Publicidade
ÁGUA

Ecolab economiza mais de 850 bilhões de litros em 2024

Ecolab economiza mais de 850 bilhões de litros em 2024

Segundo o Estudo Anual Watermark™ 2024 da empresa que analisa a gestão hídrica global, 87% dos brasileiros demonstram preocupação com o acesso à água limpa e segura.

A Ecolab anunciou que suas tecnologias atingiram uma economia de 857,8 bilhões de litros de água de 2024, resultado alinhado a uma percepção cada vez maior da importância em reduzir o consumo da água para a humanidade. Segundo o Estudo Anual Watermark™ 2024 da empresa que analisa a gestão hídrica global, 87% dos brasileiros demonstram preocupação com o acesso à água limpa e segura.

A pesquisa aponta ainda que 58% pessoas já deixaram de comprar produtos devido à quantidade de água necessária para fabricá-los. O estudo mostra que marcas e governos precisam tornar mais evidentes suas políticas e ações para temas relacionados a água, uma vez que, apenas 49% dos brasileiros acreditam que líderes governamentais e empresariais estão fazendo sua parte na preservação desse recurso essencial. “Na Ecolab personalizamos os serviços para atender as necessidades operacionais de cada cliente e a IA tem nos ajudado a desenvolver soluções, cada vez mais, sustentáveis, que otimizam o uso de água, energia e produtos químicos. Por meio da análise de dados estamos obtendo índices menores de consumo de recursos naturais, ao mesmo tempo que garantimos a eficiência dos serviços prestados. O volume de água que ajudamos a economizar seria suficiente para abastecer 5,72 bilhões de pessoas por um diaafirma Alfredo de Matos, vice-presidente e gerente geral da Ecolab para o Brasil.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ÁGUA POTÁVEL
Estudo mostra impacto por demanda

O Instituto Trata Brasil divulgou estudo intitulado “Demanda Futura por Água Tratada nas Cidades Brasileiras – 2019 a 2040” que mostra cenários do consumo de água sob as novas perspectivas demográficas e econômicas e as mudanças climáticas. Realizada pela Ex Ante Consultoria, a pesquisa tem apoio acadêmico, como a dissertação desenvolvida por Rubens Amaral Ferreira Filho para o programa de Mestrado Profissional de Ambiente, Saúde e Sustentabilidade da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (SP) e apoio do Prof. Dr. Roger Rodrigues Tadeu, pesquisador do Clima da Universidade Federal de Itajubá, além do apoio institucional da The Nature Conservancy (TNC), organização global de conservação ambiental. O estudo utiliza metodologia amparada em análises prospectivas de vendas e produção de bens e serviços na economia de uma forma geral. A proposta é que o estudo sirva para amparar planejamentos de longo prazo, seja de empresas ou do poder público, em especial na gestão de recursos ambientais. A metodologia completa estará no site www.tratabrasil.org.br . O estudo aponta que quanto maior o crescimento econômico de um local – acompanhado de crescimento demográfico – maior será a demanda por água. Considerando um cenário de mudanças expressivas no padrão de consumo e uma elevação mais acentuada do PIB per capita, os cálculos, para os próximos 23 anos (2017 a 2040), evidenciaram um grande aumento na demanda pela água no Brasil somente em razão do crescimento econômico e da expansão demográfica. A demanda potencial de água pode atingir 14,299 bilhões de m³ em 2040, um acréscimo de 2,837 bilhões de m³ em relação à demanda de 2017. Esse volume corresponde ao consumo de água de todos os municípios do estado de São Paulo em 2017. No caso da demanda por água potável ser totalmente atendida em 2040, as cidades brasileiras precisariam receber 4,337 bilhões de m³ de água a mais do que foi efetivamente entregue em 2017. O crescimento de demanda seria, portanto, de 43,5% em 23 anos, ou ainda, de 1,6% ao ano. Esse volume se aproxima da demanda efetiva dos estados de São Paulo e Minas Gerais em 2017. Para outro efeito de comparação, seriam necessários 4,4 Sistemas Cantareira cheios a mais só para atender a água adicional em 2040. No caso do Brasil continuar com a ineficiência atual dos serviços, a produção necessária adicional de água seria de 7,030 bilhões de m³ em 2040: 4,337 bilhões de m³ para suprir a demanda adicional e 2,693 bilhões de m³ de desperdícios, um acréscimo de 70,5% em relação ao que foi entregue em 2017. No que se refere às mudanças climáticas, o levantamento constatou um aumento na temperatura nos estados de São Paulo e Ceará entre 1980 e 2015. O estudo mostrou que o acréscimo de 1°C na temperatura máxima ao longo do ano até 2040, no Brasil, elevaria o consumo de água em 2,4%, o que resultaria em uma demanda adicional às causadas pelos fatores econômicos e demográficos, próxima a 343 milhões m³ por ano. Segundo Roger Torres, professor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), cujo tema de pesquisa envolve os impactos e as vulnerabilidades brasileiras frente às mudanças, "as mudanças climáticas são um grande desafio a ser enfrentado por todas as nações no século XXI. Em especial, o Brasil, por sua dimensão territorial que envolve diversos climas, biomas e realidades socioeconômicas, é uma dessas nações que poderão ser profundamente impactadas pelas mudanças climáticas. Tais impactos poderão vir de diversas formas, tais como aumentos expressivos de precipitação na região Sul e diminuição na região Nordeste, que poderão afetar intensamente os diversos usos da água no país." O aquecimento de 1°C pode levar várias regiões à desertificação e ampliar a área do semiárido brasileiro, que já reúne municípios mais secos e com maior dificuldade de suprir a demanda. Há cidades onde a escassez sistemática de água pode superar 20% da demanda. Édison Carlos, presidente do Instituto Trata Brasil, disse que "para atender a demanda incremental da água necessária à expansão demográfica, crescimento econômico e pelas necessidades da universalização do abastecimento, as cidades e o setor de saneamento terão que dar respostas. “Serão necessários altos investimentos em reservação, tratamento dos esgotos e na redução das perdas, com troca de redes e eficiência na distribuição de água potável. E teremos que monitorar com atenção as áreas em que o aquecimento global pode provocar menos chuvas e ainda mais escassez desses recursos”.

