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EFLUENTES

Braskem registra melhor índice de tratamento

Adepta do mais amplo sentido do conceito de sustentabilidade, a Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, investiu de 2002 até 2016 cerca de R$ 280 milhões na gestão de água em suas unidades industriais, em projetos de melhoria da eficiência hídrica. Como resultado, a companhia petroquímica atingiu um recorde em sua história com o índice de 1,11m³/t na geração de efluentes líquidos, o que representa uma melhora acumulada de 41% desde 2002, além de uma economia de R$ 115 milhões com tratamento de efluentes. O valor inclui redução de custos com tratamento de efluentes líquidos e consumo de água, além de ganhos ambientais relevantes para o entorno da empresa e toda a cadeia do plástico. A Braskem informa que em 2016 o índice de consumo de água atingiu 3,93m³/t, registrando uma melhora de 5% desde 2002. O índice é 6,5 vezes inferior à média da indústria química mundial, de acordo com dados do ICCA (International Council of Chemical Associations) - 25,64m³/t (2013). A prática do reuso foi incorporada às operações da Braskem em 2011, ano em que a reutilização da água de chuva, efluente industrial e esgoto doméstico tratado melhorou 27%. Apenas de 2014 a 2016, a companhia reutilizou 25 milhões de m³ de água por meio do Projeto Aquapolo. A iniciativa liberou o consumo de água potável para a região do Grande ABC, em São Paulo, em um volume equivalente a 10 mil piscinas olímpicas. Desde 2015, a companhia integra o Pacto Global e lidera, em conjunto com a Sanasa, um movimento contra o desperdício de água na distribuição, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU. Em 2016, a Braskem também passou a mobilizar toda a sua cadeia de fornecedores na plataforma do CDP Supply Chain Água. A iniciativa foi um passo além para a empresa, que já fornecia informações aos investidores sobre riscos hídricos e gestão estratégica da água por meio do CDP Water.

Adepta do mais amplo sentido do conceito de sustentabilidade, a Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, investiu de 2002 até 2016 cerca de R$ 280 milhões na gestão de água em suas unidades industriais, em projetos de melhoria da eficiência hídrica. Como resultado, a companhia petroquímica atingiu um

recorde em sua história com o índice de 1,11m³/t na geração de efluentes líquidos, o que representa uma melhora acumulada de 41% desde 2002, além de uma economia de R$ 115 milhões com tratamento de efluentes. O valor inclui redução de custos com tratamento de efluentes líquidos e consumo de água, além de ganhos ambientais relevantes para o entorno da empresa e toda a cadeia do plástico.

A Braskem informa que em 2016 o índice de consumo de água atingiu 3,93m³/t, registrando uma melhora de 5% desde 2002. O índice é 6,5 vezes inferior à média da indústria química mundial, de acordo com dados do ICCA (International Council of Chemical Associations) - 25,64m³/t (2013).

A prática do reuso foi incorporada às operações da Braskem em 2011, ano em que a reutilização da água de chuva, efluente industrial e esgoto doméstico tratado melhorou 27%. Apenas de 2014 a 2016, a companhia reutilizou 25 milhões de m³ de água por meio do Projeto Aquapolo. A iniciativa liberou o consumo de água potável para a região do Grande ABC, em São Paulo, em um volume equivalente a 10 mil piscinas olímpicas.

Desde 2015, a companhia integra o Pacto Global e lidera, em conjunto com a Sanasa, um movimento contra o desperdício de água na distribuição, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU.  Em 2016, a Braskem também passou a mobilizar toda a sua cadeia de fornecedores na plataforma do CDP Supply Chain Água. A iniciativa foi um passo além para a empresa, que já fornecia informações aos investidores sobre riscos hídricos e gestão estratégica da água por meio do CDP Water.

