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SUSTENTABILIDADE

Bunge Brasil apresenta Relatório 2014

Em sua 12ª edição do Relatório de Sustentabilidade, a Bunge Brasil aumentou em 38% a cogeração de energia elétrica oriunda de biomassa na comparação com o período anterior. A Companhia gerou, a partir do bagaço da cana-de-açúcar, 968 GWh, atingindo o equivalente a 100% da produção de energia elétrica consumida em seus processos industriais por oito usinas de cana-de-açúcar. Esta quantidade é capaz de abastecer 480 mil residências no período de um ano, considerando-se a média do consumo residencial no país. A Bunge Brasil investiu mais de R$ 32 milhões em ações de gestão e proteção ambientais em suas três áreas de negócios. Entre os projetos consolidados está o Soya Recicla, programa de reciclagem de óleo de cozinha usado. Presente em cinco estados brasileiros e com mais de 2 mil pontos-de-coleta para óleo usado, o Soya Recicla ampliou em 26% o volume de óleo de cozinha pós-consumo destinado à reciclagem (sabão e biocombustível), totalizando cerca de 665 toneladas de óleo coletadas, além de quase 12 toneladas de embalagens PET. Cooperativas de catadores dos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia também foram beneficiadas pelo Soya Recicla. O programa está presente ainda nos estados de São Paulo e Ceará. O Relatório traz também o bloqueio comercial de produtores que não cumprem com compromissos ambientais ou sociais, como as questões trabalhistas, por exemplo. Ao final de 2014, 310 produtores estavam bloqueados, 35% inferior comparado a 2013 e equivalente a apenas 1,5% dos produtores que relacionam-se com a empresa por ano. “Esse dado mostra que as nossas iniciativas estão despertando maior responsabilidade junto aos produtores rurais”, afirma Michel Santos, líder de Sustentabilidade da Bunge Brasil. Outros destaques no ano passado foram a redução de 38% no consumo da água para a produção de Alimentos & Ingredientes, além da matriz energética baseada em biomassa. “As emissões que evitamos equivaleriam a 240 mil veículos à gasolina em uma cidade, anualmente,” completa Michel. Seguindo as tendências de sustentabilidade, o relatório de 2015 está disponível apenas na versão online. “Durante o ano de 2014, as versões dos relatórios de sustentabilidade da Bunge, hospedados na plataforma web, tiveram 65 mil visitantes. Foram visitas provenientes de 60 países diferentes, o que nos impulsionou a adotar definitivamente o modelo online”, explica o executivo. Pelo segundo ano, o Relatório de Sustentabilidade da Bunge foi elaborado no formato mais completo da nova geração de indicadores GRI (Global Reporting Initiative), o ‘Abrangente’ da versão G4. O documento completo está disponível no site: www.bunge.com.br/sustentabilidade/2015 .

Em sua 12ª edição do Relatório de Sustentabilidade, a Bunge Brasil aumentou em 38% a cogeração de energia elétrica oriunda de biomassa na comparação com o período anterior. A Companhia gerou, a partir do bagaço da cana-de-açúcar, 968 GWh, atingindo o equivalente a 100% da produção de energia elétrica consumida em seus processos industriais por oito usinas de cana-de-açúcar. Esta quantidade é capaz de abastecer 480 mil residências no período de um ano, considerando-se a média do consumo residencial no país. A Bunge Brasil investiu mais de R$ 32 milhões em ações de gestão e proteção ambientais em suas três áreas de negócios.

Entre os projetos consolidados está o Soya Recicla, programa de reciclagem de óleo de cozinha usado. Presente em cinco estados brasileiros e com mais de 2 mil pontos-de-coleta para óleo usado, o Soya Recicla ampliou em 26% o volume de óleo de cozinha pós-consumo destinado à reciclagem (sabão e biocombustível), totalizando cerca de 665 toneladas de óleo coletadas, além de quase 12 toneladas de embalagens PET. Cooperativas de catadores dos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia também foram beneficiadas pelo Soya Recicla. O programa está presente ainda nos estados de São Paulo e Ceará.

