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ÁGUA

Dow recebe prêmio nos Estados Unidos

A Dow recebeu o Prêmio Norte-americano da Água, concedido pela U.S. Water Alliance (Aliança Norte-Americana para a Água). O prêmio reconhece o trabalho da empresa no desenvolvimento de estratégias de gerenciamento de água, oferta de produtos, tecnologias inovadoras e adoção de modelos de colaboração eficazes que tornam essas soluções mais alcançáveis, além da capacitação da sua cadeia de valor quanto ao uso mais sustentável desse recurso natural. Segundo pesquisas da McKinsey & Company e da 2030 Water Resources Group, se o consumo da água continuar no ritmo atual, a demanda global por recursos hídricos superará a quantidade disponível de água em 40% até 2030. Além disso, as Nações Unidas estimam que haverá um aumento na demanda global por água para uso em processos industriais de 400% até 2050. Com estes dados, a Dow decidiu ajudar na oferta de soluções capazes de impulsionar uma economia circular - (reduzir, reutilizar e recuperar) e circuitos hídricos fechados até 2025. “A Dow tem orgulho em utilizar suas tecnologias e expertise para ajudar todos a aproveitarem esse recurso ao máximo. Esse prêmio é apenas um exemplo de como, ao fazer da sustentabilidade parte de sua estratégia de negócios, o valor da natureza pode realmente impulsionar o sucesso dos negócios”, afirma Andrew N. Liveris, CEO e Presidente do Conselho da Dow. A expectativa da Dow inclui diminuir o consumo de água potável em 20% nas unidades industriais localizadas em regiões que sofrem com a escassez de água.

A Dow recebeu o Prêmio Norte-americano da Água, concedido pela U.S. Water Alliance (Aliança Norte-Americana para a Água). O prêmio reconhece o trabalho da empresa no desenvolvimento de estratégias de gerenciamento de água, oferta de produtos, tecnologias inovadoras e adoção de modelos de colaboração eficazes que tornam essas soluções mais alcançáveis, além da capacitação da sua cadeia de valor quanto ao uso mais sustentável desse recurso natural.

Segundo pesquisas da McKinsey & Company e da 2030 Water Resources Group, se o consumo da água continuar no ritmo atual, a demanda global por recursos hídricos superará a quantidade disponível de água em 40% até 2030. Além disso, as Nações Unidas estimam que haverá um aumento na demanda global por água para uso em processos industriais de 400% até 2050. Com estes dados, a Dow decidiu ajudar na oferta de soluções capazes de impulsionar uma economia circular - (reduzir, reutilizar e recuperar) e circuitos hídricos fechados até 2025. “A Dow tem orgulho em utilizar suas tecnologias e expertise para ajudar todos a aproveitarem esse recurso ao máximo. Esse prêmio é apenas um exemplo de como, ao fazer da sustentabilidade parte de sua estratégia de negócios, o valor da natureza pode realmente impulsionar o sucesso dos negócios”, afirma Andrew N. Liveris, CEO e Presidente do Conselho da Dow. A expectativa da Dow inclui diminuir o consumo de água potável em 20% nas unidades industriais localizadas em regiões que sofrem com a escassez de água.

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RECURSOS HÍDRICOS
Projeto da Imerys gera economia de água

A Imerys desenvolveu o projeto "Recuperação da água de condensação” que gerou economia equivalente a 37 caixas d’água de mil litros. A iniciativa foi premiada no Desafio do Desenvolvimento Sustentável do Grupo Imerys na categoria "Eficiência de Recursos Não Energéticos", concorrendo com projetos de outras 269 unidades industriais da mineradora, no mundo. Em suas operações, a empresa desenvolve programas de melhoria industrial que buscam reduzir ao máximo o desperdício de água, reaproveitando mais de 80% na produção. O supervisor de manutenção da Imerys, Assis Melo, idealizador do projeto, diz sentir orgulho com o prêmio. “Durante o processo de evaporação no porto da empresa, em Barcarena, identificamos que um grande volume de água era descartado para as bacias de rejeito, gerando custos com o tratamento dessa água. Com o projeto, conseguimos reaproveitar a água oriunda dessa evaporação, possibilitando a redução de descarte desse recurso, considerado de boa qualidade”, explica. Segundo Assis, o projeto reflete a preocupação da empresa com um recurso vital para a humanidade, que é água. “Temos, de forma muita clara, que a água é fundamental para a sobrevivência das espécies, sendo indispensável à conscientização de todos para evitar grandes impactos para as futuras gerações”, analisa. Para o supervisor, as boas práticas sustentáveis devem começar em casa, com pequenas atitudes, como reutilizar água para jardinagem e lavagem de veículos e banheiros. “Moramos em uma região abençoada com muita chuva, onde podemos desenvolver pequenos projetos familiares para reutilização dessa água. Quanto mais reaproveitarmos esse recurso, maior será nossa contribuição com o meio ambiente”, sugere.