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SUSTENTABILIDADE
Braskem quer ser carbono neutro até 2050

A Braskem ampliou seus esforços para ser uma empresa carbono neutro até 2050. A companhia vai se concentrar em três frentes para alcançar o objetivo: redução das emissões com foco na eficiência energética, bem como no aumento do uso de energia renovável nas operações atuais, estabelecendo parcerias visando inovação e tecnologia; compensação de emissões com potenciais investimentos na produção de químicos e polímeros de origem renovável e captura de emissões de carbono por meio da pesquisa e do desenvolvimento para seu uso como matéria-prima. A petroquímica já definiu reduzir em 15% as emissões de gases do efeito estufa até 2030, além de aumentar seu portfólio I'm green™, que considera os produtos com foco em economia circular, para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado. A Braskem quer alcançar 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. Além disso, vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos. "A Braskem tem uma longa história em adotar ações para criar um mundo mais sustentável. Investimos em fontes renováveis desde a nossa fundação, em 2002 e, como pioneiros e líderes na produção de biopolímeros, temos estado na linha de frente da criação de mudanças positivas que impactam as pessoas, a sociedade e o meio ambiente. Pretendemos continuar na liderança num momento em que a indústria vai em direção a uma economia circular de carbono neutro. Com as ações de desenvolvimento sustentável que anunciamos hoje, esperamos atingir a neutralidade de carbono até 2050", ressalta Roberto Simões, presidente da Braskem. No fim de 2019, a Braskem já havia alcançado 70% das metas relacionadas ao tema economia circular de carbono neutro - traçadas em 2009 e revisitadas em 2013 -, conquistando resultados tais como a redução de 20% da intensidade de emissões de gases de efeito estufa; a viabilização do maior projeto de água de reuso industrial do hemisfério sul; a produção e comercialização de produtos e origem renovável, como o plástico feito à base de cana-de-açúcar e, posteriormente, na ampliação do portfólio de produtos para economia circular, com a chegada do EVA verde e de resinas feitas a partir de plástico reciclado. "Nosso propósito empresarial é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis da química e do plástico e, com a ampliação dos nossos esforços para alcançar essas metas, também conseguiremos enriquecer ainda mais o debate sobre a importância do plástico, especialmente para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta. Seguiremos expandindo nossas parcerias com clientes, fornecedores e a sociedade, na busca pelo engajamento de outras empresas na causa e, juntos, construiremos um mundo melhor", afirma Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Atualmente, 43% do consumo total de energia da Braskem no Brasil já é oriundo de fonte renovável. Recentemente a companhia anunciou mais um contrato de longo prazo para compra de energia solar para os próximos 20 anos e que deve evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera nas próximas duas décadas. A companhia irá manter também seus esforços na análise de investimentos para o desenvolvimento de produtos químicos e polímeros de origem renovável ou em tecnologias que permitam a Braskem alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Outra parceria recente é a com a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental, para evitar que mais de 2 mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno e será utilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico. Conheça o manifesto da Braskem em https://www.braskem.com.br/macroobjetivos .

23 de novembro, 2020
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REUSO
Projeto Aquapolo ganha Prêmio Eco

