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RECURSOS HÍDRICOS

Projeto da Imerys gera economia de água

A Imerys desenvolveu o projeto "Recuperação da água de condensação” que gerou economia equivalente a 37 caixas d’água de mil litros. A iniciativa foi premiada no Desafio do Desenvolvimento Sustentável do Grupo Imerys na categoria "Eficiência de Recursos Não Energéticos", concorrendo com projetos de outras 269 unidades industriais da mineradora, no mundo. Em suas operações, a empresa desenvolve programas de melhoria industrial que buscam reduzir ao máximo o desperdício de água, reaproveitando mais de 80% na produção. O supervisor de manutenção da Imerys, Assis Melo, idealizador do projeto, diz sentir orgulho com o prêmio. “Durante o processo de evaporação no porto da empresa, em Barcarena, identificamos que um grande volume de água era descartado para as bacias de rejeito, gerando custos com o tratamento dessa água. Com o projeto, conseguimos reaproveitar a água oriunda dessa evaporação, possibilitando a redução de descarte desse recurso, considerado de boa qualidade”, explica. Segundo Assis, o projeto reflete a preocupação da empresa com um recurso vital para a humanidade, que é água. “Temos, de forma muita clara, que a água é fundamental para a sobrevivência das espécies, sendo indispensável à conscientização de todos para evitar grandes impactos para as futuras gerações”, analisa. Para o supervisor, as boas práticas sustentáveis devem começar em casa, com pequenas atitudes, como reutilizar água para jardinagem e lavagem de veículos e banheiros. “Moramos em uma região abençoada com muita chuva, onde podemos desenvolver pequenos projetos familiares para reutilização dessa água. Quanto mais reaproveitarmos esse recurso, maior será nossa contribuição com o meio ambiente”, sugere.

A Imerys desenvolveu o projeto "Recuperação da água de condensação” que gerou economia equivalente a 37 caixas d’água de mil litros. A iniciativa foi premiada no Desafio do Desenvolvimento Sustentável do Grupo Imerys na categoria "Eficiência de Recursos Não Energéticos", concorrendo com projetos de outras 269 unidades industriais da mineradora, no mundo. Em suas operações, a empresa desenvolve programas de melhoria industrial que buscam reduzir ao máximo o desperdício de água, reaproveitando mais de 80% na produção.
 
O supervisor de manutenção da Imerys, Assis Melo, idealizador do projeto, diz sentir orgulho com o prêmio. “Durante o processo de evaporação no porto da empresa, em Barcarena, identificamos que um grande volume de água era descartado para as bacias de rejeito, gerando custos com o tratamento dessa água. Com o projeto, conseguimos reaproveitar a água oriunda dessa evaporação, possibilitando a redução de descarte desse recurso, considerado de boa qualidade”, explica. Segundo Assis, o projeto reflete a preocupação da empresa com um recurso vital para a humanidade, que é água. “Temos, de forma muita clara, que a água é fundamental para a sobrevivência das espécies, sendo indispensável à conscientização de todos para evitar grandes impactos para as futuras gerações”, analisa.
 
Para o supervisor, as boas práticas sustentáveis devem começar em casa, com pequenas atitudes, como reutilizar água para jardinagem e lavagem de veículos e banheiros. “Moramos em uma região abençoada com muita chuva, onde podemos desenvolver pequenos projetos familiares para reutilização dessa água. Quanto mais reaproveitarmos esse recurso, maior será nossa contribuição com o meio ambiente”, sugere. 

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ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020
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IMERYS
Compostagem gera benefícios na mina

