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ATUAÇÃO RESPONSÁVEL

Nitro Química recebe certificação

Produtora mundial de nitrocelulose e derivados, a Nitro Química conquistou, em agosto, nova certificação no Programa Atuação Responsável®, marca registrada pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). A companhia foi uma das primeiras indústrias químicas do País a conquistar o reconhecimento em 2005 no modelo VerificAR, recebeu o mais recente certificado que caracteriza o comprometimento voluntário da empresa na melhoria contínua de seu desempenho em saúde, segurança e meio ambiente - SSMA. A empresa teve, na última etapa de avaliação do Programa, a auditoria de um organismo certificador, que analisou o sistema de gestão da Companhia e a suas iniciativas de melhoria contínua em SSMA. A auditoria avaliou processos, produtos, instalações e serviços, além das práticas ambientais, que visam comprovar o uso racional de recursos naturais. Segundo a Nitro Química, o certificado endossa o comprometimento do Grupo com a sustentabilidade e com a comunidade local. A Nitro Química é associada da Abiquim desde 1992 e foi a segunda indústria química nacional a obter esta certificação no novo modelo de sistema de gestão da entidade.

Produtora mundial de nitrocelulose e derivados, a Nitro Química conquistou, em agosto, nova certificação no Programa Atuação Responsável®, marca registrada pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). A companhia foi uma das primeiras indústrias químicas do País a conquistar o reconhecimento em 2005 no modelo VerificAR, recebeu o mais recente certificado que caracteriza o comprometimento voluntário da empresa na melhoria contínua de seu desempenho em saúde, segurança e meio ambiente - SSMA.

A empresa teve, na última etapa de avaliação do Programa, a auditoria de um organismo certificador, que analisou o sistema de gestão da Companhia e a suas iniciativas de melhoria contínua em SSMA. A auditoria avaliou processos, produtos, instalações e serviços, além das práticas ambientais, que visam comprovar o uso racional de recursos naturais. Segundo a Nitro Química, o certificado endossa o comprometimento do Grupo com a sustentabilidade e com a comunidade local. A Nitro Química é associada da Abiquim desde 1992 e foi a segunda indústria química nacional a obter esta certificação no novo modelo de sistema de gestão da entidade.

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INDÚSTRIA QUÍMICA
Setor é a favor da precificação de carbono

A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) lançou o documento “Posicionamento Abiquim sobre Mercado de Carbono”, onde reafirma o compromisso do setor na promoção do desenvolvimento sustentável. A indústria química é favorável à precificação, via mercado de carbono, para melhorar a competitividade da indústria tendo em vista as vantagens do Brasil para a adoção de uma economia de baixo carbono, como a matriz energética, a produtividade das cadeias da biomassa e a vasta biodiversidade. O setor reconhece a importância do Brasil em adotar um instrumento de precificação de carbono que contribua para o cumprimento da meta assumida no Acordo de Paris e que promova a competitividade internacional da indústria brasileira. O setor químico participa do Comitê Consultivo do Projeto PMR Brasil, iniciativa do Banco Mundial em parceria com o Ministério da Economia, que estuda a viabilidade da implementação de instrumentos para precificação de carbono. Para o setor químico, um sistema de comércio de emissões de carbono mostra-se mais adequado, na comparação com mecanismos de taxação, pois possibilitará estimular o ambiente de negócios, por meio de investimentos produtivos baseados em inovação e protegerá a competitividade das empresas, além de não aumentar a carga tributária. O “Posicionamento Abiquim sobre Mercado de Carbono” foi lançado no 25º Encontro Anual da Indústria Química (ENAIQ), realizado no dia 4 de dezembro, e está disponível para download no site da Abiquim. ( https://abiquim-files.s3-us-west2.amazonaws.com/uploads/guias_estudos/PosicionamentoCarbono+abiquim+v5.pdf ).