O projeto Aquapolo para produção de água de reuso industrial, uma parceria entre a BRK Ambiental, a Sabesp, com soluções de IoT da Schneider Electric, recebeu o Prêmio Eco, premiação de sustentabilidade empresarial do País, uma iniciativa da Amcham Brasil que já está na 36ª edição. O Aquapolo utiliza modernos processos tecnológicos e está apto a produzir 1.000 litros de água de reuso por segundo – volume equivalente ao consumo de água potável por cerca de 500 mil pessoas. O projeto não usa tecnologias de ultrafiltração e osmose reversa, ambas com altíssimo grau de automação e controle. Atualmente o Aquapolo fornece, de forma ininterrupta e em conformidade com 20 parâmetros de qualidade, 650 litros de água de reuso por segundo para clientes do Polo Petroquímico do ABC Paulista, no estado de São Paulo. Sensores em Estações Elevatórias da Sabesp medem o nível de toxicidade da carga, e, a partir daí, o esgoto é bombeado até a ETE do ABC. Concluída essa etapa, a vazão seguiria em sua totalidade (2.000 litros/segundo) para o Córrego dos Meninos, mas o Aquapolo capta parte do efluente (650 litros/segundos) e o trata, produzindo água de reuso. Para produzir a água de reuso, a Schneider Electric customizou uma solução de EcoStruxure – sua plataforma e arquitetura de sistema aberta, interoperável e habilitada para IoT que contempla desde produtos conectados a aplicativos, análises e serviços. A empresa implantou tecnologias de software para controle em tempo real do processo de tratamento por membranas de ultrafiltração; software historiador de armazenagem de todos os dados da operação, de forma inviolável; software de gestão da produção que permite integrar dados financeiros a dados de produção para realizar a cobrança aos usuários finais; e solução de inteligência da operação para automação de processos e otimização do tratamento para que o processo se ajuste a alterações em tempo real, reduzindo perdas de energia e reagentes químicos e evitando que os parâmetros da água não atinjam o estabelecido em contrato. A água percorre uma extensão de 17km de São Paulo até uma torre de distribuição em Capuava, em Mauá, onde está o Polo. A partir daí, uma rede de distribuição de 3,6km cuida da entrega para cada um dos clientes. A água disponibilizada – com parâmetros e qualidade determinados pelo próprio Polo Petroquímico – é utilizada para limpar torres de resfriamento e caldeiras, principalmente. "A Schneider Electric, há mais de 40 anos, desenvolve soluções de automação, gestão de energia e tecnologias digitais para o segmento de saneamento por acreditar que os recursos naturais – que são nossa maior riqueza – merecem a mais alta dedicação e tecnologia", comenta Marcos Matias, presidente da empresa para o Brasil. Dentre os benefícios do EcoStruxure, da Schneider, os principais são a redução do consumo de energia em até 30%, o aumento da eficiência operacional em até 25% e a redução do custo de propriedade em 25%.

2 de maio, 2019
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ÁGUA
BASF reduz consumo na América Latina

A BASF estabeleceu meta para reduzir 25% da água captada para cada tonelada de produto fabricado em suas plantas industriais na América do Sul até 2025. No Brasil, a fábrica de Guaratinguetá (SP) reduziu o volume de água utilizada do rio Paraíba do Sul em 81% entre 2002 e 2018, enquanto que em Jacareí (SP) 100% da água rejeitada no processo de desmineralização, devido à concentração de sais, é reaproveitada na fábrica, o que equivale a cerca de 22% de toda a água utilizada no local; e em Santo Antônio da Posse, um sistema de coleta de água de chuva permite a reutilização do recurso para irrigação. Ao todo, a capacidade de armazenamento é de seis milhões de litros de água, possibilitando reduzir as captações subterrâneas. No Peru, a fábrica de Callao recebeu um sistema de recuperação de água de resfriamento nos tanques de monômeros e o consumo hídrico caiu 87%. No Chile, a BASF aplica ferramentas de gestão de recursos hídricos alinhadas à meta global de uso sustentável da água em áreas propensas à escassez hídrica. Cerca de 60% da água utilizada no país andino é para fins industriais e agricultura. Em relação à captação de água, houve redução de 17% de 2017 para 2018 na localidade de Concón. Já na Argentina, na unidade de Santo Tome, foram instalados medidores de vazão de água no processo produtivo de forma a intensificar o controle de indicadores ambientais, enquanto na unidade produtiva de Poliuretanos em Burzaco a água de chuva é captada para irrigação e lavagem de caminhões de carga. A BASF também desenvolve em Guaratinguetá dois projetos de impacto socioambiental: Programa de Incentivo ao Produtor de Água e o Mata Viva. O primeiro programa tem a parceria da prefeitura de Guaratinguetá, da Fundação Espaço ECO (FEE) e outros parceiros e tem como objetivo aumentar a disponibilidade de água na Bacia Hidrográfica do Ribeirão de Guaratinguetá por meio de práticas e manejos de conservação do solo, da recuperação das matas ciliares e da proteção dos remanescentes de vegetação nativa e nascentes, além de incentivar os produtores rurais a conservar áreas de proteção permanente existentes em suas propriedades. Em quase dez anos, o programa já conseguiu restaurar 78 hectares de floresta, realizar a manutenção de outros 143 hectares de florestas existentes e conservar 86 hectares de solo por meio de ações para diminuir processos erosivos. Já o programa Mata Viva é realizado em conjunto com a Fundação Espaço ECO (FEE) e visa desenvolver soluções para proteger as margens de rios e córregos, beneficiar a biodiversidade nos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado e contribuir com a conservação ambiental nas propriedades agrícolas, de forma a aumentar a disponibilização de água no Rio Paraíba do Sul. O projeto já recuperou mais de 300 metros de mata ciliar, atingindo os atuais 132 hectares de cobertura verde, predominantemente coberta por florestas de diferentes idades, uma área equivalente a 185 campos de futebol. Desde o início do programa, mais de 278 mil mudas de diferentes espécies nativas já foram plantadas.