O Relatório traz também o bloqueio comercial de produtores que não cumprem com compromissos ambientais ou sociais, como as questões trabalhistas, por exemplo. Ao final de 2014, 310 produtores estavam bloqueados, 35% inferior comparado a 2013 e equivalente a apenas 1,5% dos produtores que relacionam-se com a empresa por ano. “Esse dado mostra que as nossas iniciativas estão despertando maior responsabilidade junto aos produtores rurais”, afirma Michel Santos, líder de Sustentabilidade da Bunge Brasil.

Outros destaques no ano passado foram a redução de 38% no consumo da água para a produção de Alimentos & Ingredientes, além da matriz energética baseada em biomassa. “As emissões que evitamos equivaleriam a 240 mil veículos à gasolina em uma cidade, anualmente,” completa Michel. Seguindo as tendências de sustentabilidade, o relatório de 2015 está disponível apenas na versão online. “Durante o ano de 2014, as versões dos relatórios de sustentabilidade da Bunge, hospedados na plataforma web, tiveram 65 mil visitantes. Foram visitas provenientes de 60 países diferentes, o que nos impulsionou a adotar definitivamente o modelo online”, explica o executivo.

Pelo segundo ano, o Relatório de Sustentabilidade da Bunge foi elaborado no formato mais completo da nova geração de indicadores GRI (Global Reporting Initiative), o ‘Abrangente’ da versão G4. O documento completo está disponível no site: www.bunge.com.br/sustentabilidade/2015.

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MEIO AMBIENTE
ADM tem plano de redução de impacto ambiental

Empresa do agronegócio, a ADM anunciou que pretende reduzir em 10% o uso intensivo de água e a meta de eliminar 90% do volume de resíduos sólidos gerados até 2035, como parte de um plano arrojado para continuar reduzindo o impacto ambiental da empresa. "Compromissos como esses se tornam ainda mais importantes em meio a um desafio sem precedentes como a pandemia do COVID-19", afirma Juan Luciano, presidente e CEO da ADM. No início de 2020, a ADM informou metas para reduzir as emissões absolutas de gases de efeito estufa em 25%, e a intensidade de energia em 15%, no mesmo período. Além disso, a ADM desenvolverá planos de redução do uso de água em áreas de alto risco e de escassez hídrica. As novas metas estão alinhadas aos Objetivos das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, e serão alcançados a partir da reutilização e reciclagem da água e da descoberta de usos alternativos para os resíduos. Essas metas seguem o plano "15x20" original da ADM, apresentado em 2011, no qual a empresa comprometeu-se a melhorar o uso de energia por unidade; e a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o uso de água e o volume de resíduos gerados até 2020. "Sabemos que a preservação dos recursos naturais é fundamental para o nosso futuro e que nossos compromissos com práticas sustentáveis resultarão em uma ADM ainda mais forte e em um mundo melhor", explica Juan Luciano. "Temos orgulho de ser o parceiro que alia o fornecimento a sustentabilidade para nossos clientes e, mais amplamente, estamos comprometidos em promover mudanças, por meio de boas práticas, soluções progressivas e ações conscientes que causam um impacto positivo". O progresso das metas da ADM pode ser conferido no Relatório de Sustentabilidade Corporativa no endereço http://assets.adm.com/Sustainability/2019-Reports/2019-ADM-Sustainability-Report.pdf .

25 de maio, 2020
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GEE
Unilever reduz emissões em 36,09%

Entre 2008 e 2015, a Unilever Brasil diminuiu em 36,09% a emissão de Gases de Efeito Estufa nas fábricas localizadas no País, resultado alcançado graças ao investimento no uso de energia “limpa”. A visão de diminuir a pegada ambiental e aumentar o impacto positivo faz parte do Plano de Sustentabilidade traçado em 2010. “Após cinco anos do lançamento do plano, podemos afirmar que não apenas é possível combinar crescimento com sustentabilidade, mas que a atuação sustentável gera crescimento consistente e de longo prazo. Ao usar o documento como guia para a estratégia do negócio conseguimos diminuir custos e riscos ao mesmo tempo em que aumentamos a confiança e credibilidade em nossas marcas e na companhia em nível global”, afirma Antonio Calcagnotto, head de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Unilever Brasil. A companhia informa que também vem investindo em iniciativas para aumentar a eficiência energética nas fábricas. De 2008 a 20015, a Unilever Brasil adquiriu 19 mil conservadoras “verdes”, que consomem menos energia elétrica do que as conservadoras comuns. Somente ano passado, foram adquiridas duas mil unidades desses equipamentos. As iniciativas possibilitarão que a companhia alcance o objetivo de, em 2020, ter a emissão de CO² pelo consumo de energia nas fábricas igual ou menor que os níveis de 2008, mesmo com significativo aumento de volume de produção. Também auxiliarão a Unilever a atingir a meta global de utilizar 100% de energia limpa em todas as fábricas da companhia no mundo.