18 de dezembro, 2020
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INDÚSTRIA QUÍMICA
O sucesso do Atuação Responsável

O 17º Congresso de Atuação Responsável da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) aconteceu nos dias 15 e 16 de agosto e reuniu público recorde de 650 participantes, entre representantes do governo, de instituições internacionais, de órgãos regulatórios, associações, ONGs, sindicatos, profissionais da indústria e de empresas de logística. Com o tema “Química do Futuro: Universo de Possibilidades e Desafios”, o Congresso debateu temas pertinentes, como o modelo regulatório para gestão segura de substancias químicas, controle de emissões e contribuições da química para a qualidade do ar, interação das indústrias com comunidades e a sociedade, diversidade e estocagem segura de produtos químicos. “O Congresso apresenta temas que impactam a atividade industrial e celebra o compromisso da indústria química com a melhoria contínua de seus processos e produtos, gerando maior segurança aos funcionários e comunidades vizinhas”, disse o presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Marcos De Marchi. Nesta edição, o Congresso teve a presença de palestrantes internacionais, como o chairman do Grupo de Líderes do Responsible Care no International Council of Chemical Associations (ICCA), Patrick Vandenhoeke; do vice-diretor executivo da European Chemicals Agency (ECHA), Jukka Malm; do diretor-geral da Health Canada, David Morin; do sócio da Gilson Environmental, Don Gilson; do engenheiro sênior da Ingevity, Glenn Passavant; do presidente da CES-Silicones Europe e presidente do Global Silicones Council, Ralf Maecker; do diretor-executivo do Global Silicones Council, Karluss Thomas; e da diretora global de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Dow Chemical, Eunice Heath; entre outros. Pelo lado brasileiro, representantes do Governo Federal, Cetesb, Bombeiros, Marinha, Secretarias de Meio Ambiente, Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq), além de representantes de ONGs, sindicatos e associações representando setores industrias consumidores de produtos químicos. Outro destaque da sessão plenária foi a participação da coordenadora-geral de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Letícia Reis Carvalho, que representa o Brasil na Abordagem Estratégica para a Gestão Internacional de Produtos Químicos (SAICM) e as novas metas do fórum. O deputado Orlando Silva (PCdoB/SP), coordenador do tema Saúde e Segurança do Trabalho da Frente Parlamentar da Química (FPQuímica) elogiou o trabalho da indústria química em prol da sustentabilidade e a responsabilidade do setor com o meio ambiente e com a segurança de colaboradores e comunidades, enquanto o coordenador da Comissão de Gestão do Atuação Responsável, Marcos Barros Cruz, apresentou os Indicadores de Desempenho do Atuação Responsável, que estão disponíveis para download no site da Abiquim ( www.abiquim.org.br ). O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, apresentou o “Manual Perda Zero de Pellets”, disponível para download no site www.porummarlimpo.org.br.&nbsp ; O coordenador do Comitê para o Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, Weber Porto, apresentou o “Benchmarking de Sustentabilidade da Indústria Química”, estudo realizado pela Fundação Dom Cabral, que identifica os temas econômicos, sociais e ambientais mais relevantes para a indústria química nacional e internacional. O presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, destacou o trabalho dos colaboradores da indústria química, dos membros dos Conselhos Comunitários Consultivos (CCCs) e dos jornalistas, que cobrem as atividades da associação. “A Abiquim é uma entidade em que ONGs, sociedade, políticos e jornalistas devem se sentir à vontade para debater os temas de interesse da sociedade brasileira. Queremos ser uma entidade aberta, onde todos podem discutir com honestidade os desafios e oportunidades da indústria química”.

27 de agosto, 2018
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PUBLIEDITORIAL
Bauminas obtém certificação pela ABNT

