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INDÚSTRIA QUÍMICA

O sucesso do Atuação Responsável

O 17º Congresso de Atuação Responsável da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) aconteceu nos dias 15 e 16 de agosto e reuniu público recorde de 650 participantes, entre representantes do governo, de instituições internacionais, de órgãos regulatórios, associações, ONGs, sindicatos, profissionais da indústria e de empresas de logística. Com o tema “Química do Futuro: Universo de Possibilidades e Desafios”, o Congresso debateu temas pertinentes, como o modelo regulatório para gestão segura de substancias químicas, controle de emissões e contribuições da química para a qualidade do ar, interação das indústrias com comunidades e a sociedade, diversidade e estocagem segura de produtos químicos. “O Congresso apresenta temas que impactam a atividade industrial e celebra o compromisso da indústria química com a melhoria contínua de seus processos e produtos, gerando maior segurança aos funcionários e comunidades vizinhas”, disse o presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Marcos De Marchi. Nesta edição, o Congresso teve a presença de palestrantes internacionais, como o chairman do Grupo de Líderes do Responsible Care no International Council of Chemical Associations (ICCA), Patrick Vandenhoeke; do vice-diretor executivo da European Chemicals Agency (ECHA), Jukka Malm; do diretor-geral da Health Canada, David Morin; do sócio da Gilson Environmental, Don Gilson; do engenheiro sênior da Ingevity, Glenn Passavant; do presidente da CES-Silicones Europe e presidente do Global Silicones Council, Ralf Maecker; do diretor-executivo do Global Silicones Council, Karluss Thomas; e da diretora global de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Dow Chemical, Eunice Heath; entre outros. Pelo lado brasileiro, representantes do Governo Federal, Cetesb, Bombeiros, Marinha, Secretarias de Meio Ambiente, Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq), além de representantes de ONGs, sindicatos e associações representando setores industrias consumidores de produtos químicos. Outro destaque da sessão plenária foi a participação da coordenadora-geral de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Letícia Reis Carvalho, que representa o Brasil na Abordagem Estratégica para a Gestão Internacional de Produtos Químicos (SAICM) e as novas metas do fórum. O deputado Orlando Silva (PCdoB/SP), coordenador do tema Saúde e Segurança do Trabalho da Frente Parlamentar da Química (FPQuímica) elogiou o trabalho da indústria química em prol da sustentabilidade e a responsabilidade do setor com o meio ambiente e com a segurança de colaboradores e comunidades, enquanto o coordenador da Comissão de Gestão do Atuação Responsável, Marcos Barros Cruz, apresentou os Indicadores de Desempenho do Atuação Responsável, que estão disponíveis para download no site da Abiquim ( www.abiquim.org.br ). O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, apresentou o “Manual Perda Zero de Pellets”, disponível para download no site www.porummarlimpo.org.br.&nbsp ; O coordenador do Comitê para o Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, Weber Porto, apresentou o “Benchmarking de Sustentabilidade da Indústria Química”, estudo realizado pela Fundação Dom Cabral, que identifica os temas econômicos, sociais e ambientais mais relevantes para a indústria química nacional e internacional. O presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, destacou o trabalho dos colaboradores da indústria química, dos membros dos Conselhos Comunitários Consultivos (CCCs) e dos jornalistas, que cobrem as atividades da associação. “A Abiquim é uma entidade em que ONGs, sociedade, políticos e jornalistas devem se sentir à vontade para debater os temas de interesse da sociedade brasileira. Queremos ser uma entidade aberta, onde todos podem discutir com honestidade os desafios e oportunidades da indústria química”.

O 17º Congresso de Atuação Responsável da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) aconteceu nos dias 15 e 16 de agosto e reuniu público recorde de 650 participantes, entre representantes do governo, de instituições internacionais, de órgãos regulatórios, associações, ONGs, sindicatos, profissionais da indústria e de empresas de logística. Com o tema “Química do Futuro: Universo de Possibilidades e Desafios”, o Congresso debateu temas pertinentes, como o modelo regulatório para gestão segura de substancias químicas, controle de emissões e contribuições da química para a qualidade do ar, interação das indústrias com comunidades e a sociedade, diversidade e estocagem segura de produtos químicos. 
 
“O Congresso apresenta temas que impactam a atividade industrial e celebra o compromisso da indústria química com a melhoria contínua de seus processos e produtos, gerando maior segurança aos funcionários e comunidades vizinhas”, disse o presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Marcos De Marchi. Nesta edição, o Congresso teve a presença de palestrantes internacionais, como o chairman do Grupo de Líderes do Responsible Care no International Council of Chemical Associations (ICCA), Patrick Vandenhoeke; do vice-diretor executivo da European Chemicals Agency (ECHA), Jukka Malm; do diretor-geral da Health Canada, David Morin; do sócio da Gilson Environmental, Don Gilson; do engenheiro sênior da Ingevity, Glenn Passavant; do presidente da CES-Silicones Europe e presidente do Global Silicones Council, Ralf Maecker; do diretor-executivo do Global Silicones Council, Karluss Thomas; e da diretora global de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Dow Chemical, Eunice Heath; entre outros. 
 