A Imerys iniciou projeto de compostagem na mina PPSA, em Ipixuna do Pará, em parceria com uma recicladora de resíduos orgânicos. A compostagem é cada vez mais aproveitada como alternativa para o gerenciamento de resíduos orgânicos, já que impacta menos o meio ambiente, pois a quantidade de lixo diminui com o reaproveitamento e transformação dos materiais, e reduz custos com a destinação final, já que em vez de seguir para aterros sanitários, por exemplo, o material composto passa a ser usado como adubo orgânico. O processo de compostagem reaproveita a matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal, que por meio de um processo biológico de decomposição formam um composto. “Todo esse processo dura 24 horas. Após esse período, retiramos 30% do material e deixamos 70% para função dos microorganismos, necessários para acelerar a decomposição da matéria orgânica”, explica Rafael Ferreira, biólogo da Imerys. A empresa já verifica média mensal de aproximadamente duas toneladas de resíduos orgânicos geradas no restaurante da mina PPSA, que agora são 100% reaproveitados na compostagem. “Há quatro meses, colocamos a máquina de compostagem em operação. Os custos com toda a destinação final para empresas que recolhiam os resíduos orgânicos para incineração, praticamente, foram zerados. Além do ganho econômico, temos o ganho ambiental, utilizando o material processado na compostagem como adubo nas áreas de recuperação”, afirma Ferreira.

2 de setembro, 2019
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ÁGUA
BASF reduz consumo na América Latina

A BASF estabeleceu meta para reduzir 25% da água captada para cada tonelada de produto fabricado em suas plantas industriais na América do Sul até 2025. No Brasil, a fábrica de Guaratinguetá (SP) reduziu o volume de água utilizada do rio Paraíba do Sul em 81% entre 2002 e 2018, enquanto que em Jacareí (SP) 100% da água rejeitada no processo de desmineralização, devido à concentração de sais, é reaproveitada na fábrica, o que equivale a cerca de 22% de toda a água utilizada no local; e em Santo Antônio da Posse, um sistema de coleta de água de chuva permite a reutilização do recurso para irrigação. Ao todo, a capacidade de armazenamento é de seis milhões de litros de água, possibilitando reduzir as captações subterrâneas. No Peru, a fábrica de Callao recebeu um sistema de recuperação de água de resfriamento nos tanques de monômeros e o consumo hídrico caiu 87%. No Chile, a BASF aplica ferramentas de gestão de recursos hídricos alinhadas à meta global de uso sustentável da água em áreas propensas à escassez hídrica. Cerca de 60% da água utilizada no país andino é para fins industriais e agricultura. Em relação à captação de água, houve redução de 17% de 2017 para 2018 na localidade de Concón. Já na Argentina, na unidade de Santo Tome, foram instalados medidores de vazão de água no processo produtivo de forma a intensificar o controle de indicadores ambientais, enquanto na unidade produtiva de Poliuretanos em Burzaco a água de chuva é captada para irrigação e lavagem de caminhões de carga. A BASF também desenvolve em Guaratinguetá dois projetos de impacto socioambiental: Programa de Incentivo ao Produtor de Água e o Mata Viva. O primeiro programa tem a parceria da prefeitura de Guaratinguetá, da Fundação Espaço ECO (FEE) e outros parceiros e tem como objetivo aumentar a disponibilidade de água na Bacia Hidrográfica do Ribeirão de Guaratinguetá por meio de práticas e manejos de conservação do solo, da recuperação das matas ciliares e da proteção dos remanescentes de vegetação nativa e nascentes, além de incentivar os produtores rurais a conservar áreas de proteção permanente existentes em suas propriedades. Em quase dez anos, o programa já conseguiu restaurar 78 hectares de floresta, realizar a manutenção de outros 143 hectares de florestas existentes e conservar 86 hectares de solo por meio de ações para diminuir processos erosivos. Já o programa Mata Viva é realizado em conjunto com a Fundação Espaço ECO (FEE) e visa desenvolver soluções para proteger as margens de rios e córregos, beneficiar a biodiversidade nos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado e contribuir com a conservação ambiental nas propriedades agrícolas, de forma a aumentar a disponibilização de água no Rio Paraíba do Sul. O projeto já recuperou mais de 300 metros de mata ciliar, atingindo os atuais 132 hectares de cobertura verde, predominantemente coberta por florestas de diferentes idades, uma área equivalente a 185 campos de futebol. Desde o início do programa, mais de 278 mil mudas de diferentes espécies nativas já foram plantadas.