28 de março, 2019
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REÚSO
Aquapolo recebe prêmio internacional

Projeto de reúso de água para fins industriais, o Aquapolo recebeu o National ENERGY GLOBE Award 2018, prêmio internacional que reúne projetos de 182 países e seleciona os melhores de cada um com foco em iniciativas que fazem uso sustentável de recursos naturais. O Aquapolo é uma parceria entre a BRK Ambiental e a Sabesp, inaugurado em 2012. Anualmente, cerca de dois mil projetos são submetidos à análise da comissão julgadora e o Aquapolo foi destaque para o Brasil nesta edição. O prêmio tem apoio do governo austríaco e de diversas organizações e empresas do setor de energia. “Vivemos no Brasil e em muitos lugares do mundo períodos cada vez mais prolongados de seca e restrição hídrica. O Aquapolo é um exemplo concreto de que é possível vencer essas barreiras e fazer um uso mais inteligente da água, um bem precioso e essencial para vida no planeta. Já provamos que temos tecnologia e operação de qualidade para transformar o esgoto em água limpa”, diz Marcos Asseburg, diretor da planta. A planta do Aquapolo pode fornecer mil litros de água de reúso por segundo, volume equivalente ao consumo de água potável de 500 mil pessoas – uma cidade do porte de Santos (SP). São poupados 900 milhões de litros/mês de água, que podem ser direcionados para outros fins. A água de reúso industrial é produzida a partir do esgoto tratado. O efluente passa por um novo tratamento, complementar, com tecnologia de ponta que inclui membranas de ultrafiltração e osmose reversa. Localizado em área de intensa produção industrial, o projeto abastece o Polo Petroquímico de Capuava, em Mauá (ABC paulista), além de três grandes indústrias na região.

14 de setembro, 2018
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SUSTENTABILIDADE
Braskem integra ranking da CDP

O CDP (Carbon Disclosure Program) reconheceu mais uma vez a gestão e os investimentos da Braskem na área da sustentabilidade. A companhia irá integrar mais uma vez a ‘Lista A’ da entidade, figurando como a única brasileira com nota máxima nos rankings de Clima – pela segunda vez consecutiva, e Água – pela primeira vez. Com o resultado, a Braskem está entre as 25 empresas, no universo de 2.452 avaliadas ao redor do mundo, a receber nota A nos dois rankings simultaneamente. Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, afirma que a presença da Braskem entre as melhores avaliadas é resultado da responsabilidade com o uso dos recursos naturais. “Novamente mostramos que o conhecimento e engajamento das nossas equipes em sustentabilidade fazem a diferença na evolução da indústria rumo às melhores práticas. Acreditamos que nossas ações têm impacto global e já tem influenciado alguns dos nossos parceiros, fornecedores e clientes”, observa. A CDP coleta anualmente dados de riscos e oportunidades relacionados às mudanças climáticas de mais de duas mil companhias com atividades em todos os continentes. O questionário do CDP avalia, em notas de A a D, quesitos como “divulgação”, “consciência”, “gestão” e “liderança” das empresas sobre emissão de gases e investimentos em ações de mitigação do nível de poluentes liberados na atmosfera, além de consumo de água e impacto sobre a preservação das florestas.