Pelo lado brasileiro, representantes do Governo Federal, Cetesb, Bombeiros, Marinha, Secretarias de Meio Ambiente, Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq), além de representantes de ONGs, sindicatos e associações representando setores industrias consumidores de produtos químicos. Outro destaque da sessão plenária foi a participação da coordenadora-geral de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Letícia Reis Carvalho, que representa o Brasil na Abordagem Estratégica para a Gestão Internacional de Produtos Químicos (SAICM) e as novas metas do fórum.
 
O deputado Orlando Silva (PCdoB/SP), coordenador do tema Saúde e Segurança do Trabalho da Frente Parlamentar da Química (FPQuímica) elogiou o trabalho da indústria química em prol da sustentabilidade e a responsabilidade do setor com o meio ambiente e com a segurança de colaboradores e comunidades, enquanto o coordenador da Comissão de Gestão do Atuação Responsável, Marcos Barros Cruz, apresentou os Indicadores de Desempenho do Atuação Responsável, que estão disponíveis para download no site da Abiquim (www.abiquim.org.br). O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, apresentou o “Manual Perda Zero de Pellets”, disponível para download no site www.porummarlimpo.org.br. 
 
O coordenador do Comitê para o Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, Weber Porto, apresentou o “Benchmarking de Sustentabilidade da Indústria Química”, estudo realizado pela Fundação Dom Cabral, que identifica os temas econômicos, sociais e ambientais mais relevantes para a indústria química nacional e internacional. 
 
O presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, destacou o trabalho dos colaboradores da indústria química, dos membros dos Conselhos Comunitários Consultivos (CCCs) e dos jornalistas, que cobrem as atividades da associação. “A Abiquim é uma entidade em que ONGs, sociedade, políticos e jornalistas devem se sentir à vontade para debater os temas de interesse da sociedade brasileira. Queremos ser uma entidade aberta, onde todos podem discutir com honestidade os desafios e oportunidades da indústria química”.

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INDÚSTRIA QUÍMICA
Setor é a favor da precificação de carbono

A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) lançou o documento “Posicionamento Abiquim sobre Mercado de Carbono”, onde reafirma o compromisso do setor na promoção do desenvolvimento sustentável. A indústria química é favorável à precificação, via mercado de carbono, para melhorar a competitividade da indústria tendo em vista as vantagens do Brasil para a adoção de uma economia de baixo carbono, como a matriz energética, a produtividade das cadeias da biomassa e a vasta biodiversidade. O setor reconhece a importância do Brasil em adotar um instrumento de precificação de carbono que contribua para o cumprimento da meta assumida no Acordo de Paris e que promova a competitividade internacional da indústria brasileira. O setor químico participa do Comitê Consultivo do Projeto PMR Brasil, iniciativa do Banco Mundial em parceria com o Ministério da Economia, que estuda a viabilidade da implementação de instrumentos para precificação de carbono. Para o setor químico, um sistema de comércio de emissões de carbono mostra-se mais adequado, na comparação com mecanismos de taxação, pois possibilitará estimular o ambiente de negócios, por meio de investimentos produtivos baseados em inovação e protegerá a competitividade das empresas, além de não aumentar a carga tributária. O “Posicionamento Abiquim sobre Mercado de Carbono” foi lançado no 25º Encontro Anual da Indústria Química (ENAIQ), realizado no dia 4 de dezembro, e está disponível para download no site da Abiquim. ( https://abiquim-files.s3-us-west2.amazonaws.com/uploads/guias_estudos/PosicionamentoCarbono+abiquim+v5.pdf ).

18 de dezembro, 2020
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SEMINÁRIO
Abiquim debate economia circular