O Grupo BAUMINAS se tornou a primeira empresa do Brasil com produtos certificados pela ABNT, em conformidade com o procedimento “PE-390 Rótulo Ecológico para Produtos Químicos Utilizados no Setor de Papel e Celulose”. Como líder nacional em coagulantes para o tratamento de água e efluentes, o Grupo BAUMINAS compreende e orgulha-se do seu papel no incentivo ao maior acesso dos brasileiros à água tratada e de qualidade, bem essencial para o desenvolvimento do país e melhoria na qualidade de vida da população. Devido a sua credibilidade, o Rótulo Ecológico da ABNT, que leva em consideração a minimização dos impactos ambientais em todas as etapas do ciclo de vida, foi selecionado como uma das formas de se evidenciar o atendimento a requisitos de sustentabilidade. Certificar-se no programa da ABNT significa que o Grupo BAUMINAS teve seus produtos avaliados por uma entidade de terceira parte, imparcial e independente, e demonstrou conformidade com os critérios elaborados pela ABNT, como por exemplo: Avaliação do desempenho do produto; Restrição de Substâncias Químicas (cancerígenas, mutagênicas, tóxicas...); Eficiência Energética do processo Produtivo; Otimização da utilização de água; Destinação correta ou reciclagem de resíduos de pré e pós-consumo; Conformidade com a legislação ambiental; Conformidade com a legislação trabalhista, dentre outros. Assim como os outros procedimentos de Rotulagem Ambiental da ABNT, os fabricantes de papel e celulose ganharam uma nova ferramenta para adquirir insumos e matérias-primas sustentáveis que, ao serem incorporados ao processo produtivo, fará com que o produto final (papel e celulose) impacte menos ao meio ambiente e saúde das pessoas quando comparados a produtos que seguem apenas a legislação. Além disso, ao adquirir produtos de empresas certificadas, o comprador poderá rastrear a sua cadeia de produção em relação a requisitos sociais, como por exemplo, a isenção de trabalho informal e escravo, já que a ABNT avalia tais aspectos durante o processo de auditoria.

27 de abril, 2018
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AUDITORIA
Sabesp conquista Quality Assessment

A auditoria interna da Sabesp conquistou recentemente a certificação Quality Assessment , concedida pelo The Institute of Internal Auditors, o que comprova sua capacidade de trazer maior segurança à administração por meio de avaliações previstas em exigências legais e normativas. A companhia é a primeira sociedade de economia mista e empresa do setor de saneamento a obter essa certificação no Brasil. Para conquistar a QA, a empresa deve seguir as normas previstas no IPPF (International Professional Practices Framework), sigla em inglês para Estrutura Internacional de Práticas Profissionais. De acordo com a Sabesp, para a obtenção do selo a companhia atualizou seus procedimentos e aperfeiçoou os processos internos. O acompanhamento dos planos de ações, que já era informado ao Comitê de Auditoria a cada três meses, passou a ser reportado também às diretorias. As ações seguem a exigência de maior nível de controle das organizações previstas na Lei Anticorrupção e na Lei das Estatais – “isso inclui uma auditoria interna bem estruturada para avaliar a eficácia dos controles internos, a efetividade dos processos de governança e de gestão de risco e confiabilidade das demonstrações financeiras”, afirma Marcelo Fridori, superintendente de Auditoria da Sabesp. A Auditoria Interna da Sabesp é composta por 31 membros, que se dividem em quatro áreas de acompanhamento: TI, Operacional, Financeira e de Engenharia. Já o Comitê de Auditoria é formado por três conselheiros de administração independentes e com conhecimento em matéria contábil e financeira.

24 de fevereiro, 2017
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Indústria química quer ser protagonista