17 de junho, 2019
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EFLUENTES
Braskem registra melhor índice de tratamento

Adepta do mais amplo sentido do conceito de sustentabilidade, a Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, investiu de 2002 até 2016 cerca de R$ 280 milhões na gestão de água em suas unidades industriais, em projetos de melhoria da eficiência hídrica. Como resultado, a companhia petroquímica atingiu um recorde em sua história com o índice de 1,11m³/t na geração de efluentes líquidos, o que representa uma melhora acumulada de 41% desde 2002, além de uma economia de R$ 115 milhões com tratamento de efluentes. O valor inclui redução de custos com tratamento de efluentes líquidos e consumo de água, além de ganhos ambientais relevantes para o entorno da empresa e toda a cadeia do plástico. A Braskem informa que em 2016 o índice de consumo de água atingiu 3,93m³/t, registrando uma melhora de 5% desde 2002. O índice é 6,5 vezes inferior à média da indústria química mundial, de acordo com dados do ICCA (International Council of Chemical Associations) - 25,64m³/t (2013). A prática do reuso foi incorporada às operações da Braskem em 2011, ano em que a reutilização da água de chuva, efluente industrial e esgoto doméstico tratado melhorou 27%. Apenas de 2014 a 2016, a companhia reutilizou 25 milhões de m³ de água por meio do Projeto Aquapolo. A iniciativa liberou o consumo de água potável para a região do Grande ABC, em São Paulo, em um volume equivalente a 10 mil piscinas olímpicas. Desde 2015, a companhia integra o Pacto Global e lidera, em conjunto com a Sanasa, um movimento contra o desperdício de água na distribuição, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU. Em 2016, a Braskem também passou a mobilizar toda a sua cadeia de fornecedores na plataforma do CDP Supply Chain Água. A iniciativa foi um passo além para a empresa, que já fornecia informações aos investidores sobre riscos hídricos e gestão estratégica da água por meio do CDP Water.

24 de fevereiro, 2017
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PRÊMIO
ANA 2017 recebe inscrições até maio

As inscrições para o Prêmio ANA 2017 podem ser feitas até o dia 30 de maio. O prêmio busca reconhecer boas práticas relacionadas à água nas seguintes categorias: Empresas (micro/pequeno porte e médio/grande porte); Ensino; Governo; Imprensa (Impressos/sites, Rádio e Televisão); Organizações Civis; e Pesquisa e Inovação Tecnológica. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas através do hotsite do Prêmio ANA: http://premio.ana.gov.br . Não serão aceitos materiais em meio físico, já que a Agência Nacional de Águas adota uma política de papel zero. Esta é a 6ª edição do concurso que também busca identificar ações que estimulem o combate à poluição e ao desperdício, além de apontar caminhos para assegurar água de boa qualidade e em quantidade suficiente para o desenvolvimento das atuais e futuras gerações. Na edição 2017, o Prêmio ANA terá duas novas categorias voltadas para empresas, sendo uma delas para micro e pequenas empresas e a outra para médias e grandes. Para a imprensa, que reunia todos os tipos de mídia, agora haverá três categorias: Impressos e sites, Rádios e TV. O Prêmio terá uma Comissão Julgadora composta por membros externos à ANA e com notório saber na área de recursos hídricos, meio ambiente ou Jornalismo. Um representante da ANA presidirá o grupo, mas sem direito a voto. Os critérios de avaliação dos trabalhos levarão em consideração os seguintes aspectos: efetividade, impactos social e ambiental, potencial de difusão, adesão social, originalidade e sustentabilidade financeira (se aplicável). Para as categorias de imprensa, os critérios serão adaptados e a sustentabilidade financeira não será considerada. A Comissão Julgadora selecionará três iniciativas finalistas e a vencedora de cada uma das sete categorias(Entre 30/10 e 3/11). Os vencedores serão conhecidos em solenidade de premiação marcada para 6 de dezembro de 2017 em local a ser definido. Os sete vencedores receberão um Troféu Prêmio ANA . Os vencedores ganharão uma viagem para poderem apresentar seus trabalhos durante o Fórum Mundial da Água de 2018 – maior evento do mundo sobre recursos hídricos –, que acontecerá em Brasília.