6 de junho, 2016
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ATUAÇÃO SUSTENTÁVEL
Unilever adere à iniciativas por um mundo melhor

Para a Unilever, a sustentabilidade não é opção e sim uma forma de fazer negócios e garantir um futuro melhor para todos. Pautada por esta atuação cada vez mais sustentável, focada em reduzir o impacto ambiental e aumentar o impacto positivo na sociedade, a Unilever Brasil se une a diferentes iniciativas em prol do meio ambiente. Dentre as adesões, a companhia acaba de anunciar apoio à Coalizão Cidades pela Água, iniciativa da TNC (The NatureConservancy). Também este ano, a Unilever Brasil aderiu à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, promovida pelo CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável); ao Protocolo Climático do Estado de São Paulo, ação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente; e fechou parceria com o Trata Brasil para ampliar a promoção ao saneamento básico. A Coalizão Cidades pela Água, da TNC (The NatureConservancy), tem como objetivo elevar o nível de segurança hídrica de mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas incluindo municípios nas quais a Unilever Brasil tem fábricas, por meio de uma atuação mais integrada e intensa das empresas em encontrar soluções para o desafio. Para a Unilever, a gestão responsável da água é um tema de extrema importância e a companhia vem avançando no tema – registrou redução de 36% no consumo de água em suas fábricas entre 2008 a 2014. Uma das pioneiras a integrar o Protocolo Climático do Estado de São Paulo, a companhia já reduziu em 35% suas emissões de GEE, entre 2008 e 2014, e tem como meta reduzir pela metade o impacto esses gases ao longo do ciclo de vida de seus produtos, até 2020. Em linha com os objetivos da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), a Unilever tem, dentre as suas metas, o propósito de atingir 100% das matérias-primas agrícolas fornecidas de maneira sustentável – em 2014, 100% dos fornecedores de soja em grãos foram certificados. Por fim, a companhia se associou ao Instituto Trata Brasil para promover ações que resultem na expansão dos serviços de saneamento básico e, consequentemente, na melhoria dos recursos hídricos no País. A ideia é criar outras iniciativas além do projeto “VIM para UNICEF - Todos Juntos na Luta Pelo Saneamento”, lançado em 2013 e que já impactou mais de 1.100 municípios brasileiros.

15 de dezembro, 2015
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UNILEVER
Avanços são registrados no Plano de Sustentabilidade