A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) realiza, nos dias 30 e 31 de outubro, a 5ª edição do “Seminário Abiquim de Tecnologia e Inovação” no Auditório do Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos (SENAI CETIQT), no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Um dos painéis terá como tema “Economia Circular: Desafios e Oportunidades para o Setor Químico”, onde a indústria abordará modelos de processo produtivo sustentável, em que o resíduo gerado tem valor e pode ser transformado em novos produtos. “Podemos encontrar bons exemplos dessa reutilização de resíduos como matérias-primas nos segmentos de papeis, papelão, alumínios, PET, lubrificantes e pneumáticos, áreas onde existem grandes indústrias de reciclagem”, afirma o coordenador da Comissão Temática de Tecnologia da Abiquim e gerente de Tecnologia & Inovação da área de Especialidades Químicas da Braskem, Rafael Pellicciotta. O diretor-presidente da Fundação Espaço Eco e gerente de Sustentabilidade da BASF para América do Sul, Rodolfo Viana, é um dos palestrantes confirmados desse painel. Na ocasião, o diretor apresentará alguns cases globais da BASF como o “Verbund”, sistema de produção química circular utilizado pela empresa e o “ChemCycling”, que busca dar escala industrial no processo de reciclagem química de resíduos plásticos. “Apresentaremos também os resultados do estudo realizado pela Fundação Espaço Eco, sobre os impactos positivos do InpEV, organização que trata da logística reversa e reciclagem de envases de produtos agroquímicos no Brasil e os resultados de uma pesquisa realizada pela Fundação, no Brasil, em 2018, com 42 empresas e academia sobre o estágio atual de projetos de Economia Circular no País”, completa Viana. Outros painéis da programação são “Mobilidade e Eficiência Energética: Oportunidades e Desafios”, que discutirá como o setor químico pode contribuir para melhorar a eficiência energética no transporte de carga; “A Química do CO2”, que debaterá as tecnologias para limitar as emissões de gás carbônico; “Intensificação de Processos”, que debaterá como unidades de pequena escala e menor custo de produção podem reduzir os riscos financeiros e os impactos ambientais dos projetos; e as palestras “Mobilidade Urbana: Oportunidades e Desafios para o Setor Químico – Visão Mundo” e “Estratégias para Inovar Conectando Indústria com o Ecossistema de Universidades e Startups”. O “Seminário Abiquim de Tecnologia e Inovação 2019” tem o patrocínio das empresas Ambipar, Croda, Elekeiroz, Rhodia Solvay, Umicore e Unipar.

24 de outubro, 2019
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ATUAÇÃO RESPONSÁVEL
Indústria química e sustentabilidade

O 17º Congresso de Atuação Responsável será realizado nos dias 15 e 16 de agosto no Novotel Center Norte, na cidade de São Paulo, das 8h30 às 18h. Organizado pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), o evento terá como tema a “Química do Futuro: Universo de Possibilidades e Desafios”. A sessão plenária do Congresso contará com a participação de convidados internacionais, representantes da indústria e do governo, que abordarão a implementação do Programa Atuação Responsável e o trabalho desenvolvido pela indústria química visando ao crescimento sustentável. O palestrante internacional convidado é o vice-presidente de governança corporativa e questões públicas da Solvay, Patrick Vandenhoeke, que também é o chairman do Grupo de Líderes do Responsible Care no International Council of Chemical Associations (ICCA). Na ocasião, ele apresentará as estratégias do programa voluntário da indústria diante dos desafios globais. A coordenadora-geral de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Letícia Reis Carvalho, que representa o Brasil na Abordagem Estratégica para a Gestão Internacional de Produtos Químicos (SAICM) apresentará as demandas mundiais deste Fórum após 2020. A Abiquim será representada pelo presidente do Conselho Diretor da associação, Marcos De Marchi, responsável por fazer a abertura do evento; pelo coordenador do Comitê de Sustentabilidade da Associação, Weber Porto, que apresentará o Relatório de Materialidade da Indústria Química; e pelo coordenador da Comissão de Gestão do Atuação Responsável, Marcos Barros Cruz, que apresentará os Indicadores de Desempenho do Atuação Responsável bem como o Projeto de Valorização do Programa. “Nesta edição do Congresso decidimos expandir a abordagem dos temas que serão abordados. O evento sempre apresentou uma programação focada nos pilares do Programa Atuação Responsável, saúde, segurança e meio ambiente, além da comunicação com a comunidade do entorno. Mas, nesta edição também focamos no capital humano das empresas, com duas salas que terão como tema o colaborador”, explica a diretora de Assuntos Técnicos da Abiquim, Andrea Carla Barreto Cunha. As salas temáticas do Congresso terão temas relacionados a Saúde, Segurança do Trabalho, Segurança de Processo, Atendimento a Emergência, Regulamentação de produtos químicos, Diálogo com a Comunidade, Comunicação, Competências, Suprimentos, Logística e Meio ambiente. Ao todo serão realizadas 17 salas. O tema sustentabilidade será discutido nas salas: “Comunidades Sustentáveis: O que queremos para o Futuro?”, “Logística Sustentável”, “Silicone: Solução Sustentável para a Indústria do Futuro”; e “Compras Sustentáveis na Indústria Química: oportunidades e benefícios”. A sala “Qualidade do Ar”, que será realizada nos dois dias do Congresso debaterá o Histórico de Inventários de Emissões de Fontes Fixas e Fontes Móveis. “A ideia de abordar a Qualidade do Ar no evento tem o objetivo de avaliar a contribuição das várias fontes na Qualidade do Ar no Brasil, fazendo com que os esforços despendidos pela indústria para reduzir suas emissões sejam ampliados para todos os setores”, afirma o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da Abiquim e responsável por Meio Ambiente Corporativo da Braskem, Mauro Machado. A Abiquim promoverá mais uma vez na sala temática “Regulamentação: Desenvolvimento da Legislação Brasileira de Substâncias Químicas”. O Congresso também receberá a reunião do grupo de Responsible Care da América Latina, que debaterá a evolução do programa no continente. O Atuação Responsável terá novamente a realização de quatro minicursos - “Manuseio e Transporte Seguro de Cloro”; “e-Social – Experiências na implantação da indústria química”; “Mapa de Materialidade da Indústria Química” e “Gestão de Risco e a Governança Corporativa – Uma questão de transparência”, que será ministrado pelo engenheiro Marcos Lucio de Moura e Souza, consultor empresarial e professor. O curso tem duração de quatro horas e vai discutir como a gestão de riscos pode enriquecer os procedimentos de governança e melhorar a transparência das empresas. Maiores informações podem ser obtidas pelo site www.congressoar.com.br.&nbsp ;