28 de março, 2019
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RECURSOS HÍDRICOS
White Martins reduz uso de água nas fábricas

A White Martins implementou em suas fábricas um plano de gerenciamento de recursos hídricos com o objetivo de reduzir o uso de água na produção e manutenção das plantas. Com a medida, nos últimos 12 meses, a empresa economizou 380,3 milhões de litros nas onze plantas inicialmente monitoradas, o que representa uma redução de 12,2% no consumo de água. A primeira etapa do projeto deu prioridade às unidades com maior demanda e as localizadas em regiões em que a escassez de água é maior. O plano prevê ações simples como a verificação e o reparo de vazamentos e a instalação de hidrômetros para medição correta. Além disso, as plantas reutilizam água da chuva e volumes provenientes de processos de condensação, que são direcionados para reaproveitamento na torre de refrigeração, por exemplo. Esses recursos hídricos passam por tratamentos e são aplicados, entre outras funções, para limpeza e refrigeração de equipamentos. A fábrica de Capuava (SP) lidera os indicadores com o maior índice de redução – 34,6% inferior ao ano passado, o que representa 25,6 milhões de litros de água economizados. Na sequência vem a unidade de João Monlevade (MG), com uma economia de 27,1%, o que corresponde a cerca de 74,5 milhões de litros. Já em relação à economia de água no processo de produção, Volta Redonda reduziu o consumo em 30,66% em relação ao ano anterior; Americana (SP), 26,73%; e João Monlevade (MG), 16,85%. Juntas, as três unidades representam a diminuição de 127,5 milhões de litros. A expectativa é que todas as plantas de alto consumo da América do Sul e que estejam localizadas em região com alto e médio estresse hídrico alcancem, até o fim de 2020, uma redução de 1% em relação ao ano-base de 2014. “Assim, preservamos os recursos hídricos e nos mantemos em linha com a missão da White Martins de construir um planeta mais sustentável”, confirma Marcos Gonzalez, diretor de Segurança, Saúde e Meio Ambiente da White Martins.

15 de junho, 2018
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EFLUENTES
Braskem registra melhor índice de tratamento

Adepta do mais amplo sentido do conceito de sustentabilidade, a Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, investiu de 2002 até 2016 cerca de R$ 280 milhões na gestão de água em suas unidades industriais, em projetos de melhoria da eficiência hídrica. Como resultado, a companhia petroquímica atingiu um recorde em sua história com o índice de 1,11m³/t na geração de efluentes líquidos, o que representa uma melhora acumulada de 41% desde 2002, além de uma economia de R$ 115 milhões com tratamento de efluentes. O valor inclui redução de custos com tratamento de efluentes líquidos e consumo de água, além de ganhos ambientais relevantes para o entorno da empresa e toda a cadeia do plástico. A Braskem informa que em 2016 o índice de consumo de água atingiu 3,93m³/t, registrando uma melhora de 5% desde 2002. O índice é 6,5 vezes inferior à média da indústria química mundial, de acordo com dados do ICCA (International Council of Chemical Associations) - 25,64m³/t (2013). A prática do reuso foi incorporada às operações da Braskem em 2011, ano em que a reutilização da água de chuva, efluente industrial e esgoto doméstico tratado melhorou 27%. Apenas de 2014 a 2016, a companhia reutilizou 25 milhões de m³ de água por meio do Projeto Aquapolo. A iniciativa liberou o consumo de água potável para a região do Grande ABC, em São Paulo, em um volume equivalente a 10 mil piscinas olímpicas. Desde 2015, a companhia integra o Pacto Global e lidera, em conjunto com a Sanasa, um movimento contra o desperdício de água na distribuição, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU. Em 2016, a Braskem também passou a mobilizar toda a sua cadeia de fornecedores na plataforma do CDP Supply Chain Água. A iniciativa foi um passo além para a empresa, que já fornecia informações aos investidores sobre riscos hídricos e gestão estratégica da água por meio do CDP Water.