13 de janeiro, 2017
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OSMOSE REVERSA
Dow amplia portfólio com novas membranas

A Dow ampliou seu portfólio de soluções de osmose reversa e nanofltração com o lançamento da nova família de produtos Dow Filmtec Fortilife. A linha foi projetada para ser uma opção confiável e de custo acessível para aumentar a eficiência no tratamento de águas complexas a valores mais competitivos e ajudar na descarga mínima de líquidos. A novidade foi reconhecida com o “Prêmio de Melhor Inovação Tecnológica”, na Categoria de Membranas, na Aquatech China 2016, o maior evento sobre água na Ásia. “Nossa tecnologia Filmtec oferece confiabilidade, capacidade excepcional de limpeza e uma membrana robusta. A nova família Fortilife combina os benefícios da tecnologia Filmtec com aperfeiçoamentos que ajudam a solucionar os problemas das águas e aplicações mais desafiadoras”, afirma Yochai Gafni, diretor da Unidade de Negócios de Osmose Reversa para a Dow Water & Process Solutions. “Com essa nova família de produtos, a Dow pode ajudar os clientes a reduzir os custos com a água, alcançar metas de sustentabilidade, minimizar problemas de biofouling e adotar a tecnologia de descarga mínima de líquidos (MLD)”. A linha de produtos compreende quatro novos elementos para atender às necessidades relacionadas a águas em uma série de mercados, entre os quais geração de energia elétrica a partir de combustíveis fósseis, químico e petroquímico, siderurgia e metalurgia e têxtil. O Dow Filmtec Fortilife CR 100 é voltado para plantas nas quais o biofouling é um problema recorrente. O elemento reduz em até 50% a frequência das limpezas, com resultados superiores e redução nos gastos com energia de até 10%. Já os Dow Filmetec Fortilife XC 70, XC 80 e XC-N oferecem vantagens para plantas que desejam reduzir os gastos com resíduos de concentrado, as despesas operacionais e que querem alcançar metas de MLD. Entre os vários benefícios, esses produtos ajudam a potencializar a recuperação da água em aplicações relacionadas às operações de MLD e minimizam as despesas operacionais diárias.

6 de dezembro, 2016
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ÁGUA
A indústria como parte da solução