7 de agosto, 2018
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Indústria química quer ser protagonista

Reforçando a premissa de que a indústria química éum dos setores que mais investe em inovação de seus processos e no desenvolvimento de novos produtos, avanços tecnológicos que refletem imediatamente em diversas cadeias produtivas que contribuem para a sustentabilidade e que a química éfundamental para outras indústrias como provedora de soluções sustentáveis, a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) e o programa Atuação Responsável realizaram, em São Paulo, dia 1ºde Abril, um encontro para tratar do tema “COP 21 – o Acordo de Paris”. A proposta era discutir o papel da indústria química e seus produtos na redução das emissões de gases de efeito estufa. Abrindo os trabalhos, Fernando Figueiredo, presidente da entidade, enfatizou que “a indústria química tem consciência do seu papel como promotora do desenvolvimento sustentável e por ser transversal, estápresente em todos os segmentos industriais. Os investimentos do setor em Pesquisa & Desenvolvimento têm contribuído para a criação de produtos com melhor desempenho ambiental”. Na sequência, Weber Porto, Coordenador do Comitêpara Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, explicou alguns dos objetivos do novo departamento, como: “a identificação de oportunidades onde a química possa fazer parte de soluções; a busca por novas formas de interesse do setor; definição de prioridades e posicionamento da indústria química brasileira; e a realização de alinhamentos com outras instituições químicas mundiais”. Ao falar do tema sob o ponto de vista econômico –como motivador de crescimento e inovação, Porto citou um trabalho realizado pela consultoria Standard & Poor's com CEOs de importantes empresas mundiais que tem a sustentabilidade como foco, onde 67% afirmaram ter maior retorno sobre capital, 50% menos volatilidade dos lucros e 21% um crescimento mais forte dos dividendos. José Miguez, Secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, detalhou os resultados da COP 21 e a posição do governo brasileiro para as metas estabelecidas no Acordo de Paris. Para o especialista, um dos fatores de sucesso da Conferência das Partes foram as propostas apresentadas por 187 países antes do encontro, de um total de 196 partes –indicando quais seriam seus passos. No momento, aguarda-se o processo de ratificação das assinaturas ou a aprovação de cada congresso para manter a variação da temperatura média abaixo de 2 o C. A partir do que foi estabelecido em Paris a proposta érever a cada cinco anos as metas individuais, tornando mais ambiciosas as próximas etapas. O acordo também entendeu a necessidade de apoio aos países em desenvolvimento e reconheceu a proposta brasileira sobre diferenciação concêntrica, entre outros aspectos. “As soluções da química para a sustentabilidade”foi o tema da apresentação do presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Carlos Fadigas – também presidente da Braskem, que iniciou sua participação definindo o conceito de desenvolvimento sustentável: “atende as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades”. Conceito importante nos dias atuais, onde se consome mais do que o planeta écapaz de reciclar ou regenerar, podendo em algum momento exaurir os recursos naturais disponíveis. Atualmente, 16% da população mundial consome quase 80% dos recursos naturais, 2/3 da população não tem renda para acessar o mercado de consumo e 1 bilhão de pessoas sequer tem acesso àágua. Para Fadigas, do ponto de vista ambiental o Brasil tem “o dever de casa feito”, jácom notório esforço de redução das suas emissões e diminuição da taxa de desmatamento. Mas existem enormes desafios na parte social a serem vencidos –“éum dos países mais desiguais do mundo, com retrocesso nos últimos anos. Mais da metade da população não conta com serviços de tratamento de esgoto e os lixões ainda são realidade”, salientou Fadigas, acrescentando como oportunidade a geração de energia a partir dos gases existentes nos aterros de resíduos sólidos.

5 de abril, 2016