Reforçando a premissa de que a indústria química éum dos setores que mais investe em inovação de seus processos e no desenvolvimento de novos produtos, avanços tecnológicos que refletem imediatamente em diversas cadeias produtivas que contribuem para a sustentabilidade e que a química éfundamental para outras indústrias como provedora de soluções sustentáveis, a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) e o programa Atuação Responsável realizaram, em São Paulo, dia 1ºde Abril, um encontro para tratar do tema “COP 21 – o Acordo de Paris”. A proposta era discutir o papel da indústria química e seus produtos na redução das emissões de gases de efeito estufa. Abrindo os trabalhos, Fernando Figueiredo, presidente da entidade, enfatizou que “a indústria química tem consciência do seu papel como promotora do desenvolvimento sustentável e por ser transversal, estápresente em todos os segmentos industriais. Os investimentos do setor em Pesquisa & Desenvolvimento têm contribuído para a criação de produtos com melhor desempenho ambiental”. Na sequência, Weber Porto, Coordenador do Comitêpara Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, explicou alguns dos objetivos do novo departamento, como: “a identificação de oportunidades onde a química possa fazer parte de soluções; a busca por novas formas de interesse do setor; definição de prioridades e posicionamento da indústria química brasileira; e a realização de alinhamentos com outras instituições químicas mundiais”. Ao falar do tema sob o ponto de vista econômico –como motivador de crescimento e inovação, Porto citou um trabalho realizado pela consultoria Standard & Poor's com CEOs de importantes empresas mundiais que tem a sustentabilidade como foco, onde 67% afirmaram ter maior retorno sobre capital, 50% menos volatilidade dos lucros e 21% um crescimento mais forte dos dividendos. José Miguez, Secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, detalhou os resultados da COP 21 e a posição do governo brasileiro para as metas estabelecidas no Acordo de Paris. Para o especialista, um dos fatores de sucesso da Conferência das Partes foram as propostas apresentadas por 187 países antes do encontro, de um total de 196 partes –indicando quais seriam seus passos. No momento, aguarda-se o processo de ratificação das assinaturas ou a aprovação de cada congresso para manter a variação da temperatura média abaixo de 2 o C. A partir do que foi estabelecido em Paris a proposta érever a cada cinco anos as metas individuais, tornando mais ambiciosas as próximas etapas. O acordo também entendeu a necessidade de apoio aos países em desenvolvimento e reconheceu a proposta brasileira sobre diferenciação concêntrica, entre outros aspectos. “As soluções da química para a sustentabilidade”foi o tema da apresentação do presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Carlos Fadigas – também presidente da Braskem, que iniciou sua participação definindo o conceito de desenvolvimento sustentável: “atende as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades”. Conceito importante nos dias atuais, onde se consome mais do que o planeta écapaz de reciclar ou regenerar, podendo em algum momento exaurir os recursos naturais disponíveis. Atualmente, 16% da população mundial consome quase 80% dos recursos naturais, 2/3 da população não tem renda para acessar o mercado de consumo e 1 bilhão de pessoas sequer tem acesso àágua. Para Fadigas, do ponto de vista ambiental o Brasil tem “o dever de casa feito”, jácom notório esforço de redução das suas emissões e diminuição da taxa de desmatamento. Mas existem enormes desafios na parte social a serem vencidos –“éum dos países mais desiguais do mundo, com retrocesso nos últimos anos. Mais da metade da população não conta com serviços de tratamento de esgoto e os lixões ainda são realidade”, salientou Fadigas, acrescentando como oportunidade a geração de energia a partir dos gases existentes nos aterros de resíduos sólidos.

5 de abril, 2016
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PRÊMIO
SOMAR é bicampeã do troféu Chico Mendes

A SOMAR – Sociedade Mineradora recebeu pelo segundo ano consecutivo o Prêmio e o Selo Verde Chico Mendes de Responsabilidade Socioambiental em cerimônia na cidade de São Paulo. Entre os destaques da SOMAR está a conquista das certificações nacionais e internacionais ISO 14001, selo de comprometimento com o meio ambiente ainda raro na mineração, e a ISO 9001, ambas conferidas pelo INMETRO e pela UKAS (United Kingdom Accreditation Service). “Pelo simbolismo e seriedade, o prêmio é uma homenagem muito importante para nós e para a mineração. O Brasil avançou e precisa avançar muito mais na geração de riquezas com responsabilidade socioambiental. A SOMAR está colhendo os frutos de uma cultura forte focada em pesquisas e programas que geram qualidade em todas as áreas da atividade”, diz Veronica Della Mea, Diretora Executiva, acompanhada no evento pela Engenheira Ambiental da empresa, Fernanda de Souza Silva. A entrega dos troféus foi precedida pelo 3º Fórum Empresarial Chico Mendes de Sustentabilidade, que reuniu empresários, especialistas e representantes de instituições públicas e privadas em torno da discussão sobre o uso racional dos recursos hídricos e de boas práticas socioambientais relacionadas com o tema. O evento teve apoio da Itaipu Binacional, São Cristovão Saúde e Dy Power. A SOMAR recebeu o troféu e Selo Verde ao lado de empresas como o Grupo Visafértil, Instituto Jogue Limpo, Energisa, Lojas Americanas, Minas Arena Gestão de Arenas Esportivas, Minerva Foods, Alumar/Alcooa e Ortox S/A. As empresas são premiadas pelo PROCERT – Programa de Certificação pela Responsabilidade Socioambiental.

8 de dezembro, 2015