Por Jorge Soto* De acordo com o Fórum Econômico Mundial, a crise hídrica é o risco mais impactante que o mundo enfrenta. Enquanto alguns lugares, como a Somália, sofrem com longos períodos de seca, em outros, como no Sul no Brasil, o excesso de chuva causa estragos de grandes proporções. Essas grandes variações acontecem até dentro do mesmo país e em todos os casos há consequências importantes no desenvolvimento socioeconômico. E as mudanças climáticas já estão agravando essa situação. Nós estamos preparados para cenários cada vez mais imprevisíveis e extremos? Há anos a gestão da água é um assunto prioritário para a ONU (Organização das Nações Unidas), mas hoje o tema também está nas agendas de discussões de um número significativo de companhias em todo mundo. Isso porque está claro que sociedade, governo e empresas devem atuar em conjunto para desenvolver políticas que melhorem, em todas as esferas, a eficiência e a produtividade desse recurso natural insubstituível. Se tradicionalmente a gestão da água industrial estava focada apenas em reduzir custos e melhorar a eficiência – cerca de dois terços das maiores companhias globais reportaram estar sujeitas a riscos relacionados ao recurso –, atualmente empresas ambientalmente responsáveis já perceberam que tal estratégia é um componente crítico para o desenvolvimento sustentável. Não querem e não podem competir com a comunidade. Pelo contrário, têm que se engajar na solução do problema. Da porta para dentro das indústrias, além de entender como a água é utilizada e o destino dado aos efluentes, a gestão hídrica deve analisar e otimizar todos os recursos de uma unidade produtiva e levar em conta fatores externos, como as mudanças climáticas. Ou seja, é uma questão estratégica e deve ser incorporada à estratégia de negócios. As empresas precisam identificar riscos e oportunidades associados ao uso desse recurso olhando para o curto, médio e longo prazo. Crescimento da população nas cidades, excesso ou falta de chuva, a integração regional olhando a situação das bacias, mudanças de padrão de uso de solo, são questões que estão em crescimento e devem motivar as empresas a fortalecer o assunto. Por outro lado, onde há um grande desafio há também uma vastidão de oportunidades. Muitas iniciativas interessantes e possíveis de replicar já são realidade e muitas outras podem ser desenvolvidas por meio da inovação. No ABC Paulista, por exemplo, o Projeto Aquapolo é o resultado de uma parceria público-privada que pode fornecer até mil litros por segundo de água de reúso, a partir do tratamento de esgoto doméstico, para outras empresas do Polo Petroquímico de Mauá. Os benefícios vão além da economia de água potável, uma vez que ao tratar esgoto vários problemas ambientais e de saúde pública são minimizados. Há um ganho social claro. Mas também as indústrias da região ganharam, por reduzir o risco de desabastecimento. Outra demonstração dos esforços empreendidos por companhias é o engajamento, ao lado das comunidades, na busca de solução de problemas. No Brasil, o Movimento pela Redução de Perdas de Água na Distribuição – uma iniciativa da Rede Brasileira do Pacto Global da ONU e liderado pela Braskem e pela Sanasa – tem como objetivo debater amplamente a respeito das perdas de água nos sistemas de distribuição, com a participação de governos, sociedade civil e setor privado. Além disso, há iniciativas como o CEO Water Mandate, da ONU, que mobiliza líderes empresariais de todo mundo em busca de avanços no gerenciamento da água e do saneamento; a Comissão Técnica para Água, do Cebds (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável); e o Instituto Trata Brasil. As soluções para os problemas socioambientais continuarão sendo discutidas ao redor do mundo. A ONU acabou de propor a nova agenda para 2030, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Não há dúvidas de que as indústrias têm um papel fundamental na entrega de soluções para esse desenvolvimento que tanto almejamos. Para tal devemos continuar a fazer nosso dever de casa, minimizando os eventuais impactos negativos e potencializando os impactos positivos nas três dimensões da sustentabilidade: econômica, social e ambiental. * Jorge Soto é Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem

22 de março, 2016
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ÁGUA
O risco da escassez para os negócios