9 de novembro, 2017
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016
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ÁGUA
A indústria como parte da solução

Por Jorge Soto* De acordo com o Fórum Econômico Mundial, a crise hídrica é o risco mais impactante que o mundo enfrenta. Enquanto alguns lugares, como a Somália, sofrem com longos períodos de seca, em outros, como no Sul no Brasil, o excesso de chuva causa estragos de grandes proporções. Essas grandes variações acontecem até dentro do mesmo país e em todos os casos há consequências importantes no desenvolvimento socioeconômico. E as mudanças climáticas já estão agravando essa situação. Nós estamos preparados para cenários cada vez mais imprevisíveis e extremos? Há anos a gestão da água é um assunto prioritário para a ONU (Organização das Nações Unidas), mas hoje o tema também está nas agendas de discussões de um número significativo de companhias em todo mundo. Isso porque está claro que sociedade, governo e empresas devem atuar em conjunto para desenvolver políticas que melhorem, em todas as esferas, a eficiência e a produtividade desse recurso natural insubstituível. Se tradicionalmente a gestão da água industrial estava focada apenas em reduzir custos e melhorar a eficiência – cerca de dois terços das maiores companhias globais reportaram estar sujeitas a riscos relacionados ao recurso –, atualmente empresas ambientalmente responsáveis já perceberam que tal estratégia é um componente crítico para o desenvolvimento sustentável. Não querem e não podem competir com a comunidade. Pelo contrário, têm que se engajar na solução do problema. Da porta para dentro das indústrias, além de entender como a água é utilizada e o destino dado aos efluentes, a gestão hídrica deve analisar e otimizar todos os recursos de uma unidade produtiva e levar em conta fatores externos, como as mudanças climáticas. Ou seja, é uma questão estratégica e deve ser incorporada à estratégia de negócios. As empresas precisam identificar riscos e oportunidades associados ao uso desse recurso olhando para o curto, médio e longo prazo. Crescimento da população nas cidades, excesso ou falta de chuva, a integração regional olhando a situação das bacias, mudanças de padrão de uso de solo, são questões que estão em crescimento e devem motivar as empresas a fortalecer o assunto. Por outro lado, onde há um grande desafio há também uma vastidão de oportunidades. Muitas iniciativas interessantes e possíveis de replicar já são realidade e muitas outras podem ser desenvolvidas por meio da inovação. No ABC Paulista, por exemplo, o Projeto Aquapolo é o resultado de uma parceria público-privada que pode fornecer até mil litros por segundo de água de reúso, a partir do tratamento de esgoto doméstico, para outras empresas do Polo Petroquímico de Mauá. Os benefícios vão além da economia de água potável, uma vez que ao tratar esgoto vários problemas ambientais e de saúde pública são minimizados. Há um ganho social claro. Mas também as indústrias da região ganharam, por reduzir o risco de desabastecimento. Outra demonstração dos esforços empreendidos por companhias é o engajamento, ao lado das comunidades, na busca de solução de problemas. No Brasil, o Movimento pela Redução de Perdas de Água na Distribuição – uma iniciativa da Rede Brasileira do Pacto Global da ONU e liderado pela Braskem e pela Sanasa – tem como objetivo debater amplamente a respeito das perdas de água nos sistemas de distribuição, com a participação de governos, sociedade civil e setor privado. Além disso, há iniciativas como o CEO Water Mandate, da ONU, que mobiliza líderes empresariais de todo mundo em busca de avanços no gerenciamento da água e do saneamento; a Comissão Técnica para Água, do Cebds (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável); e o Instituto Trata Brasil. As soluções para os problemas socioambientais continuarão sendo discutidas ao redor do mundo. A ONU acabou de propor a nova agenda para 2030, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Não há dúvidas de que as indústrias têm um papel fundamental na entrega de soluções para esse desenvolvimento que tanto almejamos. Para tal devemos continuar a fazer nosso dever de casa, minimizando os eventuais impactos negativos e potencializando os impactos positivos nas três dimensões da sustentabilidade: econômica, social e ambiental. * Jorge Soto é Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem

22 de março, 2016
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SUSTENTABILIDADE
Braskem entra pelo 4º ano seguido no DJSI