31 de agosto, 2020
Saneamento Ambiental Logo
COMPANHIAS
Ecolab cria a Nalco Water

A Ecolab Inc., empresa especializada em tecnologias e serviços de água, higiene e energia, mudou o nome da Nalco, sua divisão de negócios de serviços de água e de processo, para Nalco Water. A mudança deixa de forma mais clara a expertise de gestão de água da Nalco “Nalco Water traz incomparável expertise em gestão de água para clientes em todo o mundo", disse Christophe Beck, Vice-presidente executivo da Ecolab e Presidente da Nalco Water. A Nalco Water fornece serviços de água e de processos para clientes em uma variedade de indústrias, incluindo alimentos e bebidas, edifícios e instituições, manufatura, papel, energia, metais primários, produtos químicos e mineração. A Nalco Water continuará a fornecer soluções completas de gestão da água por meio de uma abordagem abrangente que reduz o uso de água para maximizar o desempenho operacional a um custo otimizado. A empresa oferece soluções líderes da indústria, tais como a Tecnologia de Automação 3D TRASAR™ para atender às complexas necessidades de seus clientes de gestão de água."Até 2030 é esperado que haja um crescimento de 40% na demanda por água doce, pressionando empresas a repensar seu modo de gerenciar a água", disse Beck. "Para enfrentar esses desafios, empresas no mundo todo estão estabelecendo metas ambiciosas de água. A Nalco Water e a Ecolab estão fazendo parcerias com as empresas para reduzir, reutilizar e reciclar água, ajudando-as a alcançar seus objetivos e preservar os recursos naturais”. A Nalco Water, com sede em Naperville, fundiu-se com a Ecolab em 2011. A mudança de nome não afetará a Nalco Champion, empresa de serviços de energia da Ecolab.

6 de maio, 2016
Saneamento Ambiental Logo
ÁGUA
O risco da escassez para os negócios

A escassez de água já está afetando a vida das corporações empresariais. De acordo com a Ecolab, muitas das companhias por ela atendidas já estão reconhecendo que a escassez de água representa um risco aos negócios. No entanto, boa parte dessas empresas enfrentam dificuldades em priorizar os investimentos na redução do uso de água. Somente quando a escassez começa a impactar a produção, colocando, de fato, em risco os negócios, as empresas começam a se conscientizar sobre a questão. Com o objetivo de auxiliar seus clientes a tomar decisões nesse sentido, a Ecolab, juntamente com a Trucost, lançaram um novo modelo de avaliação como parte da ferramenta Water Risk Monetizer. A ferramenta oferece a possibilidade de elas entenderem essa perda do ponto de vista de suas instalações. “O novo recurso de avaliação da receita a partir do modelo de risco compara a estimativa da quantidade de água necessária para uma instalação gerar receita levando em consideração a quantidade de água disponível. Se a instalação demandar um consumo maior de água do que a quantidade disponível, como determinado pelo modelo Trucost, então, parte da receita da empresa está em risco”, informa a Ecolab. A nova ferramenta foi apresentada por Jill Wyant, Vice-presidente executivo e presidente de Global Food & Beverage and Healthcare da Ecolab, no 2015 Consumer Goods Forum Global Summit , em junho, em Nova York (EUA). Desde então, a Ecolab tem compartilhado a novidade com clientes-chave, que têm aprovado a ideia. “Nossos clientes estão animados com o fato de a ferramenta Water Risk Monetizer estabelecer uma relação direta entre a escassez da água e os riscos gerados por ela na receita das empresas”, afirmou Emilio Tenuta, Vice-presidente da divisão Corporate Sustainability. “Com o crescimento da pressão das empresas em se desenvolver em áreas onde qualidade, disponibilidade, custo e regulamentação da água passam por mudanças constantes, nossa habilidade em ajudá-las a compreender os riscos relacionados com a água é mais valiosa do que nunca”. Maiores explicações sobre a ferramenta, que é gratuita, podem ser acessadas no site www.WaterRiskMonetizer.com . A Ecolab informa que “Todo o preenchimento de informações tem caráter absolutamente confidencial e nenhum dado pode ser compartilhado. Não é possível traçar quadros comparativos entre empresas diferentes”.

4 de novembro, 2015