para roupas da Unilever, lança em maio uma iniciativa pioneira no Brasil, o projeto Ciclo Brilhante, que visa colaborar com o aprimoramento profissional de mulheres. O Plano de Sustentabilidade 2014 da Unilever Brasil estabelece três metas globais a serem atingidas até 2020 : Ajudar mais de 1 bilhão de pessoas a tomar iniciativas para melhorar sua saúde e bem-estar; Reduzir pela metade a pegada ambiental dos seus produtos e melhorar as condições de vida de centenas de milhares de pessoas à medida que vamos fazendo o negócio crescer.

22 de maio, 2015