No último dia 20 de maio, a Unilever Brasil apresentou seus resultados mais recentes do Plano de Sustentabilidade. Entre 2008 e 2014, período de mensuração dos resultados, a Companhia registrou crescimento de mais de 60% - o faturamento passou de R$ 10,29 bi para R$ 16,7 bilhões, além de conseguir reduzir em 36% o consumo de água e em 35% a emissão de gases do efeito estufa no mesmo período. A Unilever Brasil comemora ainda a marca de Aterro Zero em suas 15 fábricas e Centros de Distribuição no Brasil. Além disso, as ações de redução de nível de sal atingiram 28,4% de todo o seu portfólio de alimentos de varejo. “Com 7 bilhões de pessoas em nosso planeta, os recursos naturais estão sob imensa pressão. A elevação da temperatura, a escassez de água, a energia mais cara, as incertezas na oferta de alimentos e o aumento da disparidade entre ricos e pobres impõem à sociedade grandes desafios”, afirma Fernando Fernandez, Presidente da Unilever Brasil. “As empresas têm papel importante na solução desses problemas. É por isso que trouxemos a sustentabilidade para o coração do nosso modelo de negócio, somando-a a criação das marcas e ao processo de inovação, essências da indústria de consumo”, Fernando Fernandez, Presidente da Unilever Brasil. O próximo compromisso anunciado é a redução do consumo de água pela metade até 2020. No ano passado todas as medidas de uso racional de água nas fábricas da Unilever totalizaram redução de consumo de 78.612 m3, o que representa uma economia suficiente para que 108 mil pessoas matem a sede diariamente ao longo de um ano. A Unilever Brasil afirma que parte das reduções foi obtida graças ao investimento na plataforma de concentrados. As marcas Comfort Concentrado e Omo Líquido Super Concentrado, economizaram, em 2014, durante o processo fabril, mais de 100 milhões de litros de água – o equivalente ao uso diário de um milhão de pessoas. Segundo a empresa, isso ocorre porque os produtos contêm menos água em sua fórmula : No caso de Omo Super Concentrado, há uma economia de 40% de água em relação a uma unidade regular do mesmo, além de auxiliarem o consumidor a usar menos água e gerar menos resíduos. Já, em relação a diminuição dos gases de efeito estufa, a Unilever Brasil quer reduzir os impactos pela metade até 2020. Atualmente, cerca de 40% da energia consumida nas fábricas são provenientes de fontes renováveis, como biomassa, óleo vegetal, etanol e biodiesel. Outro ponto importante foi à conquista de 55% das matérias-primas agrícolas adquiridas globalmente provenientes de fontes sustentáveis – até 2020, a meta é atingir 100%. Atualmente, 90% dos 13 ingredientes mais usados pelos produtos da marca Knorr no mundo são originadas de fontes certificadas. Para alcançar estes números, a Unilever vista seus produtores, aconselha melhorias para produção e realiza auditorias sobre condições de trabalho, do uso do solo e da água, clima, biodiversidade local, entre outros. Saúde e Bem-Estar A empresa está investindo também na melhoria nutricional de seu portfólio de alimentos e em ações para levar informações para a sociedade. A ideia é promover saúde e bem-estar em mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo até 2020. A Unilever já conseguiu reduzir o nível de sal, além de, desde 2014, todos os sorvetes infantis terem, no máximo, 110 kcal em cada porção, além de mais de 1,5 milhão de lares impactados pelo movimento “Ame o Coração”, da marca Becel, em parceria com o Incor e o HCor – iniciativa que conscientiza a população sobre hábitos alimentares capazes de prevenir doenças cardiovasculares. “Somos guiados pelo princípio de que é preciso trabalhar para criar um mundo melhor todos os dias. Isso se dá não só reduzindo o impacto ambiental, mas também ajudando as pessoas a terem melhores condições de trabalho, saúde e a se sentirem bem e estamos fazendo isso por meio de marcas mais sustentáveis, como Vim Cloro Gel, OMO, Lifebuoy, Becel, Kibon, Brilhante, entre outras.”, afirma Fernandez. No Semiárido, a marca Vim lançou, em parceria com o UNICEF, um projeto para melhorar o saneamento e acesso a água tratada nas escolas, beneficiando mais de 450 mil crianças e jovens. Já, Lifebuoy, com a Pastoral da Criança, impactou mais de 916 mil crianças ensinando a importância da lavagem das mãos – uma mudança de hábitos que contribui para a redução de diarreia e doenças respiratórias. A Kibon e a Fundação Abrinq lançaram a campanha “Toda Criança Nasce para Ser Feliz”, que tem como principal objetivo salvar e melhorar a vida de milhares de crianças no Brasil. A ação faz parte de uma parceria global entre a Fundação Unilever, Kibon e Save The Children que irá levar saúde para 2 milhões de crianças em todo o mundo. Já Brilhante, uma das marcas de detergente para roupas da Unilever, lança em maio uma iniciativa pioneira no Brasil, o projeto Ciclo Brilhante, que visa colaborar com o aprimoramento profissional de mulheres. O Plano de Sustentabilidade 2014 da Unilever Brasil estabelece três metas globais a serem atingidas até 2020 : Ajudar mais de 1 bilhão de pessoas a tomar iniciativas para melhorar sua saúde e bem-estar; Reduzir pela metade a pegada ambiental dos seus produtos e melhorar as condições de vida de centenas de milhares de pessoas à medida que vamos fazendo o negócio crescer.

22 de maio, 2015