A escassez de água já está afetando a vida das corporações empresariais. De acordo com a Ecolab, muitas das companhias por ela atendidas já estão reconhecendo que a escassez de água representa um risco aos negócios. No entanto, boa parte dessas empresas enfrentam dificuldades em priorizar os investimentos na redução do uso de água. Somente quando a escassez começa a impactar a produção, colocando, de fato, em risco os negócios, as empresas começam a se conscientizar sobre a questão. Com o objetivo de auxiliar seus clientes a tomar decisões nesse sentido, a Ecolab, juntamente com a Trucost, lançaram um novo modelo de avaliação como parte da ferramenta Water Risk Monetizer. A ferramenta oferece a possibilidade de elas entenderem essa perda do ponto de vista de suas instalações. “O novo recurso de avaliação da receita a partir do modelo de risco compara a estimativa da quantidade de água necessária para uma instalação gerar receita levando em consideração a quantidade de água disponível. Se a instalação demandar um consumo maior de água do que a quantidade disponível, como determinado pelo modelo Trucost, então, parte da receita da empresa está em risco”, informa a Ecolab. A nova ferramenta foi apresentada por Jill Wyant, Vice-presidente executivo e presidente de Global Food & Beverage and Healthcare da Ecolab, no 2015 Consumer Goods Forum Global Summit , em junho, em Nova York (EUA). Desde então, a Ecolab tem compartilhado a novidade com clientes-chave, que têm aprovado a ideia. “Nossos clientes estão animados com o fato de a ferramenta Water Risk Monetizer estabelecer uma relação direta entre a escassez da água e os riscos gerados por ela na receita das empresas”, afirmou Emilio Tenuta, Vice-presidente da divisão Corporate Sustainability. “Com o crescimento da pressão das empresas em se desenvolver em áreas onde qualidade, disponibilidade, custo e regulamentação da água passam por mudanças constantes, nossa habilidade em ajudá-las a compreender os riscos relacionados com a água é mais valiosa do que nunca”. Maiores explicações sobre a ferramenta, que é gratuita, podem ser acessadas no site www.WaterRiskMonetizer.com . A Ecolab informa que “Todo o preenchimento de informações tem caráter absolutamente confidencial e nenhum dado pode ser compartilhado. Não é possível traçar quadros comparativos entre empresas diferentes”.

4 de novembro, 2015
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ÁGUA
Braskem utiliza seis vezes menos desde sua criação

Segundo dados do International Council of Chemical Associations (ICCA), a Braskem consome seis vezes menos água do que a média da indústria química internacional. Em 2014, a petroquímica consumiu 2,16 m 3 /t, enquanto a média internacional do setor foi de 25,9 m 3 /t. O aporte de R$ 250 milhões, realizado desde a criação da Companhia, em 2002, resultou em uma economia acumulada da ordem de R$ 154 milhões na redução de custos com tratamento de efluentes líquidos e na demanda pelo recurso hídrico. “O crescimento populacional e econômico ocorrido nos últimos 50 anos triplicou o consumo de água no planeta - apenas 2,5% do total de água existente na Terra é aproveitável para o uso. Precisamos ainda levar em consideração que questões de inviabilidade técnica e econômica podem fazer com que essa pequena parcela do insumo natural seja desperdiçada”, diz Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Por isso, a empresa tem na eficiência hídrica um de seus objetivos prioritários de atuação”, explica. O índice de geração de efluentes líquidos diminuiu 34% nos últimos 12 anos, representando uma redução acumulada de R$ 154 milhões principalmente com tratamento de efluentes Atualmente, a Braskem colhe resultados de dois projetos de reuso : o Aquapolo, criado em 2010 e que abastece o Polo Petroquímico do ABC, em São Paulo e o Água Viva (dezembro de 2012), fruto de uma parceria entre a Braskem e a Cetrel. O primeiro é responsável pelo tratamento de água proveniente de esgoto para utilização em fins industriais, enquanto o segundo, com investimento de R$ 20 milhões, possibilita reduzir também o uso de energia elétrica com a substituição de métodos antigos de tratamento de água fluvial e efluentes por um processo único de reaproveitamento. Entre 2011 e 2014, o percentual de reuso total de água (proveniente de chuva, efluente industrial e esgoto doméstico tratados) aumentou em 55%. No biênio 2013/2014, foram reutilizados 38,7 milhões de m 3 de água, liberando para as cidades o consumo de um volume equivalente a 15 mil piscinas olímpicas, suficientes para suprir o consumo anual de uma cidade de cerca de 500 mil pessoas. Em Duque de Caxias (RJ), um projeto de reuso e redução de água desenvolvido por um colaborador proporcionará, a partir de 2015, uma redução no consumo de 22,6 mil m 3 de água e promover o reuso anual de um volume de 40,1 mil m 3 de água. Idealizada em 2013, a iniciativa consiste no reaproveitamento de água utilizada em processos produtivos, que antes eram descartadas como efluente, para uso nas torres de resfriamento das plantas. A implementação do projeto resultou em uma economia de R$ 291 mil por ano.

9 de junho, 2015