24 de fevereiro, 2017
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ÁGUA
Dow recebe prêmio nos Estados Unidos

A Dow recebeu o Prêmio Norte-americano da Água, concedido pela U.S. Water Alliance (Aliança Norte-Americana para a Água). O prêmio reconhece o trabalho da empresa no desenvolvimento de estratégias de gerenciamento de água, oferta de produtos, tecnologias inovadoras e adoção de modelos de colaboração eficazes que tornam essas soluções mais alcançáveis, além da capacitação da sua cadeia de valor quanto ao uso mais sustentável desse recurso natural. Segundo pesquisas da McKinsey & Company e da 2030 Water Resources Group, se o consumo da água continuar no ritmo atual, a demanda global por recursos hídricos superará a quantidade disponível de água em 40% até 2030. Além disso, as Nações Unidas estimam que haverá um aumento na demanda global por água para uso em processos industriais de 400% até 2050. Com estes dados, a Dow decidiu ajudar na oferta de soluções capazes de impulsionar uma economia circular - (reduzir, reutilizar e recuperar) e circuitos hídricos fechados até 2025. “A Dow tem orgulho em utilizar suas tecnologias e expertise para ajudar todos a aproveitarem esse recurso ao máximo. Esse prêmio é apenas um exemplo de como, ao fazer da sustentabilidade parte de sua estratégia de negócios, o valor da natureza pode realmente impulsionar o sucesso dos negócios”, afirma Andrew N. Liveris, CEO e Presidente do Conselho da Dow. A expectativa da Dow inclui diminuir o consumo de água potável em 20% nas unidades industriais localizadas em regiões que sofrem com a escassez de água.

6 de maio, 2016
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ÁGUA
Braskem utiliza seis vezes menos desde sua criação

Segundo dados do International Council of Chemical Associations (ICCA), a Braskem consome seis vezes menos água do que a média da indústria química internacional. Em 2014, a petroquímica consumiu 2,16 m 3 /t, enquanto a média internacional do setor foi de 25,9 m 3 /t. O aporte de R$ 250 milhões, realizado desde a criação da Companhia, em 2002, resultou em uma economia acumulada da ordem de R$ 154 milhões na redução de custos com tratamento de efluentes líquidos e na demanda pelo recurso hídrico. “O crescimento populacional e econômico ocorrido nos últimos 50 anos triplicou o consumo de água no planeta - apenas 2,5% do total de água existente na Terra é aproveitável para o uso. Precisamos ainda levar em consideração que questões de inviabilidade técnica e econômica podem fazer com que essa pequena parcela do insumo natural seja desperdiçada”, diz Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Por isso, a empresa tem na eficiência hídrica um de seus objetivos prioritários de atuação”, explica. O índice de geração de efluentes líquidos diminuiu 34% nos últimos 12 anos, representando uma redução acumulada de R$ 154 milhões principalmente com tratamento de efluentes Atualmente, a Braskem colhe resultados de dois projetos de reuso : o Aquapolo, criado em 2010 e que abastece o Polo Petroquímico do ABC, em São Paulo e o Água Viva (dezembro de 2012), fruto de uma parceria entre a Braskem e a Cetrel. O primeiro é responsável pelo tratamento de água proveniente de esgoto para utilização em fins industriais, enquanto o segundo, com investimento de R$ 20 milhões, possibilita reduzir também o uso de energia elétrica com a substituição de métodos antigos de tratamento de água fluvial e efluentes por um processo único de reaproveitamento. Entre 2011 e 2014, o percentual de reuso total de água (proveniente de chuva, efluente industrial e esgoto doméstico tratados) aumentou em 55%. No biênio 2013/2014, foram reutilizados 38,7 milhões de m 3 de água, liberando para as cidades o consumo de um volume equivalente a 15 mil piscinas olímpicas, suficientes para suprir o consumo anual de uma cidade de cerca de 500 mil pessoas. Em Duque de Caxias (RJ), um projeto de reuso e redução de água desenvolvido por um colaborador proporcionará, a partir de 2015, uma redução no consumo de 22,6 mil m 3 de água e promover o reuso anual de um volume de 40,1 mil m 3 de água. Idealizada em 2013, a iniciativa consiste no reaproveitamento de água utilizada em processos produtivos, que antes eram descartadas como efluente, para uso nas torres de resfriamento das plantas. A implementação do projeto resultou em uma economia de R$ 291 mil por ano.

9 de junho, 2015