A Braskem entrou pelo quarto ano consecutivo no Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index, o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O DJSI avalia empresas por suas gestões nas áreas econômica e socioambiental, o que inclui ações e estratégias para mudanças climáticas; consumo de energia; desenvolvimento de pessoas e governança corporativa. “A continuidade da Braskem no índice do DJSI reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável. As exigências necessárias para que as companhias permaneçam listadas em tais índices levam as empresas a adotarem práticas cada vez mais consistentes de engajamento com a sustentabilidade, reforçando ao máximo as iniciativas voltadas à responsabilidade socioambiental. Este tipo de compromisso sinaliza que estamos de fato caminhando para a desejada economia sustentável”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Além do DJSI, a Braskem é reconhecida naBM&FBovespa, onde a Companhia está listada no Nível 1 de Governança Corporativa e faz parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE desde sua criação, em 2005. Além disso, a petroquímica integra a carteira teórica do Índice Carbono Eficiente (ICO2). Lançado em 2010, o ICO 2 é constituído por 30 empresas que aceitaram adotar práticas transparentes com relação a suas emissões de gases efeito estufa (GEE). Lançado em 1999, o DJSI reúne as ações na Bolsa de Valores de empresas que são líderes em sustentabilidade. Desde 2012, o índice, focado em mercados emergentes, analisa o desempenho das 800 maiores empresas de 23 países (incluindo Brasil, China, Rússia, Índia, México, África do Sul e Turquia) e seleciona as melhores para compor o índice – somente 10% das empresas avaliadas são incluídas. O índice serve como referência para os investidores formarem suas carteiras de investimentos com empresas líderes em sustentabilidade.

17 de setembro, 2015
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ÁGUA
Braskem utiliza seis vezes menos desde sua criação

Segundo dados do International Council of Chemical Associations (ICCA), a Braskem consome seis vezes menos água do que a média da indústria química internacional. Em 2014, a petroquímica consumiu 2,16 m 3 /t, enquanto a média internacional do setor foi de 25,9 m 3 /t. O aporte de R$ 250 milhões, realizado desde a criação da Companhia, em 2002, resultou em uma economia acumulada da ordem de R$ 154 milhões na redução de custos com tratamento de efluentes líquidos e na demanda pelo recurso hídrico. “O crescimento populacional e econômico ocorrido nos últimos 50 anos triplicou o consumo de água no planeta - apenas 2,5% do total de água existente na Terra é aproveitável para o uso. Precisamos ainda levar em consideração que questões de inviabilidade técnica e econômica podem fazer com que essa pequena parcela do insumo natural seja desperdiçada”, diz Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Por isso, a empresa tem na eficiência hídrica um de seus objetivos prioritários de atuação”, explica. O índice de geração de efluentes líquidos diminuiu 34% nos últimos 12 anos, representando uma redução acumulada de R$ 154 milhões principalmente com tratamento de efluentes Atualmente, a Braskem colhe resultados de dois projetos de reuso : o Aquapolo, criado em 2010 e que abastece o Polo Petroquímico do ABC, em São Paulo e o Água Viva (dezembro de 2012), fruto de uma parceria entre a Braskem e a Cetrel. O primeiro é responsável pelo tratamento de água proveniente de esgoto para utilização em fins industriais, enquanto o segundo, com investimento de R$ 20 milhões, possibilita reduzir também o uso de energia elétrica com a substituição de métodos antigos de tratamento de água fluvial e efluentes por um processo único de reaproveitamento. Entre 2011 e 2014, o percentual de reuso total de água (proveniente de chuva, efluente industrial e esgoto doméstico tratados) aumentou em 55%. No biênio 2013/2014, foram reutilizados 38,7 milhões de m 3 de água, liberando para as cidades o consumo de um volume equivalente a 15 mil piscinas olímpicas, suficientes para suprir o consumo anual de uma cidade de cerca de 500 mil pessoas. Em Duque de Caxias (RJ), um projeto de reuso e redução de água desenvolvido por um colaborador proporcionará, a partir de 2015, uma redução no consumo de 22,6 mil m 3 de água e promover o reuso anual de um volume de 40,1 mil m 3 de água. Idealizada em 2013, a iniciativa consiste no reaproveitamento de água utilizada em processos produtivos, que antes eram descartadas como efluente, para uso nas torres de resfriamento das plantas. A implementação do projeto resultou em uma economia de R$ 291 mil por ano.

9 de junho, 2015